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sábado, 26 de dezembro de 2020

Por Que Bolsonaro É Contra O Uso De Máscaras?

SUED E PROSPERIDADE

26/12/2020

Por Que Bolsonaro É Contra O Uso De Máscaras?

Celeste Silveira 26 de dezembro de 2020 

Qual é a justificativa para Bolsonaro satanizar as máscaras?

Para quem diz que está preocupado com a economia, não há qualquer justificativa para um comportamento desses do maníaco do planalto, a não ser que seja o que todos já atestam: o Brasil é comandado por um psicopata.

As máscaras não são chinesas, nem comunistas, nem petistas e nem feitas por uma comunidade de costureiras que recebeu o nome de Comunidade Paulo Freire.

Todo mundo, se quiser, pode e faz suas máscaras em casa meses, e é o muitos estão fazendo.

Por que essa pergunta não é feita a ele? O que também não dá para entender.

Estudo mostra que máscaras bloqueiam 99,9% das gotículas que transmitem o coronavírus.

As máscaras faciais reduzem em até 99,9% o risco de espalhar as gotículas capazes de transmitir a covid-19 ao falar ou tossir, de acordo com uma nova experiência de laboratório realizada com manequins e humanos, declararam os pesquisadores nesta quarta-feira (23).

Uma pessoa a dois metros de outra que tosse sem máscara será exposta a 10.000 vezes mais gotas desse tipo do que se estivesse usando uma máscara, relataram na revista Royal Society Open Science.

“Não há dúvida de que as máscaras podem reduzir consideravelmente a dispersão de gotículas potencialmente carregadas de vírus”, disse à AFP o principal autor do estudo, Ignazio Maria Viola, especialista em dinâmica de fluidos aplicados na Escola de Engenharia da Universidade de Edimburgo.

As minúsculas gotas que são lançadas ao ar, antes de caírem pelo efeito da gravidade, são o principal vetor de transmissão do SARS-CoV-2, lembra.

As gotículas de tipo microscópico, que formam aerossóis, podem permanecer suspensas no ar por longos períodos e representam um risco especial em locais mal ventilados, sem correntes de ar, com pessoas que não usam máscara, ou a usam mal, abaixo do nariz.

O estudo se concentrou em partículas maiores que 170 mícrons de diâmetro, duas a quatro vezes a espessura de um cabelo humano.

Partículas de aerossol, que tendem a seguir as correntes de ar, são geralmente descritas como menores que 20 ou 30 mícrons.

“Em nosso estudo, quando se trata das gotas maiores, encontramos uma redução de 99,9% na transmissão”, explicou Ignazio Maria Viola.

A OMS (Organização Mundial da Saúde atualizou recentemente suas recomendações quanto ao uso de máscaras, que passou a recomendar em ambientes fechados, na presença de outras pessoas, se a ventilação for insuficiente.

*Com informações do Uol

CONTINUA

A Frase De Bolsonaro “Não Dou Bola Pra Isso”, Sobre O Atraso Do Brasil Na Vacinação, Diz Muito Da Elite Brasileira

Celeste Silveira 26 de dezembro de 2020

O jornalista internacional, Jamil Chade, deu uma ótima entrevista ao site Brasil 247, em que narra que a imagem do Brasil, que já havia sido jogada no chão após o golpe em Dilma, está estraçalhada perante os organismos internacionais, mas também perante toda a comunidade mundial, inclusive chefes de Estado de países civilizados.

A selvageria de Bolsonaro fez da imagem do Brasil um país de milícias, com militares protegendo esquadrões da morte, como na ditadura, porque seguem de pijamas sonhando com 1964, pensando no mundo da guerra fria.

Mas esse bando de generais senis não chegou sozinho ao poder. 

A burguesia brasileira, mas sobretudo a elite paulista, que controla o grosso da economia brasileira é, certamente, a mais provinciana do mundo. E se ela não consegue integração com o próprio universo que a cerca, em São Paulo, que tem uma imensa diversidade étnica, social e cultural, imagina se teria com o Brasil ou com o mundo.

A elite paulista é, com certeza, o núcleo provinciano mais resiliente do Brasil, mais inculto e mais totalmente incapaz de enxergar o mundo a um palmo do seu nariz.

Bolsonaro representa a raiva que essa elite tem do mundo que a cerca, da São Paulo real que avança sobre esse feudo de cartola e casaca empoeirados, absolutamente decadente cultural e intelectualmente.

