quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Policiais de Israel preparam esquema de segurança para vinda do Messias

Policiais de Israel preparam esquema de segurança para vinda do Messias
4/01/2017 - 15:00
Chefe do departamento de polícia afirmou acreditar que poderá haver muito “tumulto”
Por Jarbas Aragão
 Policiais de Israel preparam esquema de segurança para vinda do Messias
Policiais de Israel se preparam para vinda do Messias

O comissário Roni Alsheikh, Chefe do Departamento de Polícia de Israel, anunciou semana passada que as forças policiais estão se preparando para a chegada do Messias. Para isso, precisaram montar um esquema de segurança.

“Nós, da polícia, estamos muito envolvidos em assegurar os mitzvot (mandamentos Bíblicos) entre o homem e seu próximo. Quando o Messias vier, todo mundo vai querer chegar perto dele e isso pode criar muito tumulto”, explicou o comissário ao site Breaking Israel News.

Ao descrever o papel importante da polícia quando ocorrer a vinda do Messias, Alsheikh, explicou: “não estamos apenas ocupados com a aplicação da lei, também estamos tentando adotar medidas preventivas para mostrar consideração para os nossos cidadãos.

A missão da polícia israelense é pautada pela exigência bíblica de “amar o seu próximo”. “Não há dúvida de que a felicidade e o serviço a Deus aproximará a todos [os cidadãos]”, asseverou.

Ele encerrou dizendo que “Em breve, se Deus quiser, precisaremos começar a preparar as operações de segurança necessárias pois o Messias terá chegado”.



Nos EUA, Sergio Moro explica por que não julga políticos do PSDB

03/AUG/2016 ÀS 11:21 Atualizado em 04/01/2017
Durante palestra em Washington (EUA), Sergio Moro foi questionado sobre as razões de ainda não ter julgado nenhum político do PSDB, já que várias figuras do partido foram denunciadas e delatadas. Confira a resposta do juiz
 Sergio Moro Lava Jato PSDB
Imagem: O juiz Sergio Moro, responsável por julgar a Lava Jato)

O juiz Sergio Moro disse que não julgou casos relacionados ao PSDB porque investigações sobre o partido não chegaram a ele.
De acordo com o titular da Operação Lava-Jato, não houve evidência de que os diretores da Petrobras deram dinheiro para os tucanos. 

“Esse partido estava na oposição. Então, não faria sentido”, afirmou, durante palestra no Wilson Center, em Washington.

Moro disse que julgou casos envolvendo o PT, o PP e o Solidariedade. “Mas há políticos respondendo investigações e acusações de outros partidos no Supremo Tribunal Federal (STF)”, ressaltou.

Para o juiz, chegaram denúncias contra o PT porque esse era o partido que estava no governo desde 2003, quando as investigações identificaram um sistema de pagamento de propinas.

“Naturalmente, nessa situação, os políticos que aparecem são aqueles que administram a companhia estatal. E o PT está no poder desde 2003.”

Sergio Moro não comentou, porém, que os registros de corrupção na Petrobras datam do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e que na própria operação Lava Jato, chefiada por ele, vários delatores já apontaram para a origem do esquema.

Em delação premiada, o ex-diretor da companhia Nestor Cerveró afirmou que a maior propina ocorreu na gestão FHC. 

Cerveró apontou o pagamento de pelo menos R$ 564,1 milhões em propina para membros do governo tucano em negociações que envolveram a BR Distribuidora e empresa petrolífera argentina Pérez Companc.

Em outra delação premiada, o ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT e ex-PSDB) relatou que o esquema de corrupção na Petrobras já ocorria nos governos Itamar Franco e FHC. 

De acordo com Delcídio, os casos de corrupção visavam “enriquecimento pessoal” como também “financiamento de campanhas políticas”.

À Justiça, Delcídio afirmou que tomou conhecimento da existência de esquemas de corrupção na Petrobras quando foi diretor da estatal, entre os anos de 1999 e 2001.

