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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Moro é retratado como diabo no Bloco Pacotão, criado por jornalistas em Brasília


Moro é retratado como diabo no Bloco Pacotão, criado por jornalistas em Brasília

13/02/2018
 


Mais antigo bloco de carnaval de Brasília (criado em 1978), o tradicional Pacotão saiu pelas ruas de Brasília pela segunda e última vez neste carnaval de ano eleitoral.

 Nascido em plena ditadura militar, o bloco, que também desfilou no domingo (11), colocou em marcha toda a sua irreverência e acidez contra a classe política pelo 40º ano consecutivo. 
Como já era de se esperar, o presidente Michel Temer é um dos alvos principais da turma, que preparou uma marchinha oficial intitulada “O presidente despirocado” – obviamente, o peemedebista é o protagonista da peça (veja no vídeo abaixo).

Outra figura da política que não escapou da flecha satírica do grupo foi Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial de Temer e suplente de deputado pelo PMDB do Paraná. 

 Réu por carregar mala de dinheiro atribuído ao presidente, Rocha Loures já havia entrado para o folclore da política nacional depois de flagrado em plena corridinha de mala em punho, por uma rua de São Paulo, levando R$ 500 mil em dinheiro vivo. 
Para os investigadores, trata-se da primeira parcela de uma espécie de aposentadoria milionária para os peemedebistas pelos próximos anos. 
Da página policial para o acervo do Pacotão foi um pulo.
(…)
Além das menções a Temer e Rocha Loures, teve defensor de Lula que comparou o juiz Sérgio Moro, responsável pela condenação do petista, ao diabo; teve faixa acusando o “golpe sujo” do impeachment; teve recado/cobrança para o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg – não bastassem as notícias negativas para a sua gestão, que enfrenta desabamentos e ameaças de queda de estruturas urbanas e uma situação de caos na saúde pública.
(…)

História

O Bloco do Pacotão foi criado em Brasília na fase final da ditadura militar, em 1978, por um grupo de jornalistas descontentes com os rumos do país. 
Por meio da sátira política, o bloco foi concebido com a função de uma válvula de escape que, por meio do protesto inteligente, serviu como instrumento de resistência e protesto contra o Estado de exceção e o regime de arbítrio.

Na escolha do nome, nada mais óbvio que um motivo político: trata-se de uma crítica ao famigerado pacote de medidas que, formulado em 1977 pelo então presidente da República, general Ernesto Geisel, alterou regras eleitorais.

 O conjunto de mudanças ficou conhecido como Pacote de Abril.




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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Anotações encontradas pela PF mostram que Impeachment de Dilma foi golpe

Anotações encontradas pela PF mostram que Impeachment de Dilma foi golpe
06/02/2018
 

Via Época

Manuscritos foram recolhidos pela Polícia Federal na casa de Rodrigo Rocha Loures em Brasília

A Polícia Federal apreendeu um bloco de anotações durante a 

Operação Patmos, deflagrada em maio de 2017 como desdobramento da delação premiada do grupo J&F. 

A folha de abertura traz uma informação: em caso de perda, recompensa-se com R$ 200. 
A pessoa a ser procurada atende pelo nome de Rodrigo Rocha Loures,

o ex-assessor especial do presidente Michel Temer preso após ser flagrado recebendo propina do grupo empresarial comandado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista.

O bloco estava na casa de Rocha Loures em Brasília e passou a fazer parte do conjunto de documentos anexados às investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o presidente da República.

 Está recheado de anotações datadas de 2015 e 2016, quando Rocha Loures assessorava Temer na Vice-Presidência. 

São rasbiscos valiosos que ajudam a entender mais sobre a engrenagem que movimenta a capital do país. 

Há referências a nomeações de apadrinhados políticos, a verbas do Orçamento para satisfazer a base aliada, a reuniões com empresários, a números da economia. 

Um trecho em especial sugere uma estratégia pró-impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

 

São apontadas, em duas páginas, “ações” a serem realizadas. 

Não existe indicação de quem se encarregaria delas. 

Aparecem listadas, entre outras, ações como “Distribuir folhetos base” com os dizeres “Vamos ajudar deputado a decidir.

