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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Funcionários Fantasmas Do Clã Bolsonaro Receberam R$ 29,5 Milhões Em Salários

SUED E PROPERIDADE

11/09/2020

Funcionários Fantasmas Do Clã Bolsonaro Receberam R$ 29,5 Milhões Em Salários

 Celeste Silveira 11 de setembro de 2020 

Investigações indicam pagamentos em gabinetes para servidores que não exerciam suas funções; entre 1991 e 2019, R$ 1 em cada R$ 4 da remuneração contabilizada foi destinado a pessoas sob suspeita.

A intrincada organização dos gabinetes da família Bolsonaro sugere um hábito longevo de preencher cargos comissionados com funcionários que nem sempre davam expediente em seus locais de trabalho. 

Um levantamento feito por ÉPOCA joga luz sobre essas movimentações e seus números, que hoje estão nas mesas dos investigadores. 

Do total pago aos 286 funcionários que o presidente Jair Bolsonaro e seus três filhos mais velhos contrataram em seus gabinetes entre 1991 e 2019, 28% foi depositado na conta de servidores com indícios de que efetivamente não trabalharam.

É como se de cada R$ 4 reais pagos, mais de R$ 1 fosse para as mãos de pessoas que hoje, em grande maioria, são investigadas por devolver parte dos vencimentos aos chefes. 

Ao menos 39 possuem indícios de que não trabalharam de fato nos cargos – 13% do total.

Enquanto recebiam como funcionários, esses profissionais tinham outras profissões como cabeleireira, veterinário, babá e personal trainer, como é o caso de Nathalia Queiroz, filha de Fabrício Queiroz, apontado pelo MP como operador do esquema da rachadinha no gabinete de Flávio. 

Juntos, os 39 receberam um total de 16,7 milhões em salários brutos (o equivalente a R$ 29,5 milhões em valores corrigidos pela inflação do período) durante o período em que trabalharam com a família.

No grupo de pessoas que constaram como assessores, mas possuem indícios de que não atuavam nos cargos, 17 foram lotadas exclusivamente no gabinete de Flávio Bolsonaro, outros dez no de Carlos, ambos alvos de investigação do Ministério Público. 

No gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro, três funcionários constam na lista. Há, ainda, outros nove que passaram por vários gabinetes do clã, parte do modus operandi hoje apurado pelo MP.

Marcia Aguiar, mulher do Queiroz, e Nathália Queiroz, são dois casos emblemáticos desde o início das investigações. 

Márcia se declarava cabeleireira em documentos do Judiciário em 2008 e Nathalia é conhecida entre atores e personalidades públicas por seu trabalho como personal trainer. 

Cada uma das duas recebeu ao longo de uma década um total de R$ 1,3 milhão atualizados pela inflação, mas nunca tiveram crachá na Alerj.

Mas a maior parte dos casos está na família de Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro.

 A maioria é investigada pelo Ministério Público nos casos de Flávio ou no de Carlos. 

No caso dos 10 assessores de Flávio que são parentes de Ana Cristina, o MP descobriu que eles sacaram até 90% dos salários no período em que constaram como servidores, num total de R$ 4 milhões.

A história de Andrea Siqueira Valle, irmã de Ana Cristina e ex-cunhada de Bolsonaro, é o ponto mais extremo da curva. Desse grupo, ela é quem mais recebeu.

Entre os gabinetes de Jair, Carlos e Flávio, Andrea somou 20 anos de cargos comissionados e recebeu em salário bruto R$ 1,2 milhão (R$ 2,25 milhões, corrigido pela inflação). 


Fisiculturista, ela mantinha uma rotina de malhação de duas a três vezes por dia na academia Physical Form. 

Nos intervalos, atuava como faxineira em residências e vivia em uma casa construída no fundo do terreno onde moram seus pais. Mas seguia trabalhando como faxineira e com grandes dificuldades financeiras.

“Ela também me ajudou com faxina na academia. Ela faz esse tipo de serviço aqui na academia”, contou Renata Mendes, dona da nova academia que Andrea frequentava em Guarapari, no Espírito Santo. Procurada, disse que não tinha nada a declarar.

Em seguida, surge, o veterinário Francisco Siqueira Guimarães Diniz, de 36 anos, primo de Ana Cristina. 

Ele tinha apenas 21 anos quando foi nomeado em 2003 e ficou lotado no gabinete de Flávio por 14 anos. 

Recebeu um total de R$ 1,2 milhão – R$ 1,95 milhão, corrigido pela inflação. 

Em 2005, ele começou a cursar a faculdade de Medicina Veterinária no Centro Universitário de Barra Mansa, cidade a 140 quilômetros do Rio e próxima a Resende.

O curso era integral e ele se formou em 2008. Em 2016, ele trabalhou para a H.G.VET Comércio de Produtos Agropecuários e Veterinários. 

Apesar de ter ficado mais de uma década nomeado, só teve crachá nos últimos dois meses em que esteve lotado, em 2017. 

Procurado, Diniz disse que trabalhou para Flávio, mas não recordava por quanto tempo.

*Com informações da Época

CONTINUA

Por Ora A Chapa Do PE , Partido Do Esgoto É, Moro Presidente E Mainardi, Vice

 Celeste Silveira 11 de setembro de 2020 

Bom, Mainardi dispensa apresentações. 

Qualquer um que entende do mecanismo utilizado pelo jornalismo de esgoto, sabe como funciona o Antagonista de Mainardi.

