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terça-feira, 31 de julho de 2018

SOMOS MILHÕES! Lula É Líder Até No Facebook, Aponta Levantamento


SOMOS MILHÕES! Lula É Líder Até No Facebook, Aponta Levantamento



Publicado no blog Os Divergentes

POR MARIA LUIZA ABBOTT E MARCELO STOPPA, jornalistas

O engajamento com o ex-presidente Lula no Facebook vem crescendo nos últimos três meses, ultrapassando o de todos os pré-candidatos, segundo indicam os dados da pesquisa da AJA Solutions.

 Desde o começo de maio até o fim de julho, o total de curtidas, reações, compartilhamentos e comentários em postagens com a página LulaOficial fechou acima da marca dos 15 milhões.

Em julho, o engajamento com a página do ex-presidente passou de 5,6 milhões, um crescimento de 12,57% em relação a maio. 

Na comparação, o deputado Jair Bolsonaro vem perdendo a guerra da comunicação no Facebook. 

Em maio, o engajamento com sua página superava a de Lula, mas a perda de ritmo lhe tirou a liderança, e em julho registrou 4,5 milhões, mais de 1 milhão a menos do que a página do ex-presidente.

O desempenho do perfil @LulaOficial no Twitter oscilou bastante em julho, depois de bater recorde no domingo, dia 8, como o vai-e-vem da Justiça sobre sua saída da prisão.

Fechou o mês com uma fatia de 16,9% de relevância e visibilidade (R&V) no Twitter, pouco maior que a do fim de junho (16%). 

Já Bolsonaro recuperou sua fatia de (R&V) na terceira semana de julho, que voltou a cair entre 20-27 julho (27%), mas ainda está acima do que era no fim de junho (22%).

Os indicadores de eficiência da campanha de Bolsonaro mostram ainda que apesar de o perfil ocupar uma parcela maior do total de R&V no Twitter esta semana, sua comunicação enfrenta dificuldades em alcançar usuários que acompanham a eleição, mas não estão entre seus seguidores.

As métricas também indicam que a visibilidade de outros candidatos têm crescido, e isso acaba por dividir a atenção dos internautas de maneira mais uniforme, ameaçando grandes percentuais de predominância. 

É de destacar ainda que a limpeza que o Twitter fez para eliminar perfis inativos e falsos afetou todos os candidatos. 

Ainda assim, Lula fechou julho com 20,5 mil seguidores a mais, enquanto Bolsonaro obteve apenas 240 a mais. 

O número de seguidores não significa eleitores, porque as pessoas podem seguir por curiosidade ou estratégia, por exemplo, mas o seu aumento significa que mais pessoas estão interessadas na mensagem do candidato. 

Especialmente em ambiente de faxina, um aumento no número de seguidores está diretamente ligado à melhor qualidade da audiência.

Entre os demais políticos que tem boas posições nas pesquisas de intenção de voto, Marina Silva (Rede) teve o melhor desempenho no Facebook na comparação com Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT). 

O engajamento com o perfil dela cresceu 154% entre maio e julho, mas ainda assim, o total de curtidas, reações, compartilhamentos e comentários ficou em modestos 653 mil em julho.

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) foi o que obteve maior expansão da fatia de relevância no Twitter, que saltou de pouco mais de 3% na primeira semana de julho para mais de 12% no período entre 20-27. 

Porém, ele não tem motivos para comemorar. 

A agenda da semana foi dominada pelas notícias de seu acordo com os partidos do Centrão e o forte aumento de sua R&V foi causado pela rejeição. 

Suas postagens provocaram comentários e tuítes negativos que elevaram a visibilidade dele.

O candidato do PDT, Ciro Gomes, teve baixo desempenho no Facebook, com queda de engajamento em julho comparado a junho, e perdeu relevância no Twitter entre a primeira e a última semanas de julho. 

Entre os candidatos com menos votos nas pesquisas de opinião,João Amoêdo (Partido Novo) obteve o terceiro maior aumento de engajamento no Facebook nos últimos três meses. 

No entanto, perdeu fôlego em julho, com queda no engajamento de 9,3% em relação a junho. 

No Twitter, a fatia de R&V de Amoêdo vem crescendo e nas últimas duas semanas, ele ficou acima do patamar de relevância – piso de visibilidade para que os pré-candidatos consigam gerar diálogo em volume suficiente para que sua mensagem seja ouvida e tenha potencial para ser usada como instrumento de persuasão na busca de votos.