O primeiro caso, segundo o ex-senador, ocorreu na compra da Plataforma P-36, orçada, inicialmente, em US$ 400 milhões, mas que custou aos cofres da Petrobras mais de US$ 500 milhões (R$ 1,8 bi). De acordo com Delcídio, o mesmo tipo de operação fraudulenta foi usado na compra das plataformas P-37 e P-40.

Pedro Correa, ex-presidente do PP que também assinou um acordo de delação premiada, contou que tem conhecimento do esquema de corrupção na Petrobras desde o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) — entre 1994 e 2002.



terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Anistia Internacional E Juízes Criticam Estado Por Massacre E ONU Pede Investigação 'Imediata' Sobre Presídio De Manaus

Anistia Internacional E Juízes Criticam Estado Por Massacre E ONU Pede Investigação 'Imediata' Sobre Presídio                          De Manaus
POSTADO POR: FÁTIMA MIRANDA - 12:51:00
 

Alex Rodrigues, repórter da Agência Brasil - A Associação Juízes para a Democracia (AJD) criticou o Estado brasileiro pelas 56 mortes de presos registradas no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) de Manaus nos últimos dias, classificando o fato como uma "tragédia anunciada".

Segundo a AJD, entidade civil sem fins lucrativos, a chacina resulta da postura nacional de tratar os problemas sociais como meros casos de polícia e do emprego de um modelo meramente punitivo que, além de não ressocializar quem é condenado à prisão, perpetua as condições para que ocorram massacres como o registrado na capital manauara.

"A tragédia do Compaj corrobora a necessidade da sociedade e do Estado brasileiro refletirem sobre tal política punitivista. É necessário desvencilhar-se da crença no Direito Penal como solução de problemas estruturais, como a violência decorrente da pobreza e das desigualdades", sustenta a associação em nota divulgada nesta terça-feira (3).

A AJD também defende o fim da "guerra contra as drogas", que classifica como "irracional" e responsável pela morte de milhares de pessoas. Para a associação, o crescente processo de encarceramento em massa abandona à ação das organizações criminosas que controlam os estabelecimentos prisionais um grande número de pessoas.

"Velhos problemas sociais do país não se resolvem com o encarceramento ou com a intimidação de juízas e juízes que exercem seu dever funcional de controlar o aparelho repressivo oficial. Do contrário, a tragédia de Manaus continuará a não ser caso isolado", diz a entidade.

Anistia Internacional

A Anistia Internacional também divulgou nota cobrando a imediata investigação do massacre e criticando a superlotação do Compaj. Segundo dados da Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas, o complexo abrigava 1200 detentos, embora tenha capacidade para apenas 454.

"A superlotação e as péssimas condições do Complexo Anísio Jobim, assim como do sistema prisional do Amazonas como um todo, já tinham sido denunciados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura. Mas as autoridades não adotaram as medidas necessárias e a situação apenas se deteriorou", aponta a Anistia.

Há tempos o CNJ vem apontando as deficiências do sistema carcerário no Amazonas. Em 2013, quando realizaram o 3º Mutirão Carcerário no estado, o conselho e o Tribunal de Justiça do Amazonas identificaram que 78% dos detentos cumpriam prisão provisória – ou seja, ainda não tinham sido julgados. 

Entre os casos que mais chamaram a atenção estava o de um homem preso em caráter preventivo e que, mesmo após ser absolvido, não foi libertado, permanecendo 474 dias detido devido "a inaceitável falta de informação entre o Poder Judiciário e as unidades prisionais".

TV Globo / Reuters

A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu uma investigação "imparcial e imediata" sobre o massacre ocorrido no Complexo Prisional Anísio Jobim, em Manaus (AM), que deixou 56 detentos mortos.

A entidade afirma que a responsabilidade pela situação dos presos é sempre das autoridades. "Pessoas que estão detidas estão sob a custódia do Estado e, portanto, as autoridades relevantes carregam a responsabilidade sobre o que ocorre com elas", disse em comunicado.

