Brasileiros
comemoram mais a derrota de Trump que a vitória do candidato do Partido
Democrata, e ironizam situação de Jair Bolsonaro, que perde seu principal
aliado internacional.
A vitória de
Joe Biden nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, confirmada neste
sábado (7), desencadeou uma série de reações nas redes sociais, que variam
entre a tristeza, frustração ou raiva de trumpistas e bolsonaristas, e a
alegria e celebração de quem torcia pela queda da extrema-direita nos Estados
Unidos, supondo que possa ser um primeiro passo pro mesmo acontecer no Brasil
daqui a dois anos.
Tanto é
assim que uma das hashtags mais difundidas minutos depois de anunciado o
resultado na Pensilvânia é #BolsonaroEoProximo, usada por pessoas que ironizam
a situação do presidente brasileiro Jair Bolsonaro que, com a derrota de Trump,
perderá seu principal aliado internacional.
Também vale
destacar que a maioria das publicações com esta hashtag são para satirizar
Bolsonaro e Trump, e comemoram mais a derrota do candidato do Partido
Republicano do que a vitória em si do candidato do Partido Democrata.
Veja algumas
das publicações da hashtag #BolsonaroEoProximo:
O ex-juiz
corrupto e ladrão, Sergio Moro, com seu habitual cinismo e cara de pau,
escreveu em seu twitter uma piada que já vem pronta.
A democracia
norte-americana continua forte. Parabéns ao presidente eleito
@JoeBiden. Brasil e US têm muito em comum e continuarão tendo.
A notícia
foi dada por ninguém menos que Diogo Mainardi, do Blog Antagonista, que foi,
durante a eleição mais suja da história do Brasil, um dos esgotos que serviram
de comitê de campanha digital de Bolsonaro, o Trump tropical.
Ou seja,
todos esses têm como origem comum a mesma treva e afundaram no mesmo inferno
que Donald Trump, mas seguem a alcateia de velhos lobos e raposas da política
brasileira.
Estão todos aprisionados na mesma poça no escuro das mesmas tocas
de onde saíram as mulas Trump e Bolsonaro.
É certo que
alguns, como FHC, saem de suas tumbas para festejar a derrota de Trump, depois
de mergulhar de cabeça em toda essa teia golpista que tirou Dilma do governo e
prendeu Lula para dar a cadeira de presidência a Bolsonaro.
E é com a
biografia atolada até o pescoço nessa lama golpista, com uma quantidade
abundante de excrementos, que o tatu de Curitiba saiu da toca para vestir-se de
democrata, mesmo sabendo que ninguém esquece que o vigarista tem horror à
democracia e à constituição.
Por isso,
diante dessa aberração de hipocrisia, muitos gargalharam na cara do juiz
corrupto em seu twitter.
Tribunal
cruzou dados do TSE com lista dos que receberam ajuda para a Covid-19 em todo o
país.
O TCU
(Tribunal de Contas da União) divulgará nesta sexta-feira (6), em seu site, as
listas de candidatos a cargos eletivos que receberam bolsa-família ou o auxílio
emergencial da Covid-19 e que declararam patrimônio acima de R$ 300 mil.
A coluna
teve acesso exclusivo à lista do auxílio emergencial [ver abaixo].
Os nomes
serão publicados no site do TCU em duas listas separadas: uma delas terá 10 mil
candidatos que têm patrimônio entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão. A outra trará
1.300 que declararam mais de R$ 1 milhão.
A decisão de
divulgar os nomes foi do ministro do TCU Bruno Dantas.
Há casos,
por exemplo, como o de Elias João Neto, candidato a vereador em Cândido Mota
(SP), que declarou patrimônio de R$ 11 milhões _R$ 10 milhões em três fazendas
e R$ 950 mil em “dinheiro em espécie”.
Ele está na
lista de beneficiários do auxílio emergencial, segundo o TCU, tendo recebido já
R$ 1.200.
