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sábado, 22 de maio de 2021

Governo Bolsonaro Recebe Alertas De Nova Onda Da Pandemia, E Área Técnica Da Saúde Teme Piora

SUED E PROSPERIDADE

21/05/2021

Governo Bolsonaro Recebe Alertas De Nova Onda Da Pandemia, E Área Técnica Da Saúde Teme Piora

Celeste Silveira 22 de maio de 2021 

Estados e municípios já sentem pressão sobre sistema de saúde, disse ministro.

Segundo a Folha, o governo federal vem recebendo alertas sobre a chegada de uma nova onda da pandemia de Covid-19 de secretários de estados e municípios.

Segundo gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) que participam das discussões, o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) afirma ter preocupação sobre o cenário da crise sanitária, mas publicamente minimiza o risco de alta no curto prazo.

Em documentos internos, a Saúde reconhece que é incerta a evolução da doença.

“Não estamos vislumbrando isso nesse momento. A maneira adequada de se evitar terceira onda é avançar na campanha de vacinação”, disse o ministro nesta sexta-feira (21).

Ele afirmou que alguns estados e municípios já notaram “pressão sobre o sistema de saúde”. “Isso se relete pela abertura que foi concedida nesses estados.”

Presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e secretário no Maranhão, Carlos Lula afirma que alertou Queiroga, nesta semana, sobre possível alta da doença.

Para Lula, o recrudescimento da pandemia pode ser superior aos anteriores. “A gente já parte de um patamar muito alto”, disse o secretário.

Segundo ele, o SUS não tem estoque suficiente de insumos essenciais, como kits de intubação, e está perto do limite da expansão de leitos.

Nesta sexta, o Brasil registrou 2.136 mortes pela doença e 77.598 novos casos, totalizando 446.527 óbitos e 15.976.156 pessoas infectadas durante a crise sanitária.

A média móvel de mortes ficou em 1.963 óbitos por dia nesta sexta, abaixo de 2.000 pelo 11º dia consecutivo. Há 120 dias a média está acima de mil óbitos diários.

A área técnica da pasta afirmou ao Ministério da Economia, no dia 13 de maio, que o “cenário da pandemia no Brasil é caracterizado pelo recrudescimento da doença”, ao defender que fossem mantidas as reduções de custos para importação de insumos e medicamentos para evitar desabastecimento.

Em abril, a Saúde disse à equipe do ministro Paulo Guedes (Economia) que a crise era grave e havia incertezas sobre a demanda futura por leitos e medicamentos.

O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), esteve com Queiroga, no fim de abril, para tratar de uma possível nova onda no estado, tido como bússola da evolução da doença no resto do país.

No dia seguinte, porém, ambos acompanharam o presidente Jair Bolsonaro em aglomeração em Manaus.

Em depoimento à CPI da Covid, em 6 de maio, Queiroga disse que o exemplo do Amazonas deve servir de alerta para evitar uma nova onda, “que pode ser muito perigosa para a nossa população”.

“Além de mostrar preocupação, é preciso tentar demonstrar proatividade para comprar mais vacinas. Solucionar a falta de kit intubação e evitar terceira onda no país”, disse Lula sobre a postura do ministério.

Para ele, a pasta perdeu o foco e está com as atenções voltadas à CPI.

Gestores do SUS temem, além da falta de insumos, que a rede de atendimento pública não dê conta da nova alta da pandemia.

Para o presidente do Conass, é pequena a margem para ampliar o número de leitos e já faltam profissionais de saúde disponíveis para o trabalho.

Além disso, há preocupação sobre a falta de insumos como seringas para as campanhas de imunização contra a Covid-19 e gripe.

Para Lula, a maior dúvida é quando a nova onda virá. Segundo ele, algumas regiões já sentem o recrudescimento da doença e pede maior discussão sobre o financiamento de leitos de UTI.

Uma das promessas do governo federal de nova arma contra a pandemia é a recém-lançada política de testagem com o uso do exame de antígeno, um modelo que entrega resultado em poucos minutos.

Queiroga promete testar mais de 25 milhões por mês, mas a Saúde só garantiu 3 milhões desses exames.