De acordo com a ONU, essa investigação deve levar "os responsáveis à Justiça", mas que apenas punir os que cometeram os atos não seria suficiente. "Estados precisam garantir que as condições de detenção sejam compatíveis com a proibição da tortura e um tratamento degradante, cruel e desumano", aponta.



Proibição de entrada de Obama e muçulmanos a loja causa indignação nos EUA

Proibição de entrada de Obama e muçulmanos a loja causa indignação nos EUA
 Proibição de entrada de Obama e muçulmanos a loja causa indignação nos EUA
(Arquivo) O presidente americano, Barack Obama, na Casa 
Branca, em Washington D.C., no dia 15 de julho de 2016 - 
AFP/Arquivos

AFP  03.01.17 - 20h39

“Obama e outros muçulmanos não são bem-vindos aqui”, diz o aviso na entrada de um mercado no sul dos Estados Unidos, que causou grande indignação em todo o país.

O dono da loja, situada na pequena cidade de Mayhill (estado do Novo México), já estaria colocando essas placas há quatro anos. Agora, chamou a atenção de um viajante, que alertou uma rede de televisão local.

Um ex-funcionário do estabelecimento disse à emissora KOB que seu antigo chefe já expulsou clientes que se mostraram ofendidos com a mensagem.

“Isso já tem um bom tempo”, contou Marlon McWilliams.
“Se você entra e se ofende, não pode entrar de novo. Já proibiu a entrada de muita gente”, completou.

McWilliams explicou que o dono do mercado dessa cidade chegou a vender cartazes contra o presidente Obama e contra outras figuras públicas.
Um deles dizia “Matem Obama” em letras garrafais e com a palavra “care” em tamanho menor logo abaixo.

“Obamacare” é o nome que recebe a reforma de Saúde promulgada por Obama, que deu cobertura médica a 20 milhões de americanos e que foi fortemente criticada pelo presidente eleito Donald Trump.

Essas mensagens polêmicas foram criticadas nas redes sociais, com muitos cidadãos, convocando um boicote à loja. Outros defenderam o direito à liberdade de expressão do dono desse comércio.

O dono da loja, que agora está à venda, não pôde ser contactado para dar sua versão.

Consultados pela AFP, funcionários de um hotel e de um café próximos preferiram não comentar o assunto.

O CAIR, uma organização de defesa dos muçulmanos nos Estados Unidos, pediu ao dono do estabelecimento que retirasse as placas.

“Embora todos tenham o direito pela Primeira Emenda [da Constituição] à liberdade de expressão, mesmo que seja ofensivo, exortamos ao dono que retire as placas pela decência comum e a unidade da nossa nação em um momento de divisões crescentes”, afirmou o porta-voz do CAIR, Ibrahim Hooper.




ATENÇÃO: Por que milhares de pessoas receberão salários sem trabalhar em 2017

ATENÇÃO: Por que milhares de pessoas receberão salários sem trabalhar em 2017
Governos de vários países vêm discutindo possibilidade de conceder rendimento básico a todos os cidadãos, estando eles empregados ou não; proposta de renda básica universal é cercada de polêmica.
Por BBC
03/01/2017 08h35  Atualizado há 18 horas
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Imagine ganhar um salário todo mês sem precisar trabalhar?

O sonho de muitas pessoas está para se tornar realidade em alguns países do mundo, que discutem implementar, cada um a seu modo, variações da chamada Renda Básica Universal (RBU).

Por esse sistema, cada cidadão recebe uma quantia fixa por mês determinada pelo Estado, independentemente de trabalhar ou não.

A Finlândia, por exemplo, começa a conduzir, neste mês, um programa piloto com 2 mil finlandeses pelo qual cada um deles vai ganhar 560 euros (R$ 1.918) mensais.

No Brasil, uma lei instituindo a 'renda básica de cidadania', de autoria do ex-senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi aprovada em 2004, mas nunca foi regulamentada.