O engajamento com Manuela D’Ávila (PC do B) no Facebook cresceu 30% em relação a maio – chegou a 1,2 milhão em julho, mas caiu em relação a junho.

 No Twitter, sua fatia no total de R&V manteve-se estável em 11,7% no período de 20-27 de julho.

 O candidato do PSOL, Guilherme Boulos, registrou queda de engajamento no Facebook na comparação de julho com maio. 
No entanto, sua fatia no total de R&V passou de 10.8% na última semana de junho para 13.1% no período de 20-27 de julho.

O potencial de cada mídia

A definição do tempo de TV dos candidatos já está praticamente fechada e cresce a disputa pela atenção do eleitor em potencial nas mídias sociais. 

Houve aumento de postagens e mudanças de estratégias dos candidatos na busca de elevar a ressonância entre seguidores do Twitter e do Facebook. 

Ao mesmo tempo, já se observa uma iniciativa de reduzir a importância da TV, especialmente entre aqueles candidatos que terão pouco ou nenhum espaço no programa eleitoral gratuito.

A timeline de Amoêdo no Twitter começou ostensivamente a boicotar o programa eleitoral.

 Bolsonaro também critica as alianças para aumentar o tempo de TV – embora tenha tentado fechar com outros partidos em busca de maior exposição. 

Sem sucesso, ele prometeu criar um “horário eleitoral do B” para concorrer com o programa na TV. 

No outro extremo, está Alckmin, que tem baixo desempenho nas mídias sociais e fechou um acordo com os partidos do Centrão para aumentar seu tempo na TV – terá cerca de 40% de todo horário eleitoral gratuito.

Os indicadores métricos e a análise de campanhas eleitorais realizadas até aqui mostram que a combinação de espaço nas mídias – tradicional e redes sociais – é o melhor caminho para atrair a atenção do eleitor. 

A eleição no Brasil pode ser uma batalha decisiva na guerra que vai definir se a TV mantém o poder que tinha ou foi superada pelas mídias sociais.

Mecanismos da guerrilha ideológica nas redes sociais
Os diálogos nas mídias sociais ganharam relevância na medida em que a grande mídia passou a reconhecê-los como um indicador de assuntos relevantes. 

É uma prática comum olhar os “trending topics” no Twitter, por exemplo, em busca de inspiração para pautas, sobretudo quando movimentações sociais importantes utilizaram as redes para coordenar ações como os Indignados na Espanha ou a Primavera Árabe. 

Muitas vezes, são parte integral da cobertura de grandes eventos e manifestações feita pelo meios de comunicação clássicos.

Predominam as evidências de que as pessoas, em sua maioria, subscrevem apenas a tópicos e usuários próximos de suas preferências e criam no entorno uma zona de conforto que valida suas opiniões, ajudados por algoritmos que detectam as preferências de acordo com a atividade de cada um nas redes. 

Nesse contexto, os “trending topics” são uma janela curiosa que oferece uma vista do que é incomum, oferecendo a oportunidade de sair da “bolha”. 

Para ver o que está acontecendo no mundo, outras narrativas, basta dar um clique na lista de hashtags.

Há entre os usuários a confiança de que os assuntos do momento sejam realmente sobre o que está se falando nas redes, mas, na verdade, as tendências podem ser criadas artificialmente por mecanismo bem conhecido e exaustivamente discutido em textos acadêmicos: 
(1) uma mensagem que se encaixa em uma narrativa existente, mesmo se obscura; 
(2) um grupo de seguidores fiéis e sensíveis à mensagem; 
(3) um pequeno time de agentes ou guerrilheiros cibernéticos; e 
(4) uma rede de robôs. 

Em seguida, a mensagem ligada aos trending topics é distribuído.

Por exemplo, um dos assuntos do momento no Twitter nesse instante é o jogador Neymar (personagem de narrativa existente e recente, por conta da Copa do Mundo), ao clicar no link para saber o que está acontecendo (por ser um fã de futebol ou ter conhecimento pré-existente sobre a atuação do jogador no Mundial), não se vê apenas usuários que são apaixonados por futebol. 

Há comentaristas políticos, sites de humor e guerrilheiros cibernéticos que seduzem a audiência com memes, humor, duras críticas: todos tentando ganhar visibilidade, mantendo-se relevantes à pauta do dia (os agentes).