Agora mesmo, de tanto ser atacado de forma baixa pelo blog que é a bíblia do ódio no Brasil, o Antagonista, Cristiano Zanin deu uma resposta à altura para a turma da cloaca em seu twitter, com a seguinte fala:

@antagonista

“me ataca porque fui o primeiro advogado a pedir uma investigação sobre o esquema que está por trás desses porta-vozes – poupados – da Lava Jato, atuais patrões do ex-juiz Sérgio Moro. 
A CVM conhece bem a atuação do blog, tb conhecida do delator Henrique Valladares”. (Zanin)

Nesta quinta-feira foi a vez de Mainardi usar seu blog para atacar Glenn Greenwald com seu estilo peculiar. Podre de caráter, fede no temperamento, é da índole do sujeito. 

A baixeza de Mainardi é uma questão de aptidão, está no seu interior, na sua têmpera, no seu espírito e, consequentemente na sua feição.

Sua ira contra Glenn se deu pela derrota pessoal pelo fim da Lava Jato, superando em decibéis sua própria linguagem de milícia digital.

Mainardi, hoje, é antibolsonarista, mas foi cabo eleitoral fardado da campanha de Bolsonaro, mas, com a saída de Moro do governo, optou por manter sua sociedade selvagem com Moro. 

Daí sua ira santa e seu ataque de cólera contra Glenn pelo belíssimo trabalho que fez expondo ao Brasil a podridão que envolve Moro e a Força-tarefa da Lava jato.

Diante de quatro derrotas, duas no CNMP em que, primeiro, Dallagnol consegue se safar da penalidade no caso do power point contra Lula, mas é espinafrado pelos conselheiros e, em segundo, Dallagnol é condenado por 9 a 1 no mesmo CNMP por seu ativismo político e interferência na eleição da presidência do Senado.

Soma-se a isso, a despedida compulsória de Dallagnol da Lava Jato e o suspiro final da operação que será enterrada de vez no dia 31 de janeiro.

Mas, por ora, a parceria entre Mainardi e Moro segue revelando o tamanho do caráter de Moro em que, na prática, revela-se uma chapa eleitoral que traz Moro como candidato à presidência e, Mainardi como vice, até que Moro consiga alguém pior que Mainardi, se é que é possível.

E quem pensa que essa chapa começou agora, esquece-se que Mainardi transmitiu ao vivo em seu blog, depoimento sigiloso vazado por Moro que mereceria punição exemplar aos dois, mas como estamos no Brasil e temos a justiça que temos, ficou elas por elas. 

E a dupla ainda vende moral aos tolos.

*Carlos Henrique Machado Freitas

 Fonte: https://antropofagista.com.br/

sexta-feira, 17 de março de 2017

URGENTE: PMDB recebia propina da venda de carne podre para escolas

URGENTE: PMDB recebia propina da venda de carne podre para escolas
Friboi abastecia setor público com carne podre e estragada segundo a PF
por Equipe Juntos Pelo Brasilhá 9 horas 17/03/2017
 

A Operação da Polícia Federal deflagrada nesta sexta-feira para desmontar um esquema de corrupção no setor público e privado da Agropecuária envolve a venda de carne podre e com a data de validade adulterada. 

Na decisão da Justiça Federal que deu origem a mandados de busca e prisão, são vários os relatos de comida estragada que acaba sendo maquiada para ser vendida ao consumidor final.

Segundo o Blog do Vicente, do jornal Correio Braziliense, as gigantes do setor JBS (dona da Friboi e Seara) e BRF Foods (dona da Sadia e Perdigão), que detém mais de 60% do mercado de carnes no Brasil, vendem produtos “podres, vencidos, moídos com papelão.” 

De acordo com a notícia, boa parte dos negócios dessas empresas foram financiados com recursos públicos, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Entre as ações realizadas na manhã desta sexta-feira, a operação batizada de Carne Fraca levou executivos da JBS à prisão.

De acordo com a investigação, as fraudes foram possíveis graças à participação de fiscais agropecuários, que, mediante propina, permitiram a comercialização de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização efetiva.

Bando criminoso
Nos diálogos gravados, que incluem a presidente 
do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa/MAPA), Maria do Rocio, há relatos de produto com salmonela e altamente impróprio para o consumo. 

Ela e o superintendente regional do órgão no Paraná, Daniel Gonçalves Filho, são apontados como líderes e articuladores do “bando criminoso”.

Entre outras acusações, os investigados teriam cometido crimes de falsificação, adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios.

Além de horas de gravação, os indícios de crimes foram apontados em relatórios policiais e cruzamento de dados bancários e fiscais feitos pela Receita Federal. 

Foi decretada a prisão preventiva de 26 pessoas e a temporária de mais 11 envolvidos.



DENUNCIA: Entenda como era negociada e onde era usada a CARNE PODRE

há cerca de 8 horas atrás  17/03/217
DENUNCIA: Entenda como era negociada e onde era usada a CARNE PODRE

 Entenda como era negociada e onde era usada a carne podre

A Folha de S. Paulo divulgou as transcrições de grampos da PF, no qual é possível entender como eram negociadas e onde eram usadas as carnes podres.

Confira:
Conversa entre os irmãos Normélio Peccin Filho e Idair Piccin, sócios do frigorífico Peccin:
Normelio - Tu viu aquele presunto que subiu ali ou não chegou a ver?
Idair - Ah, eu não vi; Cheguei lá, mas o Ney falou que tá mais ou menos. Não tá tão ruim.
Normelio - Não, não tá. Fizemos um processo, até agora eu não entendo, cara, o que é que deu naquilo ali. Pra usar ele, pode usar sossegado, não tem cheiro de azedo, nada, nada, nada.