Governos de vários países vêm discutindo a possibilidade de implementar uma renda básica para todos os cidadãos. Confira aqui algumas experiências ao redor do mundo.

América do Norte Canadá
A partir de março, a província de Ontário, no Canadá, dará início a um projeto piloto de renda mínima a todos os cidadãos, estando eles empregados ou não.

O custo do programa chega a US$ 18 milhões (R$ 58,6 milhões).
O país já havia sido palco de um dos maiores e mais ambiciosos experimentos de renda mínima na América do Norte, quando, em 1974, os 10 mil habitantes de uma pequena cidade agrícola chamada Dauphin receberam valores mensais sem contrapartidas.

O projeto não durou os quatro anos inicialmente planejados, mas a conclusão foi de que o resultado foi promissor.

Estados Unidos
Desde 1982, o Estado americano do Alasca paga a cada um de seus 700 mil habitantes uma espécie de RBU conhecida como Alaska Permanent Fund Dividend (Dividendo do Fundo Permanente do Alasca, em tradução livre).

O dinheiro vem dos rendimentos proporcionados por um fundo que investe os royalties do petróleo recebidos pelo Estado.
O valor varia a cada ano. Em 2016, foi de US$ 1.022 (R$ 3.320).

Europa Finlândia
O programa piloto para implantar uma renda mínima universal começa a ser testado a partir deste ano.

Em princípio, 2 mil finlandeses escolhidos aleatoriamente vão receber cada um 560 euros (R$ 1.918) mensais.

Considerado como o novo modelo de previdência social dos anos 2020, o rendimento básico será livre de impostos e substituiria, no futuro, todos os auxílios sociais atualmente oferecidos pelo Estado por um único benefício, distribuído igualmente para todos.

O plano é testar o experimento neste ano e no próximo e fazer uma avaliação dos resultados em 2019.

O programa pioneiro ─ já que não existe, atualmente, nenhum sistema puro de renda mínima universal em nenhum lugar do mundo ─ tem o apoio de 70% da população finlandesa.

Alemanha
O Parlamento alemão concluiu que a RBU é "irrealizável" por um número de razões que inclui um provável aumento da imigração, a falta de viabilidade para financiá-lo e o fato de que os sistemas previdênciário e tributário do país teriam de ser reconfigurados.

Holanda
Assim como na Finlândia, a Holanda dá início neste mês a um experimento de dois anos pelo qual 300 moradores de Utrecht e de outras cidades próximas receberão de 900 euros (R$ 3.079) a 1,3 mil euros (R$ 4.447) por mês.

Desse grupo, 50 pessoas vão receber a renda básica sem qualquer tipo de regulamentação. Ou seja, se encontrarem um emprego ou obtiverem qualquer outra fonte de renda, poderão somar os dois rendimentos.

O experimento chama-se Weten Wat Werkt ("Saber o que funciona", em tradução livre).

Suíça
Em junho do ano passado, eleitores suíços foram às urnas votar em um referendo sobre a implementação de uma renda mínima garantida a todos os habitantes do país, mesmo àqueles que não trabalhassem.

A proposta acabou rejeitada pela ampla maioria da população.
O projeto previa estabelecer o pagamento de um salário de 2,5 mil francos suíços (cerca de R$ 9 mil) por adulto e 625 francos (R$ 2.350) por cada menor de 18 anos.

Índia 
O Banco Mundial estima que, devido à evolução da tecnologia, a automatização pode cortar 68% dos empregos na Índia.

Por causa disso, o Instituto Nacional de Finanças Públicas e Política do país está defendendo a ideia de implementar a RBU como um substituto do sistema de bem estar social, que muitos consideram ineficiente e acusam de beneficiar os mais ricos em vez dos mais pobres.

BrasilApesar de aprovada e sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2004, a lei que institui a 'renda básica de cidadania' nunca foi regularizada ─ um dos passos necessários para sua implementação.