Durante a Copa, alguns pré-candidatos teceram comentários ou fizeram memes relacionados ao futebol com este objetivo. 

Além de aderir aos tópicos pré-existentes, é possível coordenar ações de curtidas e compartilhamentos com seguidores fiéis ou robôs, uma segunda tática para criar uma realidade alternativa em torno de um assunto com o objetivo de formar opinião. 

A imagem abaixo mostra o processo de formação de opinião e distribuição de propaganda utilizando um assunto do momento.

Essa maneira de distribuir propaganda em redes sociais foi observada e estudada de forma aprofundada em ações online praticadas pelo Estado Islâmico e durante a eleição presidencial americana de 2016. 

O abuso dessa prática e o resultado da eleição americana levaram redes sociais como Twitter e Facebook a um esforço de eliminar robôs, usuários que praticam ações coordenadas.

Recentemente, o Movimento Brasil Livre teve páginas apagadas pelo Facebook. 

Enquanto o Facebook pratica governança demandada por investidores e usuários, o MBL acusa a plataforma de perseguição ou censura, o que se encaixa na narrativa existente da propaganda que o grupo veicula. 

O Facebook tem apresentado queda acentuada no número de usuários por dois motivos principais: 

a preocupação crescente dos internautas com a privacidade (sobretudo depois do escândalo da Cambridge Analytica) e as guerras de informacionais, que têm trazido um sentimento desagradável aos usuários.

A empresa espera recuperar-se priorizando novos algoritmos que deixam os usuários mais protegidos em bolhas informacionais e adotando formatos de publicação mais efêmeros, como os Stories. 

Nesta semana, a pesquisa da AJA analisou 850.710 interações entre 417.021 usuários no ecossistema das eleições no Twitter. 

Os mapas de relevância e visibilidade e de influência e afinidade dos pré-candidatos revela os erros, acertos e os caminhos que podem ser feitos para ganhar relevância na rede.



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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

VERGONHA! Enquanto Povo Passa Fome, Temer Aumenta 50% Repasse Para Globo Acusada De Corrupção; CONFIRA!

VERGONHA! Enquanto Povo Passa Fome, Temer Aumenta 50% Repasse Para Globo Acusada De Corrupção; CONFIRA!

Miguel do Rosário, no blog O cafezinho

O golpismo compensa no Brasil.

Austeridade fiscal vale só para saúde, educação, pesquisa e infra-estrutura.

Quando se trata da Globo, Veja, Facebook, Folha, Estadão, Istoé, o governo federal é o mais generoso do mundo.


Segundo números atualizados da Secom, compilados com exclusividade pelo Cafezinho, os recursos de publicidade federal destinados à TV Globo cresceram 55% nos dez primeiros meses de 2017, na comparação com o mesmo período de 2015.

Comparei 2017 com 2015 para medir com mais clareza a mudança no período anterior e posterior 
ao golpe.

Em 2015, a TV Globo detinha um percentual de 42% das verbas federais destinadas a veículos de TV, o que já era uma concentração bizarra.

Em 2017, a fatia da Globo ficou em 51,27%.
A Veja também se deu bem no governo Temer: 

em 2017, ficou com 43% de toda verba destinada às revistas.

Os jornalões viram suas verbas de publicidade federal crescerem dramaticamente depois do golpe.

O Estadão recebeu, nos dez primeiros meses de 2017, um total de R$ 1,2 milhão, um crescimento de 677% sobre igual período de 2015.

No total, os veículos do grupo Globo receberam R$ 46 milhões do governo federal em Jan/Out de 2017, aumento de 50% sobre 2015.

É importante lembrar que estes valores, além de correspondem a 10 meses, são relativos apenas aos gastos do governo federal e ministérios. 

Se somarmos as despesas das estatais com publicidade, este número costuma se multiplicar 
por três.

Curiosamente, a imprensa tradicional nunca mais fez reportagens sobre as despesas do governo com mídia.

Ministério Público e Judiciário aceitam na boa esse evidente sequestro da vontade popular, onde um governo com aprovação de 3% despeja cada vez mais dinheiro exclusivamente em órgãos de informação que apoiam as reformas defendidas pelo mesmo governo.

Os recursos da Secom para EBC foram reduzidos 
em 74%.