Um outro
exemplo é o de Leandro Adilson Romero, candidato a vice-prefeito de Álvares
Florence (SP) pelo DEM. Ele declarou patrimônio de R$ 10,2 milhões –entre eles
estão 50% de cotas de uma empresa, terrenos e R$ 80 mil em “dinheiro em
espécie”.
Segundo o
TCU, Leandro recebeu R$ 600 de auxílio emergencial.
No cidade de
Machado, também em Minas Gerais, o candidato Lúcio do Café (PSDB-MG) declarou
R$ 3.100.000,00 em bens, sendo o quinhão de R$ 2,5 mi correspondente a um
imóvel rural. Ele recebeu, segundo o TCU, R$ 600 em auxílio emergencial.
Na lista há
também casos que indicam erros formais dos candidatos na hora de declarar o
patrimônio. Em seu despacho, Bruno Dantas chama a atenção para a possível
ocorrência desses erros, lembrando que as declarações de bens à Justiça
Eleitoral são feitas pelos próprios concorrentes.
O candidato
a vereador Elizeu Candido Garcia (PSL-MG), que se apresenta em Ipatinga como
Elizeu do Uber (PSL-MG), declarou R$ 314.103.990,00 em bens e recebeu R$ 1.800
em auxílio emergencial.
Em um dos
ítens de sua prestação de contas, porém, ele lista um prédio residencial de R$
314 mil, valor mais próximo do mercado da cidade –o que indica que se equivocou
na hora de declarar o total de seus bens. Elizeu, no entanto, também faria
parte da lista, que inclui políticos com bens acima de R$ 300 mil.
O candidato
a vereador Haidan de Araújo, que concorre em Espírito Santo do Pinhal (SP) pelo
Republicanos, declarou que tem uma Parati, e atribuiu ao carro o valor de R$ 13
milhões, num evidente equívoco.
A maior
parte dos nomes, no entanto, tem bens declarados entre R$ 300 mil e R$ 10
milhões, em valores compatíveis com os de mercado.
Veja, no
link abaixo, a íntegra da lista de candidatos com patrimônio superior a R$ 300
mil que receberam o auxílio emergencial da Covid-19:
*Monica
Bergamo/Folha
CONTINUA
Empresa De
Ex-Mulher De Wassef É A Responsável Pela Cibersegurança Do STJ, Que Sofreu
Ataque
Alvo de
ataque hacker, STJ gastou R$ 13,7 milhões com empresa de informática
investigada.
Ao contratar
serviços na área de informática, no entanto, o tribunal fez uma escolha
controversa: a empresa de tecnologia da informação que mais recebeu dinheiro da
instituição em 2020 foi a Globalweb Outsourcing, uma firma ligada à mulher do
advogado Frederick Wassef e investigada por tráfico de influência.
Até a
quinta-feira (05/11), a corte já havia empenhado R$ 13,72 milhões com a
empresa, como parte de dois contratos diferentes de prestação de serviços. Os
contratos foram firmados em 2017 e 2018, e prorrogados desde então.
Em setembro
deste ano, o Tribunal de Contas da União (TCU) abriu um processo para apurar se
a empresa está envolvida com a prática de tráfico de influência — que é crime,
pela lei brasileira.
A Globalweb,
empresa da família de Cristina Boner, ex-esposa do advogado Frederick Wassef, é
a responsável pela cibersegurança do Superior Tribunal de Justiça (STJ), alvo
do ataque hacker na última terça-feira (3).
O órgão anunciou a suspensão de
suas atividades e dos prazos dos processos que correm na corte até o próximo
dia 9.
Os dois contratos da empresa com o STJ somam mais de R$ 17 milhões.
Um
deles prevê suporte completo ao sistema da corte, como dados sobre processos e
peças, sejam elas públicas ou sigilosas.
Um coletivo
de cidadãos anônimos criou uma plataforma com orientações aos beneficiários do
auxílio emergencial que se sentiram lesados pela declaração do presidente Jair
Bolsonaro (sem partido) de que o valor ofertado no Brasil seria de US$ 1 mil. A
ideia é que as pessoas cobrem judicialmente para receber o montante declarado
pro Bolsonaro.