Conversa entre Idair Piccin e a mulher, Nair Piccin, sua mulher:
Idair - Você ligou?
Nair - Eu, sim eu liguei. Sabe aquele de cima lá, de Xanxerê?
Idair - É.
Nair - Ele quer te mandar 2000 quilos de carne de cabeça. Conhece carne de cabeça?
Idair - É de cabeça de porco, sei o que que é. E daí?
Nair - Ele vendia a 5, mas daí ele deixa a 4,80 para você conhecer, para fechar carga
Idair - Tá bom, mas vamos usar no que?
Nair - Não sei
Idair - Aí que vem a pergunta né? Vamo usar na calabresa, mas aí, é massa fina é? A calabresa já está saturada de massa fina. É pura massa fina
Nair - Tá
Idair - Vamos botar no que?
Nair - Não vamos pegar então?
Idair - Ah, manda vir 2000 quilos e botamos na linguiça ali, frescal, moída fina
Nair - Na linguiça?
Idair - Mas é proibido usar carne de cabeça na linguiça
Nair - Tá, seria só 2000 quilos para fechar a carga. Depois da outra vez dá para pegar um pouco de toucinho, mas por enquanto ainda tem toucinho (ininteligível)

Conversa entre Idair Piccin e Normélio Peccin Filho.
Idair - Oi.
Peccin Filho - Fala.
Idair - E daí?
Peccin Filho - Aquela vaca [modo pejorativo ao qual se referem a uma fiscal que não fazia parte do esquema, segundo a PF] hoje de novo amostra de novo cara, análise.
Idair - De novo?
Peccin Filho - De novo cara, que vaca do caralho. Estava até agora separando tempero, presunto, salsicha e linguiça de frango.
Idair - Mas todos os meses assim?

Peccin Filho - Mas não faz 15 dias que mandou cara. 

Mandou dia 28, dia 29 do mês passado, 15 dias nem... e agora vai mandar a salsicha de novo lá para Porto Alegre, na LANAGRO, lá em Porto Alegre, de novo. Que vaca cara, e daí pegou a salsicha levou lá no SIF [Serviço de Inspeção Federal], lacrou e botou lá dentro da geladeira do SIF, dentro do freezer. 

Óia, vou falar para você. Que larga de uma mulher. Será que a linguiça de frango, eu vou fazer uma massada cara, vou fazer, vou tirar a pele, vou deixar só com recorte, vou diminuir a água, e, diminuo a água, diminuo a cura, e ali se ela tiver de, dá para por ácido sórbico nela?

Idair - Lactato.
Peccin Filho - Lactato?
Idair - É.
Peccin Filho - Eu vou ver se eu tenho aí. Botar o que?
Idair - 2%.
Peccin Filho - 2%? Massada 500 litros. 5 KG.
Idair - 10 Litros.
Peccin Filho - Ah, é dois, pois é, não, dois. Botar uns 8, 10 litros.
Idair - Se é 500 kg, 10 litros, bota 10.
Peccin Filho - É 500 kg.
Idair- Bota 10 litros.
Peccin Filho - Será que não é demais? botar uns 8 kg.
Idair - Não, é recomendado, os caras recomenda, se é para por menos que 2%, não faz
efeito. É o mínimo 2%. 




quarta-feira, 8 de março de 2017

ATENÇÃO: DENUNCIA, hacking da CIA reveladas

ATENÇÃO: DENUNCIA, hacking da CIA                               reveladas
 terça-feira, 7 de março de 2017,
 Resultado de imagem para wikileaks
Imagem do Google

Hoje, terça-feira, 7 de março de 2017, WikiLeaks começa sua nova série de vazamentos na Agência Central de Inteligência dos EUA. Codificado "Vault 7" por WikiLeaks, é a maior publicação de documentos confidenciais na agência.

A primeira parte completa da série, "Year Zero", é composta 
por 8.761 documentos e arquivos de uma rede isolada de alta segurança, situada dentro do Centro de Inteligência Cibernética da CIA em Langley Virgina.


Recentemente, a CIA perdeu o controle da maioria de seu arsenal de hackers, incluindo malware, vírus, trojans, ataques armados de "dia zero", sistemas de controle remoto de malware e documentação associada. 

Esta coleção extraordinária, que equivale a mais de várias centenas de milhões de linhas de código, dá ao seu possuidor toda a capacidade de hacking da CIA. O arquivo parece ter sido distribuído entre antigos hackers e contratados do governo dos Estados Unidos de uma maneira não autorizada, um dos quais forneceu ao WikiLeaks partes do arquivo.

"Year Zero" apresenta o escopo e direção do programa global de hacking da CIA, seu arsenal de malwares e dezenas de façanhas "zero dia" contra uma vasta gama de produtos de empresas americanas e européias, incluindo o iPhone da Apple, o Android da Google eo Microsoft Windows e Até mesmo TVs Samsung, que são transformadas em microfones encobertos.

Desde 2001, a CIA ganhou preeminência política e orçamentária sobre a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA). A CIA viu-se construindo não apenas a sua agora infame frota de aviões não tripulados, mas um tipo muito diferente de força secreta e abrangente - a sua própria frota substancial de hackers. 

A divisão de hacking da agência libertou-a de ter que divulgar suas operações, muitas vezes controversas, para a NSA (seu principal rival burocrático), a fim de aproveitar as capacidades de hacking da NSA.