O Facebook, tão prestativo em censurar páginas políticas de esquerda, já está mordendo 36% de toda a verba federal destinada à internet.

Em 2015, antes do golpe, a fatia do Facebook no total das verbas federais para internet era de 23%.

O aumento de verbas federais para o Facebook, depois do golpe, foi de 53%.

A principal executiva do Facebook no Brasil, a senhora Cláudia Gurfinkel, justificou a censura às páginas políticas dizendo que o “principal incentivo deles é econômico”…

Bem, a sede do Facebook pelos impostos do contribuinte brasileiro nos faz pensar que a corporação norte-americana não é exatamente um modelo de abnegação.

Outro argumento de Gurfinkel para censurar as páginas políticas é que elas teriam “muitos anúncios”.

 Bem, quando se tem generosas publicidades federais, pode-se, obviamente, reduzir o número desses anúncios programáticos que somos 
obrigados a inserir.

Carmen Lúcia, presidenta do STF, precisa atualizar aquela frase sobre a vitória do escárnio sobre o cinismo. 

Dou uma sugestão: a falsidade, a hipocrisia, venceram o escárnio.


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

FACEBOOK DENUNCIADO: Grupos Sociais Reclamam Que Facebook Está A Serviços De Partidos De Elite No Brasil!

FACEBOOK DENUNCIADO: Grupos Sociais Reclamam Que Facebook Está A Serviços De Partidos De Elite No Brasil!
Por Redação Click Política Última Atualização 29 set, 2017
 

Ou o Facebook está prestando um péssimo serviço aos brasileiros, ou está a serviço de partidos políticos, ligados as elites do nosso país.

A denúncia parte de integrantes dos grupos sociais, que têm conta no Facebook e que quando postam determinadas matérias, que criticam integrantes ligados às elites brasileiras, recebem em pouco tempo, uma mensagem dizendo mais ou menos o seguinte: ‘Você está temporariamente bloqueado.’ 

Ou ainda: ‘ Deu Spam!”, o que não condiz com a realidade, segundo dezenas de pessoas que nos procuraram.

Será que o Facebook não tem programas ou condições técnicas, para manter todos os grupos sociais funcionando ao mesmo tempo e normalmente?

 Será que o Facebook está a serviço dos grandes grupos políticos e econômicos?

O mais grave é que agora o Facebook vem elastecendo o período de desativação dos serviços aos grupos sociais, onde o povo usava exatamente para discutir a crise política, econômica e social.

Integrante de grupos já estão se unindo, para cobrar na justiça, melhoria dos serviços do Facebook no Brasil e conseqüentemente indenizações por prejuízos causados nos últimos meses aos mesmos.

Segundo os denunciantes, o Facebook vem tratando os chamados grupos sociais no Brasil com uma indiferença sem limites e tomando partido e discriminando segmentos sociais da população. 

Eles avisam! Discriminação é crime e na justiça isso deverá ser reparado.

Click Política


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Juiz manda Facebook informar dados de usuários críticos a Doria

URGENTE: Juiz manda Facebook informar dados de usuários críticos 
a Doria
Magistrado não atendeu pedido para retirada de página do ar e não considerou posts ofensivos ao prefeito de SP.
Por G1 em São Paulo
21/04/2017 18h48  Atualizado há 7 horas
 Página no Facebook chama para protesto (Foto: Reprodução/ Facebook)

O juiz Fernando Henrique de Oliveira Biolcatti, da 22ª Vara Cível de São Paulo, determinou que o Facebook forneça os IPs dos usuários suspeitos de articular protestos em frente à casa do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB).

O juiz entendeu que o pedido de identificação de usuários possui caráter preparatório e serve para a colheita de subsídios necessários à decisão de Doria de propor ação de reparação de danos que tenha sofrido.

Na ação, Doria pediu para que seja retirado do Facebook a página do evento marcado para o próximo dia 13, denominado "Virada Cultural na Casa de João Dorian" e de posts ofensivos a ele na mesma página. 

Pediu ainda que o Facebook informe os dados cadastrais dos responsáveis pela criação da página.

No processo, o Facebook ofereceu contestação dizendo que não pode fazer controle prévio do conteúdo, que não se mostra ofensivo. A assessoria do Facebook diz que não comenta o caso.

O juiz não atendeu ao pedido de retirada da página do ar porque não vislumbrou abusividade nas páginas mantidas pelo Facebook.