Na abertura
da 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, no dia 22 de
setembro, o presidente afirmou que concedeu “auxílio emergencial em parcelas
que somam aproximadamente mil dólares para 65 milhões de pessoas”.
O valor
equivale a aproximadamente R$ 5,5 mil, enquanto o limite do auxílio
emergencial, somadas cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300, é de R$ 4,3
mil. Isso significa que o total ainda fica R$ 1,3 mil abaixo do estimado por
Bolsonaro.
Por meio do
site www.processebolsonarovocemesmo.com.br, o coletivo explica
como qualquer beneficiário do auxílio pode reivindicar os R$ 1,3 mil que faltam
para chegar no valor declarado por Bolsonaro. Lá estão os documentos
necessários e os links para os juizados de cada estado e a tramitação da ação.
Indignação
civil
Um dos
idealizadores do projeto, que prefere não ser identificado, afirma que o
projeto nasceu da indignação diante da declaração do presidente. O grupo é
formado, inclusive, por pessoas que apoiaram Bolsonaro nas eleições
presidenciais de 2018.
“O
presidente tem responsabilidade perante o povo, está na Constituição.E ele
também tem responsabilidade pelos seus atos. Então, na medida em que ele vai
até a ONU e diz para os outros países, o mundo inteiro, que estamos recebendo
mil dólares de auxílio emergencial, a gente acha que é o caso de pedir a
diferença. O presidente fez uma propaganda enganosa”, afirma.
Ele acredita
que o projeto irá incentivar as pessoas “a questionarem o presidente quando ele
mente”. “Esse caso foi muito emblemático, e as pessoas precisam saber que elas
podem cobrar o presidente da República por ele mentir.”
Dois dias
depois da declaração, Bolsonaro justificou, em suas redes sociais, que se
tratava de uma aproximação. “Eu disse no meu discurso da ONU que o total do
auxílio emergencial era próximo de US$ 1000, na verdade, dá US$ 960, mas foi o
suficiente para baterem em mim”, comentou. “Dos 65 milhões que receberam de R$
600 tínhamos ali 12 milhões de senhoras com filhos, essas receberam o dobro, o
que eleva a média.”
BBC explica
porque Trump pode ir para cadeia se perder a eleição
05/11/2020
De acordo
com matéria da BBC BRASIL, a derrota de Donald Trump não é só uma questão
política, mas também há possibilidades que o mesmo venha a ser preso.
Entenda
abaixo as razões e o motivo da preocupação.
Para Donald
Trump, uma derrota na eleição desta terça-feira (3/11) não frustraria apenas
sua carreira política. Há muito mais em jogo.
Se tiver de
deixar a Casa Branca em 20 de janeiro de 2021, o atual presidente perderá a
imunidade contra processos criminais conferida pelo cargo, se deparando com uma
situação financeira complexa e várias investigações sobre seus negócios e atos
passados.
“Acredito
que há a possibilidade de Trump ser acusado de crimes”, resume Bennett
Gershman, professor de direito constitucional da University Pace e que atuou
por uma década como promotor no Estado de Nova York.
“As
acusações que o presidente poderia enfrentar são relacionadas à lavagem de
dinheiro e a fraudes bancárias, fiscais e eleitorais”, entre outras, diz
Gershman à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.
Como se isso
não bastasse, Trump enfrenta uma situação financeira delicada, incluindo, segundo
a imprensa americana, grandes dívidas pessoais e dificuldades com seu
conglomerado empresarial.
O jornal The
New York Times publicou que, nos próximos quatro anos, Trump terá de pagar mais
de US$ 300 milhões em empréstimos — isto em um momento que alguns de seus
investimentos pessoais não estão na melhor forma.
E se Trump
for derrotado na eleição, seus credores podem ser menos flexíveis ao exigir o
pagamento desses compromissos.
O
presidente, por sua vez, diz ter sido vítima de inúmeras conspirações produzidas
por seus inimigos, que teriam criado acusações falsas de crimes cometidos antes
e durante seu mandato.
