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sábado, 19 de janeiro de 2019

SERÁ O FIM? Bolsonaro Já Começa A Perder Força Nas Redes Sociais; CONFIRA!


SERÁ O FIM? Bolsonaro Já Começa A Perder Força Nas Redes Sociais; CONFIRA!

Por Portal Click Política Em 19 jan, 2019


Blog do Rovai

As redes políticas viveram um dia agitado ontem. 

Logo cedo o presidente capitão cuidou de tentar pautá-las divulgando uma lista das empresas e dos países que mais receberam empréstimos do BNDES nos governos Lula e Dilma como se fosse informação nova.

A lista apresentada já estava à disposição do respeitado público desde 2017. 

Depois veio uma nova delação de Palocci, agora com motoristas e dinheiro vivo. 

E via Jornal Nacional mais lenha na fogueira do caso Queiroz e família Bolsonaro, com depósitos no total de R$ 96 mil em um mês na conta do filho senador.

Além disso, teve a polêmica entre os deputados do PSL que foram à China e o guru da ultradireita, o astrólogo Olavo de Carvalho. 

Aliás, essa pinimba promete, porque o nível da lama só tende a subir.

E o que se pode tirar de tudo isso? 

Qual foi o resultado de tantas pautas disputadas a tapa por militantes do bolsonarismo e os que lhe fazem oposição?

O resultado é que em menos de um mês de governo as redes militantes do presidente capitão parecem estar em crise e perdendo aderência orgânica.

Ontem, em nenhum momento o assunto BNDES se tornou relevante, mesmo com todo o esforço da própria família. 

E na disputa do vazamento de Palocci e dos depósitos na conta de Flavinho, o segundo tema mobilizou muito mais gente.

Bolsonaro e sua turma parecem ter perdido boa parte da força de agendamento do debate.

 Agora estão tendo que correr atrás da pauta. 

E estão batendo cabeça e se dividindo em vários grupos distintos. 

Inclusive, porque uma parte dos ativistas digitais da nova extrema direita e das subcelebridades bolsonaristas não quer se sujar com o caso Queiroz.

Em comunicação, essa disputa de agendamento é conhecida como agenda “setting”. 

E desde sempre se sabe que na esfera pública do debate político quem fica refém do agendamento alheio passa a ter pouca margem de manobra.

É muito cedo para Bolsonaro estar perdendo força neste ringue, em especial nas redes sociais, que foram propulsoras de sua vitória.

Isso não significa que a partir de agora ele só vai descer ladeira abaixo ou que não possa reposicionar seu grupo. Mas o cristal trincou.

Ao solicitar ao STF foro privilegiado num dia e ser acusado em pleno Jornal Nacional no dia seguinte de ter recebido 96 depósitos em um mês, Flávio Bolsonaro se torna altamente tóxico para o grupo. 

E para todo o discurso que levou o capitão presidente à vitória.

O que acontecerá com Sérgio Moro se continuar a fazer cara de pastel quando lhe perguntarem do assunto? 

E Onyx Lorenzoni vai convencer quem quando falar de combate à corrupção? 

E aquele tiozão que colocou a camisa do mito, o que vai dizer na reunião de família quando alguém tirar da cartola a palavra mágica Queiroz? 

Vai fazer como o Roger Moreira e dizer que o problema não é a corrupção, mas o comunismo?

Essa perda do discurso central por parte da militância do presidente capitão tende a deixar as coisas cada vez mais difíceis. 

Desde anteontem já havia sinais de crise nas redes governistas. 

Ontem, esses sinais ficaram muito mais fortes.

 Se a sangria não for estancada rapidamente, Bolsonaro pode viver um início de governo parecido com o de Dilma em 2015, o que o colocará numa posição muito difícil pelo tanto de expectativa que criou.

Como se sabe as ondas vem e vão e hoje a família deve estar bem preocupada com os resultados de monitoramento de redes que devem ter recebido. 

O mito pode estar começando a virar de fato palmito.


 Jornal Nacional: Coaf aponta que Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos suspeitos
Publicado em 19 de jan de 2019

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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

JUIZ PERDEU A VERGONHA? Palocci É Obrigado A Mentir E Cai No Ridículo; ENTENDA!

JUIZ PERDEU A VERGONHA? Palocci É Obrigado A Mentir E Cai No Ridículo; ENTENDA!
Por Redação Click Política Última Atualização 7 set, 2017
 

O senador Roberto Requião do PMDB do Paraná, lamentou nas redes sociais que o juiz de Curitiba não se interessou em saber nada sobre bancos e a grande mídia nacional, mesmo com a insistência do delator Antonio Palocci, ex-ministro da fazenda no 
governo Lula.