A pasta irá atrás, no curto prazo, de outros 14 milhões, que não têm data para serem distribuídos.

Segundo técnicos da Saúde, o ministério tem limitações orçamentárias para enfrentar a pandemia. A equipe de Queiroga precisa pedir recursos adicionais à Economia a cada nova grande iniciativa, compra de vacinas, custeio de leitos ou medicamentos de UTI.

Em abril, a Saúde pediu mais verba para formar um estoque de medicamentos usados na intubação de pacientes para 180 dias, mas a Economia questionou se a pandemia não iria arrefecer e entregou metade do valor.

A promessa da equipe econômica é liberar de forma célere os novos pedidos da Saúde, mas gestores do SUS apontam que o repasse a conta-gotas dificulta um planejamento mais duradouro.

Em resposta oficial, a Saúde disse em abril que conseguiu recursos para o “pior cenário” da pandemia nos três meses seguintes.

CONTINUA

TCU Vai Investigar Indícios De Fraudes Em Contratos Na Gestão Pazuello

Celeste Silveira 21 de maio de 2021

Foram revelados indícios de fraudes em contratos do Ministério da Saúde no Rio durante a gestão do general Eduardo Pazuello. 

O superintendente George Divério autorizou duas contratações sem licitação que somam quase R$ 30 milhões.

O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu processo para investigar irregularidades em contratos feitos pela superintendência do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro. Na terça-feira, 18, o Jornal Nacional revelou indícios de fraudes em contratos do Ministério da Saúde no Rio durante a gestão do general Eduardo Pazuello.

O subprocurador-geral Lucas Furtado diz que é “obrigatória atuação do Tribunal de Contas da União, a fim de que sejam apurados os fatos”.

Em novembro de 2020, com um intervalo de apenas dois dias, o coronel da reserva George Divério, nomeado por Pazuello para a Superintendência estadual do ministério no Rio, autorizou duas contratações sem licitação que somam quase R$ 30 milhões. Só para a reforma dos galpões na Zona Norte do Rio, quase R$ 9 milhões.

Também no mês de novembro, o coronel George Divério autorizou uma reforma completa na sede do Ministério da Saúde no Rio, por quase R$ 20 milhões, novamente sem licitação.

Segundo o Jornal Nacional, a empresa escolhida, sem licitação, para a obra de R$ 20 milhões fica numa esquina, em Magé, na Baixada Fluminense, numa área dominada pela milícia. 

“À primeira vista, parece uma empresa pequena para uma obra tão grande. Uma empresa bem pequena. Dois portões e uma casinha de um cômodo do lado de dentro”, diz o jornal.

Segundo representação no TCU, é evidente que obras de reforma de um galpão para “guardar arquivos” e de “reforma completa na sede do Ministério da Saúde no Rio” não se enquadram nas hipóteses permissivas de dispensa de licitação.

Também teve um terceiro contrato sem licitação, com mais de R$ 1,7 milhão para a mão de obra de apoio, como recepcionistas e carregadores fornecidos pela Vinil Engenharia.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Covid, pediu nesta quarta-feira (19) a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. 

O requerimento foi apresentado à CPI mas deve ser apreciado na próxima semana pelos senadores.

*Com informações do 247

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Senador destrói Pazuello e lista mentiras sobre falta de oxigênio em Manaus

SUED E PROSPARIDADE

20/05/2021

Senador destrói Pazuello e lista mentiras sobre falta de oxigênio em Manaus

19/05/2021

O Senador Eduardo Braga (MDB-AM) mostrou ao Brasil durante a CPI que a mentira foi usada como método pelo General Eduardo Pazuello, durante seu depoimento nessa quarta-feira (19).

 De acordo com o senador mais de 200 pessoas morreram por dia por falta de oxigênio nos hospitais de Manaus, na crise que ocorreu no início desse ano, Pazuello mentiu sobre os dados da falta de oxigênio.

Durante depoimento na CPI da Pandemia, o general Eduardo Pazuello, ex-Ministro da Saúde, disse informações falsas (ou seja mentiu) sobre a crise da falta de oxigênio na cidade de Manaus, capital do Amazonas.