É um caso a ser estudado. Por isso a frase de Bolsonaro “Ninguém me pressiona pra nada, eu não dou bola pra isso”, sobre o atraso da vacinação no Brasil, um país que sempre foi vanguarda, reconhecido pelo mundo, em termos de vacinação, voltou ao século XIX, em que a aristocracia cafeeira de São Paulo nasceu e ali enterrou seu umbigo, seu cérebro e a própria capacidade de entender o mundo a partir dele e não de um burgo representado pelos bairros chiques de São Paulo.

É essa gente que apoiou Bolsonaro e ainda o segura, por dois motivos, por ser paulista num bairrismo pra lá de provinciano em pleno século XXI e pelo discurso violento contra os pobres, negros, índios, mulheres, homossexuais, já que essa mesma elite se confunde com o patriarcado mais bronco num país que tem arraigado em sua cultura um machismo extremamente violento.

Bolsonaro encarna tudo isso, os PMs assassinos que invadem favelas e provocam chacinas e, hoje, contam os feitos em redes sociais incitando a barbárie, soa como sinfonia para essa elite medieval na Sala São Paulo.

Não há qualquer noção de geopolítica global no mundo dessa gente. Na cabeça dela nada existe além de um balcão de compra e venda em uma cidade que, por mais grandiosa que seja, não passa de entreposto de um grande camelódromo que vive quase que exclusivamente de bugigangas chinesas, já que o pensamento e o desenvolvimento industrial que marcou a metrópole, hoje, nem existe mais.

Há aí um casamento perfeito entre essa elite quatrocentona e os herdeiros da ditadura que trocaram o pijama por um terno e que, no passado, no período de chumbo fez grandes parcerias.

Por isso, a frase tosca de Bolsonaro e o apoio canino de uma elite que é o próprio espelho do psicopata que governa o Brasil.

*Carlos Henrique Machado Freitas 

Fonte: https://antropofagista.com.br/

sábado, 19 de setembro de 2020

O Brasil Feliz De Novo: Hashtag #HaddadLula2022 Ganha As Redes E Surpreende Milícias Bolsonaristas

SUED E PROSPERIDADE

19/09/2020

O Brasil Feliz De Novo: Hashtag #HaddadLula2022 Ganha As Redes E Surpreende Milícias Bolsonaristas

 Celeste Silveira 19 de setembro de 2020 

A hashtag #HaddadLula2022 subiu no Twitter nesta manhã de sábado, 19, e prossegue sendo um dos assuntos mais comentados da plataforma. 

Protocolo tradicional das milícias bolsonaristas, a subida forte de uma hashtag eleitoral da esquerda surpreendeu a todos, inclusive os próprios setores progressistas, que se engajaram nos compartilhamentos.

Para quem acreditou que as esquerdas ficariam apenas observando mais um passeio da extrema direita nas redes sociais em plena eleição municipal, a hashtag #HaddadLula2022 foi um balde de água fria. 

Setores progressistas passaram a povoar mais as redes e começam, neste momento, a produzir uma inflexão de engajamentos e participações do usuário digital.

https://twitter.com/selminhasilva13/status/1307302238566731779?s=20

*Com informações do 247

Que venham #HaddadLula2022 devolver a dignidade ao povo.
Imagem

CONTINUA

 Brasil, De Exemplo Mundial De Combate À Fome A Motivo De Grande Preocupação

 Celeste Silveira 19 de setembro de 2020 

“O Brasil não só não cumpre os compromissos que assumiu, como gera desconfiança sobre estes acordos internacionais”, diz o economista Francisco Menezes, que destaca: “a consequência é bastante nefasta”.

Os dados de que há 10,5 milhões de pessoas passando fome no Brasil, divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (17), apenas confirmam as expectativas já denunciadas durante o governo de Michel Temer e de Jair Bolsonaro. 

Em 2017, por exemplo, o economista Francisco Menezes, que acompanha de perto a situação da insegurança alimentar no Brasil e integra o grupo de trabalho Agenda 2030, alertava que o Brasil voltaria ao Mapa da Fome da ONU.

Naquele ano, o Relatório Luz, o primeiro produzido pelo grupo de trabalho Agenda 2030, mostrava os riscos de um retrocesso (Confira aqui)

Signatário aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre os países que integram a ONU, o Brasil prestou contas dessas metas somente uma vez, em 2017, ficando omisso em 2018, no governo Temer, e 2019 e 2020, no governo Bolsonaro.

Também com Jair Bolsonaro foi a primeira vez que o Brasil, desde que é signatário ao pacto em 2015, não incluiu os objetivos de desenvolvimento sustentável no programa de governo. É o que informa o economista que faz parte do GT, em entrevista ao GGN. 

“No plano estratégico lançado pelo governo, ele [Bolsonaro] suprimiu, pela primeira vez, a referência às ODS, retirou o compromisso que existia antes, o que vemos com muita preocupação”, relatou Menezes.