Até o final de 2016, a divisão de hackers da CIA, formalmente abrangida pelo Centro de Inteligência Cibernética (CCI) da agência , contava com mais de 5.000 usuários cadastrados e produzia mais de mil sistemas de hackers, trojans, vírus e outros malwares "armados" . 

Tal é a escala do compromisso da CIA de que em 2016, seus hackers haviam utilizado mais código do que o usado para rodar o Facebook. A CIA criou, de fato, sua "NSA própria"
Em uma declaração à WikiLeaks, a fonte detalha as questões políticas que dizem urgentemente precisam ser debatidas em público, inclusive se as capacidades de hacking da CIA excedem seus poderes mandatados e o problema da supervisão pública da agência. 

A fonte deseja iniciar um debate público sobre a segurança, criação, uso, proliferação e controle democrático das armas cibernéticas.

Uma vez que uma única "arma" cibernética é "solta", ela pode se espalhar pelo mundo em segundos, para ser usada por estados rivais, máfia cibernética e hackers adolescentes.

Julian Assange, editor do WikiLeaks, afirmou que "existe um extremo risco de proliferação no desenvolvimento de" armas "cibernéticas. Podem-se fazer comparações entre a proliferação descontrolada de tais" armas ", resultante da incapacidade de as conter, Valor e o comércio global de armas, mas o significado do "ano zero" vai muito além da escolha entre cyberwar e cyberpeace. A revelação também é excepcional do ponto de vista político, legal e forense.

O Wikileaks revisou cuidadosamente a divulgação do "Ano Zero" e publicou documentação substancial da CIA, evitando a distribuição de armas cibernéticas armadas até que um consenso emerge sobre a natureza técnica e política do programa da CIA e como tais armas devem ser analisadas, desarmadas e publicadas .

Wikileaks também decidiu redigir e anónimos algumas informações de identificação em "Year Zero" para a análise em profundidade. 
Estas redacções incluem dez de milhares de alvos 
da CIA e máquinas de ataque em toda a América Latina, Europa e Estados Unidos. 

Embora estejamos cientes dos resultados imperfeitos de qualquer abordagem escolhida, continuamos comprometidos com nosso modelo de publicação e observamos que a quantidade de páginas publicadas no "Vault 7" parte um ("Ano Zero") já eclipsa o número total de páginas publicadas Os primeiros três anos dos vazamentos de Edward Snowden NSA.


CIA malware metas iPhone, Android, smart TVs
CIA malware e ferramentas de hacking são construídos por EDG (Engineering Development Group), um grupo de desenvolvimento de software dentro CCI (Center for Cyber ​​Intelligence), um departamento pertencente à DIA da CIA (Direção de Inovação Digital). A DDI é uma das cinco principais diretorias da CIA (veja este organograma da CIA para mais detalhes).

O GDE é responsável pelo desenvolvimento, teste e suporte operacional de todos os backdoors, explorações, cargas maliciosas, trojans, vírus e qualquer outro tipo de malware usado pela CIA em suas operações secretas em todo o mundo.

A crescente sofisticação das técnicas de vigilância fez comparações com George Orwell, em 1984, mas "Weeping Angel", desenvolvido pela Embedded Devices Branch (EDB) da CIA , que infesta as TVs inteligentes, transformando-as em microfones encobertos, é certamente a sua realização mais emblemática.

O ataque contra a Samsung TVs inteligentes foi desenvolvido em cooperação com o Reino Unido do MI5 / BTSS. Após a infestação, Weeping Angel coloca a TV alvo em um modo "Fake-Off", de modo que o proprietário acredita falsamente que a TV está desligada quando ela está ligada. 

No modo "Fake-Off", a TV funciona como um bug, gravando conversas na sala e enviando-as através da Internet para um servidor secreto da CIA.

A partir de outubro de 2014 a CIA também estava olhando para infectar os sistemas de controle de veículos usados ​​por carros modernos e caminhões . A finalidade de tal controle não é especificada, mas permitiria que a CIA se envolvesse em assassinatos quase indetectáveis.

A  divisão  de  dispositivos  móveis  da  CIA  (MDB) desenvolveu inúmeros ataques para hackear e controlar remotamente telefones inteligentes populares . 

Os telefones infectados podem ser instruídos a enviar à CIA a geolocalização do usuário, as comunicações de áudio e de texto, bem como ativar secretamente a câmera e o microfone do telefone.

Apesar da participação minoritária do iPhone (14,5%) no mercado mundial de telefones inteligentes em 2016, uma unidade especializada no Departamento de Desenvolvimento Móvel da CIA produz malware para infestar, controlar e exfiltrar dados de iPhones e outros produtos Apple que executam iOS, como iPads . 

O arsenal da CIA inclui inúmeros "dias zero", locais e remotos, desenvolvidos pela CIA ou obtidos do GCHQ, NSA, FBI ou adquiridos de contratistas de armas cibernéticas como a Baitshop. O foco desproporcional no iOS pode ser explicado pela popularidade do iPhone entre as elites sociais, políticas, diplomáticas e empresariais.


"Ano Zero" mostra que, a partir de 2016, a CIA tinha 24 "armas" Android "zero dias", que desenvolveu e obteve de GCHQ, NSA e ciber armamentos.

Essas técnicas permitem que a CIA ignore a criptografia do WhatsApp, do Sinal, do Telegrama, do Wiebo, do Confide e do Cloackman, invadindo os telefones "inteligentes" que executam e colecionando o tráfego de áudio e mensagens antes que a criptografia seja aplicada.