O Senador lembrou, que Palocci alegou ao Ministério Público Federal, que tinha provas robustas contra empresas de comunicação e de bancos, mas o magistrado, segundo informações do líder político, disse ‘que não vinha ao caso’ e que o foco era o ex-presidente Lula, mesmo sem provas materiais. 

É uma espécie de falta de pudor, um magistrado receber uma proposta dessa e fazer ouvido de mercador, lamentou.

Agora analisando friamente, Palocci apavorado, pois foi ameaçado de permanecer preso por tempo indeterminado, teria ficado desesperado ao ponto de aceitar qualquer negócio até mesmo mentir de maneira acachapante.

Um fato que chamou a atenção de todos, foi uma declaração de Antonio Palocci, dizendo que o ex-presidente Lula, teria recebido um envelope no gabinete presidencial, com alguns documentos e o juiz de Curitiba insistiu em se tratar do dinheiro de propina pura e Palocci meio sem jeito, confirmou e deixou transparecer que era uma mentira deslavada.

Dois fatos nos chamaram a atenção: 

1º Palocci disse que não poderia provar e 2º O empresário Emídio Odebrecht, afirma que nunca havia tratado com Lula sobre dinheiro em seu gabinete no Palácio do Planalto e nem em outro local, fazendo juramento de dizer a verdade, tão somente a verdade, sob pena de ser processado e até preso, por obstrução de justiça ou crimes outros.

A pergunta do senador Roberto Requião é de extrema importância, pois coloca em xeque todo o ‘trabalho’ desenvolvido até hoje pela Força Tarefa da Lava Jato.

Fica patente que essa ‘operação’ está nas vísceras do jogo político e por isso querem apagar Lula da vida pública com interesses de manter no poder os poderosos sem escrupulosos que querem se perpetuar mergulhado no dinheiro público.

Esse juiz de Curitiba e esse Procurador Geral da República calçam 40 e estão acabando com a pouca credibilidade que ainda perdurava na Justiça Brasileira.

A população tem que reagir de maneira truculenta, para evitar que elementos como esses, no qual foram denunciados e envolvidos em escândalos, à exemplo da JBS e de recebimento de dinheiro de doleiros, inclusive de escritórios no exterior, como bem denunciou o nosso colega Nassif, sem passar pela Receita Federal.

Que autoridade moral têm esses homens da justiça e do Ministério Público para conduzir uma operação tão complexa como a Lava Jato?

Lula é a salvação desse país, não adianta tentar esconder e forjar notícias mentirosas, sem provas, na tentativa de mudar a cabeça do povo, pois não irão conseguir.

A frase que não quer calar na boca do povo: “Eleição sem Lula é fraude!’ e ponto.

Click Política
Matéria do Jornalista Gil Silva


domingo, 16 de julho de 2017

ATÉ QUE PONTO A MATÉRIA DA RECORD CONTRIBUIU? Foi positiva, pois denunciou a PGR e Moro que não querem Palocci que tem muito a dizer sobre a Globo; SAIBA!

ATÉ QUE PONTO A MATÉRIA DA RECORD CONTRIBUIU? Foi positiva, pois denunciou a PGR e Moro que não querem Palocci que tem muito a dizer sobre a Globo; SAIBA!
16 de julho de 2017
 Crise Financeira Mercado dep. Antonio Pallocci 
fotos de Luiz Xavier 08-07-09

A reportagem do programa Domingo Espetacular apresentado nesse domingo (16), além de denunciar absurdos da Globo contra o tesouro nacional, teve um ponto chave: 

A denúncia de que A PGR e o juiz Moro não querem ouvir o relato de Palocci com novas denúncias que podem trazer informações inéditas e graves contra o grupo Globo, que se mantém intocável.

Basta você perceber o fato de que a esposa de Palocci e os irmãos estão forçando o mesmo a contar o que seria novos fatos. 

É porque sem dúvida alguma, existem verdadeiros absurdos, afinal de contas, Palocci era ministro da Fazendo e se existe uma pessoa que sabe minuciosamente de transações suspeitas do grupo, essa pessoa é o próprio.

Cabe agora que a população brasileira cobre da PGR, do juiz Moro e do ministro Edson Fachin, providências urgentes para tirar isso a limpo.

Palocci quer falar e desesperadamente luta por uma delação premiada, que está lhe sendo negada.

A Operação Lava Jato não dizem que é séria e por que não ouvir o homem?