De acordo com Pazuello, foram “apenas 3 dias” que faltou oxigênio, contudo a informação é mentirosa e foi duramente rebatida pelo Senador Eduardo Braga (MDB-AM), que deu os números reais e a dimensão da tragédia.

‘É só ver o número de mortos’, disse Eduardo Braga ao retrucar Pazuello.

A fala de Pazuello que gerou revolta entre os senadores e fez o Senador Eduardo Braga rebater de maneira contundente foi essa:

“Quando a gente observa os mapas, a gente vê que a White Martins [empresa fornecedora de oxigênio] começa a consumir seus estoques já no fim de dezembro. 

Então ela tem um consumo, uma demanda, e começa a entrar no negativo, e esse estoque vai se encerrar no dia 13 [de janeiro], quando acontece uma queda de 20% na demanda e no consumo do estado. 

No dia 15, já voltou a ser positivo o estoque de Manaus”, afirmou Pazuello.

Neste momento, Braga interrompeu para dizer que a informação passada pelo ministro estava errada.

“Informação errada, mentirosa. Não faltou oxigênio no Amazonas apenas 3 dias. Faltou oxigênio na cidade de Manaus por mais de 20 dias. É só ver o número de mortos. É só ver o desespero”, interveio o senador.

Além disso, o senador lembrou que a ajuda da Venezuela veio muito antes do que a do governo federal, que a Venezuela não tinha obrigação de ajudar os amazonenses e sim o governo Bolsonaro.

Veja o vídeo:

          CONTINUA

JN revela suspeita de corrupção em contratos milionários sob Pazuello

18/05/2021

Na véspera do depoimento do General do Exército e ex-Ministro da Saúde do governo Bolsonaro,Eduardo Pazuello,  a revelação bombástica que sob a gestão do militar, houve contratos suspeitos de corrupção, sem licitação com empresa sediada em área de milícia, uma verdadeira bomba às vésperas do depoimento do GENERAL.

O Jornal Nacional nessa terça-feira (18) trouxe uma denúncia bombástica contra o general Eduardo Pazuello, na véspera do seu depoimento na CPI da Pandemia. Indícios de fraudes em contratos do Ministério da Saúde no Rio durante a gestão do general.

Em longa reportagem, o Jornal Nacional apontou que militares escolheram empresas sem licitação para reformar prédios antigos durante e usaram a pandemia como justificativa para considerar as obras urgentes.

Em novembro de 2020, com um intervalo de apenas dois dias, o coronel da reserva George Divério, nomeado por Pazuello para a Superintendência estadual do ministério no Rio, autorizou duas contratações sem licitação que somam quase R$ 30 milhões. Só para a reforma dos galpões na Zona Norte do Rio, quase R$ 9 milhões.

“Procurando os contratos secretos, o Jornal Nacional encontrou indícios de fraudes numa obra ainda maior e bem mais cara. Também no mês de novembro, o coronel George Divério autorizou uma reforma completa na sede do Ministério da Saúde no Rio, por quase R$ 20 milhões, novamente sem licitação”, disse o Jornal Nacional.

De acordo com a reportagem, a empresa escolhida, sem licitação, para a obra de R$ 20 milhões fica numa esquina, em Magé, na Baixada Fluminense, numa área dominada pela milícia. “À primeira vista, parece uma empresa pequena para uma obra tão grande. Uma empresa bem pequena. Dois portões e uma casinha de um cômodo do lado de dentro”, diz o jornal.

Militares literalmente suspeitos de corrupção na gestão de Eduardo Pazuello.

Pazuello deve ir fardado amanhã de general para “intimidar” os Senadores que compõe a CPI, uma atitude de criminosos para não ser questionado, porém com a bomba com suspeitas de corrupção e fraudes em contratos em mais de 30 milhões, Pazuello está literalmente cercado.

