Mostrando postagens com marcador iceberg. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador iceberg. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

FBI está por trás da Lava Jato , mostra Portal Jurídico

FBI está por trás da Lava Jato , mostra Portal Jurídico
07/02/2018
 

PUBLICADO NO Conjur.

Presente na operação desde seu início, o FBI se gaba da “lava jato” no mundo inteiro. 

Para o órgão do governo americano, a investigação sobre o desvio de dinheiro na Petrobras — que levou diversos empresários para a prisão e é tida como fator decisivo para o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff — é o melhor exemplo de cooperação internacional para combate à corrupção.

Os Estados Unidos enviaram uma agente com a missão de se aprofundar no caso já em 2014, mesmo antes de ele se tornar conhecido, a pedido de membros do Ministério Público que estiveram em reunião do grupo anticorrupção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris.

A “Convenção sobre o Combate à Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais” da OCDE, da qual o Brasil é signatário, prevê um mecanismo aberto de monitoramento ponto a ponto, ou seja, pelos órgãos de investigação dos países-membros. 

Em reuniões sazonais, representantes desses países trocam informações e impressões. 

Foi numa dessas que os brasileiros citaram a ponta do iceberg 

que vislumbravam e pediram apoio aos americanos.

Para isso, foi destacada a agente Leslie Backschies, fluente em português e especialista em combate à corrupção, atual líder da equipe internacional do FBI para a América Latina. 

E a troca de informações entre investigadores americanos e brasileiros sobre a petroleira e as empreiteiras começou — e segue em alta.

Reunidos em evento em São Paulo nesta semana, funcionários e ex-funcionários do FBI e do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) — 
equivalente ao Ministério Público — e advogados discutiram as origens e desdobramentos do caso que, hoje, já chegou a cerca de 50 nações. 

O evento foi organizado pelo escritório internacional CKR Law, que está se estabelecendo no Brasil, pelo Comitê Brasileiro da Câmara de Comércio Internacional e pelo Demarest Advogados.

Especialistas do departamento de Justiça dos EUA e do FBI tratam com certa naturalidade outro ponto criticado na “lava jato” desde o começo: 

o compartilhamento informal de informações e provas entre investigadores de diferentes países (como no caso apontado pela ConJur em que o procurador da República Deltan Dallagnol trouxe da Suíça informações sobre contas de investigados, de forma ilegal).

George “Ren” McEachern, que, até dezembro, liderava a equipe de combate à corrupção internacional do FBI, é claro em sua explicação: :

 “A troca de informações e dados é feita o tempo inteiro entre investigadores. 

Só quando essas informações precisam ser usadas em um processo é preciso validá-las, com um ‘MLAT’”.

 O “MLAT”, no caso, é o tratado entre países para troca de informações e provas na área criminal.

A melhor prática, diz, é a troca de inteligência entre os países, para saber exatamente o que é possível em um MLAT. 

Desde dezembro, McEachern passou a atuar na consultoria internacional Exiger, especializada em compliance, governança e risco.

“O compartilhamento informal [de informações] é essencial para adaptar investigações rapidamente”, diz Robert Appleton, ex-DOJ e atual advogado da CKR Law, especialista em crimes do colarinho branco. 

No caso de provas a serem usadas judicialmente, 
“o pedido de MLAT passa por um processo formal, cuidadosamente escrutinado, que depende de revisões muito profundas de ambos os governos envolvidos”.

Os pedidos oficiais de compartilhamento de provas têm outra utilidade, segundo os especialistas: 

serve para chamar a atenção do outro governo de que um crime envolvendo seu país está sendo investigado. 

Assim, quem recebe um pedido de cooperação na área criminal passa, quase que automaticamente, a investigar também aquele caso, tendo o pedido servido como catalisador.

E essas conexões entre investigadores de vários países não são difíceis de se fazer, explicam especialistas ouvidos pela ConJur. 

Como são poucas as pessoas especializadas em investigar a corrupção nos governos, bastam algumas ligações.

Na visão do governo americano, ele passou a ter uma espécie de jurisdição mundial para investigar casos de corrupção com base na Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) — lei de combate à corrupção no exterior.

 Trocando em miúdos, segundo a norma, qualquer um que tenha operado dólares ou com empresas americanas passa a responder também nos EUA se estiver envolvido em casos de corrupção.

“A princípio, eram problemas comerciais, empresas tiram outras do mercado usando corrupção. 

Mas passou a ser uma questão muito mais importante quando identificamos uma relação profunda do dinheiro da corrupção com o financiamento do terrorismo, por exemplo”, explica Appleton.