PORTAL CLICK POLÍTICA

Matéria do Jornalista Gil Silva



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AGRADEÇO A TODOS

domingo, 7 de maio de 2017

DECISÃO EM BLOCO: PT pedirá a liberdade do ‘presos políticos’ Dirceu, Palocci e Vaccari; SAIBA!

DECISÃO EM BLOCO: PT pedirá a liberdade do ‘presos políticos’ Dirceu, Palocci e Vaccari; SAIBA!
7 de maio de 2017
 

O PT de São Paulo decidiu, em congresso estadual, dar tratamento de preso político aos ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci, além do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

Aprovada por unanimidade pelos 999 delegados estaduais do PT, uma moção propõe que o partido exija a liberdade dos três.

“É um erro e faz o jogo do juiz [Sergio] Moro punir alguns petistas ‘culpados’ por delatores manipulados por procuradores, juízes e policiais quando os presos sabidamente não têm liberdade para se defender. O PT deve exigir a liberdade para o presos políticos José Dirceu,Vaccari e Palocci.

O texto, que foi apresentado pela chapa Unidade pela Reconstrução do PT, diz também que a “República de Curitiba” mantém dirigentes do PT presos há mais de ano, alguns sequer condenados no “regime de exceção” que se instala no país.

A moção será também submetida ao congresso nacional do PT, programado para os dias 1 e 2 de junho. Eleito presidente do PT de São Paulo horas depois da aprovação do texto, o ex-prefeito Luiz Marinho afirma que esta é uma moção “de carinho e de afeto”.E justifica: “O que queremos mostrar é todas arbitrariedades e a perseguição que o partido está sofrendo”.

Em seu discurso de agradecimento, Marinho informou que acompanhará o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem é amigo, em seu depoimento ao juiz Sergio Moro, marcado para quarta (10).

Na volta de Curitiba, avisou, visitará Dirceu, numa demonstração de que o PT “não esconde suas preferências”. Ao falar sobre o caso de Vaccari, o futuro presidente estadual do PT diz ainda que os tesoureiros dos demais partidos deveriam estar também presos.

“Não estamos pedindo que sejam complacentes com o PT, mas corretos”, alega Marinho. Em seus discurso, Marinho defendeu “revirar todos os cantos deste Estado para colocar em pé de guerra a militância para derrubar os tucanos, pé de guerra para derrotar o golpe”.

Presentes ao encontro estadual do PT, petistas criticaram Moro por exibir um vídeo recomendando que os apoiadores da Lava Jato desistam de ir a Curitiba nesta quarta-feira (10), data do julgamento de Lula. Para um dirigente do partido, Moro sabia que os militantes petistas estariam em maior número e, por isso, publicou um apelo nas redes sociais.

O ex-ministro Alexandre Padilha chamou a medida de inapropriada e ironizou: “Se ele gosta tanto de vídeos, deveria autorizar a veiculação do depoimento de Lula”.

Para o presidente estadual do PT-SP, Emídio de Souza, “Moro não tem que se comportar como chefe de torcida organizada dizendo quando tem que gritar e se calar”. “O campo dele deve ser nos autos e só”, acrescenta.

Agência Brasil – CLICK POLÍTICA.



sexta-feira, 5 de maio de 2017

PASSOU DOS LIMITES: Desesperado e querendo pegar o Lula, Moro toma decisão considerada absurda contra Palloci; SAIBA!

PASSOU DOS LIMITES: Desesperado e querendo pegar o Lula, Moro toma decisão considerada absurda contra Palloci; SAIBA!
5 de maio de 2017
 

O juiz federal Sérgio Moro determinou ampliação da quebra do sigilo telefônico do ex-ministro Antonio Palocci por um período de quase 13 anos. Inicialmente, Moro havia autorizado a quebra do sigilo no período entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2010.

Com a mudança, porém, o período em análise engloba a data de 1º de janeiro de 2005 até o dia 5 de abril deste ano.

Com a decisão, Moro ampliou a investigação para o período em que Palocci ocupou os cargos de ministro da Fazenda no primeiro governo Lula e da Casa Civil, no governo da presidente deposta Dilma Rousseff. A decisão alcança as linhas telefônicas pessoais e comerciais de Palocci, que é dono de uma empresa de consultoria.

O ex-ministro foi preso em setembro do ano passado, durante a 35ª fase da Lava jato, batizada de Omertà. Palocci responde a duas ações penais pela suspeita de ter recebido R$ 75 milhões em propinas originárias de contratos de afretamento de sondas pela Petrobras e que teriam sido repassadas pela Odebrecht.

Uma destas negociações incluiria um terreno no valor de R$ 12,5 milhões para o Instituto Lula e um apartamento vizinho à residência do ex-presidente em São Bernardo do Campo (SP).

