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terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Vídeo: Médico Denuncia A Prática De Eutanásia Em Manaus E Acusa Bolsonaro De Negligência

SUED E PROSPERIDADE

26/01/2020

Vídeo: Médico Denuncia A Prática De Eutanásia Em Manaus E Acusa Bolsonaro De Negligência

Celeste Silveira 26 de janeiro de 2021

O médico Mário Vaiana, presidente do Sindicato dos Médicos do estado do Amazonas, denunciou em um vídeo que viralizou nas redes social a prática de eutanásia em Manaus, que enfrenta uma grave crise sanitária.

“Estão praticando eutanásia em Manaus! Se isso não for o fim do mundo, eu não sei mais o que é o fim do mundo”, disse.

Emocionado ele completou: “eu quero aqui implorar ao presidente Bolsonaro para que ele faça alguma coisa, não é mais possível ver o governo Bolsonaro aturar essa situação”.

Assista


*Com informações do 247

CONTINUA

Bolsonaro Pagou R$ 162,00 Por Cada Lata De Leite Condensado

Celeste Silveira 26 de janeiro de 2021

Se ainda existe justiça no Brasil, chegou a hora de derrubar esse monstro que ocupa a cadeira da presidência.

Em mais detalhes sobre a polêmica compra de alimentos do governo federal em 2020, especificamente sobre o leite condensado, foram 7200 latas por dia, que custaram R$ 162 cada uma.

Numa busca detalhada sobre a compra do leite condensado pelo governo federal, tão falado nesta terça-feira (26) após a divulgação da lista da aquisição dos alimentos de 2020 pelos órgãos do Executivo federal, é possível identificar o valor unitário de cada lata: R$ 162.

Os mais de R$ 15 milhões gastos na compra do produto renderam nada menos do que cerca de 2,5 milhões de latas, ou seja, 7.200 latas por dia ao longo do ano passado. 

De acordo com as especificações da compra, o objetivo foi “cobrir despesa com aquisição de gênero alimentício para o aprovisionamento”.

A fornecedora do produto foi a empresa “Saúde & Vida Comercial de Alimentos Eireli”, de Brasília, que é classificada como Micro Empresa. 

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) informou pelo Twitter sobre seu endereço:

“O endereço da grande empresa que forneceu mais de -> 15 milhões de reais <- em leite condensado fica no subsolo de um pequeno prédio comercial no bairro residencial do Sudoeste, em Brasília. Aparentemente, não é uma sede grande responsável por compras em milhões”.

Outros gastos exorbitantes e cujas explicações são demandadas desde a divulgação da lista foram R$ 1 milhão em alfafa, R$ 2 milhões com chiclete e R$ 6,6 milhões com bombom, entre outros.

O PSOL pediu à PGR investigação sobre escândalo das compras. 

E o ex-presidenciável Ciro Gomes anunciou que irá à Justiça pedir explicações.


*Com informações do 247

Fonte: https://antropofagista.com.br/

sábado, 16 de janeiro de 2021

China doará dinheiro para o estado do Amazonas

SUED E PROSPERIDA

17/01/2020

China doará dinheiro para o estado do Amazonas

16/01/2021

Enquanto Bolsonaro mente e tenta se esquivar da responsabilidade pelo o que está acontecendo em Manaus, a China oferece dinheiro ao estado do Amazonas, que encontra-se sem oxigênio e em caos completo no sistema público de saúde.  

A Venezuela também anunciou ajuda com cilindros de oxigênio e com médicos.

O Governo da China anunciou que ajudará o estado do Amazonas com dinheiro, para ajudar o estado que encontra-se em completo caos na saúde pública, sem oxigênio e com leitos lotados .

O ministro-conselheiro Qu Yuhui, disse à CNN que o valor ainda está em estudo e que a ideia é fazer a doação na próxima semana.

“Será um gesto de amizade e solidariedade. Será juntado a todos os esforços para ajudar o Amazonas”, afirmou o porta-voz da embaixada à coluna neste sábado (16)

De acordo com apuração da CNN, empresas chinesas também estão se articulando para ajudar financeiramente o estado do Amazonas.

 Nesse caso, como não pode haver doação direta a governos, a contribuição deve ser transferida para a Federação das Indústrias do Estado.

Além da China, a Venezuela também ajudará Manaus e o Amazonas com oxigênio e com 107 médicos que irão ajudar a capital amazonense que encontra-se em grave situação na pandemia.