CIA malware metas Windows, OSx, Linux, roteadores

A CIA também executa um esforço muito substancial para  infectar  e controlar os usuários do Microsoft Windows com seu malware. 

Isso  inclui  vários  vírus  locais  e  remotos  "zero dias", vírus de salto de ar, como "Hammer Drill" que infecta software distribuído em CD / DVDs, infectors para  mídias  removíveis  como  USBs ,  sistemas para ocultar dados em imagens ou em áreas de disco secreto ( "Canguru Brutal" ) e para manter suas infestações de malware em andamento .

Muitos desses esforços de infecção são reunidos pela AIA , 
que desenvolveu vários sistemas de ataque para infestação automatizada e controle de malware da CIA, como "Assassin" e "Medusa".

Os ataques contra a infra-estrutura da Internet e os servidores web são desenvolvidos pela Rede de Dispositivos da Rede (NDB) da CIA .

A CIA desenvolveu sistemas automatizados de ataque e controle de malware multi-plataforma que cobrem Windows, Mac OS X, Solaris, Linux e outros, como o "HIVE" da EDB e as ferramentas "Cutthroat" e "Swindle"relacionadas, descritas nos exemplos Abaixo .

Vulnerabilidades "amontoadas" da CIA ("dias zero")
Na esteira dos vazamentos de Edward Snowden sobre a NSA, a indústria de tecnologia dos EUA garantiu um compromisso da administração Obama de que o executivo divulgaria de forma contínua - ao invés de tesouros - vulnerabilidades sérias, explorações, bugs ou "zero dias" para a Apple, Google, Microsoft e outros fabricantes com sede nos EUA.

Vulneráveis ​​vulnerabilidades não reveladas aos fabricantes colocam vastas áreas da população e infra-estruturas críticas em risco para a inteligência estrangeira ou cibercriminosos que descobrem ou ouvem rumores independentes da vulnerabilidade. Se a CIA puder descobrir tais vulnerabilidades, outros podem fazer isso.

O compromisso do governo dos Estados Unidos com o Processo de Equidade de Vulnerabilidades veio após lobby significativo por empresas de tecnologia dos EUA, que correm o risco de perder sua participação no mercado global em relação a vulnerabilidades ocultas reais e percebidas. O governo declarou que divulgaria todas as vulnerabilidades difundidas descobertas após 2010 de forma contínua.

"Year Zero" documentos mostram que a CIA violou os compromissos do governo Obama. Muitas das vulnerabilidades usadas no arsenal cibernético da CIA são difundidas e algumas podem já ter sido encontradas por agências de inteligência rivais ou criminosos cibernéticos.

Como exemplo, um malware específico da CIA revelado em "Ano Zero" é capaz de penetrar, infestar e controlar tanto o telefone Android eo software do iPhone que executa ou tem corrido contas presidenciais do Twitter. A CIA ataca este software usando vulnerabilidades de segurança não reveladas ("dias zero") possuídas pela CIA, mas se a CIA pode cortar esses telefones, então todos podem ter obtido ou descoberto a vulnerabilidade.

Enquanto a CIA mantiver essas vulnerabilidades ocultas da Apple e do Google (que fazem os telefones), elas não serão corrigidas e os telefones permanecerão hackeáveis.

As mesmas vulnerabilidades existem para a população em geral, incluindo o Gabinete dos EUA, Congresso, CEOs, administradores de sistemas, oficiais de segurança e engenheiros. Ao ocultar essas falhas de segurança de fabricantes como Apple e Google a CIA garante que ele pode cortar todo mundo & mdsh; À custa de deixar todos hackable.

Os programas de "Cyberwar" constituem um grave risco de proliferação

Cyber ​​"armas" não são possíveis de manter sob controle efetivo.

Embora a proliferação nuclear tenha sido restringida pelos enormes custos e infra-estrutura visível envolvidos na montagem de material cindível suficiente para produzir uma massa nuclear crítica, as "armas" cibernéticas, uma vez desenvolvidas, são muito difíceis de reter.

Cyber ​​"armas" são de fato apenas programas de computador que podem ser pirateados como qualquer outro. Uma vez que eles são inteiramente composto de informações que podem ser copiados rapidamente, sem custo marginal.

Proteger essas "armas" é particularmente difícil, uma vez que as mesmas pessoas que as desenvolvem e as utilizam têm a capacidade de exfiltrar cópias sem deixar vestígios - às vezes usando as mesmas "armas" contra as organizações que as contêm. Existem incentivos de preços substanciais para hackers e consultores do governo para obter cópias, uma vez que existe um "mercado de vulnerabilidade" global que pagará centenas de milhares a milhões de dólares por cópias de tais "armas". 

Do mesmo modo, os empreiteiros e as empresas que obtêm essas "armas" às vezes as usam para seus próprios fins,

Nos últimos três anos, o setor de inteligência dos Estados Unidos, formado por agências governamentais como a CIA e a NSA e seus contratados, como Booz Allan Hamilton, foi submetido a uma série sem precedentes de exfiltrações de dados por seus próprios trabalhadores.

Vários membros da comunidade de inteligência que ainda não foram nomeados publicamente foram presos ou sujeitos a investigações criminais federais em incidentes separados.

Mais visivelmente, em 8 de fevereiro de 2017, um grande júri federal norte-americano acusou Harold T. Martin III com 20 acusações de má-informação classificada. 

