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terça-feira, 6 de setembro de 2016

PMDB recebeu R$ 159,2 milhões em propinas de Belo Monte

PMDB recebeu R$ 159,2 milhões em propinas de Belo Monte
Quatro senadores do partido receberam propina das empresas que construíram a usina de Belo Monte, no Pará
POLÍTICA CORRUPÇÃOHÁ 16 HORAS  05/09/2016  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 
© Reuters

A Polícia Federal aponta indícios de que o PMDB e quatro senadores do partido receberam propina das empresas que construíram a usina de Belo Monte, no Pará, por meio de doações legais. A investigação faz parte do segundo relatório que integra inquérito que corre no Supremo Tribunal Federal.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o PMDB é acusado de ter recebido propina em Belo Monte porque o partido indicou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e controlava as empresas da área. O PMDB recebeu das empresas que integram o consórcio que construiu a hidrelétrica R$ 159,2 milhões nas eleições de 2010, 2012 e 2014.

O montante é a soma de doações oficiais de nove empresas que integram o consórcio para o diretório nacional, diretórios estaduais e comitês financeiros do partido. o valor é mais do que o dobro dos R$ 65 milhões que as principais empresas investigadas na Lava Jato (Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Engevix, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia) doaram, de forma legal, para a campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2014.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Julgamento do impeachment está nulo pois juízes não participaram da colheita da prova, afirmam juristas

Segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Julgamento do impeachment está nulo pois juízes não participaram da colheita da prova, afirmam juristas
 Resultado de imagem para senado federal

O ulgamento do Senado está nulo, uma vez que os julgadores não presenciam as falas dos depoentes. Esse é o entendimento de juristas e professores de Processo Penal ao analisarem o quórum vazio no plenário durante a fala de pessoas arroladas pela defesa da Presidenta Dilma.
Nesse sábado, durante a oitiva de testemunhas arroladas pela defesa - o Professor de Processo Penal da Universidade do Rio de Janeiro, Geraldo Prado, e o Professor de Direito Econômico da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Ricardo Lodi, a grande maioria dos senadores não se fez presente no plenário. Em certo momento, o quórum de parlamentares durante o depoimento não chegava a um terço do total.
Para o Presidente da Associação Juízes para a Democracia (AJD), André Augusto Bezerra, a ausência do julgador na colheita de provas invalida todo o processo - "Se há no ordenamento jurídico a previsão de um julgamento, ainda que politico, o que se espera é o respeito mínimo ao devido processo legal. Um julgador que não se dá ao trabalho de presenciar a oitiva de testemunhas viola este pressuposto mínimo. Há, pois, no meu entendimento jurídico, a caracterização de nulidade a invalidar todo o processo".
O Procurador de Justiça aposentado e Advogado Roberto Tardelli explica de forma didática - "É possível que o juiz se ausente da colheita da prova? Se ele é o destinatário da prova a ser colhida, tudo o que não se imagina é que a prova seja produzida no vazio. O juiz que não estava lá não pode apreciar a prova produzida".
Tardelli complementa que o processo não passou de uma farsa - "Os senadores e senadoras deram um exemplo vivo da pior postura que se pode esperar da autoridade judiciária: transformaram o processo em uma farsa e, independentemente de qualquer prova, já selaram o destino de quem está ali acusada, a presidenta da república. O processo deixou de ser dialético e,  farsesco, passou ser mero instrumento de execração pública".
Um "teatro" foi como o Professor da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Salah H. Khaled Jr., definiu a questão - "o que nós estamos testemunhando não é mais do que um teatro com verniz de legalidade. Para um juízo 'político' que não é mais do que um reflexo da subjetividade dos senadores, a produção de prova é algo desnecessário, já que não é preciso confrontar o juízo pessoal com qualquer realidade externa a ele, bem como não é preciso exteriorizar os motivos da decisão".
O Juiz de Direito e Professor na Escola da Magistratura do Rio de Janeiro, Rubens Casara, afirmou que a ausência dos julgadores é apenas uma das nulidades desse processo - "tudo é estranho nesse processo. Senadores, que são os juízes da causa, fazem 'réplicas' às falas das testemunhas, antecipam o teor dos votos antes mesmo da instrução, não entram em contato com a prova, afirmam que vão julgar fatos distintos daqueles imputados na acusação, afirmam que 'na dúvida' devem condenar a presidenta, etc". 