Ele nega
categoricamente qualquer irregularidade e costuma destacar também o sucesso em
ter escapado de investigações realizadas pelo Departamento de Justiça e do
julgamento de impeachment no Congresso este ano.
As
investigações, entretanto, esbarraram na imunidade presidencial em processos
criminais. O Departamento de Justiça afirmou repetidamente que um presidente
não pode ser processado criminalmente enquanto estiver no cargo.
No entanto,
essas investigações podem ser a base para novas ações judiciais contra Trump,
dizem especialistas à BBC News Mundo.
“Já sabemos
que ele pode enfrentar acusações de fraude eleitoral, uma vez que um procurador
do sul de Manhattan já imputou [tacitamente a Trump] como cúmplice de Michael
Cohen”, disse Gershman.
O especialista
se refere à investigação federal contra o ex-advogado pessoal de Trump, Cohen,
que em 2018 se declarou culpado de irregularidades eleitorais na campanha de
2016 envolvendo pagamentos feitos à atriz Stormy Daniels, que afirmou ter tido
um caso extraconjugal com o presidente.
Luiza Souza
apresentou extratos bancários e disse ter sido orientada a devolver a maior
parte do que recebia como salário; essa é a primeira vez que um ex-assessor
admite o esquema ilegal no gabinete do parlamentar.
Um dos
episódios finais antes de o Ministério Público do Rio denunciar o senador
Flávio Bolsonaro por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa foi
o depoimento de Luiza Sousa Paes, ex-assessora do antigo gabinete do “01” na
Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Nos detalhes do depoimento, feito em
setembro e obtido pelo GLOBO, ela admitiu que nunca atuou como funcionária do
filho do presidente Jair Bolsonaro e também era obrigada a devolver mais de 90%
do salário.
Além disso, Luiza apresentou extratos bancários para comprovar que,
entre 2011 e 2017, entregou por meio de depósitos e transferências cerca de R$
160 mil para Fabrício Queiroz, ex-chefe da segurança de Flávio e apontado como
operador do esquema de desvios de salários.
É a primeira vez que um ex-assessor
admite o esquema ilegal no gabinete do parlamentar.
Luiza Sousa
Paes foi nomeada entre os assessores de Flávio em 12 de agosto de 2011 e lá
ficou até 11 de abril de 2012. Depois, foi nomeada em outros setores da
Assembleia: na TV Alerj e no Departamento de Planos e Orçamento.
Mesmo assim,
durante todo esse período, Luiza relatou ao MP que teve que devolver a maior
parte do que recebia como salário.
O primeiro contracheque dela no período em
que trabalhou no gabinete de Flávio tinha um valor bruto de R$ 4.966,45. Já o
último, na TV Alerj, de R$ 5.264,44.
Em
depoimento, ela disse que ficava apenas com R$ 700. Além disso, também tinha
como obrigação devolver valores relativos a 13º, férias, vale-alimentação e até
o valor recebido pela Receita Federal como restituição do imposto de renda.
O
valor do vale-alimentação, cerca de R$ 80 diariamente, era depositado
diretamente nas contas dos funcionários da Alerj sem registro ou desconto no
contracheque.
Luiza
relatou ainda que conheceu outras pessoas que viviam situação semelhante a
dela: nomeadas sem trabalhar. Citou as duas filhas mais velhas de Fabrício
Queiroz, Nathália e Evelyn, e Sheila Vasconcellos, amiga da família do
policial.
Os dados financeiros das três, obtidos na investigação, já
identificavam que elas tinham devolvido para Queiroz R$ 878,4 mil.
Saques na
boca do caixa
A
investigação sobre Luiza no caso começou a partir do relatório do Conselho de
Controle de Atividades Financeiras (Coaf), entregue pelo órgão ao Ministério
Público Federal em 2018 e depois repassado ao MP-RJ.
No documento, ela foi
citada como uma dos oito assessores que fizeram transferências para Queiroz ao
longo de 2016. Naquela ocasião, foi verificado apenas um valor de R$ 7.684,00
repassado.
Mas ela
entregou mais dinheiro ao longo dos anos.