O departamento de justiça alegou que apreendeu aproximadamente 50.000 gigabytes da informação de Harold T. Martin III que tinha obtido dos programas confidenciais em NSA e em CIA, including o código de fonte para ferramentas de corte múltiplas.

Uma vez que uma única "arma" cibernética é "solta", ela pode se espalhar pelo mundo em segundos, para ser usada por estados pares, máfia cibernética e hackers adolescentes.

O Consulado dos EUA em Frankfurt é uma base secreta de hackers da CIA

Além de suas operações em Langley, Virgínia a CIA também usa o consulado dos EUA em Frankfurt como uma base secreta para seus hackers cobrindo Europa, Oriente Médio e África.

Os hackers da CIA que operam fora do consulado de Frankfurt ( "Centro para Cyber ​​Intelligence Europe" ou CCIE) recebem passaportes diplomáticos ("negros") e capa do Departamento de Estado. As instruções para os hackers que chegam da CIA fazem com que os esforços da contra-inteligência da Alemanha parecem inconsequentes: "Breeze através da Alfândega Alemã, porque você tem sua história de cobertura para a ação, e tudo o que eles fizeram foi carimbar o seu passaporte"

Sua história de capa (para esta viagem) 
P: Por que você está aqui? 
R: Apoiar consultas técnicas no Consulado.


Duas publicações anteriores WikiLeaks dar mais detalhes sobre CIA abordagens de costumes e procedimentos de triagem secundária .

Uma vez em Frankfurt, os hackers da CIA podem viajar sem mais verificações nas fronteiras dos 25 países europeus que fazem parte da área de fronteira aberta de Shengen - incluindo a França, a Itália e a Suíça.

Uma série de métodos de ataque eletrônico da CIA são projetados para proximidade física. Estes métodos de ataque são capazes de penetrar redes de alta segurança que são desconectados da internet, como a base de dados de registro da polícia. Nesses casos, um agente da CIA, agente ou agente de inteligência aliado agindo sob instruções, fisicamente infiltra o local de trabalho alvo. 

O atacante é fornecido com um USB contendo malware desenvolvido para o CIA para este fim, que é inserido no computador alvejado. O atacante então infecta e exfiltra dados para mídia removível. 

Por exemplo, o sistema de ataque da CIA Fine Dining , Fornece 24 aplicações de chamariz para espiões da CIA para usar. Para as testemunhas, o espião parece estar executando um programa mostrando vídeos (por exemplo, VLC), apresentando slides (Prezi), jogando um jogo de computador (Breakout2, 2048) ou mesmo executando um scanner de vírus falso (Kaspersky, McAfee, Sophos). 

Mas enquanto o aplicativo de chamariz está na tela, o sistema de underlaying é automaticamente infectado e saqueado. 2048) ou até mesmo executar um scanner de vírus falso (Kaspersky, McAfee, Sophos). 

Mas enquanto o aplicativo de chamariz está na tela, o sistema de underlaying é automaticamente infectado e saqueado. 2048) ou até mesmo executar um scanner de vírus falso (Kaspersky, McAfee, Sophos). Mas enquanto o aplicativo de chamariz está na tela, o sistema de underlaying é automaticamente infectado e saqueado.

Como a CIA aumentou dramaticamente os riscos de proliferação
No que é certamente um dos mais espantosos objetivos de inteligência próprios na memória viva, a CIA estruturou seu regime de classificação de modo que para a parte mais valiosa do mercado de "Vault 7" - o malware armado da CIA (implantes + zero dias) LP) e Sistemas de Comando e Controle (C2) - a agência tem pouco recurso legal.

A CIA tornou esses sistemas desclassificados.
Por que a CIA optou por fazer o seu ciberespaço não classificado revela como os conceitos desenvolvidos para uso militar não se cruzam facilmente ao "campo de batalha" da "guerra" cibernética.

Para atacar seus alvos, a CIA normalmente requer que seus implantes se comuniquem com seus programas de controle pela internet. Se os implantes CIA, Command & Control e Listening Post software foram classificados, então os oficiais da CIA poderia ser processado ou demitido por violar as regras que proíbem a colocação de informações classificadas na Internet. 

Consequentemente, a CIA secretamente fez a maior parte do seu ciberespionagem / código de guerra não classificado. 

O governo dos EUA não é capaz de afirmar o direito de autor, devido a restrições na Constituição dos EUA. 

Isso significa que cyber "armas" fabricantes e hackers podem livremente "pirata" essas "armas" Se forem obtidos. A CIA teve principalmente de confiar na ofuscação para proteger seus segredos de malware.

Armas convencionais, como mísseis, podem ser disparadas contra o inimigo (ou seja, para uma área não segura). 

Proximidade ou impacto com o alvo detona o arsenal incluindo suas partes classificadas. Assim, os militares não violam as regras de classificação ao disparar munições com peças classificadas. Ordnance provavelmente irá explodir. 

Se não, essa não é a intenção do operador.

Durante a última década, as operações de hackers nos EUA foram cada vez mais vestidas de jargão militar para explorar fontes de financiamento do Departamento de Defesa. 

Por exemplo, a tentativa de "injeções de malware" (jargão comercial) ou "implante gotas" (jargão NSA) estão sendo chamados de "incêndios" como se uma arma estava sendo disparada. No entanto, a analogia é questionável.