ASSISTA:


terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Vídeo: Médico Denuncia A Prática De Eutanásia Em Manaus E Acusa Bolsonaro De Negligência

SUED E PROSPERIDADE

26/01/2020

Vídeo: Médico Denuncia A Prática De Eutanásia Em Manaus E Acusa Bolsonaro De Negligência

Celeste Silveira 26 de janeiro de 2021

O médico Mário Vaiana, presidente do Sindicato dos Médicos do estado do Amazonas, denunciou em um vídeo que viralizou nas redes social a prática de eutanásia em Manaus, que enfrenta uma grave crise sanitária.

“Estão praticando eutanásia em Manaus! Se isso não for o fim do mundo, eu não sei mais o que é o fim do mundo”, disse.

Emocionado ele completou: “eu quero aqui implorar ao presidente Bolsonaro para que ele faça alguma coisa, não é mais possível ver o governo Bolsonaro aturar essa situação”.

Assista


*Com informações do 247

CONTINUA

Bolsonaro Pagou R$ 162,00 Por Cada Lata De Leite Condensado

Celeste Silveira 26 de janeiro de 2021

Se ainda existe justiça no Brasil, chegou a hora de derrubar esse monstro que ocupa a cadeira da presidência.

Em mais detalhes sobre a polêmica compra de alimentos do governo federal em 2020, especificamente sobre o leite condensado, foram 7200 latas por dia, que custaram R$ 162 cada uma.

Numa busca detalhada sobre a compra do leite condensado pelo governo federal, tão falado nesta terça-feira (26) após a divulgação da lista da aquisição dos alimentos de 2020 pelos órgãos do Executivo federal, é possível identificar o valor unitário de cada lata: R$ 162.

Os mais de R$ 15 milhões gastos na compra do produto renderam nada menos do que cerca de 2,5 milhões de latas, ou seja, 7.200 latas por dia ao longo do ano passado. 

De acordo com as especificações da compra, o objetivo foi “cobrir despesa com aquisição de gênero alimentício para o aprovisionamento”.

A fornecedora do produto foi a empresa “Saúde & Vida Comercial de Alimentos Eireli”, de Brasília, que é classificada como Micro Empresa. 

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) informou pelo Twitter sobre seu endereço:

“O endereço da grande empresa que forneceu mais de -> 15 milhões de reais <- em leite condensado fica no subsolo de um pequeno prédio comercial no bairro residencial do Sudoeste, em Brasília. Aparentemente, não é uma sede grande responsável por compras em milhões”.

Outros gastos exorbitantes e cujas explicações são demandadas desde a divulgação da lista foram R$ 1 milhão em alfafa, R$ 2 milhões com chiclete e R$ 6,6 milhões com bombom, entre outros.

O PSOL pediu à PGR investigação sobre escândalo das compras. 

E o ex-presidenciável Ciro Gomes anunciou que irá à Justiça pedir explicações.


*Com informações do 247

Fonte: https://antropofagista.com.br/

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Há 9 Dias Bolsonaro Ignora Oferta De Aviões Dos EUA E ONU Para Oxigênio A Manaus

SUED E PROSPERIDADE

25/01/2021

Há 9 Dias Bolsonaro Ignora Oferta De Aviões Dos EUA E ONU Para Oxigênio A Manaus

Celeste Silveira 25 de janeiro de 2021

O Ministério da Saúde e o governo do Amazonas receberam nos dias 16 e 18 de janeiro as ofertas de três aeronaves, duas da ONU (Organização das Nações Unidas) e uma do governo dos Estados Unidos (EUA), para transportar de forma mais rápida oxigênio até o Amazonas. 

A autorização para a utilização destes aviões, que deveria ser dada pelo governo federal, segue sob análise, segundo apurou o UOL.

Manaus tem ligação por terra precária com o restante do Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a melhor solução na crise de desabastecimento de oxigênio no estado é o transporte aéreo. 

O sistema de saúde do Amazonas está em colapso desde 14 de janeiro, com UTIs superlotadas, falta de vagas em hospitais e falta de oxigênio na rede hospitalar.

O UOL teve acesso a uma troca de emails entre a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas e a representante do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no Brasil, Florence Bauer. Nela, os representantes do estado têm a confirmação de apoio logístico para o transporte de oxigênio com a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) por via aérea. Ambos os órgãos são ligados à ONU.