A ex-assessora contou aos promotores
como se dava o mecanismo. Ela diz que abriu uma conta na agência da Alerj e foi
orientada a fazer todos os meses o saque do salário na boca do caixa, já que no
caixa eletrônico há um limite para a retirada.
Logo após pegar o dinheiro, ela já
solicitava um depósito para a conta de Fabrício Queiroz – às vezes ela
identificava o depositante, em outras não. O MP já tinha verificado um total de
R$ 155 mil de depósitos dela para Queiroz a partir das quebras de sigilo
bancário.
No
depoimento ao MP, ela contou que se viu envolvida no esquema aos 19 anos,
quando estava terminando a faculdade de Estatística. O pai dela, Fausto, era
amigo de Fabrício Queiroz. As famílias chegaram a ser vizinhas de rua durante
algum período em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio.
Originalmente, segundo
Luiza, quem queria um emprego era o pai dela.
Luiza pediu posteriormente um
estágio e Queiroz disse que iria ajudar.
*Com
informações de O Globo
CONTINUA
Até A Jovem
Clã Se Viu Obrigada A Demitir Constantino
Depois de se
transformar numa sucursal da Secom do governo Bolsonaro e ser considerada o
“Rio das Pedras” do clã Bolsonaro na mídia, com um time de fazer inveja à
cúpula do nazismo onde figuras como Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Ana Paula
do Vôlei e outras figuraças do conservadorismo de aluguel, a Jovem Pan teve que
ceder à pressão das redes sociais e cancelar Rodrigo Constantino que, agora,
chora suas pitangas em novas lives e posts em seu twitter, justo no dia em que
Trump, de quem Constantino lambe botas por osmose dos Bolsonaro, está para ser
apeado da Casa Branca.
O fato é que
tudo isso junto e misturado mostra que, como bem disse Boulos, a casa da
família de milicianos está caindo.
Tudo isso
acontece no mesmo dia em que Bolsonaro foi tratorado pelo Congresso, em que os
senadores aprovaram nesta quarta-feira (4), por 64 votos a 2, a derrubada do
veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação, até 2021, da desoneração da
folha de pagamentos de empresas de 17 setores da economia.
E mais,
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz foram denunciados nesta quarta-feira pelo
MP-RJ por organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação
indébita.
O advogado
Claudio Gastão da Rosa Filho, fã declarado de Bolsonaro, que defendeu o
empresário André de Camargo Aranha acusado de estupro da promoter Mariana
Ferrer, já foi responsável pela defesa de Olavo de Carvalho e de Sara Winter,
dois nomes máximos para os fascistas que apoiam Bolsonaro.
Isso, em
certa medida, responde porque Santa Catarina é o estado onde o nazismo mais se
proliferou de forma impressionante nos últimos anos.
O estuprador
André Aranha, empresário bem sucedido, foi absolvido pela justiça catarinense
por estupro de vulnerável, pois Mariana foi drogada e não tinha condições de se
defender.
Mas, segundo
a justiça catarinense a vulnerabilidade da vítima não ficou comprovada.
Resultado, o empresário estuprador foi absolvido em setembro deste ano por
falta de provas.
Depois da
repercussão do resultado do caso, que foi compartilhado pelo advogado nazista
Claudio Gastão, com as pessoas indignadas, sobretudo com a humilhação mostrada
em vídeo que ele protagonizou contra Mariana Ferrer, o covarde defensor de
estuprador, fechou seu facebook, mantendo apenas seus amigos.
Gilmar
Mendes se posicionou absolutamente indignado com o resultado proferido pelo
juiz de Santa Catarina e com o promotor que inventou o “estupro culposo” , o
que não existe e gerou grande indignação nas redes sociais e, certamente, esta
sentença será anulada.
Quem se
esquece dessa imagem em destaque em toda a mídia nacional em que Dallagnol
entrega para a Petrobras o cheque da mixaria recuperada, enquanto, fora dos
holofotes, a mesma Lava Jato produzia o maior rombo nos cofres da maior estatal
brasileira?