Deixou claro na decisão que dificultar ou impedir manifestação de cunho político significa afronta ao Estado Democrático de Direito, estabelecido pelo artigo 1º da Constituição Federal. O advogado de Doria, Thiago Tomasi, disse que vai recorrer para insistir na necessidade de retirada da página do ar.

O juiz entendeu também que nos posts tidos como ofensivos, na página "Deixe a esquerda livre", "mesmo que existam expressões isoladas mais fortes, há, no contexto geral, críticas ao posicionamento e modos de proceder" de Doria como prefeito, "especialmente remoção de grafites e pichações, e adoção de vestimentas de trabalho de garis, pintores e afins, semintuito de difamar, caluniar ou injuriar o autor considerado como pessoa natural, e que, desse modo, não se configuram 
como ilícitos. "




quinta-feira, 16 de março de 2017

Facebook pede que usuários não acreditem no boato do 'copie e cole no mural'

Facebook pede que usuários não acreditem no boato do 'copie e cole no mural'
LEONARDO PEREIRA 16/03/2017 06H20 BRASIL FACEBOOK
(Foto: Reprodução)

O Facebook começou a disparar alertas para os usuários brasileiros numa clara resposta à boataria do "copie e cole no seu mural". Nesta semana, espalhou-se pela rede social um falso alerta dando conta de que a empresa pretendia tornar públicos os dados de seus usuários. Para escapar da ação, a pessoa deveria copiar o tal alerta e reproduzi-lo em seu mural.

Esse tipo de pegadinha é velho no Facebook, com casos semelhantes ocorrendo pelo menos desde 2012, mas desta vez a empresa resolveu agir para acalmar os ânimos.

Na terça-feira, 14, quando falamos sobre o boato aqui no Olhar Digital, lembramos que a rede social possui mecanismos mais robustos para ouvir a sua população de usuários. 

Se alguma autorização nova fosse necessária, ninguém seria obrigado a postar um texto qualquer no seu mural, o Facebook provavelmente exibiria uma notificação assim que a pessoa fizesse o login. 

Pois é exatamente isso que está acontecendo.

Reprodução

O  Facebook  já tinha enviado uma nota ao Olhar Digital garantindo que "tudo o que uma pessoa publica no Facebook é de propriedade dela e só ela é quem pode determinar os níveis de privacidade de suas publicações e informações na plataforma", mas ainda faltava dar esse aviso aos milhões de brasileiros presentes na rede social.



sexta-feira, 10 de março de 2017

Como o Facebook ajudou a evitar um suicídio em Santa Catarina


Por Felipe Ventura    10/03/2017 às 17h1
 Foto por Franco Bouly/Flickr

Na madrugada desta quarta-feira (8), policiais conseguiram evitar um suicídio em Santa Catarina com a ajuda do Facebook. Um homem de 40 anos transmitia sua tentativa de tirar a própria vida, mas foi interrompido após um alerta da rede social.

Segundo o governo de SC, o Facebook detectou que um usuário estava ao vivo ameaçando se enforcar nas próximas duas horas. A empresa enviou as informações à autoridade policial dos EUA, que repassou tudo à Diretoria de Informação e Inteligência (DINI) da Secretaria de Segurança Pública (SSP), em Florianópolis.

O Tecnoblog apurou que isso foi repassado ao policiamento local para realizar a intervenção; o nome da cidade, no Meio-Oeste de SC, não foi revelado para preservar a vítima.

Uma equipe de policiais foi até o endereço informado e impediu a tentativa de suicídio. Ele foi levado por bombeiros até o hospital, onde foi medicado e recebeu acompanhamento psicológico.

Em comunicado, um policial explica que o homem – que trabalha como mecânico – teria realizado algumas postagens com conteúdo suicida, e pretendia tirar a própria vida porque tem depressão, está desempregado, e a esposa está grávida do quarto filho. Ele e a família estão recebendo acompanhamento da assistência social da prefeitura.

Facebook Live já foi usado várias vezes para transmitir conteúdo polêmico, tal como tiroteios da polícia. E em janeiro, duas pessoas – um ator de 33 anos e uma adolescente de 14 anos – exibiram ao vivo a própria morte na plataforma.

Este mês, Mark Zuckerberg anunciou novas medidas para prevenção de suicídio no Facebook Live. Você pode entrar em contato diretamente com a pessoa, e também denunciar o vídeo para a rede social. 

