Mundo vai acabar no próximo dia 23 de setembro, diz
numerólogo britânico
Teórico diz que o planeta secreto Nibiru vai se chocar com a
Terra nesta data
Fonte: Correio Braziliense
Imagem: Ilustração
Se você tem planos para a semana que vem é melhor se
antecipar. É que, de acordo com o numerólogo britânico David Meade, o mundo vai
acabar (outra vez) no dia 23 de setembro.
O teórico diz que o planeta secreto
Nibiru - cuja existência a NASA nega - vai se chocar com a Terra nesta data.
Meade também acredita que a história descrita pela Bíblia para o fim do mundo
confirma os seus cálculos.
Conforme o numerólogo, a passagem está ligada à
"convergência do número 33", uma série de coincidências encontradas
pelo teórico que incluem o número.
Ao jornal britânico The Daily Star ele
afirmou que "o grande eclipse americano de 21 de agosto de 2017 foi um
precursor [do fim do mundo]".
Para o numerólogo, o eclipse que escureceu a
porção norte do planeta foi a concretização de um presságio do profeta Isaías
narrado no antigo testamento da Bíblia.
23 de setembro de 2017 é o 33º dia após o eclipse total do
Sol, o que David considera "uma profecia incrível e um sinal
assustador".
Ele ainda cita o capítulo 12 do livro do Apocalipse de São
João, em que "uma mulher vestida com o Sol, com a Lua sob seus pés e uma
coroa de doze estrelas sobre sua cabeça dará luz".
De acordo com David, como cumprimento da profecia, a Lua
aparecerá sob a constelação de Virgem, que representaria uma mulher virgem.
Sobre ela, estarão as doze estrelas: na verdade, as nove de constelação de Leão
mais os planetas Mercúrio, Vênus e Marte.
Vênus então pareceria dar luz a
Júpiter, o sinal do fim dos tempos, diz o numerólogo.
Nevou dois dias seguidos em praia da Itália, em Salento,
conforme previu profecia apocalíptica de profeta italiano, fato que
precederia o início do FIM DOS TEMPOS, de acordo com a profecia.
No século XVI, ele advertiu que dois dias consecutivos de
neve cairiam na estância de Salento na véspera do início do apocalipse. A
neve sempre foi uma raridade na região do sul da Itália, que é bem conhecida
pelo seu clima ameno. O “Nostradamus italiano” previu este fato com
quinhentos anos de antecedência.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
PARE o seu trabalho e vá gastar todas as suas
economias enquanto você pode, porque aparentemente o fim dos tempos está MUITO
próximo.
Os sinais de advertência de uma profecia com 500 anos
feita sobre a chegada do apocalipse estão começando a se revelar, provocando
medo e angústia entre os teóricos da conspiração e os supersticiosos do que
estamos todos condenados.
O estudioso, astrólogo, filósofo ocultista italiano Matteo Tafuri – que
viveu de 1492 a 1582 – era uma das personalidades das mais veneradas da
região da Apulia, na Itália.
No século XVI, ele advertiu que dois dias consecutivos de
neve cairiam na estância de Salento na véspera do início do apocalipse. A
neve sempre foi uma raridade na região do sul da Itália, que é bem conhecida
pelo seu clima ameno. O “Nostradamus italiano” previu:
““Salento di palme e mite scirocco, Salento nevoso ma mai
dopo il tocco. Due giorni di neve due lampi nel cielo, il Mondo finisce lo so
non lo anelo” – Tradução: Salento, de palmeiras e vento sul moderado. Dois dias
de neve, dois relâmpagos no céu. Eu sei que o mundo acaba, mas não anseio por
isto”
Salento no sul da Itália foi inusitadamente coberta de neve,
pela primeira vez na história, fato em linha com uma previsão perturbadora feita
séculos atrás.
Enquanto falamos, um padrão incomum de tempestades de neve
absurdas está varrendo atualmente a região. Quinhentos anos atrás, Matteo
Tafuri, mais conhecido como Nostradamus italiano, lançou uma profecia
apocalíptica prevendo que o fim dos Tempos se aproximaria quando nevasse dois
dias seguidos na cidade de Salento (Itália). Pois isso aconteceu
agora em janeiro de 2017.
O Nostradamus italiano, que viveu entre 1492 e 1582, disse
que a queda de neve na praia seria um sinal de que o fim dos tempos estaria
muito próximo.
O balneário de Salento é conhecido pelo clima quente. E,
pela primeira vez na História, a cidade mediterrânea foi tomada pela neve por
dois dias seguidos, dias 8 e 9 de janeiro.