O alerta do retrocesso na fome e na pobreza no Brasil não foi feito apenas por este grupo de trabalho, que acompanha de perto a situação. Além dos dados do IBGE, divulgados a cada 5 anos, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) 

publicou um relatório, no ano passado, indicando que a curva de desnutrição no país, que era descendente, começava a crescer, juntamente com a anemia entre mulheres em idade reprodutiva e recém-nascidos abaixo do peso atingindo 8,4%.

E considerando que a fome está diretamente relacionada com outra das metas das ODS, a erradicação da pobreza, dados da Fundação Getúlio Vargas (FVG) divulgados há dois anos também mostravam que a desigualdade no Brasil vem aumentando desde 2016 (Acesse aqui).

Questionado sobre o que esperar de um governo que foi alertado antes mesmo de iniciar o mandato, Menezes foi direto: “desse governo a gente não espera nada, a expectativa é neutralizá-lo na sua lógica de destruição e buscar, a partir da sociedade e em discussão com as instituições brasileiras, propostas alternativas.”

Estão no Mapa da Fome todos os países que têm 5% de sua população ingerindo menos calorias do que o recomendável, ou seja, passando fome. Em 2013, era 3,6% da população no nível de insegurança alimentar. Deixando este mapa, no feito inédito, o Brasil também ganhava credibilidade internacional.

A própria FAO reconhece amplamente os logros do Brasil naquele tempo: “As altas e persistentes desigualdades de renda do Brasil e no acesso a serviços básicos, como educação e os cuidados de saúde são bem conhecidos. No entanto, na década de 2000, a desigualdade diminuiu substancialmente, enquanto a economia cresceu a uma taxa anual de 3,2 por cento entre 1999 e 2014. 

Como resultado, as reduções em pobreza e desigualdade seguiram de forma semelhante padrão impressionante durante os anos 2000: 26,5 milhões de brasileiros saíram da pobreza entre 2004 e 2014”, destacava, em relatório.

“O Brasil, até 2015, conseguiu cumprir e muitas vezes com sobras esses objetivos. 

Nós estamos andando para trás, aquilo que a gente tinha conseguido até em um determinado momento, começamos a retroceder e retroceder de uma forma acelerada”, lamentou o economista.

Apesar de não ser uma obrigatoriedade, Francisco Menezes ressaltou os efeitos negativos para o Brasil também em perspectiva de relações internacionais de não cumprir com os compromissos dos quais assinou junto aos demais países.

“A consequência é bastante nefasta para o país. 

A imagem do país, por esse e outros tantos motivos, tem ficado bastante prejudicada. No caso da erradicação da fome, o Brasil era tido como um modelo, a experiência brasileira era acolhida com muita atenção. 

Agora, nós somos motivo de uma preocupação de outros países e da humanidade, haja visto o que vem acontecendo também no plano ambiental. 

O Brasil não só não cumpre os compromissos que assumiu em diversos acordos internacionais, como declara desconfiança sobre estes acordos”, assinalou.

*Com informações do GGN

segunda-feira, 20 de maio de 2019

BOLSONARO VIRA PÓ E, NO DESESPERO, PARTE PARA O CONFRONTO


BOLSONARO VIRA PÓ E, NO DESESPERO, PARTE PARA O CONFRONTO

Escrito por Portal Click Política 20 de maio de 2019

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Imagem do Google

Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho e para o Jornalistas pela Democracia – A leitura dos jornais e portais desta segunda-feira, além de uma rápida olhada nas redes sociais, deixa claro que o governo Jair Bolsonaro é finito. Virou pó.

Com a base parlamentar esfacelada, depois de perder o apoio no mercado e na mídia, o capitão reformado resolveu partir para o confronto com as instituições e o povo que saiu às ruas na semana passada.

No desespero, publica seguidas mensagens para insuflar seus seguidores contra o Congresso e o Supremo no ato marcado para o próximo domingo pelas milícias do zap-zap.

Me lembra muito o que Fernando Collor fez em 1992, pouco antes de ser impichado, ao convocar a população para ir às ruas de verde amarelo em defesa do seu governo.

O povo saiu às ruas, mas vestido de preto, contra o seu governo.

É imprevisível o que poderá acontecer domingo, mas uma coisa é certa: Bolsonaro já perdeu as condições mínimas para continuar à frente do governo.

O que Bolsonaro está buscando é a anarquia de que falava o general Mourão na campanha, ao justificar a possibilidade de um autogolpe.

Se os “protestos a favor”, algo como um carnaval fora de época, forem um fracasso, será a pá de cal no governo.