No email do dia 16 de janeiro, Bauer informa que dois cargueiros (Boeing 767 e Boeing 737) foram oferecidos ao Ministério da Saúde. “Espero que possa ser viabilizada rapidamente junto ao ministério”, afirma a representante do Unicef na mensagem.

A assessoria de comunicação do Ministério da Saúde informou que “a proposta está em análise no departamento de logística devido às peculiaridades técnicas”.

Deputado anunciou em rede social oferta dos EUA para fornecer aeronave

No dia 18 de janeiro, o deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM) publicou em suas redes sociais uma terceira oferta de ajuda para transportar oxigênio para o Amazonas. 

No Twitter, ele diz que o governo do Amazonas havia pedido à embaixada americana uma aeronave para levar o insumo e que “intercedeu junto ao Itamaraty para acelerar os trâmites”.

No mesmo dia, o deputado postou que a embaixada americana “já havia disponibilizado a aeronave para o transporte de oxigênio”. “Faltando apenas o Ministério da Saúde confirmar a necessidade da aeronave”, afirmou o parlamentar em sua rede social.

Nenhuma das aeronaves entrou no circuito logístico para socorrer os amazonenses.

Itamaraty não explica tempo de análise do caso

Procurado pelo UOL sobre a razão de a aeronave da embaixada americana não ter sido utilizada na logística do Amazonas, o Ministério da Saúde informou que, segundo a “assessoria internacional” da pasta, “as tratativas estão a cargo do MRE (Ministério das Relações Exteriores)”. 

A assessoria de comunicação do MRE foi questionada pela reportagem na quinta-feira (21), mas nenhuma resposta foi enviada até a publicação desta reportagem.

O governo estadual, por meio do coordenador da Unidade de Gestão Integrada, Thiago Paiva, confirmou que a solicitação da liberação do uso das aeronaves foi feita ao governo federal, que ainda não havia se manifestado. Paiva ainda destacou o caráter “fundamental” deste apoio no transporte aéreo de oxigênio.

O MPF (Ministério Público Federal) informou que recebeu denúncias que estão sendo analisadas, mas que prefere não se manifestar sobre o caso durante as investigações. 

Na semana passada, procuradores enviaram ao Ministério da Saúde questões sobre a atuação da pasta na crise de Manaus.

*Com informações do Uol

CONTINUA

Com O Rabo Entre As Pernas, “Mito” Comemora A Chegada De Insumos Da China Para Vacina Que Ontem Disse Que Não Prestava

Celeste Silveira 25 de janeiro de 2021

A volta do cão arrependido:

“- Embaixada da China nos informou, pela manhã, que a exportação dos 5400L de insumos para a vacina Coronavac, aprovada e já estão em vias de envio ao Bandeira do Brasil, chegando nos próximos dias – Agradeço a sensibilidade do Governo chinês” (Bolsonaro)

Isso é o que nós brasileiros temos sentado na cadeira da presidência da República.

Aquela vacina chinesa que, para Bolsonaro, não prestava, ficou no passado, agora, ele é chinês desde criancinha e, com certeza, o seu contratado, Augusto Nunes, ainda vai explicar o vigarista.

Bolsonaro, com esse foguetório, acredita que não será responsabilizado pela incompetência, pela irresponsabilidade, descaso e culpa pelos mais de 217 mil mortos. São vidas que ele, diuturnamente, vem banalizando.

Depois de roncar grosso, “da China nós não compraremos. É decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança suficiente para a população pela sua origem. Esse é o pensamento nosso”

Agora, o mansinho Bolsonaro se diz orgulhoso pelo “feito de seu governo” com a chegada que ainda não se sabe a data dos insumos da China para o Butantan.

*Da redação

Fonte: https://antropofagista.com.br/

sábado, 23 de janeiro de 2021

Bolsonaro Fez As Forças Armadas Virarem Chacota Perante A Opinião Pública

SUED E PROSPERIDADE

24/01/2020

Bolsonaro Fez As Forças Armadas Virarem Chacota Perante A Opinião Pública

Celeste Silveira 23 de janeiro de 2021 

Qualquer diagnóstico do caos em que o Brasil vive aponta como causa principal a incompetência dos militares do governo Bolsonaro.