CONTINUA

Venezuela disponibiliza 107 médicos para ajudar Manaus

16/01/2021

Cerca de 107 médicos  graduados na Venezuela, se disponibilizaram a ajudar a cidade de Manaus, que vive um verdadeiro colapso no sistema de saúde, devido a Covid e a falta de oxigênio, reflexo de um governo genocida e criminoso que nada faz pelo povo brasileiro.

Se o governo Bolsonaro pouco faz por Manaus, dizendo que “fez o que podia”, outros países se dispõe a ajudar e vem da Venezuela, duas grandes ajudas a Manaus.

De acordo com anúncio do ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, centenas de médicos graduados na Venezuela, estão se voluntariando para ajudar na crise de Manaus, que além de estarem sem oxigênio, enfrentam também o colapso no sistema público de saúde com explosão de casos de Covid-19.

Os médicos se apresentaram à embaixada de Boa Vista-RR, para ajudar Manaus. 

Formados na Escola de Medicina Latino Americana, em Caracas, capital da Venezuela, os médicos querem levar a solidariedade e a verdadeira “ajuda humanitária” ao povo de Manaus, que vive situação real de pandemia e crise humanitária.

O nome da missão de médicos, se chamará Simon Bolívar, o símbolo dos chavistas venezuelanos e libertador latino-americano.


Além disso Jorge Arreaza anunciou ao governador do Amazonas  que saíram da Venezuela, os primeiros caminhões com cilindro de oxigênio da Venezuela, em direção ao estado do Amazonas.

O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC-AM) , disse que a Venezuela foi o único país a se prontificar a ajudar o Estado na crise falta de oxigênio.

Bolsonaro em vez de ajudar o estado com alguma medida, vai ao programa do Datena inventar mentiras e fake news, dizendo que o STF o impediu de agir na pandemia, o que é MENTIRA CRIMINOSA de um governo que vive da mentira.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sábado, 15 de dezembro de 2018

ONG de futura ministra é acusada de tirar criança de mãe


ONG de futura ministra é acusada de tirar criança de mãe

Folhapress 9 horas atrás 15/12/2018

 Relembre algumas das declarações da futura ministra: ONG de futura ministra é acusada de tirar criança de mãe
© Valter Campanato/Ag. Brasil ONG de futura ministra é acusada de tirar criança de mãe

A ONG Atini, fundada por Damares Alves, futura ministra de Mulher, Família e Direitos Humanos, é alvo de indigenistas e Ministério Público, que falam em tráfico e sequestro de crianças e incitação ao ódio contra indígenas.

A Atini é acusada de, sob um falso selo humanitário, explorar um assunto de grande comoção pública -o infanticídio de crianças indígenas- para legitimar sua agenda.

A Polícia Federal pediu, em 2016, informações à Funai (Fundação Nacional do Índio) sobre supostos "tráfico e exploração sexual" de indígenas -despacho da fundação cita a Atini e outras duas ONGs.

A Funai, a partir de 2019, ficará sob guarda da pasta chefiada por Damares, que prometeu pôr em sua presidência alguém que "ame desesperadamente os índios". O processo sobre as organizações ainda tramita no órgão.

A Atini - Voz Pela Vida, entidade sediada em Brasília e que teve a futura ministra entre os fundadores, em 2006, diz que, com seu trabalho, já salvou ao menos 50 crianças em situação de risco, algumas delas enterradas vivas.

Segundo a advogada da entidade, Maíra de Paula Barreto Miranda, o problema da matança de crianças é real e não deve ser justificado pelo relativismo cultural nem desmerecido por ativistas.

Damares se afastou da Atini em 2015. 

Hoje funcionária no gabinete do senador Magno Malta (PR-ES), ela prestava assessoria jurídica à bancada evangélica no Congresso.

Há atualmente três ações judiciais contra a Atini. Uma delas corre em segredo de Justiça numa vara federal em Volta Redonda (RJ).

No documento, ao qual a reportagem teve acesso, a peça central é uma indígena de 16 anos da etnia sateré-mawé que foi levada para uma chácara da Atini em 2010, pelo tio materno (que a registrou como filha) e sua esposa. 

Ali engravidou de um rapaz de outra tribo.

Segundo os procuradores, o casal que depois adotaria seu bebê diz que a adolescente 

"portava transtornos mentais e possuía histórico de maus-tratos pelos pais, o que teria motivado a ONG a retirá-la do convívio com os índios". 

Afirma ainda que a a jovem teria "atentado contra a vida da filha por duas vezes".

