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sábado, 27 de janeiro de 2018

Vídeo: Gilmar Mendes é escrachado em voo comercial


Vídeo: Gilmar Mendes é escrachado em voo comercial
O Ministro do STF, Gilmar Mendes foi alvo de escracho e protesto em vídeo que circula nas redes sociais, o Ministro estava em voo comercial, segundo informações entre Brasília a Cuiabá, 
quem estava no voo, disse que Gilmar Mendes era “amigo de Daniel Dantas“, banqueiro que já foi preso por atuar em bilionário esquema de corrupção e esquema de movimentações financeiras ilícitas em 2008 e no qual foi solto por Gilmar Mendes.

Os passageiros também lembraram a relação do Ministro com o tucano Aécio Neves, da qual a proximidade é tão conhecida que Gilmar e Aécio foram flagrados pela PF em 33 ligações de Whatsapp  que até o momento não tiveram divulgação do conteúdo. 
Além de Gilmar ser conhecido por defender o tucano.
 Gilmar é escrachado em voo comercial... 
de novo

https://clickpolitica.com.br/

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

LASCOU PRO MORO! Delator Diz Que Documento Que Incrimina Lula Com Sua Assinatura Foi Falsificado

LASCOU PRO MORO! Delator Diz Que Documento Que Incrimina Lula Com Sua Assinatura Foi Falsificado
Por Redação Click Política Última Atualização 21 set, 2017
 

Da Folha de São Paulo

Designado em 2010 pela Odebrecht para avaliação de imóveis para uma nova sede do Instituto Lula, o engenheiro Paulo Ricardo Baqueiro de Melo solicitou à Justiça realização de exame grafotécnico para negar a paternidade de um documento fornecido pela empreiteira à Operação Lava Jato como sendo de 
sua autoria.

Com o requerimento apresentado nesta terça-feira (19), o ex-diretor superintendente da Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR) pretende provar que não é o signatário de uma anotação indicando uma conta no exterior de onde teria saído o dinheiro para a compra de um terreno na Vila Clementina.

A menção a Paulo Melo surgiu após abertura de um banco de dados da Odebrecht obtido no exterior.

 Nele, há um arquivo denominado Paulo Melo x MO (Marcelo Odebrecht), com a data de 21 de setembro de 2010.

No arquivo, escrito à mão, há um bilhete com dados de uma empresa offshore e de uma conta no exterior. Sob as informações, a assinatura P Melo.

O engenheiro nega que essa seja sua assinatura. 

Em sua delação, Paulo Melo –que conta ter acompanhado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para avaliação de um terreno– admite que foi encarregado da avaliação e compra de um imóvel para posterior instalação de uma sede para o instituto.

Ele relata ainda que Lula e a ex-primeira-dama Marisa Leticia chegaram a visitar a propriedade. 

Ele conta que, em 2011, o casal descartou o terreno, à época já comprado pela empreiteira. 

E diz ter procurado outros imóveis para a construção, que seria custeada para um pool de empresas.

Em sua delação, nega que tenha cometido crime de lavagem de dinheiro. 

Paulo Melo apenas reconhece saber que o imóvel seria escriturado por um valor R$ 3 milhões abaixo do o que foi pago, o que configura crime de sonegação.

Sua assinatura em um bilhete como indicação de conta para movimentação de dinheiro no exterior poderia invalidar seu acordo de delação.

O advogado André Damiani afirma que, dentro do setor de Realizações Imobiliárias, “nunca houve delegação para autorização de pagamentos”. 

Segundo ele, seu cliente não tinha poder para autorizar a remessa do dinheiro.

“Esse exame grafoscópico vai comprovar o relato ofertado por ele no âmbito de sua colaboração”, diz o advogado.
(…)


quinta-feira, 18 de maio de 2017

Aécio está proibido de deixar o país, determina STF; CONFIRA!

Aécio está proibido de deixar o país, determina STF; CONFIRA!
18 de maio de 2017
 
DF - TURISMO/DF - VARIEDADES - Estátua da Justiça em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF). 15/08/2003 - Foto: JOSÉ PAULO LACERDA/AGÊNCIA ESTADO/AE

O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), que teve o seu mandato suspenso por determinação da Justiça, está impedido de deixar o país e de manter contato com qualquer outra pessoa que esteja sob investigação ou seja réu nos processos relativos à Operação Lava Jato. 

O ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), disse em sua decisão que Aécio “deve entregar seu passaporte”.

No despacho, Fachin diz, ainda, que “os mandados de prisão de Andrea Neves da Cunha, irmã do parlamentar, e dos demais, além do mandado de intimação a Aécio para informá-lo das medidas cautelas, deveriam ser feitos com “a máxima discrição e menor ostensividade” visando preservar a imagem dos presos, evitando qualquer exposição pública”.

Nesta quinta-feira (18), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Aécio. 

Aécio foi gravado pelo empresário Joesley Batista pedindo R$ 2 milhões em propina em meio as investigações da Lava jato.

Click Politica



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segunda-feira, 17 de abril de 2017

PERIGO DE MORTE? Políticos querem Fachin fora da Lava Jato

PERIGO DE MORTE? Políticos querem Fachin fora da Lava Jato
17 de abril de 2017
 

As defesas de parlamentares citados nos depoimentos de delação premiada de ex-diretores da empreiteira Odebrecht iniciaram hoje (17) no STF (Supremo Tribunal Federal) uma tentativa de retirar seus clientes das mãos do ministro Edson Fachin, relator dos processos da Operação Lava Jato na corte. 

As informações são da Agência Brasil.

Desde o início do dia, chegaram ao Supremo pelo menos duas petições protocoladas pelas defesas do ministro das Cidades, Bruno Araújo, e do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), pedindo a redistribuição dos inquéritos a que os parlamentares respondem para outro integrante do tribunal.

Os advogados alegam que as citações não estão relacionadas com a operação, que apura desvios na Petrobras e não podem seguir sob a relatoria de Fachin. 

Ao longo da semana, a tese deve ser aproveitada pelos demais deputados e senadores, em sua maioria, investigados pelo suposto recebimento de caixa dois da Odebrecht.

Em uma das petições, a defesa do senador Ricardo Ferraço sustenta que o ministro não tem competência legal para investigar as citações.

“Dessa forma, inexistentes hipóteses de conexão dos fatos que serão objeto de apuração no presente inquérito com os fatos que são objeto da Operação Lava Jato, resta evidente a necessidade de se determinar a livre distribuição do presente inquérito para que, diante de seu definitivo relator, o requerente possa exercer o seu amplo direito de defesa, demonstrando a completa improcedência das acusações contra ele imputadas”, diz a defesa.

Desde o início das investigações da Lava Jato, os ministros concordaram com a remessa de investigações sobre propina nas obras da usina nuclear de Angra 3 e em contratos do Ministério do Planejamento para a primeira instância da Justiça Federal pela falta de conexão com o esquema de corrupção na Petrobras. 

Com informações da Folhapress.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Sede da PF em Curitiba tem início de incêndio na madrugada

Sede da PF em Curitiba tem início de incêndio na madrugada
Segundo nota da PF, o princípio de incêndio foi controlado durante esta madrugada e peritos trabalham para descobrir as causas da ocorrência
Por Da redação
Access_time20 fev 2017, 09h54 - Atualizado em 20 fev 2017, 20h40
 Polícia Federal de Curitiba
Sede da Polícia Federal em Curitiba (Ivan Pacheco/VEJA)

A sede da Polícia Federal em Curitiba teve um princípio de incêndio na madrugada desta segunda-feira, mas o fogo 
foi rapidamente controlado e não houve impacto sobre os trabalhos da Operação Lava Jato ou sobre os presos que 
estão detidos na carceragem do local, informou a PF.

Em nota, a PF disse que o princípio de incêndio aconteceu em uma sala no subsolo da superintendência da PF na capital paranaense, onde estão presos alguns dos envolvidos na Operação Lava Jato, como o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht.

“Ressaltamos que o início de fogo foi controlado rapidamente, que não houve qualquer prejuízo aos custodiados, assim como aos trabalhos relativos à Operação Lava Jato”, afirmou a PF em nota.

“Peritos da PF já trabalham para levantar as causas e em virtude disso não haverá expediente no dia de hoje”, acrescentou o comunicado.

A PF em Curitiba concentra os trabalhos de investigação da Lava Jato e tem sido responsável também pelos indiciamentos de acusados que geram denúncias do Ministério Público Federal (MPF) à Justiça.