O usuário, por sua vez, receberá a sugestão de conversar com um amigo, ver dicas e sugestões de como lidar com momentos difíceis, ou entrar em contato com uma instituição (como o CVV).

Além disso, nos EUA, o Facebook começou a testar uma abordagem que usa inteligência artificial para identificar usuários com tendências suicidas. A opção de reportar um post por ser “ameaçador, violento ou suicida” fica mais proeminente nesses casos.

Eles também analisam padrões para identificar posts que sugerem ameaças de suicídio, mesmo que ninguém tenha reportado nada ao Facebook ainda. 

A rede social diz ao TechCrunch que esses recursos talvez sejam aplicados futuramente no Facebook Live, mas ainda é cedo para saber.




sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Criador do Facebook diz ser 'loucura' acusação de que rede social ajudou eleição de Trump

Criador do Facebook diz ser 'loucura' acusação de que rede social ajudou eleição de Trump

Mark Zuckerberg rechaça argumentos de que ferramenta permitiu propagação de notícias falsas prejudiciais à candidatura rival durante campanha presidencial americana.
Issaac MumenaBBC Africa, Kampala
Resultado de imagem para trump
Imagem do Google

O criador do Facebook, Mark Zuckerberg rechaçou ontem as acusações de que sua rede social contribuiu para a vitória de Donald Trump na eleição presidencial americana por não ter filtrado notícias falsas ligadas à rival do candidato republicano, a democrata Hillary Clinton.

Em uma palestra na Techonomy, uma conferência sobre tecnologia realizada na Califórnia, o bilionário americano disse que o Facebook não pode ser responsabilizado pelo desfecho do pleito.

"A ideia de que notícias falsas no Facebook influencieram a eleição é maluca. Quem acreditar nisso não entendeu a mensagem que os simpatizantes de Trump tentaram mandar nessa eleição", disse o empreendedor.

Pesquisas nos EUA mostraram que histórias falsas foram bem mais compartilhadas no Facebook do que artigos as contestando. Isso em um momento em que, para muitos americanos, a rede social está se transformando na fonte primária de consumo de notícias.

Na opinião de especialistas, o conteúdo do news feed é "calculado" por um algoritmo levando em conta os interesses do usuário e isso pode criar uma espécie de "bolha" que deixa de fora diferenças de opinião.

'Trabalho a fazer'
O mais curioso é que, no início do ano, o Facebook foi acusado de ser anti-Trump e de usar moderadores para favorecer o aparecimento de histórias simpáticas ao Partido Democrata na seção de trending topics.


Embora tenha negado as alegações, o Facebook demitiu o time de moderadores e passou a usar somente alogritmos para determinar que histórias eram mais populares.

Como consequência, notícias falsas apareceram nas linhas de tempo de uma grande número de usuários.

Perguntado sobre como o Facebook trabalha com checagem de fatos e equilíbrio de opinião, Zuckerberg disse que a política da empresa era "ouvir o que as pessoas querem".

"Meu objetivo é dar as pessoas o poder de compartilhar, para que possamos fazer do mundo um lugar mais aberto e conectado. 

Isso requer a construção de uma boa versão do news feed. Ainda temos trabalho a fazer neste sentido. Vamos continuar melhorando".

Mas o americano admitiu que o Facebook precisa melhorar as orientações para as postagens se "as pessoas quiserem ver mais notícias".

Zuckerberg também fez um prognóstico otimista da presidência de Trump e disse que a missão de melhorar as condições de saúde no mundo e a conectividade global não necessariamente requer a cooperação do governo.


terça-feira, 8 de novembro de 2016

Extraterrestre cria conta no Facebook e deixa a NASA em estado de alerta


Extraterrestre cria conta no Facebook e deixa a NASA em estado de alerta 

 

• NASA investiga o planeta onde a conta foi criada e diz que o ET pode ser perigoso 

Um ser que não é do planeta Terra criou uma conta no Facebook e a NASA passou a investigar o caso. A principio foi levantado a suspeita de que a conta teria sido criada do Brasil, mas os engenheiros da NASA descobriram, pouco depois, que o computador utilizado para abrir a conta na rede social americana não está localizado no planeta Terra. 

Para a NASA, a conta criada no Facebook por um ET deixa claro que os alienígenas estão acessando a rede mundial de computadores do planeta Terra, e isso pode ser perigoso para a segurança dos terráqueos. 