Pois bem,
sabe-se agora que a multa da Petrobras com os americanos foi sete vezes maior
do que todo o valor que a Lava Jato diz ter recuperado.
A informação
foi dada pelo Globo, de que, primeiro o nome de Lula e do próprio PT jamais
foram citados pela Petrobras no documento enviado pela empresa à justiça
americana.
Por esse
motivo, toda a farsa da Lava jato cai por terra, afinal, Dallagnol, Moro e o
restante do califado de Curitiba montaram até aquele powerpoint ridículo para
dizer que Lula era o chefe do maior roubo da humanidade.
com o aval dos
holofotes e microfones da Globo, ao vivo e a cores.
Ora, quem
deu essa informação foi uma das vozes dos Marinho, Ascânio Seleme, em seu
artigo neste sábado (31) no Globo:
“Para não
virar ré nos EUA, a Petrobras concordou em pagar US$ 4,8 bilhões em multas, o
que corresponde a R$ 27,7 bilhões.
valor é sete vezes maior do que as
sentenças da Lava Jato devolveram aos cofres da estatal.”
Quando se
junta essa informação com as da Vaza Jato que, desde 2015, aqueles R$ 2,5
bilhões para a tal fundação Dallagnol, como disse Gilmar Mendes, já haviam sido
acordado, como mostrou o Intercept nas mensagens trocadas entre os procuradores
da Força-tarefa, todos tinham consciência do gigantesco prejuízo que a
Petrobras e, consequentemente o Brasil amargariam, em compensação, também
sabiam, desde 2015, quanto os procuradores, usando o velho subterfúgio de uma
fundação para lavar dinheiro renderia à camarilha curitibana.
Em outras
palavras, quanto mais se mexe no submundo da Lava Jato e as peças vão se
encaixando, mais fede e se vê que Lula foi condenado de forma criminosa por um
bando que a cada dia se desmoraliza mais por uma série de crimes que cometeu em
nome da justiça.
-se também como o sistema de justiça no Brasil deixou livre,
leve e frouxo correr na cara de todos um sistema porcamente montado para uso
político contra o PT, ao mesmo tempo em que produziu um rombo gigantesco na
Petrobras que, se a PGR não cortasse as asinhas dos espertos, comandados por
Moro e Dallagnol, essa turma embolsaria R$ 2,5 bilhões sem dar satisfação a
ninguém. E os ladrões ainda sairiam, como tentaram fazer durante cinco anos,
como os grandes heróis nacionais, como diziam os tolos de plantão.
*Carlos
Henrique Machado Freitas
CONTINUA
Moro E
Temer, Dois Lacaios Golpistas Em Busca Do Poder
Moro e
Temer, dois dos piores conspiradores da história do país, protagonizaram o que
existe de mais imundo na política do Brasil, a conspiração.
Moro e Temer
se igualam e, por isso mesmo, o todo poderoso herói do folhetim da Globo
chamado Lava Jato, jamais importunou Temer.
Cada um com seu time, os dois
buscavam, através da sabotagem, uma forma de chegarem ao poder pelo golpe,
usando supostamente a constituição, de forma enviesada, para talhar os caminhos
sujos que percorreram.
São muitos
os personagens em busca desse poder, Temer, Moro, Cunha, Aécio, os generais
mamadores e seu principal representante, o tenente expulso do exército por
bandalha, Jair Messias Bolsonaro, o mesmo que, impunemente, já causou a morte
de mais de 160 mil brasileiros por Covid-19, além do envolvimento com
milicianos como Queiroz e cia.
Em síntese,
esse filão de aspectos é que levou o país a esse estado de coisas, ao recorde
de desemprego e, na outra ponta, ao recorde de lucros dos bancos, a volta ao
mapa da fome e aos altos índices de mortalidade infantil em decorrência da
miséria para que ratos dividissem o queijo e que ainda usassem seus passos como
trampolim para os poderes mais altos da República.
Tudo feito
com uma narrativa infame da mídia para abonar a sabotagem da democracia, da
constituição e do direito do povo escolher seu representante.
O golpe em
Dilma e a condenação e prisão de Lula nada mais foram do que uma trama urdida
na confraria dos ratos.