O Ministério Público pede o retorno da criança para a mãe, que já retornou à sua tribo, no Amazonas. 

A criança está hoje sob tutela provisória do irmão de uma das donas da Atini, Márcia Suzuki.

Para os procuradores, a história "foi retorcida e distorcida até fazer parecer uma adoção comum de uma criança vulnerável de mãe incapaz por um casal de classe média de Volta Redonda". 

Seria, no entanto, "mais um exemplo da atuação sistemática desses grupos missionários contra os povos indígenas e seus modos de vida, com o fim de fazer valer unilateralmente a concepção daqueles sobre a destes".

Adotar menores alegadamente em situação de risco é algo comum entre pessoas ligadas à Atini. 

Damares Alves é mãe de uma criança indígena.


A filha adotiva de Márcia Suzuki se chama Hakani, mesmo nome de um filme que enfureceu indigenistas e motivou outras duas ações do Ministério Público, em Brasília e Rondônia. 

É um docudrama (misto de ficção e documentário) sobre uma menina suruwahá que teria sido resgatada por missionários após ter sido enterrada viva pelo irmão mais velho, numa cova rasa.

O site da Atini resume sua saga assim: 

"Nos primeiros dois anos, ela não se desenvolveu como as outras crianças, não aprendeu a andar, a falar. 

Seu povo começou a pressionar seus pais para matá-la". 
Eles, incapazes de sacrificá-la, teriam preferido se suicidar.

Uma liminar proibiu a veiculação de "Hakani" após pedido do Ministério Público. 

A produção é classificada como "mais um elemento da campanha difamatória em face dos índios brasileiros, bem como uma justificativa para a atuação religiosa e missionária das organizações em aldeias".

Já a ação em Rondônia se deve ao fato de a produção ter escalado como atores crianças do povo karitiana, que nem sequer tem o infanticídio como hábito cultural.

Segundo a tradição desse povo, o corpo não pode entrar em contato direto com a terra. 

Portanto, a criança enterrada viva para a encenação teria perdido sua alma. 

Desde então, os karitianas acreditam que a comunidade está em desgraça, segundo o MPF.

Miranda, advogada da Atini, diz que até crianças que nascem com defeitos congênitos, como um dedinho grudado, são assassinadas em algumas etnias.

 Segundo ela, mortes de gêmeos ou por suspeita de mãe adúltera ou estuprada também acontecem.

Em audiência pública de 2017, Damares já chegou a estimar esse número em mil mortes por ano, sem dar a fonte da informação. 

Em dois anos, foram registradas 96 mortes de indígenas de até seis dias de idade em Roraima e Amazonas, numa área com tribos que mantém a prática, segundo o Mapa da Violência 2015.

"Quando falo que a mãe indígena ama o filho, não quer mais que o seu filho seja morto porque tem uma deficiência, acusam-me de incitar o ódio e o racismo. 

Imaginem até onde isso vai", disse a futura ministra naquela audiência.

Vem daí o lobby da Atini pela Lei Muwaji, aprovada na Câmara em 2015 e que depende de aval do Senado. 

A proposta visa combater práticas tradicionais nocivas em comunidades indígenas, como infanticídio, estupro individual ou coletivo e escravidão.

O nome vem de uma mãe suruwahá que, segundo a Atini, procurou missionários evangélicos para impedir a sentença tribal de morte por envenenamento para a filha nascida com paralisia cerebral.

Indigenistas e procuradores concordam num ponto: 
a matança de crianças em aldeias é hoje raro.

 "Exagerar os relatos de práticas nocivas é uma técnica usada há muito tempo para minar os direitos dos povos indígenas e justificar o roubo de suas terras", diz à reportagem Fiona Watson, diretora da ONG Survival International.

Para Felipe Milanez, professor de Humanidades na Universidade Federal da Bahia, criar tamanha celeuma seria "como dizer hoje que 'o cristão queima mulher'" porque, no passado, a Igreja Católica promoveu a Inquisição.

A advogada da Atini rebate: o que a ONG combate é "condicionar a titularidade dos direitos humanos ao local de nascimento da pessoa", ou seja, o menor não pode ser morto só porque sua cultura permite.

 Sobre o filme "Hakani", afirma que proibi-lo é censura.

A reportagem tentou falar com a futura ministra Damares Alves, mas não foi atendida. 

Com informações da Folhapress. 