Não precisa de argúcia intelectual para entender que houve um escambo entre Bolsonaro e os militares para o engajamento apaixonado dos representantes das Forças Armadas de seu governo.

Como bem disse Requião, Lula investiu nas Forças Armadas e Bolsonaro, nos generais.

Bolsonaro, que acumula longa trajetória de fazer política na base do corporativismo militar, sabia que uma coalizão empresarial-militar daria ao seu governo blindagem suficiente para segurar o repuxo dos escândalos ligados ao seu clã e a Queiroz.

Até aqui, pode-se dizer que sua estratégia funcionou. As acusações contra Flavio e o restante do esquema que ele representa como testa de ferro do pai estão congeladas no aparelho judiciário do Estado.

A questão é saber qual o preço que as Forças Armadas estão pagando.

Primeiro, porque não tem como separar os militares, todos incompetentes, do governo Bolsonaro, das Forças Armadas como quer a cúpula militar.

Segundo, porque a questão não é aonde esses militares incompetentes do estão, se na reserva ou ativa, mas de onde todos vieram.

Ou seja, se a obra demolidora de Bolsonaro é evidente, cada militar que ocupa uma pasta de seu ministério, representa um membro formado e saído do mesmo lugar que ele.

Assim, Bolsonaro fez as Forças Armadas se transformarem em chacota perante a opinião pública.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

Aras Pede Abertura De Inquérito Para Investigar Conduta De Pazuello Em Manaus

Celeste Silveira 23 de janeiro de 2021

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) a abertura de inquérito para apurar a conduta do ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, em relação ao colapso da saúde pública de Manaus (AM), que vive uma crise sem precedentes após aumento no número de casos de covid-19.

A solicitação ao STF cita o documento “Relatório parcial de ações – 6 a 16 de janeiro de 2021”, datado do dia 17 deste mês, no qual o ministro informa que sua pasta teve conhecimento da falta de oxigênio no dia 8, por meio da empresa White Martins, fornecedora do produto. 

O Ministério da Saúde iniciou a entrega de oxigênio apenas em 12 de janeiro, segundo as informações prestadas.

“Considerando que a possível intempestividade nas ações do representado, o qual tinha dever legal e possibilidade de agir para mitigar os resultados, pode caracterizar omissão passível de responsabilização cível, administrativa e/ou criminal, impõe-se o aprofundamento das investigações a fim de se obter elementos informativos robustos para a deflagração de eventual ação judicial”, afirmou o procurador-geral, no documento.

Com o novo grande surto de casos de coronavírus Sars-CoV-2, a demanda por oxigênio hospitalar em estabelecimentos públicos de saúde em Manaus superou na na semana passada a média diária de consumo em mais de onze vezes, agravando a situação nos hospitais —principalmente naqueles onde são atendidos pacientes com a doença.

Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, as empresas aumentaram a produção ao limite e buscam soluções de importação do insumo. 

A White Martins, principal fornecedora de oxigênio para o governo do Amazonas, informou que atua para viabilizar a importação do produto da Venezuela para suprir a demanda.

Ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, admitiu que Manaus vive um colapso no atendimento de saúde e disse que seis aeronaves levarão oxigênio.

“A procura por oxigênio na capital subiu seis vezes, então, já estamos aí em 75 mil metros cúbicos de demanda de ar na capital e 15 mil metros cúbicos no interior. 

Estamos já com a segunda aeronave entrando em circuito hoje, a C-130 Hércules, fazendo o deslocamento Guarulhos – Manaus, e a partir de amanhã entram mais duas e chegaremos a seis aeronaves, totalizando ai algo em torno de 30 mil metros cúbicos por dia, a partir de Guarulhos. Nessa ponte aérea, existem também os deslocamentos terrestres”, afirmou o ministro, na ocasião.

Diante da gravidade, o governo da Venezuela disponibilizou oxigênio para atender os hospitais do estado do Amazonas, que vive uma crise sem precedentes após aumento no número de casos de covid-19.