A fala de
Toffoli sobre Moro e Lava Jato, em videoconferência com a Universidade de
Coimbra, em Portugal, ocorrida neste último fim de semana, somada a esse livro
infame de Temer, revelam que tipo de pulhas golpistas são esses dois
personagens do escória política do Brasil.
Em carta
enviada neste domingo (1) aos militantes petistas, o ex-ministro José Dirceu,
líder histórico da esquerda e do PT, pede que o partido inspire-se no passado
para “mudar sem mudar de lado e nos colocar à altura do desafio histórico”.
Para Dirceu, o desafio destas eleições é construir alianças de unidade da
esquerda. “Assim, no segundo turno, o foco é unidade para derrotar o
bolsonarismo e eleger prefeitos de esquerda em todo Brasil.
Com a mesma garra
que lutaremos para levar nossos candidatos e candidatas para a vitória ou ao
segundo turno, estaremos juntos para eleger nossos aliados e fazer avançar a
luta por uma alternativa democrática e popular em 2022”.
Aos
petistas, a militância guerreira
Estamos há
menos de 15 dias das eleições de 2020. Elegeremos vereadores e prefeitos,
vereadoras e prefeitas.
me dirigir a todos e todas petistas e amigos,
amigas e simpatizantes para agradecer, de coração, o apoio generoso a
solidariedade de sempre comigo.
E registrar também, de público, meu reconhecimento
pela luta – dura, difícil e sacrificada – que travam nesse momento histórico de
nosso Brasil e do nosso povo.
que ver a médio prazo e compreender que
estamos acumulando forças. Essa batalha é uma das muitas que travaremos nos
próximos anos para recuperar nossa soberania, nossa democracia e o
desenvolvimento social, econômico, político e cultural.
Não se trata de uma
batalha qualquer: estamos reconstruindo as nossas bases nas cidades e a nossa
imagem, reocupando as ruas e nossa relação com as classes trabalhadoras.
Uma
batalha sem recursos, depois de anos de defensiva e luta pela sobrevivência,
quando nosso PT, Lula e nossas lideranças sofreram e foram vítimas de uma
guerra jurídica e de uma perseguição implacável.
Vivemos um golpe parlamentar
jurídico que derrubou nossa presidente Dilma Rousseff e um processo político,
sumário e de exceção que levou à condenação e à prisão de Lula, o impedido de
ser candidato e de fazer campanha para nosso candidato Fernando Haddad.
Sabemos que
enfrentamos uma batalha em várias frentes, seja contra o bolsonarismo ou a
direita liberal, numa situação nova na qual o fim das coligações proporcionais
e a cláusula de barreira conduziram os partidos de esquerda a candidaturas
próprias.
Por isso, nem sempre fomos capazes de compor chapas unitárias como em
Porto Alegre, Belém e Florianópolis e em centenas de outras cidades.
Agora não é
hora de balanços nem recriminações, muito menos de divisão. É hora de lutar
como a militância tem feito e dado exemplos magníficos de sua abnegação e
sacrifício pelo PT. É hora de fazer a diferença e dar uma arrancada rumo às
urnas em 15 de novembro. É hora de levar nossas candidaturas ao segundo turno
ou à vitória, principalmente nas grandes cidades e capitais e nas pequenas
cidades de onde viemos muitos de nós, como eu.
Minha
mensagem é de otimismo e esperança como tem sido todos meus artigos e
entrevistas. O fio da história está conosco e é de um Brasil soberano,
independente, democrático e justo.
Nosso legado são os governos de Lula e de
Dilma.
Nossa luta resgata a história da classe trabalhadora e de nosso povo.
Somos de esquerda, socialistas e vermelhos, somos o PT. Como no passado,
saberemos mudar sem mudar de lado e nos colocar à altura do desafio histórico.
Sabemos que não avançaremos sem alianças e sem unidade da esquerda. Assim, no
segundo turno, o foco é unidade para derrotar o bolsonarismo e eleger prefeitos
de esquerda em todo Brasil. Com a mesma garra que lutaremos para levar nossos
candidatos e candidatas para a vitória ou ao segundo turno, estaremos juntos
para eleger nossos aliados e fazer avançar a luta por uma alternativa
democrática e popular em 2022.