Ao contrário de balas, bombas ou mísseis, a maioria dos malwares CIA é projetado para viver por dias ou até anos depois de ter atingido o seu "alvo". CIA malware não "explodir no impacto", mas permanentemente infesta seu alvo. Para infectar o dispositivo do alvo, cópias do malware devem ser colocadas nos dispositivos do alvo, dando a posse física do malware ao alvo. 

Para exfiltrar dados de volta para a CIA ou aguardar instruções adicionais, o malware deve se comunicar com os sistemas CIA Command & Control (C2) colocados em servidores conectados à Internet. Mas esses servidores normalmente não são aprovados para manter informações classificadas.

Um "ataque" bem-sucedido no sistema de computador de um alvo é mais como uma série de manobras de ações complexas em uma oferta de compra hostil ou o planejamento cuidadoso de rumores para ganhar controle sobre a liderança de uma organização, em vez de disparar um sistema de armas. Se há uma analogia militar a ser feita, a infestação de um alvo é talvez semelhante à execução de toda uma série de manobras militares contra o território do alvo, incluindo observação, infiltração, ocupação e exploração.

Evadir forense e anti-vírus
Uma série de padrões estabelecem padrões de infestação de malware da CIA, que são susceptíveis de auxiliar os investigadores da área de crime criminal, bem como a Apple, Microsoft, Google, Samsung, Nokia, Blackberry, Siemens e empresas anti-vírus atribuem e defendem contra ataques.

"Tradecraft DO's and DON'Ts" contém regras da CIA sobre como seu malware deve ser escrito para evitar impressões digitais que impliquem a "CIA, governo dos EUA, ou suas empresas parceiras witting" em "revisão forense". 

Padrões secretos semelhantes cobrem o uso da criptografia para ocultar a comunicação e o hacker da CIA (pdf), descrevendo destinos e dados exfiltrated (pdf), além de executar cargas úteis (pdf) e persistentes(pdf) nas máquinas do alvo ao longo do tempo.

Os hackers da CIA desenvolveram ataques bem-sucedidos contra programas anti-vírus mais conhecidos. Estes são documentados em derrotas AV , Produtos de Segurança Pessoal , Detectando e derrotando PSPs e PSP / Debugger / RE Avoidance . 

Por exemplo, Comodo foi derrotado pelo malware da CIA colocando-se na "Lixeira" da Janela . Enquanto Comodo 6.x tem um "Gaping Hole of DOOM" .

Os hackers da CIA discutiram o que os hackers do "Equation Group" da NSA fizeram errado e como os fabricantes de malware da CIA poderiam evitar uma exposição semelhante .


O sistema de gerenciamento do Grupo de Desenvolvimento de Engenharia (EDG) da CIA contém cerca de 500 projetos diferentes (apenas alguns deles são documentados por "Year Zero"), cada um com seus próprios subprojetos, malware e ferramentas de hackers.
A maioria desses projetos está relacionada a ferramentas que são usadas para penetração, infestação ("implantação"), controle e exfiltração.

Outro ramo do desenvolvimento centra-se no desenvolvimento e operação de Postos de Escuta (LP) e Sistemas de Comando e Controle (C2) usados ​​para comunicar com e controlar os implantes da CIA; Projetos especiais são usados ​​para direcionar hardware específico de roteadores para smart TVs.

Alguns projetos de exemplo são descritos abaixo, mas veja o índice para a lista completa de projetos descritos por "Year Zero" do WikiLeaks.

UMBRAGE
As técnicas de hacking feitas à mão da CIA representam um problema para a agência. Cada técnica que criou forma uma "impressão digital" que pode ser usada por investigadores forenses para atribuir vários ataques diferentes à mesma entidade.

Isto é análogo a encontrar o mesmo ferimento distintivo da faca em múltiplas vítimas de assassinato separadas. O único estilo ferido cria a suspeita de que um único assassino é responsável. Assim que um assassinato no set é resolvido, em seguida, os outros assassinatos também encontrar atribuição provável.

grupo UMBRAGE da Branch de Dispositivos Remotos da CIA coleta e mantém uma biblioteca substancial de técnicas de ataque "roubadas" de malware produzido em outros estados, incluindo a Federação Russa.

Com a UMBRAGE e projetos relacionados, a CIA não só pode aumentar seu número total de tipos de ataque, mas também atribuir equivocadamente, deixando para trás as "impressões digitais" dos grupos que as técnicas de ataque foram roubadas.

Os componentes UMBRAGE abrangem keyloggers, captura de senhas, captura de webcam, destruição de dados, persistência, escalonamento de privilégios, stealth, anti-vírus (PSP) e técnicas de levantamento.

Jantar excelente

Fine Dining vem com um questionário padronizado, ou seja, menu que os oficiais de caso da CIA preencher. O questionário é utilizado pela OSB ( Agência de Apoio Operacional ) da agência para transformar as solicitações de agentes de casos em requisitos técnicos para ataques de hackers (normalmente "exfiltrando" informações de sistemas de computador) para operações específicas. 

O questionário permite que o OSB identifique como adaptar as ferramentas existentes para a operação e comunique isso à equipe de configuração de malware da CIA. O OSB funciona como a interface entre o pessoal operacional da CIA eo pessoal de suporte técnico relevante.

Entre a lista de possíveis alvos da coleção estão "Asset", "Liason Asset", "Administrador do Sistema", "Operações de Informação Estrangeira", "Agências de Inteligência Estrangeira" e "Entidades Governamentais Estrangeiras". Não há qualquer referência a extremistas ou criminosos transnacionais. 