Seu principal articulador foi o ex-senador e atual vereador Eduardo Suplicy (PT-SP). O petista dedicou boa parte de sua vida política ao projeto.

De acordo com a lei, todos os brasileiros e estrangeiros que moram há pelo menos cinco anos no Brasil devem receber um benefício monetário suficiente para atender às despesas mínimas com alimentação, educação e saúde.

Suplicy diz considerar que o programa Bolsa Família é um dos meios para alcançar tal objetivo.

A polêmicaO conceito de uma renda básica universal vem sendo tema de discussão entre filósofos, economistas e políticos durante séculos, sempre cercado de muita polêmica.

Um dos fundadores dos Estados Unidos, o economista britânico Thomas Paine, propôs ─ em um ensaio chamado Justiça Agrária, de 1797 ─ a tributação de grandes propriedades fundiárias, de modo que cada indivíduo recebesse uma "subvenção de capital" que lhe permitiria "fugir à indigência e exercer os direitos declarados universais".

Já em 1853 o filósofo francês François Huet defendia tais transferências de renda sem contrapartidas para todos os jovens adultos, que seriam financiadas por impostos sobre heranças e doações.

Mais recentemente, economistas de renome, como o americano Joseph Stiglitz e o francês Thomas Piketty, engrossaram o coro pela aprovação de uma renda mínima universal.

Os partidários do sistema garantem que o benefício reduziria a desigualdade, ajudaria os desempregados e quem se dedica a cuidar de familiares sem ser remunerados, e equilibraria o aumento da automatização do trabalho.

Por outro lado, seus críticos afirmam que o pagamento regular feito pelo Estado desencorajaria as pessoas a trabalhar e, assim, prejudicaria a economia, fomentando a pobreza.

Mas segundo um estudo publicado em 2011 por Evelyn L. Forget, professora de Economia da Universidade de Manitoba (Canadá), o pagamento de uma renda básica a todos os cidadãos de Dauphin, durante o experimento conduzido na década de 70, reduziu a pobreza e amenizou vários outros problemas socioeconômicos.

Paralelamente, em vários países do mundo, incluindo muitos latino-americanos, há movimentos que pressionam com mais ou menos sucesso para que os salários mínimos se tornem salários dignos.

"A criação do salário mínimo foi uma tentativa de criar um nível básico de ingresso", diz Linda Yueh, professora adjunta de Economia na London Business School, na Inglaterra.

"A renda básica universal e o salário mínimo digno são ideias similares, mas a renda básica vai mais longe pois trata de assegurar que todo mundo tenha um nível mínimo de rendimento para poder viver", acrescenta ela.


Tremor de magnitude de 4.7 assusta Vargem Grande, no Maranhão

Edição do dia 03/01/2017
03/01/2017 21h49 - Atualizado em 03/01/2017 21h49
Tremor de magnitude de 4.7 assusta Vargem Grande, no Maranhão
Foi o maior tremor no Brasil nos últimos seis anos. Em Teresina, abalo foi sentido em várias partes da cidade.

Um terremoto atingiu nesta terça-feira (3) partes dos estados do Maranhão e do Piauí. O tremor, o mais forte registrado no Brasil nos últimos seis anos, não causou danos, mas deixou a população assustada.
A tranquila Vargem Grande, no Norte do Maranhão, tremeu nesta terça-feira (3) cedo. Foi a 30 quilômetros da cidade o epicentro do terremoto de 4.7 na escala Richter.

Um pouco menor do que o tremor de 5.2 registrado em Mara Rosa, Goiás, em 2010.

A maioria dos 50 mil habitantes de Vargem Grande sentiu o terremoto, mas muitos nem imaginaram o que estava acontecendo.
O tremor foi sentido com mais força nas cidades do Norte e Leste do Maranhão. Em São Luís, a 80 quilômetros em linha reta do epicentro.
"Eu estava trabalhando, aí, de repente, a cadeira começou a mexer comigo. Aí eu pensei que estava ficando tonta. Quando eu olhei para o lado a impressora começou a balançar", conta uma jovem.