(Com Reuters)





terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Formação do governo Temer visava proteger organização criminosa, diz Janot

Formação do governo Temer visava proteger organização criminosa, diz Janot
Por Redação — publicado 07/02/2017 10h46, última modificação 07/02/2017 10h47
Para PGR, nomeações de Jucá, Sarney Filho e Fabiano Silveira tinham objetivo de criar "ampla base de apoio" para conter a Lava Jato
Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Bra
 Jucá, Temer e Renan
Jucá, Temer e Renan: governo foi formado para barrar a Lava Jato

A formação do governo de Michel Temer teve, ao menos em parte, o intuito de proteger a organização criminosa que vem sendo investigada na Operação Lava Jato. Essa é a conclusão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em petição apresentada na noite de segunda-feira 6 ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No documento, Janot pede a abertura de um inquérito criminal contra o ex-presidente José Sarney (PMDB), os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado por possível crime de embaraço às investigações da Lava Jato.

A base do pedido de Janot são as gravações feitas por Machado com os caciques do PMDB e que foram vazadas à imprensa em maio de 2016. Nos áudios, o grupo trata do impeachment de Dilma Rousseff, discute a "solução Michel" e Jucá afirma, em meio a um diálogo sobre a preocupação com as delações premiadas de executivos de empreiteiras, que a forma de "estancar a sangria" é "mudar o governo".

No pedido entregue ao STF, Janot aborda tangencialmente o impeachment, mas afirma que indicados de Temer para o ministério tinham o intuito de aprovar "medidas de alteração do ordenamento jurídico em favor da organização criminosa".

Na página 28 da petição, Janot afirma que Jucá "explicita em uma das suas conversas com Sérgio Machado que na solução via Michel Temer haveria espaço para uma ampla negociação prévia em torno do novo governo". Na conversa, Jucá afirma que a "solução Michel" pode ser negociada "antes de resolver" colocá-la em prática.
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Na sequência, Janot afirma que "pode-se inferir destes áudios que certamente fez parte dessa negociação" a nomeação de Jucá para o Ministério do Planejamento, além da nomeação do deputado Sarney Filho para o Ministério do Meio Ambiente e de Fabiano Silveira para o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle, que substituiu a Controladoria-Geral da União.

Jucá também cita na lista "cargos já mencionados para o PSDB", mas não diz quais são. Antes, na petição, Janot cita diálogos de Romero Jucá com Sergio Machado nos quais o senador afirma que "caiu a ficha" do PSDB sobre a necessidade de embarcar no plano, e cita especificamente os senadores tucanos Aloysio Nunes Ferreira (SP), José Serra (SP) e Aécio Neves (MG).

O intento dos nominados de Temer, afirma Janot, "é conseguir construir uma ampla base de apoio político para conseguir, pelo menos, aprovar três medidas de alteração do ordenamento jurídico em favor da organização criminosa".
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Essas medidas, diz Janot na petição, "seriam implementadas no bojo de um amplo acordo político — tratar-se-ia do propalado e temido 'acordão' — que envolveria o próprio Supremo Tribunal Federal, como fica explícito em intervenções tanto do senador Renan Calheiros, como do senador Romero Jucá".

Ainda de acordo com o PGR, o "acordão" tinha o objetivo de conter "os avanços da Operação Lava Jato em relação a políticos, especialmente do PMDB, do PSDB e do próprio PT, por meio de acordo com o Supremo Tribunal Federal e da aprovação de mudanças legislativas".

Jucá foi ministro de Temer por apenas 11 dias. Deixou o cargo em 23 de maio de 2016 em meio ao escândalo provocado pelo vazamento justamente dos áudios que, agora, ensejam a ação criminal de Rodrigo Janot. Hoje ele é o líder do governo Michel Temer no senado.

Fabiano Silveira durou mais tempo no cargo. Ficou até 30 de maio e caiu após a divulgação de áudios também feitos por Sérgio Machado. 

Na gravação, Silveira orientava investigados da Lava Jato sobre como proceder diante das investigações do Ministério Público enquanto tinha um cargo de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que fiscaliza o poder Judiciário.

Sarney Filho ainda é ministro de Temer. 

A petição da PGR segue agora para o ministro Edson Fachin, que herdou a relatoria da Lava Jato após a morte de Teori Zavascki.