Prisões e delações
 
Outro ponto polêmico da operação “lava jato”, a quantidade de prisões e delações também é elogiada pelos americanos, ainda que o MPF e o juiz Sergio Moro, responsável pelo caso na primeira instância em Curitiba, neguem constantemente que as prisões são feitas para forçar delações.

As delações, nos EUA chamadas plea bargain, são ferramentas extremamente importantes na Justiça Criminal americana, diz Appleton, mas ele faz a ressalva de que a grande maioria dos casos investigados não caminha por falta de provas. 

“Não basta o delator acusar, ele precisa apresentar documentos, gravações, fatos. 

Por isso, às vezes, o melhor é ir com cuidado nos casos, pois a acusação só terá um tiro a disparar”, aconselha.

Hoje do outro lado do balcão, Appleton avalia que as empresas que buscam seu serviço muitas vezes acreditam que é questão de sorte tornarem-se alvos de investigação, mas garante que 
não é. 

Muitas vezes, diz, investigações correm por anos até que o investigado saiba. 

Por isso, o melhor é criar um programa efetivo, que, se não necessariamente evite 100% a prática de corrupção, consiga dar uma resposta rápida para os casos que aparecerem. 

Isso também porque a janela de oportunidade para fazer um acordo costuma ser rápida.


Doação para o Blog
 
Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE que a paz esteja
com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil 
Obrigado

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Iceberg do tamanho do DF finalmente se desprende da Antártida

Iceberg do tamanho do DF finalmente se desprende da Antártida
Fenda vinha aumentando de tamanho rapidamente nos últimos meses. Novo bloco de gelo mede 5,8 mil km² - mesma área 
de Brasília
Access_time12 jul 2017, 19h14
(NASA/Handout/REUTERS/Divulgação)

A plataforma de gelo gigante Larsen C, localizada na costa oeste da Antártida, está pelo menos 12% menor. Tudo por conta da perda de um anexo de peso: um iceberg de quase um trilhão de toneladas e com área semelhante a do Distrito Federal (cerca de 5,8 mil km²).

Estima-se que a separação tenha acontecido entre os dias 10 e 12 deste mês. Ela foi detectada pelo satélite “Aqua”, da Nasa, e veio a público por pesquisadores de universidades britânicas que integram o projeto Midas

Por ter conquistado a independência do continente gelado, o iceberg passará a ser chamado por seu nome próprio: A68.

O acontecimento já era aguardado há algum tempo pelos cientistas. Grupos de pesquisadores passaram os últimos anos monitorando a região, o que rendeu uma cobertura detalhada da situação do mais recente blocão de gelo – sobretudo nos últimos meses.

Presente desde 2014 no local, o projeto Midas notou em agosto do ano passadoque a fenda vinha aumentando de tamanho em alta velocidade. 

Em cinco meses, o buraco avançara 22 km. O ritmo se intensificou mais ainda ao final de 2016 – época em que a imagem que você vê acima foi feita. No mês de dezembro, o alargamento foi recorde: 18 km em apenas duas semanas.

Desde janeiro deste ano, anunciava-se que a falha poderia se romper, quebrando a qualquer momento os 350 metros de espessura da plataforma. 

Isso porque no começo de 2017 apenas 20 km de gelo seguravam o iceberg ao seu local de origem. A resistência ficou menor em junho, diminuindo para para 13 km, até chegar à marca dos 5 km no início de julho – e ceder de vez nesta semana.

Um comunicado da ESA, Agência Espacial Europeia, destaca que correntes marítimas podem levar fragmentos do iceberg à deriva no mar e atrapalhar o fluxo de barcos na Passagem de Drake, localizada ao norte das Ilhas Falkland. 

Além do problema local, a perda de novos blocos de gelo ao redor do continente pode, futuramente, permitir que geleiras internas se movam em direção ao mar.

Fonte: http://super.abril.com.br/


         Iceberg gigante se desprende na Antártica

               

Fonte: ELEFANTE LEGAL


Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.
AGRADEÇO A TODOS

domingo, 8 de janeiro de 2017

DENÚNCIA – Diplomata brasileiro diz que o Estado é sócio das facções: “Os parlamentares são comprados pelo crime”

DENÚNCIA – Diplomata brasileiro diz que o Estado é sócio das facções: “Os parlamentares são comprados pelo                                    crime”
08/01/2017
paulosergio

Após a morte de 87 detentos nos presídios do Amazonas e Roraima, Paulo Sérgio Pinheiro, diplomata, especialista em direitos humanos e chefe de uma comissão da ONU que investigou a guerra na Síria, disse:
“Há conluio do Estado brasileiro com as organizações criminosas”

Pinheiro destacou que “não há interesse por parte do atual governo, dos empresários e nem tão pouco dos parlamentares comprados por organizações criminosas em mudar essa situação”.