O "Case Officer" também é solicitado a especificar o ambiente do alvo, como o tipo de computador, sistema operacional utilizado, conectividade à Internet e utilitários anti-vírus instalados (PSPs), bem como uma lista de tipos de arquivos a serem exfiltrados como documentos do Office , Áudio, vídeo, imagens ou tipos de arquivo personalizados. 

O cardápio' Também pede informações se o acesso recorrente ao alvo é possível e quanto tempo o acesso não observado ao computador pode ser mantido. 

Esta informação é usada pelo software 'JQJIMPROVISE' da CIA (veja abaixo) para configurar um conjunto de malware da CIA adequado às necessidades específicas de uma operação.

Improvisar (JQJIMPROVISE)
'Improvise' é um conjunto de ferramentas para configuração, pós-processamento, configuração de carga útil e seleção de vetor de execução para ferramentas de levantamento / exfiltração que suportam todos os principais sistemas operacionais como Windows (Bartender), MacOS (JukeBox) e Linux (DanceFloor). 

Suas utilidades de configuração como Margarita permite que 
o NOC (Network Operation Center) personalize ferramentas baseadas em requisitos de perguntas "Fine Dining".

A HIVE é uma suite de malware da CIA multi-plataforma e seu software de controle associado. O projeto fornece implantes personalizáveis ​​para Windows, Solaris, MikroTik (usado em roteadores da Internet) e plataformas Linux e uma infra-estrutura de Post (LP) / Command and Control (C2) para se comunicar com esses implantes.

Os implantes são configurados para comunicar via HTTPS com o servidor web de um domínio de cobertura; Cada operação que utiliza estes implantes tem um domínio de cobertura separado e a infra-estrutura pode tratar qualquer número de domínios de cobertura.

Cada domínio de capa resolve para um endereço IP que está localizado em um fornecedor comercial VPS (Virtual Private Server). 

O servidor de frente ao público reencaminha todo o tráfego de entrada através de uma VPN para um servidor de 'Blot' que lida com solicitações de conexão reais de clientes. É configurado para a autenticação de cliente SSL opcional: se um cliente envia um certificado de cliente válido (somente os implantes podem fazer isso), a conexão é encaminhada para o servidor de ferramentas 'Honeycomb' que comunica com o implante; Se um certificado válido está faltando (o que é o caso se alguém tenta abrir o site de domínio de cobertura por acidente).

O servidor de ferramentas Honeycomb recebe informações exfiltradas do implante; Um operador também pode fazer com que o implante execute tarefas no computador de destino, de modo que o servidor de ferramentas atue como um servidor C2 (comando e controle) para o implante.

Funcionalidade similar (embora limitada ao Windows) é fornecida pelo projeto RickBobby.

Consulte os guias de usuário e desenvolvedor classificados para HIVE.



Tradução: do Google.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Testemunha de acusação afirma que Lula nunca teve a chave do triplex que não é dele

Testemunha de acusação afirma que Lula nunca teve a chave do triplex que não é dele
 lula

A engenheira da OAS Empreendimentos Mariuza Aparecida Marques depôs nesta segunda-feira em processo na 13ª Vara Justiça Federal, em Curitiba, por videoconferência. 

Ela é testemunha de acusação dos procuradores do Ministério Público Federal do Paraná contra Luiz Inácio Lula da Silva, acusado de ser dono de um um apartamento triplex do qual jamais foi o proprietário oficial nem jamais fez uso. 

Atualmente, a OAS é a dona do imóvel.

Mariuza é quem tem a chave do apartamento em questão, o 164-A. Além dela, testemunhou que, quando o apartamento sofreu uma reforma, tinham cópias da chave também a construtora Talento (responsável pela reforma) e a área de incorporação da OAS.

Ao juiz Sérgio Moro, que está à frente do processo penal, ela disse que fez mais de 120 visitas ao imóvel, e em nenhuma delas jamais viu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já a esposa de Lula, dona Marisa, ela disse que viu uma única vez, em agosto de 2014, confirmando visita reconhecida e documentada da mulher do ex-presidente, que visitou e não teve interesse em adquirir o apartamento.

Mariuza inspeciona o condomínio Solaris semanalmente até hoje, inclusive para evitar focos de dengue no apartamento. Ela supervisionou a reforma toda feita pela empresa Talento no apartamento. Disse que, até onde tinha sido informada, o trabalho estaria sendo feito para um “potencial cliente” da empresa, que seria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Depois, tendo sido instada por Sérgio Moro a emitir sua opinião, disse acreditar que a reforma estava sendo feita para atender a dona Marisa, baseada no fato de que a esposa de Lula comentara que a reforma “estava ficando boa”. 

Já em outro momento do depoimento, a testemunha reiterou que foi lhe dito que Lula seria um “potencial cliente”, caso viesse a se interessar pelo imóvel, e que a família do ex-presidente nunca recebeu a posse do imóvel.

A testemunha levada pelo MPF-PR confirmou que a família Lula nunca teve as chaves do apartamento 164-A. Confirmou também que Lula esteve uma única vez no prédio com Dona Marisa, e Dona Marisa esteve mais uma vez após essa visita, como já foi informado diversas vezes (http://lula.com.br/os-documentos-do-guaruja-desmontando-farsa-0). 

E que nem ele, nem sua família jamais usaram o apartamento. Mariuza também confirmou que recebeu móveis e eletrodomésticos para o apartamento, e que a compra desses objetos na empresa Kitchens foi feita pela OAS, e que todos eles seguem no apartamento, acumulando poeira.