O terremoto foi sentido principalmente nos prédios.

"Balançou tudo mesmo. As cadeiras balançaram, o extintor ficou batendo na parede", confirmou a mulher.

Vários prédios foram esvaziados na área comercial de São Luís. Em um prédio, as pessoas foram todas para o saguão assustadas.

"Ficamos assustados. Melhor descer do que correr o risco. Vai que um prédio desses cai. Melhor está aqui embaixo", disse o rapaz.

No prédio do Tribunal de Contas do Estado, em que parte da estrutura é de ferro, a trepidação foi ainda maior. Os bombeiros e a Defesa Civil foram chamados.

"É uma estrutura metálica e, numa estrutura metálica, a vibração é bem maior", explicou o engenheiro da Defesa Civil Clóvis Silva.
No centro da cidade, também havia muita gente que deixou o local de trabalho assustada.

"A pessoa que está sentada, aí sai tudo tremendo sem saber da onde vem. Um prédio desse antigo, todo mundo saiu correndo"”, contou a funcionária pública Maria Angélica Carvalho.
No Piauí

Em Teresina, o tremor foi sentido em várias partes da cidade. Moradores de um prédio deixaram os apartamentos assustados.

"A gente não sabe o que fazer, essa é que é a realidade", disse o morador Belford Filho.

Um vídeo mostra algumas pessoas saindo do trabalho pouco depois do tremor. Até o prédio da Defesa Civil foi esvaziado. Muita gente ficou no meio da rua procurando entender o que estava acontecendo.

"A gente saiu correndo porque ficou com medo do prédio antigo, a gente ficou com medo de o prédio cair", diz o homem.

Por causa do tremor, os servidores públicos estaduais foram liberados do trabalho e muitas repartições públicas ficaram fechadas. O governo do estado recomendou que os prédios mais antigos e mais altos fiquem desocupados temporariamente até que eles passem por uma vistoria do Corpo de Bombeiros.

“A recomendação foi justamente de identificar possíveis danos e a possibilidade justamente de utilização da continuidade desses prédios”, disse o major José Veloso.

Os tremores considerados grandes, com magnitude acima de seis pontos na escala Richter, como os que ocorrem nos países andinos são gerados nas bordas das placas tectônicas, onde existe o acúmulo maior de energia e a liberação mais rápida dela.

No Brasil, os terremotos são de intensidade menor porque o país está bem no meio da placa tectônica sul-americana. A acumulação da energia sísmica é mais lenta e as falhas onde elas são liberadas são menores.

A Rede Sismográfica Brasileira registrou seis réplicas do tremor principal de na manhã desta terça.

“O que acontece posteriormente nos dias seguintes são alguns terremotos que a gente chama de réplica com magnitude geralmente menores. 

Muitas vezes até imperceptíveis, que a gente só consegue registrar é com as nossas estações”, explicou Marcelo Peres Rocha, professor do Observatório Sismológico da UnB.



Será verdade ou um Mito!? O Segundo Sol vai chegar? Novo planeta dá fôlego a teorias da conspiração, A Terra será DESTRUÍDA por um sistema solar desonroso em 2017, de acordo com a teoria da conspiração

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Será verdade ou um Mito!? O Segundo Sol vai chegar? Novo planeta dá fôlego a teorias da conspiração, A Terra será DESTRUÍDA por um sistema solar desonroso em 2017, de acordo com a teoria da conspiração
Dia do juízo final

O ano novo começou apenas recentemente, mas de acordo com esta teoria da conspiração você pôde querer fazer o a maioria dela quando você puder.

Nós relatado anteriormente em reivindicações de um novo mundo , conhecido como Planeta X ou Nibiru, pode estar em rota de colisão com a Terra.


Foi sugerido que a Terra poderia ser aniquilada por um grupo de planetas que se aproxima este ano
Bem de acordo com um homem, há um sistema solar inteiro que vai bater em nosso em 2017 e já tivemos os sinais de alerta.
Pesquisador cientista David Meade escreveu um livro inteiro sobre o fenômeno, chamado Planeta X - A chegada de 2017.