*Com
informações do 247
CONTINUA
Vídeo –
Guedes: Se O Pobre Nordestino Vive Com R$ 200, Por Que Pagar Mais De Auxílio
Emergencial?
Ministro da
Economia diz que não trabalha com hipótese de segunda onda de coronavírus e
condiciona extensão do auxílio emergencial em 2021 à aprovação de reformas.
O ministro
da Economia, Paulo Guedes, disse na manhã desta quinta (29) que sempre foi contrário
ao pagamento de auxílio emergencial acima de R$ 200 porque esta é a média paga
ao “pobre nordestino” quando não há crise sanitária. Para Guedes, seria um
“ultraje” pagar R$ 800 ao trabalhador informal do Sul, para cobrir sua renda
durante o fechamento dos serviços não essenciais, se o “pobre nordestino”
sempre viveu com valor bem inferior.
“Prudentemente
eu lancei R$ 200 no auxílio emergencial logo no início por duas razões.
Primeira razão é que eu não podia fazer um ultraje a quem já recebia assistência
social. Como é que alguém do Nordeste ia aceitar se, a partir de amanhã, só
porque alguém vive no Sul e ganhava R$ 800 – não confirmados, porque é um
mercado informal, ela pode autodeclarar que ganhava esse valor – por que ela [o
trabalhador do Sul] vai receber receber R$ 800 [de assistência do governo]
agora se um irmão pobre nordestino ganha R$ 200? Então eu tinha que botar R$
200 [pra todo mundo]”, disse Guedes.
“E pensando
também: e se a crise durar dois anos? A gente aguenta, a gente tem fôlego. Com
R$ 200, R$ 250, R$ 300, nós conseguimos estender essa cobertura por mais tempo.
Então dado o grau de incerteza que havia naquele momento, eu [defendi], por uma
questão condicionante ética, que é não pagar mais a alguém que está em
necessidade se você paga a outro esses R$ 200, então coloca igual”, afirmou o
ministro.
Durante
reunião virtual com a comissão mista da COVID-19 no Congresso, Guedes afirmou
que o auxílio emergencial pago durante a pandemia foi um programa “extremamente
bem sucedido” porque conseguiu evitar a “convulsão social” entre as camadas
mais pobres da sociedade.
O auxílio no
valor de R$ 600 – que pode dobrar a depender das condições da família – foi
aprovado pelo Congresso, contrariando o desejo do governo, que era de pagar
valor inferior. O benefício foi estendido até o fim do ano, mas no patamar dos
R$ 300.
Guedes disse
que o governo não trabalha com hipótese de segunda onda da pandemia. Mas que,
se isso ocorrer em 2021, haveria “fôlego” para estender o auxílio emergencial,
desde que o Congresso aprove as reformas do governo Bolsonaro.
“Eu digo o
seguinte: nós temos fôlego para seguir até o fim do ano. Dali pra frente, é um
ponto de interrogação. Se não aprovarmos as reformas, teremos de novo um enorme
desafio ano que vem se voltar uma segunda onda. Se voltar uma segunda onda, o
que tenho dito é o seguinte: acredite na democracia brasileira. Ela dará a
resposta. Nós temos uma ação tão fulminante e decisiva quanto nós tivemos. O
que não podemos é, por falta de honestidade com nossos contemporâneos, e
responsabilidade com as futuras gerações, em vez de enfrentar os reais desafios
orçamentários, usar essa desculpa para estender tudo isso como se não houvesse
amanhã. Para isso, não contem comigo”, disse Guedes.
Contrariando
cientistas, o ministro ainda afirmou que “a verdade é que só estaremos livres
desse pesadelos com a vacina surgir. Enquanto isso, estaremos vulneráveis e
ameaçados.”
Paulo Guedes debate gastos com pandemia em reunião da
Comissão Mista da Covid-19 - 29/10/20