Afinal, quem costuma protestar é a oposição. Governo serve para governar.

Se as manifestações pró-Bolsonaro e contra o Judiciário e o Legislativo forem um grande sucesso, mobilizarão ainda mais os que são contra o governo, com novos protestos já marcados e uma greve geral anunciada para 14 de junho.

O cenário ficará ainda mais radicalizado nas ruas e no parlamento, com o país dividido ao meio e a economia afundando cada vez mais.

Bolsonaro não deve se esquecer que seus seguidores mais fieis nunca passaram de 20% nas pesquisas quando Lula ainda era candidato e tinha o dobro de intenções de votos, antes da facada de Juiz de Fora.

Num eleitorado total de 140 milhões aptos a votar, ele teve pouco mais de um terço dos votos (57 milhões).

Nem todos os que votaram nele, no entanto, concordam com suas políticas para liberar as armas, destruir o meio ambiente e os direitos sociais, rifar a soberania nacional e fazer do Brasil uma servil colonia americana.

Ao criminalizar toda a classe política e os partidos, ficou isolado no Palácio do Planalto com seus três filhos, porque até a tropa de generais de pijama à sua volta está agora observando um obsequioso silêncio.

Sem ter até agora apresentado um programa de governo ou qualquer política pública para pelo menos minorar o drama do desemprego, que não para de crescer, o que ainda se pode esperar de Bolsonaro?

O que se discute agora é como se dará o desenlace, preservando as instituições e a democracia.

Perto dele, o vice general Mourão já é apresentado como uma opção mais razoável.

(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

E tem gente achando que seria melhor os dois pedirem logo o boné ou serem convidados a sair para Rodrigo Maia assumir e convocar novas eleições.

Sonhar, não custa nada, mas seria a melhor forma de unir novamente o país. 

Só não dá para continuar tudo como está. 
O Brasil não aguenta mais.

Se um novo impeachment seria traumático, muito pior é corrermos o risco de um novo golpe militar.

Convocar a população para sair às ruas em apoio ao governo Bolsonaro, a essa altura, é mais do que um tiro no pé. 

Pode ser um tiro na testa.

Vida que segue.

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sábado, 6 de abril de 2019

STF adia julgamento que poderia liberar Lula por pressão de militares, diz jornalista


STF adia julgamento que poderia liberar Lula por pressão de militares, diz jornalista

1 min ago Denúncias 06/04/2019


O jornalista Ricardo Noblat denunciou nas suas redes sociais que o Brasil praticamente vive sob uma ditadura, em que não há mais separação entre os poderes. 

Na sua visão, o presidente do STF, Dias Toffoli, adiou a votação da prisão em segunda instância porque se dobrou às ordens dos generais e de Jair Bolsonaro, que determinou que Lula deve mofar na cadeia. 

Ou seja: Lula é um preso político em poder dos militares e das milícias

247 – O jornalista Ricardo Noblat, do Globo, denunciou em suas redes sociais que o Brasil praticamente vive sob uma ditadura, em que não há mais separação entre os poderes. 

Na sua visão, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, adiou a votação da prisão em segunda instância, cujo julgamento aconteceria em 10 de abril, porque se dobrou às ordens dos generais e de Jair Bolsonaro, que determinou que Lula deve mofar na cadeia.

“É simples: o Supremo não julgará agora o recurso contra a prisão em 2ª instância porque está com medo de tomar qualquer decisão. 

Militares já avisaram que não aceitam a revogação da prisão em 2ª instância porque assim Lula seria solto. 

Bolsonaro quer vê-lo mofar na cadeia”, resumiu Noblat no Twitter.

Para tomar a decisão, Toffoli atendeu a um pedido de adiamento feito pelo Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) nesta semana.

A OAB, autora de uma das ações sobre o tema, afirmou que a nova diretoria do Conselho precisa se “inteirar” do processo. 

Nele, a entidade é contra a prisão após condenação em segunda instância. 

Agora não há informações sobre uma nova data de julgamento.

O ex-presidente Lula é um dos prejudicados com a decisão de Toffoli porque se encontra preso mesmo tendo sido condenado apenas em segunda instância, pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), de Porto Alegre. 

De acordo com a Constituição, ninguém pode ser considerado culpado sem o trânsito em julgado – ou seja, sem a conclusão – d

e um determinado processo.
É simples: o Supremo não julgará agora o recurso contra a prisão em 2ª instância porque está com medo de tomar qualquer decisão. Militares já avisaram que não aceitam a revogação da prisão em 2ª instância porque assim Lula seria solto. Bolsonaro quer vê-lo mofar na cadeia.


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