Enquanto muitos simplesmente se concentraram no misterioso Nibiru, de acordo com David há "sete corpos em órbita" voando seu caminho através do espaço em nossa direção.
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Aparentemente ninguém viu-o corretamente porque está aproximando em um ângulo impar, que o faça complicado escolher acima.
Alguns dos planetas escondidos neste sistema são maiores do que a Terra, alguns menores do que a lua, de acordo com David.

ENTENDA POR QUE CIENTISTAS ACHAM QUE HÁ UM NONO INQUILINO NO SISTEMA SOLAR

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Indícios de novo planeta foram anunciados por cientistas em janeiro, mas para alguns se trata de lendas antigas
Nibiru, Hercólubus, Segundo Sol, Nêmesis. Você com certeza já ouviu falar de pelo menos um destes termos astronômicos – nem que seja na música popular. 

Cássia Eller à parte, as teorias que envolvem tais nomes apresentam diferenças, mas combinam em um ponto: um corpo celeste se aproxima da Terra e causa transformações em nosso planeta. A tese foi bastante divulgada até 2012 (lembra do "fim do mundo"?), mas depois foi deixada de lado. Agora, ganhou novo fôlego com os indícios de um novo planeta em nosso Sistema Solar. Mas do que se trata?
"A Nasa esconde da gente"
Elizabeth Garcia tem 51 anos e trabalha em uma clínica de estética na região da avenida Paulista, em São Paulo. Em parte das horas vagas, se dedica a pesquisar sobre Nibiru (para ela, todos os termos se referem ao mesmo objeto) e divulgar na internet. 

A página do Facebook da qual é dona ("Nibiru – O Segundo Sol") começou como um arquivo pessoal para guardar supostas fotos do "Segundo Sol", mas agora tem quase 13 mil seguidores e quatro administradores.

Nos contatos preliminares com a reportagem, ela deixa logo claro: "não é lenda urbana, é fato". A certeza dela veio após uma dica da irmã sobre o assunto, observações em Itanhaém (SP) e pesquisas em supostos sites fechados pela Nasa. O argumento de Elizabeth, por sinal, passa pelo mesmo de toda teoria conspiratória e é parecido com os que acreditam na Terra Plana: "a Nasa esconde da gente", afirma ela ao UOL.

Elizabeth faz parte dos crédulos de que Nibiru (ou Segundo Sol) é uma estrela anã-marrom, um corpo celeste com pouco brilho, que se aproxima da Terra. A aproximação seria a responsável por mudanças climáticas e atividades da natureza, como terremotos. Para ela, é exatamente ele o suposto novo planeta apontado por cientistas.

http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1483379966387https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1483379973332
Arquivo pessoal
 

Foto tirada por Elizabeth mostra suposto "Segundo Sol" - para astrônomo consultado pelo UOL, não passa de um buraco entre as nuvens por onde a luz passa

"Nós achamos que é o planeta Nibiru, mas que eles estão tentando dar uma forma de divulgar para a gente isso", alega, para depois dizer que o corpo não deve colidir com a Terra, como antes alguns fanáticos apontavam. "Ele não vai colidir, vai fazer sua passagem pelo Sistema Solar e vai afetar todos os planetas. 

Teremos mais terremotos, vulcões, tsunamis, secas, inversões dos nossos polos. São coisas que já vêm acontecendo", diz, baseada em sua pesquisa particular na internet. 

De fato, a sua página vai além da simples discussão sobre Nibiru e divulga também qualquer dado relacionado a eventos da natureza na Terra. A comunidade é dinâmica: de acordo com Elizabeth, há gente de todas as idades e até quem aparece só para chamá-la de louca, mas também quem participa enviando imagens.