O Ministério Público justificou a ampliação do prazo de quebra do sigilo telefônico de Palocci alegando ter encontrado uma mensagem de texto referente ao agendamento de uma reunião entre Palocci e o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht em maio de 2015.

“Considerando a necessidade de identificar os contatos telefônicos do investigado no período dos fatos, acolho o pedido do Ministério Público Federal e decreto a quebra do sigilo telefônico de Antonio Palocci Filho, no período compreendido entre 1.º de janeiro de 2005 a 5 de abril de 2017”, observou Moro em sua decisão. “Se for o caso, caberá à operadora disponibilizar somente os dados ainda armazenados”, completou.

Para o advogado José Roberto Batochio, a decisão de Moro “não encontra respaldo no ordenamento jurídico, nem na racionalidade, uma quebra de sigilo de dados telefônicos ou telemáticos que regride ad infinitum.’ 

“Dias virão em que se estenderá esse período até os bancos escolares do ensino elementar para que se saiba o que ocorreu com a borracha ou a caixa de lápis do infante escolar”, ironizou Batochio.

Click Politica com Brasil 247



quarta-feira, 3 de maio de 2017

Fachin submete soltura de Palloci ao STF e corte deve acabar com ‘tortura’ imposta por Moro na Lava Jato; CONFIRA!

Fachin submete soltura de Palloci ao STF e corte deve acabar com ‘tortura’ imposta por Moro na Lava Jato; CONFIRA!
3 de maio de 2017
 

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta quarta (3) habeas corpus ao petista Antonio Palocci e repassou a decisão ao plenário do tribunal.

Com isso, ele busca driblar a Segunda Turma do STF, na qual o relator tem sido voto vencido sobre soltar ou não presos preventivos da Lava Jato. O regimento do Supremo permite que ele tome essa decisão.

Não há previsão ainda sobre a data do julgamento do caso pelo plenário. Ao tirar o recurso do colegiado, Fachin joga a decisão para os 11 ministros, numa aposta de entendimento da maioria que seja contrário à soltura.

Na última semana, a Segunda Turma acatou pedidos de liberdade provisória de três presos da Lava Jato: do petista José Dirceu, do pecuarista José Carlos Bumlai e do ex-tesoureiro do PP João Carlos Genu.

O outro colegiado é formado pelos ministros Marco Aurélio Mello, Luiz Fux, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. O plenário conta ainda com o voto da presidente da corte, Cármen Lúcia.

O pedido de liberdade de Dirceu foi deferido por três ministros da Segunda Turma: Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Lewandowski. O decano Celso de Mello ficou ao lado de Fachin, contra o HC.

Em abril, Fachin já havia negado outro pedido de habeas corpus a Palocci, preso pela Lava Jato em Curitiba.

A nova petição foi feita na semana passada, depois das decisões sobre Bumlai e Genu.

O advogado José Roberto Batochio, que defende o Palocci, disse à reportagem que o Supremo precisa dar prioridade à situação de seu cliente, que é réu preso.

Batochio sempre negou que seu cliente estivesse interessado em fazer delação premiada.

A reportagem apurou que o petista chegou a se reunir com investigadores da Lava Jato para tratar do assunto.

Mas, apesar de ter abordado escritórios de advocacia especializados em colaboração, ele não chegou a constituir novos defensores. 

Com informações da Folhapress.




JUIZ DE CURITIBA CHORA: Batochio para Moro, ‘Acabou o terror penal’

JUIZ DE CURITIBA CHORA: Batochio para Moro, ‘Acabou o terror penal’
3 de maio de 2017
 

O advogado José Roberto Batochio, que defende o ex-presidente Lula e o ex-ministro Antonio Palocci na Operação Lava Jato, usa metáforas fortes para definir a decisão da 2ª turma do Supremo de libertar o também ex-ministro José Dirceu: “O Supremo fez chegar ao Brasil o 9 de Termidor da Revolução Francesa”, comemora. “É a Justiça pairando acima da turba ululante 
das ruas”.

O 9 de Termidor, que corresponde a 27 de junho de 1794 no calendário gregoriano, foi o fim do período do terror, o basta à guilhotina e o fim do seu principal símbolo, Robespierre, que acabou guilhotinado no dia seguinte.

Segundo Batochio, “a decisão do Supremo muda a situação do direito penal de terror no Brasil”. Nessa metáfora, o juiz Sergio Moro seria o Robespierre da Lava Jato.