“O que aconteceu nas prisões é só a ponta do iceberg do tráfico de drogas, da lavagem de dinheiro e da impunidade generalizada em relação às organizações criminosas.”

O diplomata se mostrou assustado com a ‘banalização’ das execuções, principalmente por parte dos políticos:

“Somente em Manaus, decapitaram 30 pessoas e o governador alegou que essas pessoas não eram santos. 

Em Palmíria (na Síria) ocorreram 5 decapitações e o mundo ficou horrorizado”




sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Iceberg gigante ameaça se desprender da Antártida e gera preocupação

Iceberg gigante ameaça se desprender da Antártida e gera preocupação
BBC Brasil 20 horas atrás 06/01/2017
 Rachadura na plataforma de gelo Larsen C
© NASA Rachadura na plataforma de gelo Larsen C

Um gigantesco iceberg - que seria um dos dez maiores do mundo - pode se desprender a qualquer momento da Antártida, dizem cientistas.

Uma imensa rachadura na plataforma de gelo Larsen C cresceu de tal forma em dezembro que agora apenas 20 km de gelo impedem o imenso bloco de 5 mil km² (o equivalente a 500 mil campos de futebol ou à área do Distrito Federal) de se soltar.

A Larsen C é a maior plataforma de gelo no norte da Antártida. As plataformas de gelo são as porções da Antártida onde a camada de gelo está sobre o oceano e não sobre a terra.

Cientistas do País de Gales afirmam que o desprendimento do iceberg pode deixar toda a plataforma Larsen C vulnerável a uma ruptura futura.

A plataforma tem espessura de 350 m e está localizada na ponta do oeste da Antártida, impedindo a dissipação do gelo.

Os pesquisadores vêm acompanhando a rachadura na Larsen C por muitos anos. Recentemente, porém, eles passaram a observá-la mais atentamente por causa de colapsos das plataformas de gelo Larsen A, em 1995, e Larsen B, em 2002.

No ano passado, cientistas britânicos afirmaram que a rachadura na Larsen C estava aumentando rapidamente.

Mas, em dezembro, o ritmo avançou a patamares nunca antes vistos, avançando 18 km em duas semanas.

Dessa forma, segundo os pesquisadores, o que se tornará um gigantesco iceberg está por um triz de se soltar - apenas 20 km o prendem à plataforma.
Rachadura na plataforma de gelo Larsen C
© NASA Rachadura na plataforma de gelo Larsen C

"Se o iceberg não se desprender nos próximos meses, ficarei espantado", diz à BBC Adrian Luckman, da Universidade de Swansea, no País de Gales, responsável pela pesquisa.

"As imagens não são completamente visíveis, mas conseguimos usar um sistema para verificar a extensão do problema. O iceberg está a tal ponto de se soltar que considero que isso seja inevitável", acrescenta ele.

Luckman afirma que a área que deve se romper possui 5 mil km², o que resultaria num dos dez maiores icebergs já registrados no mundo.

Aquecimento global
Os cientistas dizem, no entanto, que o fenômeno é geográfico e não climático. A rachadura existe por décadas, mas cresceu durante um período específico.

Eles acreditam que o aquecimento global tenha antecipado a provável ruptura do iceberg, mas não têm evidências suficientes para embasar essa teoria.

No entanto, permanecem preocupados sobre o impacto do desprendimento desse iceberg do restante da plataforma de gelo, já que a ruptura da Larsen B em 2002 aconteceu de forma muito semelhante.
Larsen B
© SPL Larsen B

"Estamos convencidos, ao contrário de outros, de que o restante da plataforma de gelo ficará menos estável do que a atual", diz Luckman.

"Esperamos que nos próximos meses e anos aconteçam novas rupturas, e talvez um eventual colapso, mas isso é uma coisa muito difícil de prever".

"Nossos modelos indicam que a plataforma ficará menos estável, mas não que desmoronará imediatamente ou qualquer coisa do tipo", acrescenta.

Como vai flutuar no mar, o iceberg não vai aumentar o nível dos mares.

Mas novas rupturas na plataforma podem acabar dando origem a geleiras que se desprenderiam em direção ao oceano. Uma vez que esse gelo não seria flutuante, o nível dos mares seria afetado.

Segundo estimativas, se todo o gelo da Larsen C derreter, o nível dos mares aumentaria cerca de 10 cm.

Há poucas certezas absolutas, contudo, sobre uma mudança iminente no contorno da Antártida.

"As prováveis consequências podem ser o colapso da plataforma nos próximos anos ou décadas", prevê Luckman.

"Ainda que o impacto imediato não atinja os mares, trata-se de um grande evento geográfico que mudará a paisagem do continente gelado", acrescenta.