“Por instruções do presidente Nicolás Maduro, conversamos com o governador do estado do Amazonas, Wilson Lima, para disponibilizar imediatamente o oxigênio necessário para atender o contingente de saúde em Manaus.

 Solidariedade latino-americana acima de tudo!’, Jorge Arreaza, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, nas redes sociais.

Os vários caminhões com o produto chegaram ao Amazonas ao longo da semana.

*Com informações do Uol

Fonte: https://antropofagista.com.br/   

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Documentos comprovam: Governo Bolsonaro sabia da falta de oxigênio em Manaus, 10 dias antes

SUED E PROSPERIDADE

19/01/2020

Documentos comprovam: Governo Bolsonaro sabia da falta de oxigênio em Manaus, 10 dias antes

18/01/2021

Documentos da Advocacia Geral da União (AGU) comprovam que o governo Bolsonaro, tomou conhecimento da falta de oxigênio na cidade de Manaus, 10 dias antes do colapso que virou notícia e fato nacional. Com hospitais com pessoas morrendo de covid-19 sufocadas, por falta de oxigênio, o governo soube e nada fez.

Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), a Advocacia Geral da União (AGU) enviou ofício mostrando que o governo Bolsonaro tinha conhecimento que a cidade de Manaus, entraria em colapso por falta de oxigênio.

Porém advinhem o que aconteceu? O governo tomou conhecimento e nada fez a respeito.

De acordo com o documento, em reuniões realizadas entre o dia 3 e 4 de janeiro foi constatado que : “possibilidade iminente de colapso do sistema de saúde, em dez dias, o que pode provocar aumento da pressão sobre o sistema, entre o período de 11 a 15 de janeiro”, diz o documento.

O texto afirma também que “o Ministério da Saúde não havia sido informado da crítica situação do esvaziamento de estoque de oxigênio em Manaus, ciência que apenas se operou em 8 de janeiro, por meio de e-mail enviado pela empresa fabricante do produto”.

No assunto da mensagem, enviada pela White Martins, estava “o aumento do consumo dos gases medicinais durante a pandemia da Covid 19, sugestão de plano de contingência”, reporta o G1.

Poucos dias antes do colapso em Manaus, o governo Bolsonaro resolveu aumentar os impostos sobre a importação de cilindros de oxigênio.

O governo esteve dias antes do colapso, em Manaus, para lançar um aplicativo do Ministério da Saúde que receitava…. cloroquina e azitromicina contra o coronavírus, dois medicamentos sem comprovação de eficácia contra a doença.

CONTINUA

VÍDEO: Caminhões com oxigênio da Venezuela para Manaus entram no Brasil

18/01/2021

Estão chegando à Manaus, os primeiros caminhões com cilindros de oxigênio da Venezuela para a cidade de Manaus. Enquanto o presidente se esquiva de sua responsabilidade enquanto autoridade máxima do país, outros países ajudam a cidade de Manaus, que vive completo caos no sistema público de saúde e com falta de oxigênio.

Chegam a fronteira do Brasil com a Venezuela, os primeiros caminhões com cilindros de oxigênio da Venezuela para a cidade de Manaus-AM. 

Os caminhões saíram no último sábado (16) cidade de Puerto Ordaz, localizada a cerca de 1.500 quilômetros de Manaus.

Os caminhões estão carregados com 130.000 m3 de oxigênio e será fundamental para diminuir o colapso sanitário que o estado enfrenta. 

Com mortes de pessoas nos hospitais por falta de oxigênio, além dos leitos estarem completamente lotados.

De acordo com Procurador da República do Amazonas, alguém teria dado ordens à FAB (Força Aérea Brasileira), para interromper a entrega de oxigênio a cidade, na véspera  do colapso que chocou o Brasil, em que cenas de pessoas desesperadas por oxigênio nos hospitais, tomaram as redes sociais e os jornais de todo Brasil.

Alem do oxigênio a Venezuela também ajudará com 107 médicos formados por Universidade Venezuelana, esses médicos irão ajudar a cidade de Manaus, que encontra-se em verdadeiro caos de saúde.

Confira as imagens:


Fonte: https://falandoverdades.com.br/