A decisão não deve mudar todo o direito penal no país, que tem como fregueses habituais não apenas empresários e políticos, mas fere num grau inédito a Operação Lava Jato.

BENEFICIADOS

Lula e Palocci são os primeiros beneficiados por essa decisão, segundo analistas ouvidos pela Folha. Todos os presos da Lava Jato podem surfar na decisão do STF.

A delação de Palocci, por exemplo, deixa de ser um questão agonizante e desesperadora para o ex-ministro com a nova perspectiva de que o Supremo poderá revogar a sua prisão. Se Palocci decidir não delatar, os bancos serão os maiores beneficiados, já que ele prometia revelar práticas nada ortodoxas do sistema financeiro.

“Não é o fim da Lava Jato, mas é o fim das prisões preventivas. Essa decisão põe um freio muito forte nas prisões e na pressão para que haja mais delações”, diz Oscar Vilhena Vieira, diretor da escola de direito da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo e pesquisador do STF.

Na última semana, o Supremo já havia sinalizado que Dirceu iria para casa ao soltar o empresário Eike Batista, o ex-tesoureiro do PP João Carlos Genu e o pecuarista José Carlos Bumlai.

Segundo Vilhena, as investigações não vão acabar porque há uma quantidade nada desprezível de provas já reunidas, sobretudo as colhidas na megadelação da Odebrecht, mas a operação talvez não consiga chegar a dois setores que os procuradores consideravam estratégicos: os bancos e o Judiciário.

Advogado da ex-presidente Dilma Roussef (PT) e do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o advogado Alberto Toron classifica de “histórica” a decisão da 2ª turma do Supremo: “O STF resgata o seu papel de guardião da liberdade, remarcando a ilegalidade de se prender preventivamente como forma de punição antecipada”.

Toron discorda da avaliação, comum entre procuradores da operação, de que a Lava Jato passa a correr riscos com a decisão de libertar Dirceu. “É apenas uma soltura. Nada mais. É um alerta contra o uso abusivo da prisão preventiva. Admitir o contrário é acreditar que só se pode apurar prendendo o que escancara a ilegalidade. A Lava Jato seguirá firme e forte”.

Há também a possibilidade de que a libertação de Dirceu e todo o simbolismo que ela carrega sofra um revés a curtíssimo prazo.

Dirceu foi solto pela 2ª turma do Supremo porque havia sido condenado duas vezes pelo juiz Sergio Moro, mas em nenhum dos casos houve confirmação das sentenças em segunda instância. Uma decisão do Supremo determina que só condenados em segunda instância devem começar a 
cumprir a pena.

A primeira dessas condenações, a 23 anos e 3 meses de prisão, ocorreu em maio de 2016. O TRF (Tribunal Regional Federal) de Porto Alegre, que julga as apelações da Justiça de Curitiba, não demora mais do que um ano para julgar o recurso. Se essa regra perdurar no caso de Dirceu, ele pode voltar para a prisão ainda neste mês.

O tribunal de Porto Alegre não tem apenas confirmado as sentenças de Moro. Em alguns casos, como o do empresário Léo Pinheiro, o TRF aumentou a pena. A condenação original, de 16 anos, passou para 26 anos. 

Com informações da Folhapress.



quinta-feira, 27 de abril de 2017

URGENTE: Jornalista garante que Palloci vai delatar Globo, Band e vinte bancos e deve prolongar Lava Jato por mais um ano

URGENTE: Jornalista garante que Palloci vai delatar Globo, Band e vinte bancos e deve prolongar Lava Jato por 
mais um ano
27 de abril de 2017
 

Senador Requião, isso não é um vazamento!

O Conversa Afiada jamais mereceu um vazamento!

Não é como o detentor do troféu Conexões Tigre!

Portanto, o ansioso blogueiro não corre o risco de pegar uma cana por conta da lei contra os abusos de autoridade do Moro.

Isso aqui é uma informação sólida, concreta.

O Palocci, aquele do fala, Palocci, fala!, vai falar.
Como diz um colega de cadeia: cadeia não é pra qualquer um, não…

Cadeia é…!

Palocci é “um qualquer um” e vai cuspir os feijões.

E, como já tinha anunciado, vai entregar a Globo – a Dilma disse à diretoria da RecordTV que tinha sido o Palocci quem salvou a Globo com um dinheirinho 
do BNDES.

(A Globo é a favor da livre iniciativa… dos concorrentes…
Quá, quá, quá!

No best-seller “O Quarto Poder – uma outra história” se sabe que a Maria Sílvia, essa coveira do BNDES, chefiou uma delegação de “comunicadores” quebrados, a Globo à frente, para tentar tomar uma grana do BNDES.

