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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Evacuação em Massa da Antártica Operações Especiais e Militares em Movimento?

Evacuação em Massa da Antártica Operações Especiais e Militares em                                  Movimento?
26/02/2017
 

Evacuação em massa da Antártida acontecendo agora. 

Todos os Civis e Cientistas que estão saindo. Operações especiais e militares em movimento. Este relatório surpreendente foi publicado em godlikeproductions.

Um civil trabalhando para a Indústria de Defesa dos Estados Unidos publicou na godlike que testemunhou estranhos materiais e movimentos militares no caminho para a Antártida e também sabia que eles estavam retirando todos os civis da Antártida.

Isto vem quando a marinha russa está no seu caminho para a Antártida, por que eles estão enviando uma frota inteira de navios armados lá? 

Ele também soube que os militares estavam se preparando para remover qualquer coisa da Antártida e que tudo estava cercado de segredo Hummmmm Gostaria de saber se algum tipo de ultimato foi estabelecido para os líderes mundiais (daí a elite correndo para a Antártida), e que o ultimato não foi cumprido . 

Por favor, assista ao vídeo abaixo para aprender mais sobre esta notícia de última hora sobre esta última conspiração na Antártida. 

Por favor, compartilhe seus pensamentos. 

                                   Veja o Vídeo Abaixo:


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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Iceberg gigante ameaça se desprender da Antártida e gera preocupação

Iceberg gigante ameaça se desprender da Antártida e gera preocupação
BBC Brasil 20 horas atrás 06/01/2017
 Rachadura na plataforma de gelo Larsen C
© NASA Rachadura na plataforma de gelo Larsen C

Um gigantesco iceberg - que seria um dos dez maiores do mundo - pode se desprender a qualquer momento da Antártida, dizem cientistas.

Uma imensa rachadura na plataforma de gelo Larsen C cresceu de tal forma em dezembro que agora apenas 20 km de gelo impedem o imenso bloco de 5 mil km² (o equivalente a 500 mil campos de futebol ou à área do Distrito Federal) de se soltar.

A Larsen C é a maior plataforma de gelo no norte da Antártida. As plataformas de gelo são as porções da Antártida onde a camada de gelo está sobre o oceano e não sobre a terra.

Cientistas do País de Gales afirmam que o desprendimento do iceberg pode deixar toda a plataforma Larsen C vulnerável a uma ruptura futura.

A plataforma tem espessura de 350 m e está localizada na ponta do oeste da Antártida, impedindo a dissipação do gelo.

Os pesquisadores vêm acompanhando a rachadura na Larsen C por muitos anos. Recentemente, porém, eles passaram a observá-la mais atentamente por causa de colapsos das plataformas de gelo Larsen A, em 1995, e Larsen B, em 2002.

No ano passado, cientistas britânicos afirmaram que a rachadura na Larsen C estava aumentando rapidamente.

Mas, em dezembro, o ritmo avançou a patamares nunca antes vistos, avançando 18 km em duas semanas.

Dessa forma, segundo os pesquisadores, o que se tornará um gigantesco iceberg está por um triz de se soltar - apenas 20 km o prendem à plataforma.
Rachadura na plataforma de gelo Larsen C
© NASA Rachadura na plataforma de gelo Larsen C

"Se o iceberg não se desprender nos próximos meses, ficarei espantado", diz à BBC Adrian Luckman, da Universidade de Swansea, no País de Gales, responsável pela pesquisa.

"As imagens não são completamente visíveis, mas conseguimos usar um sistema para verificar a extensão do problema. O iceberg está a tal ponto de se soltar que considero que isso seja inevitável", acrescenta ele.

Luckman afirma que a área que deve se romper possui 5 mil km², o que resultaria num dos dez maiores icebergs já registrados no mundo.

Aquecimento global
Os cientistas dizem, no entanto, que o fenômeno é geográfico e não climático. A rachadura existe por décadas, mas cresceu durante um período específico.

Eles acreditam que o aquecimento global tenha antecipado a provável ruptura do iceberg, mas não têm evidências suficientes para embasar essa teoria.

No entanto, permanecem preocupados sobre o impacto do desprendimento desse iceberg do restante da plataforma de gelo, já que a ruptura da Larsen B em 2002 aconteceu de forma muito semelhante.
Larsen B
© SPL Larsen B

"Estamos convencidos, ao contrário de outros, de que o restante da plataforma de gelo ficará menos estável do que a atual", diz Luckman.

"Esperamos que nos próximos meses e anos aconteçam novas rupturas, e talvez um eventual colapso, mas isso é uma coisa muito difícil de prever".

"Nossos modelos indicam que a plataforma ficará menos estável, mas não que desmoronará imediatamente ou qualquer coisa do tipo", acrescenta.

Como vai flutuar no mar, o iceberg não vai aumentar o nível dos mares.

Mas novas rupturas na plataforma podem acabar dando origem a geleiras que se desprenderiam em direção ao oceano. Uma vez que esse gelo não seria flutuante, o nível dos mares seria afetado.