 Ele está indeciso”; “Trabalho 
junto aos prefeitos e doadores”; 

“Anúncio pago em jornal interior”; ou “Faixa na frente casa – 
Aqui tem um deputado indeciso => raio de 1 km da casa”.
Leia também: Gasolina aumenta de novo nessa terça, 6 de fevereiro
(…)
Fonte: https://falandoverdades.com.br/  

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Temer diz à PF que reagiria com “repulsa” qualquer oferta de propina

Temer diz à PF que reagiria com “repulsa” qualquer oferta de propina
19/01/2018
 


Michel Temer enviou ao Supremi Tribunal Federal as respostas a 50 perguntas feitas pela Polícia Federal no âmbito do inquérito que apura favorecimento à Rodrimar, empresa do setor de portos, por conta de um decreto assinado pelo presidente no ano passado.

Temer negou a maioria dos crimes aventados nas perguntas e quando questionado sobre oferta de vantagens indevidas em troca do decreto, respondeu:

 “Em tal hipótese, minha reação seria de enérgica repulsa, seguida da adoção de medidas cabíveis”, afirmou.

O presidente também demonstrou incômodo com algumas perguntas feitas pela PF, como a que  questionava se ele pediu que aliados recebessem recursos em seu nome.

“Reitero a agressividade, o desrespeito e, portanto, a impertinência, por seu caráter ofensivo, também dessa questão, tal como das anteriores”, criticou.

No caso JBS, Temer apareceu como beneficiário de recursos da empresa, recebidos por meio 
de Rodrigo Rocha Loures. 

O ex-parlamentar ficou conhecido como o “homem da mala” após ser flagrado pela PF retirando R$ 500 mil com executivo da JBS

Temer negou que também tenha usado Rocha Loures como interlocutor junto a empresas do ramo portuário, durante a época da edição do decreto.

O presidente admitiu que tem amizade de longa data com  José Yunes e com o Coronel Batista. 

Com o primeiro, reconheceu que fez alguns negócios imobiliários. 

Com o segundo, negou qualquer transação financeira.

As resposta de Temer, na íntegra, estão 
em anexo abaixo.



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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

PRESIDENTE NÃO ESPERAVA! Raquel Dodge Quer Ouvir Temer Sobre ‘Falcatrua’ Dos Portos

PRESIDENTE NÃO ESPERAVA! Raquel Dodge Quer Ouvir Temer Sobre ‘Falcatrua’ Dos Portos
Por Redação Click Política Última Atualização 2 out, 2017
 

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tomar o depoimento do presidente Michel Temer (PMDB) e de outras oito pessoas no inquérito que investiga o peemedebista pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na edição de um decreto que mudou as regras do sistema portuário.

Dodge quer que o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, autorize uma série de diligências referentes à investigação. 

Além de Temer, a procuradora-geral solicitou audiências para ouvir o subchefe de Assuntos Jurídicos da Presidência, Gustavo Rocha, o ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures, os amigos do presidente José Yunes e João Batista Lima Filho e outras quatro pessoas.

Dodge também pediu a verificação do registro de doações eleitorais feitas pela Rodrimar S.A. e por outras empresas do mesmo grupo econômico — ou seus respectivos sócios — para Temer, o PMDB nacional ou o PMDB do estado de São Paulo, pelo menos nas eleições de 2014 e 2016.

A procuradora-geral quer registros de entrada deste ano no Palácio do Planalto de cinco pessoas citadas na investigação. 

Ela pediu o compartilhamento do material apreendido em buscas e apreensões, em uma ação controlada e numa interceptação telefônica, que estão nas mãos do ministro Luiz Edson Fachin, do STF. 

Dodge quer ainda informações do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil referente à atualização da legislação portuária.

A nova chefe do Ministério Público Federal pediu 60 dias de prazo para concluir as investigações do inquérito. 

As suspeitas são de que Temer favoreceu a empresa de terminais portuários Rodrimar S/A ao emitir o decreto 9.048/2017, que modificou a regulamentação do setor. 

O dono e presidente da Rodrimar, Antônio Celso Grecco, e o executivo da empresa Ricardo Conrado Mesquita também são investigados.