O então presidente do banco, Carlos Lessa, no primeiro mandato do Lula, disse que só topava conversar se, como premissa, eles assinassem um documento em que se comprometiam a não demitir ninguém. Nunca mais voltaram lá.)

Uma nova informação dá conta de que o Palocci vai falar também da Bandeirantes e dos Saad que, já naquela altura, estavam mais para TV Manchete do que para Netflix…
Quá, quá, quá!

Palocci também está disposto a delatar vinte – VINTE! – bancos.
O ansioso blogueiro ainda não sabe se Palocci vai dar a lista dos que o consultavam quando mantinha uma consultoria ao mesmo tempo em que chefiava a Casa Civil da Dilma.

Deve ser gente tão gorda – ou magra, a depender dos exercícios físicos e das maratonas que faça… – que preferiu continuar na consultoria a ficar 
no Palácio!

O problema é saber se, diante dessa lista gorda, o Imparcial de Curitiba esteja ainda interessado na delação do Palocci.

Mas, sabe como é: o Palocci pode jurar que viu o Lula levar para casa o pote de ouro que fica no fim do arco-íris.

O risco é o Moro acreditar nele!

PHA



quinta-feira, 20 de abril de 2017

Palloci vai entregar bancos e grandes grupos de mídia

Palloci vai entregar bancos e grandes grupos de mídia
 20/04/2017
O Conversa Afiada reproduz reportagem de Cíntia Alves 
publicada pelo GGN de Luis Nassif:


Em depoimento diante do juiz Sergio Moro, nesta quinta (20), o ex-ministro Antonio Palocci negou que tenha recebido pagamento de vantagens indevidas em benefício próprio ou em nome do PT em troca de defender os interesses da Odebrecht nos governos Lula e Dilma. 

Por outro lado, em jogada com sua defesa, Palocci sinalizou que pode arrastar para a Lava Jato nomes de mercado financeiro e grandes empresas de comunicação que teriam pedido “grande montantes de recursos” no início do primeiro mandato de Lula. Isso para mostrar que não era apenas a Odebrecht que exercícia forte lobby na política.

Na rodada de perguntas feitas por seu advogado, Palocci foi confrontado sobre a existência de uma planilha onde constam valores que a Odebrecht diz que seram “provisões” destinadas ao financiamento de campanhas do PT. A planilha apresenta valores que Marcelo Odebrecht afirmou que foram repassados ao partido em troca de aprovações de dois projetos do interesse do grupo, pelo menos.

Palocci negou que tenha negociado propina com a empresa, mas admitiu que “tomou conhecimento” da história de “provisões da Odebrecht ao PT” ainda no governo Lula. Segundo ele, pouco antes da eleição de 2014, a Odebrecht fez chegar ao ex-presidente a informação de que havia, “além daquilo que havia sido comprometido na campanha [doação oficial], uma provisão em torno de R$ 200 milhões.”

“Lula me preocurou porque essa pessoa lhe falou que eu deveria saber disso. Ele estava surpreso, estranhando, achei ele irritado. Eu também fiquei muito surpreso com ‘previsão’. Eu disse que não sabia de nada. Fui atrás de Marcelo e disse que nunca tratamos com a empresa através de provisões”, disse Palocci.

Segundo o ex-ministro, “nesse momento, Marcelo tentou construir um entendimento comigo de que isso acontece, de que ele havia me falado que eles trabalham dessa maneira na empresa, fazendo provisões.” Palocci afirma que, sentindo-se desconfortável, pediu a Marcelo que esclarecesse a história com Emilio Odebrecht, que teria conhecimento de que a relação da Odebrecht com o PT se dava de maneira institucional. 

Depois, o petista afirmou que voltou a Lula e disse que resolveu o “mal entendido”.

“Passados dois meses, uma pessoa me procurou, numa conversa estranha, um empresário querendo saber de contribuição de campanha, ambientes eleitorais, como a gente lidava com isso. A pessoa é minha amiga, achei a conversa estranha. Ele foi inconveniente, mas não foi desrespeitoso. Ele percebeu que eu rechacei e ele parou o assunto. 

Eu só fui entender dois meses depois, quando um banqueiro me procurou e disse que estava ali mandatado por pessoa do governo, e queria dizer que vai cuidar das coisas de financiamento de campanha, provisões, usou a mesma palavra. 

Queria saber se eu poderia ajudar. Eu queria saber se a presidente Dilma sabia que ele estava ali. Ele disse que não, mas estava ali em nome de uma pessoa do primeiro escalão do governo”, comentou Palocci.