Casara complementa que em tempos de Estado de Direito, tal processo não poderia prosseguir - "No Estado Democrático de Direito, esses 'juízes' não poderiam participar de qualquer julgamento sério. Se participarem, os seus atos deveriam ser anulados. Mas, na pós-democracia, em que não existem limites ao exercício do poder, vale tudo".

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

A coragem e a dignidade de Dilma calaram senadores

A coragem e a dignidade de Dilma calaram senadores
29 de Agosto de 2016
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Os senadores golpistas baixaram a bola.
Eles não esperavam que Dilma fosse ao Senado fazer a própria defesa, encará-los e desafiá-los a provar que ela cometera crime de responsabilidade.
Talvez pensaram que seria uma sessão sobre a qual teriam domínio, como de costume, mas não foi bem assim.
O discurso de Dilma foi tão forte e esclarecedor sobre as tramas e conspirações que levaram ao golpe que os fez calar.
Os senadores saíram pela retórica, coisa que eles estão acostumados a fazer, mas, num julgamento apenas a retórica não vale.
A defesa dela foi impecável. Senadoras e senadores como Ana Amélia, Aloysio Nunes, Aécio Neves, Cássio Cunha Lima e outros desceram da tribuna de rabo entre as pernas.
O Brasil conheceu hoje, mais uma vez, a coragem e a dignidade de Dilma, que enfrentou na vida dois tribunais injustos: o da ditadura militar e o do golpe parlamentar, no Senado. Os dois por lutar pela democracia e pela justiça.

Ela sairá do julgamento de espírito elevado, o Senado completamente desmoralizado, rebaixado, e exposto ao Brasil e ao mundo como uma instituição dominada por um bando de ratos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

O senado vota hoje o fim do 13º salário, não o impeachment de Dilma

O senado vota hoje o fim do 13º salário, não o impeachment de Dilma
agosto 9, 2016 por esmael
 CLT_senado
Alguns “trouxas” comemoram o golpe contra Dilma Rousseff, mas, de fato, o Senado vota nesta terça (9) o fim do 13º salário, redução das férias e até o fim do adicional noturno para os trabalhadores.

Enquanto a mídia golpista trombeteia o afastamento de uma presidente honesta, sem crime de responsabilidade, escondidinho, tenta-se efetivar uma “República de Propinas” liderada pelo interino Michel Temer (PMDB).
Em troca do poder, o mercado exige que se privatize, retire direitos trabalhistas e sociais assegurados na Constituição Federal. Cobra, também, que se desmantele a resistência dos sindicatos nem que para isso seja preciso utilizar a Lei Antiterrorismo.
Não se trata de elucubrações, abstrações, mas de uma certeza em marcha. O fim da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, prevista no Art. 7º da Constituição Federal, será revogado pelo governo golpista.
O diabo é que a informação é da própria trincheira do golpe, isto é, d’O Globo, que anotou na edição de ontem (8): “Proposta de reforma trabalhista prevê negociação até de férias e 13º salário — Quase tudo o que está na CLT poderá ser revisto, incluindo adicional noturno”.
Portanto, engana-se quem acha que o Senado vota hoje a “pronúncia de juízo” do impeachment de Dilma. (Se quiser, você pode pode assistir ao vivo aqui o teatro golpista).
Os senadores estão votando um “cheque em branco” para que Michel Temer radicalizar o neoliberalismo, retirar direitos dos trabalhadores, diminuir recursos da saúde e da educação, vender o patrimônio público como Petrobras e Banco do Brasil, enfim, liquidar o Brasil enquanto Nação.

Com todos os defeitos que têm, Dilma seria obstáculo concreta para a retirada de direitos trabalhistas e sociais. Também atrapalharia a doação de empresas públicas a preço de bananas para o capital estrangeiro. Eis o que realmente está em jogo em tempo de Olimpíada.

domingo, 31 de julho de 2016

Ciro Gomes chama senador de assassino e cita políticos que lucram com o crime organizado

Publicado:
30 julho 2016
NOTÍCIAS BN DO BRASIL E MUNDO   - Especialista em Política