O caso

As investigações da Polícia Federal na Operação Patmos flagraram conversas de Rocha Loures ao telefone em que ele articula com Mesquita sobre o decreto e conversa com integrantes do governo, incluindo o presidente, sobre o assunto. 

A empresa opera no Porto de Santos, tradicional área de influência política de Temer.

Em um telefonema a Gustavo do Vale Rocha, Rocha Loures tenta convencer o interlocutor sobre a necessidade de discutir uma medida que beneficiaria as empresas com concessões anteriores ao ano de 1993, a exemplo da Rodrimar, que tem um contrato nestas condições no Porto de Santos.

“Realmente é uma exposição muito grande para o presidente se a gente colocar isso… já conseguiram coisas demais nesse decreto”, advertiu Gustavo Rocha, que escutou de Rocha Loures que era importante ouvir os interessados.

Notório por ter sido flagrado pela PF após receber uma mala com 500.000 reais do diretor de relações institucionais da JBS e delator, Ricardo Saud, o ex-assessor presidencial também tratou com Temer sobre a medida. 

Poucos minutos depois, ligou para Ricardo Mesquita, diretor da Rodrimar, para atualizá-lo sobre a edição do Decreto dos Portos. 

“É isso aí, você é o pai da criança, entendeu?”, disse Mesquita a Rocha Loures.

O pedido de abertura de inquérito foi feito pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot. 

Para ele, há provas de que Rocha Loures “atuou para produção de ato normativo que beneficiara justamente a sociedade empresária, possivelmente ligada às figuras de ‘Ricardo’ e ‘Celso’, no caso a Rodrimar S.A., nas pessoas de Ricardo Conrado Mesquita, diretor, e Antônio Celso Grecco, sócio e presidente”.
(Com Reuters)


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Urgente! Fachin suspende processo e Temer está livre!

Urgente! Fachin suspende processo e Temer está livre!
11/08/2017
 Urgente! Fachin suspende processo e Temer está livre!

O ministro também desmembrou a denúncia apresentada pela PGR contra o presidente e o seu ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures por corrupção passiva

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu desmembrar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer e o ex-assessor especial do presidente Rodrigo Rocha Loures por corrupção passiva no caso JBS.

Conforme antecipado pelo Broadcast Político na semana passada, Fachin decidiu enviar a denúncia contra Loures para Justiça Federal do DF.

Fachin também oficializou que o inquérito, quanto a Michel Temer, ficará suspenso até fim do mandato do presidente, após a Câmara barrar o avanço da denúncia.

“A necessidade de prévia autorização da Câmara dos Deputados para processar o Presidente da República não se comunica ao corréu [Rocha Loures]”.

“Sendo assim, com base no art. 80 do Código de Processo Penal, determino o desmembramento do feito em relação a Rodrigo Santos da Rocha Loures, contra quem deverá prosseguir o feito nas instâncias ordinárias, tendo em vista não ser detentor de prerrogativa de foro perante este Supremo Tribunal Federal”, decidiu Edson Fachin.

Fachin tomou a decisão antes mesmo de a PGR se manifestar a respeito do assunto. 

Será a Justiça Federal do Distrito Federal que analisará a acusação ao ex-deputado federal, flagrado carregando mala de R$ 500 mil entregue por um executivo do frigorífico JBS.

“A Secretaria deverá, portanto, extrair cópia integral do presente feito, formando novo Inquérito, cujo polo passivo deverá ser integrado exclusivamente por Rodrigo Santos da Rocha Loures, com distribuição por dependência. 

Após, deverá baixá-lo à Justiça Federal de primeiro grau, Seção Judiciária do Distrito Federal, onde prosseguirá nos ulteriores termos”, decidiu Fachin.

O caso segue para o Distrito Federal porque é o local onde teria sido combinado o pagamento indevido entre Loures e o delator Wesley Batista, dono Grupo J&F. 

Havia a possibilidade de Fachin encaminhar à Justiça Federal de São Paulo, Estado onde Loures foi flagrado apanhando a mala.