Nesse momento, começa o mistério. “Eu pediria para não declinar nomes nesse momento, mas em sigilo eu falo o que o senhor quiser. É que essa audiência é pública, mas fico à disposição para lhe dizer o que o senhor achar adequado”, disse Palocci. Moro, por outro lado, não demonstrou interesse.

“Essa pessoa me disse que iria cuidar dos recursos [ao PT]Eu disse tudo bem, mas não sabia como funcionava isso. 

Ele estranhou, achou que eu iria dar vários dados e informações. Eu disse que não tinha nada a informar. Ai ele entrou no assunto de provisões da Odebrecht, dizendo que se eu falasse, a gente poderia capitalizar esses recursos. Eu disse que ele estava mal informado.”

“Você é uma grande personalidade do meio financeiro, se procurar a Odebrecht, eles vão esclarecer isso com facilidade, não precisa de mim”, disse Palocci.

“Esse assunto deu muita cria, inclusive nos assuntos relacionados à Lava Jato. Só peço licença ao senhor para não declinar nomes, o senhor decide se lhe interessa ou não, e eu me prontifico a lhe falar tudo ou a quem o senhor determinar”, reforçou.

O advogado de Palocci, então, questionou uma declaração anterior, em que o ex-ministro disse que grandes empresas de comunicação também receberam atenção do governo, assim como a Odebrecht.

“Olhando o cenário de hoje, parece que todos os governos só trabalham em função da Odebrecht. O que eu procurei demonstrar é que o primeiro problema que tive quando sentei na cadeira de ministro da Fazenda foi o setor da construção civil.”

“O que isso tem a ver com Odebrecht?”, perguntou Moro. Ao que Palocci respondeu: “O governo muitas vezes salva empresas, em situações de emergência, usando o limite da lei.”

Palocci, nesse momento, denotou que o governo Lula recebeu de empresas de comunicação pedidos por “grandes montantes de recursos”.

No final da audiência, quando Moro abriu espaço para Palocci falar o que quisesse, o ex-ministro reiterou a declaração enigmática.

“Fico à sua disposição hoje e em outros momentos, porque todos os nomes e situações que eu optei por não falar aqui, por sensibilidade da informação, estão à sua disposição o dia que o senhor quiser. Se o senhor estiver com a agenda muito ocupada, a pessoa que o senhor determinar, eu imediatamente apresento todos esses fatos com nomes, endereços, operações realizadas e coisas que vão ser certamente do interesse da Lava Jato.”

E completou: “Acredito que posso dar um caminho, que talvez vá dar um ano de trabalho, mas é um trabalho que 
faz bem ao Brasil.”

ITALIANO
Palocci ainda apresentou a Moro duas provas de que ele não é o “italiano” que aparece em comunicações da Odebrecht. A primeira é uma mensagem em que Marcelo diz que não havia encontrado o italiano na diplomação de Dilma Rousseff. Palocci mostrou fotos suas no evento. 

O segundo indício é um e-mail de Marcelo Odebrecht para Alexadrino Alencar, onde este último diz: “Falei com Palocci e Palocci me disse que Itália e GM [Guido Mantega] estiveram com a presidente”. Palocci disse que a mensagem demonstra que Itália era uma terceira pessoa.

Confrontado por um e-mail que mostra que Branislav Kontic, seu ex-assessor parlamentar, teria agendado em 2009 uma reunião entre Marcelo e “italiano”, Palocci respondeu que poderia ter sido reunião com qualquer político. 

Várias vezes, disse, ele pediu a Marcelo para conversar com outras lideranças do PT, e o então assessor fazia a ponte.

Palocci também negou que tenha tratado de pagamentos no exterior com João Santana e Monica Moura, responsáveis pelas últimas campanhas do PT. Ele disse que quando recebia cobranças do casal, entrava em contrato com o tesoureiro do partido – José de Fillippi Jr ou João Vaccari Neto – para que ele resolvesse as questões.

CONTRIBUIÇÃO
“Eu nunca operei contribuições [para campanhas do PT], porque não era meu papel. Eu dizia aos empresários para atenderem os tesoureiros do partido”, disse Palocci. Ele também comentou que, nas poucas vezes em que buscou apoio financeiro para eleições, chegou a tratar desse assunto por telefone e deixava “claro” que queria “coisa com recibo”, ou seja, doação oficial.

REFIS DA CRISE
Palocci também falou sobre o chamado Refis da crise. Delatores da Odebrecht dizem que fizeram doações ao PT em contrapartida à aprovação desse projeto.

O ex-ministro explicou o contexto da aprovação do Refis e disse que ele não teve participação no episódio, pois tratava-se de tema do governo, ou seja, de competência de Guido Mantega.