Registros da queda de neve na
cidade costeira foram postados em redes sociais da web.
Reprodução de imagem de Matteo Tafuri
De acordo com o site Inquisitr,
ele acredita que os “dois flashes” mencionados na profecia de Tafuri poderia
ser em referência a uma erupção de um supervulcão. No mês passado, os
cientistas advertiram que o supervulcão Campi Flegrei pode estar acordando e se
aproxima de um “estado crítico”, em um movimento que poderia causar a
destruição em sua região comparável a um grande impacto da queda de um
asteroide.
O supervulcão Campi Flegrei – ou “campos em chamas” em
italiano – é uma extensa área vulcânica, no oeste de Nápoles, na
Itália. Conhecido como um dos vulcões mais perigosos do mundo, ele estava
dormindo pelos últimos 500 anos.
Mas ao longo da última década, tem experimentado uma
“elevação”, o que sugere que os gases voláteis sob ele estão subindo para a
superfície em uma taxa de aceleração e podem causar uma erupção
catastrófica muito em breve.
“Até quando vocês, inexperientes, irão contentar-se com a
sua inexperiência? Vocês, zombadores, até quando terão prazer na zombaria?
E vocês, tolos, até quando desprezarão o conhecimento?” – Provérbios
1:22
ATENÇÃO: Milagre de 627 anos não se repete e indica catástrofe para
2017
Liquefação do sangue seco de São Januário acontece em três
datas por ano
Da Redação 22/12/2016
16:51:00Atualizado em 22/12/2016 17:58:35
Um milagre católico que se repete desde 1389 não se repetiu
em 2016 e pode prenunciar coisas ruins para o ano que vem.
O sangue seco
armazenado de São Januário se liquefaz em três datas anuais, incluindo 16 de
dezembro. Dessa vez, no entanto, na cerimônia que aconteceu na sexta-feira, o
milagre não aconteceu.
Papa durante liquefação do sangue de São Januário no ano
passado
(Foto: AFP)
Segundo O Globo, a tradição determina que quando a
liquefação não acontece está prenunciado um grande desastre. Isso aconteceu
poucas vezes nos últimos 627 anos.
Em uma delas, no ano de 1527, milhares
morreram vítimas da praga. Já em 1939, houve o começo da Segunda Guerra
Mundial.
Ao jornal "La Stampa", o monsenhor Vincenzo De
Gregorio, abade da Capela Real do Tesouro de São Januário em Nápoles, na
Itália, tentou minimizar o ocorrido. "Nós não devemos pensar em desastres
e calamidades. Nós somos homens de fé e devemos continuar rezando".
O milagre da liquefação acontece no sábado antes do primeiro
domingo de maio, como homenagem à Virgem Maria; em 19 de setembro, que é o dia
de São Januário; e no dia 16 de dezembro, referência à erupção do Monte Vesúvio
de 1631 - uma estátua do santo exposta para o vulcão teria ajudado a conter o
desastre.
São Januário foi um bispo que se opôs à perseguição romana e
foi condenado à morte por decapitação em 305, conta a tradição.
Ele teve o
corpo e a cabeça recolhidos por um senhor e uma mulher encheu um frasco com seu
sangue, que hoje segue guardado na relíquia.
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva levantou
a suspeita de que a força-tarefa da Operação Lava Jato colabore em caráter não
formalizado com o governo dos Estados Unidos.
“A revelação feita em audiência de que o Ministério Público
Federal estaria trabalhando junto com autoridades americanas parece não estar
de acordo com o tratado que o Brasil firmou em 2001 com os EUA que coloca o
Ministério da Justiça como autoridade central para tratar esse tipo de
questão”, disse à Folha Cristiano Zanin, advogado do petista.
“Além disso, não há nenhuma formalização nos processos de
que tivemos conhecimento até o momento.”
Em nota, o MPF afirmou que “o assunto em questão é sigiloso”
e que, portanto, não se manifestaria. Procurada, a Justiça não se pronunciou.
Zanin se referiu ao depoimento feito nesta segunda-feira
(22) por Eduardo Leite, ex-executivo da Camargo Corrêa.
O delator chegou a dizer que foi procurado pelo Departamento
de Justiça americano por intermédio de representantes da operação, mas voltou
atrás, após reação do procurador Diogo Castor de Mattos e do juiz Sergio Moro.
“Foi uma busca do governo americano através da força-tarefa
no qual [sic] fomos procurados para saber do interesse de haver partilhamento
ou de a gente participar de um processo lá”, afirmou Leite, inicialmente.