Ciro Gomes chama senador de assassino e cita políticos que lucram com o crime organizado
Ciro Gomes, mais uma vez, perde a linha, chama senador tucano de assassino e diz quais políticos lucram com a violência no Ceará.
Ciro chama Tasso de 'assassino' e diz quais políticos lucram com a violência no Ceará
Ciro chama Tasso de 'assassino' e diz quais políticos lucram
 com a violência no Ceará

O ex-ministro Ciro Gomes mais uma vez fez jus ao seu estilo explosivo e, em entrevista nesta sexta-feira, dia 29, na Rádio Tupinambá AM, na cidade de Sobral, no Ceará, voltou atacar nomes importantes da política nacional e do próprio estado. Bastante irritado com a possibilidade de que seu irmão, Ivo Gomes, venha a perder a eleição para prefeito da cidade, ele fez acusações bastantes graves ao senador tucano, Tasso Jereissati, a quem o chamou, ironicamente, de 'meu amigo'. Além disso, ele citou o nome de políticos que, na sua opinião, lucraram e ainda continua a tirar vantagem da questão da violência pública e com o#Crime organizado.
Ciro chama Tasso Jereissati de assassino e diz que ele exerce seu mandato atual na base do ódio
Por causa de um episódio ocorrido quando o atual senador tucano era governador do Ceará, Ciro declarou abertamente que a atitude do parlamentar era tipicamente de um assassino. Na ocasião, havia uma greve dos policiais militares nos quartéis do Ceará. De acordo cm o ex-ministro, Tasso então teria ordenado que se atirasse nos militares rebelados. Quando questionado pelo próprio Ciro que tal ato poderia levar à morte de muitos policiais, o parlamentar teria dito: 'morram!'
Sobre a atual postura de Tasso na atualidade, Ciro afirmou que o mesmo exerceu seu atual mandato com o coração repleto de ódio e de muito rancor. Na opinião do ex-ministro, a postura do tucano deve-se ao fato dele ter sido derrotado uma vez na eleições para o Senado. Segundo ele, o amor ao povo e o sentimento de espírito público deram lugar ao rancor e ao ressentimento.
Ciro cita nomes que têm ligação direta com o crime organizado no Ceará
Sem poupar nomes que se destacam na política cearense na atualidade, Ciro criticou o do atual pré-candidato a prefeito de Fortaleza, nas próximas eleições pelo Partido da República (PR-CE), Capitão Wagner. Nome bastante aplaudido na capital cearense, o parlamentar que, atualmente, é deputado estadual deverá concorrer com o atual prefeito, Roberto Cláudio (PDT-CE), apadrinhado de Ciro e Cid Gomes, que tentará a reeleição.
Segundo Ciro Gomes, o candidato do PR, que faz parte da Polícia Militar do Estado do Ceará, possui ligações com o crime organizado e vive a espalhar o terror e o caos em toda a parte. Segundo o ex-ministro, ele comanda uma verdadeira milícia dentro da instituição em que exerce um cargo de comando. Depois de chamá-lo de 'vagabundo', o ex-ministro disse que seu irmão, Cid Gomes, deveria ter mandado prender o mesmo quando estivera frente ao cargo de governador do Estado. Inimigo declarado dos irmãos Ferreira Gomes, o Capitão Wagner também não poupa esforços em acusar o irmão de Cid, mesmo sem ter como provar todas as declarações.
Ciro ataca senador peemedebista por ter enriquecido às custas da violência no Ceará 

Sem hesitar, Ciro Gomes, desta vez, voltou a 'metralhadora' de seus ataques para outro desafeto político seu: O senador peemedebista, Eunício Oliveira. Ele acusou publicamente o parlamentar de lucrar com a violência atual que se alastra por todo o Ceará. Dono de uma empresa de segurança privada, o político estaria lucrando muito alto com a venda de serviços nesta área. Segundo o ex-ministro, todas as propriedades do parlamentar como sua mansão em Brasília, um apartamento em Nova Iorque e seu jatinho particular teriam sido amealhados com a exploração do caos gerado pela onda de crimes que assombra o estado.#CiroGomes

terça-feira, 5 de julho de 2016

Kátia Abreu detona Comissão do Impeachment



DENÚNCIAS
Kátia Abreu nocauteia golpistas: Da fraude do déficit de R$170 bi, 50 bi foram para garantir o impeachment; veja o vídeo
05 de julho de 2016 às 22h50

Investigação VIOMUNDO


Enviado por Gerson Carneiro

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo galeriahipocritas@gmail.com