Ele contou que o lobby da Odebrecht começou, na verdade, pela aprovação da Medida Provisória 460, que tratava de revogar um benefício que “foi dado no passado, 10% do IPI de exportações era dado como crédito para empresas. 

E todas as empresas estabeleceram uma tese jurídica de que isso não poderia ser extinto. Marcelo queria anular a anulação desse imposto.”

“Eu disse a ele [Marcelo Odebrecht] que eu não poderia jamais apoiar a MP porque eu era contra ela e, segundo, porque minha posição era decisiva para o processo. Porque na bancada do PT [na Câmara], em questões econômicas, eu era consultar às vezes em caráter decisivo. 

E o PT era um dos poucos partidos que se colocavam contra a medida, que envolvia R$ 100 bilhões. Eu disse que se fosse aprovada, eu trabalharia para ela ser vetada.”

No final, a MP foi “aprovada amplamente no Congresso e eu e Guido Mantega trabalhamos para ser vetado pela presidência”. Semanas depois, o Supremo Tribunal Federal “chamou o processo e decidiu que os valores retidos pelas empresas deveriam ser devolvidos e que esse crédito de exportações não existia mais. E aí no Refis da crise [foi sugerido], se propôs o parcelamento desses pagamentos. Eu não participei diretamente disso. Era coisa de governo.”

Segundo Palocci, Marcelo mandou e-mails para ele querendo discutir o Refis da crise. “Eu disse para ele que era uma questão muito tecnica, que ele deveria procurar o Ministério da Fazenda.”

O ex-ministro ainda disse que no caso do Refis, “ali não estava se fazendo bondade nenhuma. Só estavam decidindo a forma que as empresas deveriam pagar [pelo fim do crédito do IPI das exportações]. Se não, no fundo, ninguém iria pagar.”

“Há uma grande mudança no estilo e gestão da empresa até 2008, 2009, quando Marcelo Odebrecht assume. 

Antes, tinha a liderança que se pode ver na pessoa de Emílio Odebrecht uma atitude diferente em relação às suas agendas, a flexibilidade das posições. Isso mudou bastante. Antes tinha uma empresa com percepção de Brasil e mundo, e Marcelo já era um guerrilheiro das causas da empresa.”

Em tempo: para saber mais como a Globo quebrou, o que os credores achavam dos filhos do Roberto Marinho e como o Governo – os cidadãos brasileiros – salvou a Globo várias vezes ler o best-seller  



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

TRF corrige decisão de Sergio Moro que provocou tentativa de suicídio

JUSTIÇA              15/DEC/2016 ÀS 13:53
Sociólogo e assessor de Antonio Palocci que tentou se suicidar após decisão de Sergio Moro é solto. Desembargadores notaram falta de elementos para manter Branislav Kontic preso
Branislav Kontic Sergio Moro
Branislav Kontic tentou o suicídio após decisão de Sergio Moro

O sociólogo e assessor do ex-ministro Antonio Palocci foi solto nesta semana por ordem do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre. 
Branislav Kontic estava preso desde 26 de setembro, em decisão do juiz Sergio Moro.

Ao corrigir a decisão do juiz da Lava Jato, os desembargadores do TRF consideraram que não havia no caso de Kontic nenhum dos pressupostos necessários para a prisão preventiva, como risco de fuga, possibilidade de destruição de provas ou coação de testemunhas.

Segundo a força-tarefa da Lava Jato, o pecado de Branislav foi trocar mensagens com Marcelo Odebrecht, que tentava marcar reuniões com Palocci para, supostamente, discutir medidas do governo Lula que poderiam beneficiar a empresa.

Quando decretou a prisão de Palocci e Kontic, o juiz Moro disse que a prisão era “um remédio amargo”, mas necessário porque os dois teriam intermediado o pagamento ilícito no exterior “de milhões de dólares e reais para campanhas eleitorais”.

Suicídio
Branislav Kontic tentou se suicidar depois que o juiz da Lava Jato decidiu transformar a prisão temporária em preventiva. A Polícia Federal afirmou que o sociólogo ingeriu cerca de 40 comprimidos na carceragem.

À época da tentativa de suicídio, o ex-deputado Adriado Diogo (PT) se manifestou nas redes sociais, lamentando a ocorrência: “Meu grande amigo Brani, a pessoa mais honesta do mundo!”.

Roberto Batochio, advogado de Kontic e Palocci, comemorou a decisão do TRF. “É um dos primeiros passos para romper o bloqueio imposto pelo Moro.”

com Folhapress