Zanin, então, perguntou se a Lava Jato havia intermediado o
contato. Mattos interrompeu, argumentando que perguntas sobre colaboração no
exterior haviam sido indeferidas em depoimento anterior, de Augusto Ribeiro de
Mendonça Neto, da Setal.
Moro, então, afirmou que “a outra testemunha disse que não
ia responder, que não se sentiu segura. A testemunha [Leite] está respondendo e
o defensor dela está aqui presente. Então, se tiver algum óbice, imagino que…”
O procurador voltou a protestar. O delator, por fim, afirmou
que “gostaria de consertar. Do procedimento, eu não tenho domínio, quem tem é
meu advogado. Eu entendo que deve ter havido uma comunicação”.
Pouco antes, Mendonça Neto afirmara que “não sabia se podia
responder” à indagação da defesa de Lula se ele firmou acordo de colaboração em
outro país, além do Brasil. Moro impediu o questionamento por conta de um
possível acordo de confidencialidade do delator.
“Não reconheço a soberania dos Estados Unidos no nosso país
nem na nossa Justiça”, interveio José Roberto Batochio, também advogado do
ex-presidente.
“Eu também não reconheço, doutor. Mas acontece que a gente
tem de se preocupar com os reflexos jurídicos para a testemunha. Certo?”,
respondeu o juiz.
Mais adiante, Mendonça Neto foi autorizado a responder se
viajou aos Estados Unidos, desde que não especificasse a finalidade.
“Fiz várias viagens”, afirmou, relatando que foram no ano
passado. “Fui talvez entre quatro ou cinco vezes.”
Publicado em 22 de out de 2016
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ALERTA, o Fim do Mundo! Leonardo DiCaprio como Líder Global com apoio de Obama, Francisco e ONU.
Possível levantamento do Anticristo descrito em Apocalipse.
Discurso ONU:
“Como ator eu represento para viver. Eu interpreto personagens fictícios que resolvem problemas fictícios. Eu acredito que a Humanidade tem olhado para as mudanças climáticas da mesma forma: como se fosse ficção, acontecendo no planeta dos outros, como se não fosse real ou, de alguma forma fosse passar.
Toda semana assistimos a evidências de que as mudanças climáticas estão aqui agora. Sabemos que os alagamentos estão se intensificando, nossos oceanos estão se aquecendo e ficando mais ácidos devido ao metano que emerge do fundo do mar. Assistimos a eventos climáticos extremos, aumento de temperaturas e o derretimento das calotas polares em níveis sem precedentes, décadas à frente das projeções.
Nada disso é retórica, e nada disso é histeria. Isso é fato. A comunidade científica sabe, a indústria e o governo sabem, até as Forças Armadas sabem disso. Vocês podem fazer História... ou serem vilipendiados por ela.
Para ser claro, não se trata apenas de falar para as pessoas mudarem as lâmpadas que usam ou testarem carros híbridos. O desastre tem crescido além das escolhas individuais. Agora isso tem a ver com nossas indústrias, e as decisões tomadas por governos ao redor do mundo, em ações de larga escala.
Eu não sou cientista, mas nem preciso ser. Porque a comunidade científica tem falado, nos deu prognósticos, e se não agirmos juntos, pereceremos.
Agora é nossa vez de agir.
Precisamos colocar uma etiqueta de preço nas emissões de carbono, e eliminar os subsídios do governo para carvão, gás e empresas de petróleo. Precisamos pôr fim à isenção que as indústrias poluidoras têm em nome da economia de mercado. Até a economia morrerá se nosso ecossistema entrar em colapso.
A boa notícia é que a energia renovável não é apenas possível, mas uma boa política econômica. Novas pesquisas mostram que até 2050, a energia limpa poderá fornecer 100% das necessidades mundiais e ainda criar milhões de empregos.
Resolver esta crise não é uma questão de política. É obrigação moral.
Só temos um planeta.
A Humanidade deve tornar-se responsável em grande escala pela a destruição gratuita de nossa casa. Proteger o nosso futuro neste planeta depende da evolução consciente de nossa espécie.
Esta é a mais urgente das vezes, e a mais urgente das mensagens.
Delegados, líderes mundiais, eu represento para viver. Mas vocês não. As pessoas se fizeram ouvir no domingo em todo o mundo e o impulso não vai parar. E agora é a vez de vocês, o tempo para responder ao maior desafio de nossa existência neste planeta ... é agora.
Peço-lhes que enfrentem isso com coragem. E honestidade. Obrigado”.
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