Por enquanto, o alienígena não adicionou amigos a sua conta. A NASA está observando se ele adicionará os terráqueos, ou se convidará seus amigos ETs para fazer parte da rede. A NASA recomenda que as pessoas não adicionem o ET porque pode ser perigoso.



domingo, 9 de outubro de 2016

Juiz ordena que Facebook seja suspenso por 24 horas

Juiz ordena que Facebook seja suspenso por 24 horas

Notícias Ao Minuto 6 horas atrás 09/10/2016
 
Fornecido por New adVentures, Lda.

Um juiz eleitoral de Joinville (SC) ordenou que a rede social Facebook retire a página do ar por 24 horas em todo o Brasil.
O magistrado Renato Roberge alega que o Facebook descumpriu a lei ao permitir que um dos candidatos à prefeitura do município de Joinville fosse ofendido em uma página da rede.
Segundo informações do portal Metrópolis, a página "Hugo Caduco" fazia piadas com o candidato Udo Döhler (PMDB). Roberge afirma que a legislação eleitoral foi descumprida e solicitou à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que o Facebook fosse suspenso.
De acordo com a publicação, o pedido do magistrado foi protocolado na quarta-feira (5).
“A requerimento de candidato, partido ou coligação, a Justiça Eleitoral poderá determinar a suspensão, por vinte e quatro horas, do acesso a todo conteúdo informativo dos sítios da internet que deixarem de cumprir as disposições desta Lei”, informa o Art. 57-I da Lei 9.504, de 1997.

Em nota, a assessoria de imprensa do Facebook declarou que o perfil "Hugo Caduco" já foi retirado do ar.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Google e Facebook têm mais dados que EUA, diz fundador do WikiLeaks

13/07/2016 10h52 - Atualizado em 13/07/2016 10h52
Google e Facebook têm mais dados que EUA, diz fundador do WikiLeaks
Assange diz 'capitalismo de vigilância' é novo modelo de negócio mundial.
Para ele, 'quantidade de espionagem pode aumentar'.
Da EFE
 Assange em foto desta sexta-feira (5), quando comissão da ONU proferiu posição favorável a ele  (Foto: Reuters/Peter Nicholls)
Julian Assange, o fundador do Wikileaks (Foto: Reuters/Peter Nicholls)

fundador do WikiLeaks, Julian Assange, afirmou nesta quarta-feira (13) que o novo modelo de negócio mundial é o "capitalismo de vigilância" e que empresas de tecnologia, como o Google e o Facebook, recebem mais informações do que a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês).
Ainda abrigado na embaixada do Equador em Londres, onde está asilado desde 2012, Assange afirmou, em uma videoconferência, que, como a NSA acaba vigiando as empresas, a agência "se inteira igualmente" de todas as informações que elas recebem.
O ativista australiano participou do seminário internacional "Liberdade de Expressão, Direito à Comunicação Universal e Imprensa Plural para as Democracias do Mundo", que foi realizado em Santiago, parte da celebração dos 60 anos do Colégio de Jornalismo do Chile.
Assange também fez críticas ao Tratado Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), uma aliança que busca reduzir as barreiras comerciais e que estabelece padrões comuns para os 12 países-membros, entre eles o Chile. "O TPP, o TISA e o TTIP são um triângulo que procura criar um bloco econômico para excluir a China e é uma resposta aos Brics [Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul]."
Sobre as pressões que recebeu após os diálogos diplomáticos sigilosos vazados pelo Wikileaks, Assange afirmou que não haverá uma reforma nos EUA para deter a vigilância em massa, mas que esse deveria ser um tema de interesse mundial.
"A quantidade de espionagem pode aumentar. O modelo de negócio é o capitalismo de vigilância", afirmou o fundador do Wikileaks, afirmando que essa espionagem é feita pelo próprio Google, com informações extraídas, por exemplo, do Gmail.

"Por exemplo, o Google está tentando dominar o transporte. Por que? Porque tem uma vantagem comparativa de mapas e imagens de satélites das ruas, pessoas com celulares sendo monitoradas pelo Google Search (mecanismo de busca)", explicou o ativista. Assange afirmou que isso pode ser exemplificado pelos acordos entre o Google e empresas militares que seguem a mesma lógica de rastreamento de informações.