"Loucura total"
Mike Brown, o principal responsável pelo estudo recente que dá fortes indícios de um suposto novo planeta no nosso Sistema Solar, afirmou ao UOL, que a lenda de Nibiru e afins é "loucura total".

Quem vai na mesma linha é o astrônomo brasileiro Renato Las Casas, chefe de astronomia do Icex da UFMG (Instituto de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais).

"Este corpo, nessas condições, não existe. Acreditamos que o Sistema Solar atingiu um equilibro pelo menos para os grandes corpos. Um planeta causar uma grande perturbação, como maremotos e afins, não tem a mínima chance. 

A gente já estaria vendo esse planeta há muito tempo. Na ciência a gente nunca pode dizer que algo é impossível, mas têm algumas coisas que é viajar na maionese", opina ao UOL, também refutando a tese da Nasa esconder a informação.

Frederic J. Brown/AFP
 
Mike Brown, responsável pelo estudo do novo planeta, diz que 
lendas de Nibiru e afins são "loucura"

 Frederic J. Brown/AFP
"A Nasa esconder uma coisa como um corpo enorme perto da Terra é impossível. Não é só a Nasa que obtém essa informação, existem outras pessoas e instituições mundo afora. Mas poxa, o pessoal da Nasa também é gente, são humanos. Guardar um segredo desse? Impossível", afirma Las Casas.

O fato de Nibiru, nos moldes defendidos por alguns grupos, ser impossível para Las Casas não quer dizer, contudo, que outro corpo celeste grande não apareça. Para o astrônomo, é possível existir um planeta longínquo, mas não em rota de passagem pela Terra. O astrônomo da UFMG ainda deixa claro que a ciência estuda inúmeras possibilidades de fim do mundo, mas nenhuma envolvendo um corpo como o "Segundo Sol".

"Fim do mundo é quase certo. Vai ser daqui 4,5 bilhões de anos, quando o Sol virar uma estrela vermelha. Agora, o fim da humanidade, se não se espalhar por outros planetas, vai vir muito antes disso. A ciência cita umas 20 possibilidades para isso, sendo que algumas teriam origem astronômica. Uma delas pode ser a colisão de um grande corpo com nosso planeta. Não um outro planeta, mas talvez um grande asteroide", conta Las Casas.

Imaginário popular
Os dois astrônomos têm suas opiniões sobre o motivo da astronomia atrair tanto interesse e teorias diferentes, algumas delas conspiratórias. Para Mike Brown, é porque "faz parte da nossa vizinhança". Já Las Casas acredita que é porque o campo remete a "questões transcendentais" (de onde viemos? Para onde vamos?). Não à toa, alguns dos nomes citados no início do texto fazem parte da cultura popular.

A teoria do "Segundo Sol", eternizada na voz de Cássia Eller, faz menção ao nosso Sistema Solar ser binário, com o Sol ligado a uma outra estrela. Já Hercólubus está relacionado a um livro do ocultista V. M. Rabolú que prevê um corpo que estaria se aproximando da Terra e que foi o responsável por destruir Atlântida, a cidade perdida, há milhares de anos.

Nêmesis seria um objeto grande que atrairia cometas para a Terra e explicaria destruições em massa do nosso planeta, mas foi praticamente descartado após a sonda Wise, da Nasa, não achar nada do tipo. Nibiru, por sua vez, tem sua origem em supostos escritos dos sumérios traduzidos pelo arqueólogo Zecharia Sitchin que mostrariam uma interação de antigas civilizações com seres humanoides deste planeta, chamados "anunnaki".

Um dos poucos cientistas que defendeu a aproximação de um corpo celeste grande causador de transtornos na Terra foi o chileno Carlos Muñoz Ferrada, que ficou famoso por avisar sobre um terremoto no Chile que depois causaria milhares de mortes. Ele diz que seria um "planeta-cometa", por ter massa planetária e órbita de um cometa. A ciência, por enquanto, não conseguiu provar nenhuma dessas teorias. 

Postado por Atual ufologia do Brasil às 10:02