A continuidade do processo na primeira instância, e o eventual julgamento criminal de Loures, poderá levar a uma situação delicada para a imagem de Michel Temer, a despeito da blindagem temporária conferida pela Câmara dos Deputados enquanto for presidente da República. 

Isso porque, de acordo com a Procuradoria-Geral da República, Loures agia em nome de Temer.

O advogado de Rodrigo Rocha Loures, Cezar Bitencourt, disse ao Broadcast Político na semana passada que o desmembramento feriria a lei e que iria sustentar isto perante o STF.

A reportagem ainda não conseguiu falar com o advogado nesta tarde para saber se ele vai recorrer da decisão monocrática do ministro Fachin.

Rodrigo Rocha Loures foi preso no dia 3 de junho, em Brasília, por decisão do ministro Edson Fachin, a pedido da PGR, dias após ser destituído do cargo de deputado federal perder a prerrogativa de foro no Supremo.

Ele e o presidente Michel Temer foram acusados de corrupção passiva. 

Para a Procuradoria, Loures recebeu os R$ 500 mil da JBS em nome do ex-presidente. Ambos negam as acusações.

Por Breno Pires, do Estadão Conteúdo

access_time10 ago 2017, 16h24 – Publicado em 10 ago 2017, 16h21

Fonte:Exame


domingo, 9 de julho de 2017

URGENTE: Fachin revela ameaças de morte após delações e toma precauções para não ser assassinado; CONFIRA!

URGENTE: Fachin revela ameaças de morte após delações e toma precauções para não ser assassinado; CONFIRA!
9 de julho de 2017
 

Relator da Lava no Supremo Tribunal Federal no lugar de Teori Zavascki, morto num acidente aéreo até hoje não esclarecido, o ministro Edson Fachin recebeu ameaças de morte e mudou seus hábitos; 

segundo o jornalista Maurício Lima, ele recebeu uma mensagem com palavras ameaçadoras e encaminhou o caso à segurança do STF; 

ele diz ainda que, desde que Fachin se tornou relator da Lava-Jato, ele passou a se preservar, comendo em casa e evitando lugares públicos; 

Fachin foi o responsável pela fase mais explosiva da Lava Jato, com a prisão de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor de Michel Temer, e de parentes do senador Aécio Neves (PSDB-MG)



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sábado, 1 de julho de 2017

JUIZ TUCANO: Decisões do STF fazem com que Moro ‘se complique’ em sentença que deve condenar Lula sem provas; ENTENDA!

JUIZ TUCANO: Decisões do STF fazem com que Moro ‘se complique’ em sentença que deve condenar Lula sem provas; ENTENDA!
1 de julho de 2017
 

A última semana de junho terminou com duas decisões surpreendentes do Supremo Tribunal Federal e sem a sentença que vinha sendo aguardada ansiosamente pela direita brasileira. 

De um lado, o homem da mala Rodrigo Rocha Loures foi solto pelo ministro Edson Fachin e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve seu mandato devolvido pelo ministro Marco Aurélio Mello. 

De outro, o juiz Sergio Moro fechou a semana sem soltar a sentença sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do “triplex do Guarujá”.

Embora os casos não sejam conexos, todos fazem parte da disputa política brasileira. 

Aécio, flagrado numa negociação de R$ 2 milhões em propinas, foi um dos principais responsáveis pela propagação do discurso de ódio no Brasil e vinha incentivando a condenação ou prisão de Lula. 

Loures, ex-assessor de Temer, foi filmado com o chamado “batom na cueca”, quando corria com uma mala com R$ 500 mil em propinas pelas ruas de São Paulo.

Contra os dois, existem provas devastadoras, segundo aponta editorial da Folha de S. Paulo deste sábado. No entanto, contra o ex-presidente Lula há bem mais convicções do que provas. 

E as evidências só existem em delações – insuficientes para uma condenação, segundo demonstrou o TRF-4 recentemente no caso Vaccari – extraídas após muita pressão psicológica.

Portanto, por mais que Moro venha a condenar Lula, essa eventual sentença só servirá para reforçar ainda mais a imagem de que, no Brasil, existem pessoas acima da lei – como Aécio e Rocha Loures – e outras abaixo da lei, como Lula. 