Segundo estimativas, se todo o gelo da Larsen C derreter, o nível dos mares aumentaria cerca de 10 cm.

Há poucas certezas absolutas, contudo, sobre uma mudança iminente no contorno da Antártida.

"As prováveis consequências podem ser o colapso da plataforma nos próximos anos ou décadas", prevê Luckman.

"Ainda que o impacto imediato não atinja os mares, trata-se de um grande evento geográfico que mudará a paisagem do continente gelado", acrescenta.





quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Área de gelo maior que a Índia desapareceu da costa do Ártico e da Antártida

Área de gelo maior que a Índia desapareceu da costa do Ártico e da Antártida
De Matheus     8 de dezembro de 2016
 
Área de gelo maior que a Índia desapareceu da costa do Ártico e da Antártida

 As costas marítimas da Antártida e do Ártico atingiram recordes negativos de gelo em novembro, e agora os cientistas relatam que foram perdidos 3,76 milhões de quilômetros quadrados de gelo – uma área total maior que a da Índia.

Tão surpreendente quanto isto é o fato de que no mês passado, o Ártico esteve 20 graus mais quente do que deveria, e 2016 está prestes a ser o ano mais quente já registrado.

“Há algumas coisas realmente estranhas acontecendo”, disse Mark Serreze, diretor do US National Snow and Ice Data Centre (NSIDC) para a Reuters.

Serreze e sua equipe relataram que em novembro de 2016, o gelo marinho do Ártico tinha em média 9,08 milhões de quilômetros quadrados – o menor para o mês de novembro já registrado. 

Isto significa 800 mil quilômetros a menos do que novembro de 2006, que detinha o recorde de nível mais baixo até então.

É também 1,95 milhões de quilômetros quadrados (aproximadamente a área do México) abaixo da média de 1981 a 2010 para o mês de novembro.
 
Extensão média de gelo marinho do Ártico em novembro, 
entre 1978 e 2016.

A Antártida, que até agora parecia mais resistente às mudanças climáticas do que o Ártico, também começou a perder gelo rapidamente em novembro, e teve uma baixa recorde para o mês.

O NSIDC relata que o ciclo do gelo marinho da Antártida atingiu o seu máximo em 31 de agosto – mais cedo do que o esperado – e tem diminuindo rapidamente. 

Atualmente, ele está 1 milhão de quilômetros quadrados (o equivalente ao Egito) menor do que o recorde de baixa anterior, em 1986.
Extensão média de gelo marinho da Antártida em novembro, 
entre 1978 e 2016.

Além disso, o gelo está 1,81 milhões de quilômetros quadrados (quase a área do Sudão) abaixo da média do período de 1981-2010, o que eleva a área perdida nos dois pólos para 3,76 milhões de quilômetros quadrados.

O desaparecimento quase sem precedentes vem em um momento no qual o gelo do Ártico deveria estar recuperando suas perdas do verão anterior. Porém, com as temperaturas anormalmente elevadas, não há chance de recuperação.

“Parece uma tripla ameaça – um oceano morno, uma atmosfera quente e um padrão de verão funcionando contra o gelo no Ártico”, declarou Serreze.







terça-feira, 20 de setembro de 2016

Aquecimento global pode destruir Antártida

Aquecimento global pode destruir                              Antártida
A redução da massa de gelos na Antártida por causa do aquecimento global pode influenciar o nível do oceano global
TECH  NÍVEL DOS OCEANOS  00:40 - 17/09/16  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 
A mudança do clima e o buraco da camada de ozônio levaram a um aumento perigoso da temperatura em várias áreas de Antártida.
"O aquecimento na Antártida não é uniforme. Durante os últimos 50 anos, em algumas regiões não foi registrada uma mudança significativa de temperatura. Mas, em outras partes foi observado um aumento de até 2,5 C°. Esta situação é preocupante", disse à Sputnik Espanha Rodolfo Sánchez, membro da Campanha Antártica da Argentina.

A redução da massa de gelos na Antártida por causa do aquecimento global pode influenciar o nível do oceano global, afetando as cidades costeiras e outros ecossistemas, assinala o especialista.
Uma das principais tarefas para os cientistas é verificar se a humanidade é a causadora principal do aquecimento global. A pesquisa cientifica dos gelos de Antártida vai ajudar a revelar isso.
"As amostras do gelo obtidas realizando perfurações profundas, dão-nos informação importante sobre a concentração de gases do efeito estufa no passado", disse o cientista. Assim, os cientistas revelaram que durante os últimos 650 mil anos a concentração de gás carbônico tinha aumentado 30% na Antártida e que a quantidade de metano aumentou quase 100%.

"O aumento de concentração de gases do efeito estufa desde os meados do século XIX está ligado ao aumento global de temperatura observado neste período. Assim, podemos tirar a conclusão que as ações do ser humano podem ter influenciado a mudança do clima", acrescentou Sánchez. Com informações do Sputnik.