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Família de cada preso morto deve receber R$ 50 mil

Família de cada preso morto deve receber                          R$ 50 mil
Solicitação será feita ao governo pela Defensoria Pública do Amazonas
BRASIL AMAZONAS   HÁ 18 HORAS  13/01/2017  
POR ESTADÃO CONTEÚDO
 

A Defensoria Pública do Amazonas deverá pedir que o governo do Estado pague R$ 50 mil a cada uma das 64 famílias de detentos mortos em unidades prisionais na semana passada. 

O pagamento, que deverá somar R$ 3,2 milhões, já foi defendido pelo próprio Executivo diante do entendimento de que a segurança das vítimas deveria ter sido garantida pela administração estadual.

Ao Estado, nesta quinta-feira, 12, o defensor Carlos Alberto Almeida disse que o valor foi estipulado com base em decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal (STF) em análise de casos similares. 

"Conversamos com a Procuradoria-Geral do Estado e há o entendimento pacífico de seguir precedentes estabelecidos por tribunais superiores."

O defensor público-geral, Rafael Barbosa, acrescentou que em alguns casos poderá ser definido pagamento de pensão. 

O órgão deve começar a receber na próxima semana familiares das vítimas para coletar dados e formalizar o valor. 

A reportagem não conseguiu contato com o governo na noite desta quinta-feira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.




domingo, 8 de janeiro de 2017

DENÚNCIA – Diplomata brasileiro diz que o Estado é sócio das facções: “Os parlamentares são comprados pelo crime”

DENÚNCIA – Diplomata brasileiro diz que o Estado é sócio das facções: “Os parlamentares são comprados pelo                                    crime”
08/01/2017
paulosergio

Após a morte de 87 detentos nos presídios do Amazonas e Roraima, Paulo Sérgio Pinheiro, diplomata, especialista em direitos humanos e chefe de uma comissão da ONU que investigou a guerra na Síria, disse:
“Há conluio do Estado brasileiro com as organizações criminosas”

Pinheiro destacou que “não há interesse por parte do atual governo, dos empresários e nem tão pouco dos parlamentares comprados por organizações criminosas em mudar essa situação”.

“O que aconteceu nas prisões é só a ponta do iceberg do tráfico de drogas, da lavagem de dinheiro e da impunidade generalizada em relação às organizações criminosas.”

O diplomata se mostrou assustado com a ‘banalização’ das execuções, principalmente por parte dos políticos:

“Somente em Manaus, decapitaram 30 pessoas e o governador alegou que essas pessoas não eram santos. 

Em Palmíria (na Síria) ocorreram 5 decapitações e o mundo ficou horrorizado”




sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

OAB LEVARÁ MASSACRES À CORTE INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS

OAB LEVARÁ MASSACRES À CORTE INTERAMERICANA DE DIREITOS                                HUMANOS

 Valter Campanato/Agência Brasil

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai levar à Corte Interamericana de Direitos Humanos os casos dos massacres de presos em Manaus e Boa Vista. Para o presidente da entidade, Cláudio Lamachia, as duas situações, nas quais morreram pelo menos 93 detentos, foram "motivadas pela falta de adoção de ações concretas por parte do Estado para resolver o problema, que sempre se repete"; ele explica que o objetivo da medida é cobrar que os estados (Amazonas e Roraima) tomem providências que assegurem a aplicação das leis e o Estado Democrático de Direito

6 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 12:35

247 - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai levar à Corte Interamericana de Direitos Humanos os casos dos massacres de presos em Manaus e Boa Vista. Para o presidente da entidade, Cláudio Lamachia, as duas situações, nas quais morreram pelo menos 93 detentos, foram "motivadas pela falta de adoção de ações concretas por parte do Estado para resolver o problema, que sempre se repete".

Ele explica que o objetivo da medida é cobrar que os estados tomem providências que assegurem a aplicação das leis e o Estado Democrático de Direito.

"Esperamos que o governo brasileiro assuma definitivamente o controle dos presídios. O que estamos vendo hoje é que os governos não têm, hoje, o controle estatal dessas unidades prisionais, que estão dominadas por facções e geram massacres como esses. 

Isso é inadmissível em um Estado Democrático de Direito", disse Lamachia em entrevista ao UOL.

Para o presidente da OAB, os massacres que resultaram em 89 presos assassinados, em menos de uma semana, revelam o que ele classificou como "total falência" dos governos estaduais e federal em lidar com a questão penitenciária.

"O sistema carcerário brasileiro está em um verdadeiro colapso, e, se nada for feito a respeito, nos próximos tempos veremos situações como essa se agravando e se alastrando pelo país", diz Lamachia.