Ou seja: uma condenação, em vez de destruir Lula, deverá fortalecê-lo ainda mais, ao evidenciar a seletividade da Justiça brasileira.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Janot recorre e pede que STF decrete prisão de Aécio Neves e Rocha Loures

Janot recorre e pede que STF decrete prisão de Aécio Neves e Rocha Loures
Em recurso - agravo regimental -contra decisão do ministro Edson Fachin, procurador-geral da República sustenta que a prisão do senador e do deputado 'é imprescindível para a garantia da ordem pública e da instrução criminal, diante do fatos gravíssimos imputados aos congressistas e do flagrante por crime inafiançável'
Beatriz Bulla e Fabio Serapião / BRASÍLIA
22 Maio 2017 | 21h05
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O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recorreu da decisão do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que negou a prisão preventiva do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). 

Janot pede que o ministro reconsidere a decisão ou leve com urgência o caso para o plenário, com intuito de que os 11 ministros da Corte analisem a possibilidade de prisão dos parlamentares. 

Os dois já foram afastados do mandato por Fachin na última quinta-feira, quando foi deflagrada a Operação Patmos, com base nas revelações de empresários do grupo J&F em delação premiada.

Segundo Janot, a prisão preventiva é “imprescindível” para garantia da ordem pública e instrução criminal, diante de fatos gravíssimos que teriam sido cometidos pelos parlamentares. 

Aécio e Rocha Loures foram gravados por Joesley Batista em negociação de pagamento de propina pelo empresário. 

Depois, ambos foram alvos de ações controladas pela PGR. 
Um interlocutor de Aécio e o próprio Rocha Loures aparecem nas filmagens recebendo dinheiro em espécie.

Ao pedir a prisão dos parlamentares a Fachin, Janot apontou que a situação era “excepcional”: “No tocante às situações expostas neste recurso, a solução não há de ser diversa: a excepcionalidade dos fatos impõe medidas também excepcionais”.

Janot argumenta no recurso encaminhado ao STF que as gravações ambientais e interceptações telefônicas demonstram que Aécio e Loures “vêm adotando, constante e reiteradamente, estratégias de obstrução de investigações da Operação Lava Jato”. 

De acordo com a PGR, a prisão só não foi decretada no momento do flagrante do pagamento de propina para que os investigadores pudessem coletar provas ainda mais robustas contra os congressistas.

“Nesse sentido é importante destacar que a ação controlada requerida no bojo da Ação Cautelar 4315 não objetivou apenas monitorar o pagamento da propina destinada ao senador Aécio Neves, mas também os repasses de valores espúrios ajustados entre Joesley Batista, o presidente da República, Michel Temer, e o deputado Rodrigo Loures”, afirma Janot. 

Devido à influência e poder dos dois parlamentares, Janot considera que a liberdade dos dois pode gerar “uso espúrio do poder política” e “manter encontros indevidos em lugares inadequados”.

Ao determinar o afastamento de Aécio e Rocha Loures do mandato, sem autorizar a prisão, Fachin já havia indicado que eventual recurso seria encaminhado ao plenário do STF.

O Supremo Tribunal Federal já prendeu um congressista no exercício do mandato em decisão unânime da 2ª Turma do Tribunal, que decretou prisão do senador cassado Delcídio Amaral.



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BOMBA: Chips em dinheiro que foi entregue a Loures pode comprovar que ‘mala’ foi para Temer; CONFIRA!

BOMBA: Chips em dinheiro que foi entregue a Loures pode comprovar que ‘mala’ foi para Temer; CONFIRA!
21 de maio de 2017
 

“Um dos grande temores de auxiliares de Michel Temer é que os chips na mala de dinheiro entregue a Rodrigo Rocha Loures ou o uso das notas marcadas em meio à propina compliquem a situação do presidente”, diz o colunista Lauro Jardim neste domingo, 21, sobre a mala com R$ 500 mil entregue pela JBS com destino a Michel Temer.

“Embora Temer siga dizendo que não recebeu propina alguma, assessores do Palácio do Planalto temem que a Polícia Federal consiga identificar que, de alguma maneira, o dinheiro chegou até ele”, diz Jardim

Click Política



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