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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Tuiuti que mostrou o golpe ao mundo no carnaval do RJ é a vice-campeã


Tuiuti que mostrou o golpe ao mundo no carnaval do RJ é a vice-campeã

14/02/2018
 

Depois de mostrarem ao mundo o golpe no Brasil, que foi noticia até na mídia européia e que se colocou no segundo lugar nos assuntos mais comentados nas redes sociais de todo mundo como o Twitter,

 a Paraíso da Tuiuti fica com o segundo lugar no carnaval do Rio de Janeiro, o primeiro ficou com a Beijar Flor

um resultado mais que merecido para a escola de samba do Rio de Janeiro que teve a coragem de mostrar ao mundo, o golpe, os patos amarelos,

Temer como vampiro, a retirada de direitos e outros fatos que a Globo até pouco tempo vinha escondendo.

Veja como foi a apresentação da vice campeã do carnaval:

 
Ver imagem no Twitter
Histórico o desfile da Paraíso do Tuiuti. Comentaristas silenciados. A Globo tem as mãos sujas de sangue.
4.0321.972 pessoas estão falando sobre isso   

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sábado, 29 de julho de 2017

AUMENTANDO APOIO: Partidos de 133 países anunciam que Lula sofre perseguição política de juiz partidário no Brasil; CONFIRA!

AUMENTANDO APOIO: Partidos de 133 países anunciam que Lula sofre perseguição política de juiz partidário no Brasil; CONFIRA!
29 de julho de 2017
 

Eu fui conferir a nota da Aliança Progressista no site da entidade. Está lá. Na capa.

Ainda segundo o site da entidade, ela reúne 133 partidos do mundo inteiro, incluindo os poderosos PSD alemão e Democratas dos EUA.

A nota da Aliança Progressista é mais uma prova de que o golpe no Brasil, cujos articuladores foram mídia e judiciário, trouxe prejuízos incalculáveis para a imagem do país.

O Foro de São Paulo, que reúne partidos de esquerda de toda América Latina, já havia soltado, dias antes, outra nota forte em defesa de Lula, intitulada “Lula é inocente”.


Se houver condenação em segunda instância, quem sairá perdendo, além da democracia brasileira, será o nosso judiciário, que será desmoralizado mundialmente.

****
Abaixo a íntegra da nota:

Declaração da Aliança Progressista
O ex-presidente do Brasil e antigo presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, foi condenado em um processo extremamente polêmico de primeira instância por corrupção passiva.

As acusações, a argumentação e a motivação da sentença são altamente questionáveis porque ninguém pode ser condenado unicamente com base em denúncias e sem provas. 

Isso se pode explicar unicamente perante a extrema polarização e por uma politização preocupante da Justiça brasileira.

As dúvidas quanto à imparcialidade de partes da Justiça, incluindo o juiz Sérgio Moro, não surgiram sem razão. 

Suas posições parciais e os permanentes ataques e tentativas de deslegitimar Lula nos meios de comunicação brasileiros criaram um clima de condenação de antemão.

Sob tais circunstâncias dificilmente se pode falar em um juízo justo.

Agora a sentença deverá ser examinada pela segunda instância. 

Só assim a Justiça brasileira pode mostrar que por motivos políticos não desempenharam um papel, sobretudo o de impedir uma nova candidatura presencial de Lula.

Qualquer falha na revisão da sentença afetará inevitavelmente o processo democrático das próximas eleições presidenciais.

Lula fez o Brasil avançar durante sua presidência, reanimando o projeto de progresso socialista, lutando firme contra a fome, a pobreza e a discriminação no Brasil – reduzindo a grande desigualdade social. 

A nível internacional, Lula deu ao Brasil uma voz importante a favor do multilateralismo, da paz e da justiça. 
Precisamos de um Brasil novo e progressista – sob a direção de Lula e do PT.




Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.

AGRADEÇO A TODOS

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Ex-embaixador da Inglaterra diz que Brasil sofre um golpe ultracorrupto

1/5/2017 10:01
Ex-embaixador da Inglaterra diz que Brasil sofre um golpe ultracorrupto

 

O ex-embaixador britânico no Uzbequistão, Craig Murray, usou sua conta no Twitter, na última sexta-feira (28), para denunciar o golpe no Brasil.

Reitor de uma universidade na Escócia, historiador, escritor e ativista de direitos humanos, Murray disse que a notícia mais importante daquela sexta-feira era a greve geral que acontecia no Brasil, mas que a mídia não iria noticiar o assunto.

Para Murray, que tem as relações políticas internacionais como base para o seu trabalho, a greve geral no Brasil foi deflagrada pela população para lutar contra o que chamou de “golpe ultracorrupto da CIA”.

“A notícia mais importante de hoje é a greve geral no Brasil contra o golpe ultracorrupto da CIA. A mídia não vai te contar isso”, escreveu.





segunda-feira, 29 de agosto de 2016

MPF de SP denuncia 23 por fraude milionária no sistema da Fazenda

29/08/2016 18h38 - Atualizado em 29/08/2016 18h38
MPF de SP denuncia 23 por fraude milionária no sistema da Fazenda
Segundo a Procuradoria, grupo causou prejuízo de mais de R$ 100 milhões. Suspeita é que eles tenham feito 434 transações fraudulentas.
Do G1 São Paulo
 Ramos de Azevedo - Secretaria Fazenda
O Ministério Público Federal de São Paulo denunciou 23 suspeitos de integrar uma organização criminosa que fraudava o sistema de registros e processos administrativos da Fazenda Nacional, o Comprot. O grupo teria inserido mais de 260 processos falsos no sistema, provocando um prejuízo superior a R$ 100 milhões à União.
Com a inserção de dados falsos no sistema, a quadrilha gerava informações sobre crédito que serviam para abater dívidas tributárias de empresas. Segundo o MPF, ela atuou por pelo menos dois anos e meio, inserindo 268 processos falsos ligados a 230 contribuintes de 19 estados e fomentando 434 transações fraudulentas.
A quadrilha também obtinha certidões negativas de débito (CND), documento necessário para que uma empresa possa contratar o governo. O grupo ainda parcelava indevidamente a dívida de empresas com a Fazenda Nacional e vendia informações dos sistemas da Receita.
Entre os denunciados, estão nove servidores do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que administra os sistemas informatizados do Ministério da Fazenda (o que inclui o Comprot), um economista, dois advogados, um administrador e outras dez pessoas que tinham fácil acesso às dependências da Receita.
O esquema
De acordo com a Promotoria, os integrantes da quadrilha dividiam-se entre os responsáveis pela inserção de processos fictícios no sistema (os servidores), captadores de “clientes”, normalmente advogados, que ofereciam serviços de “consultoria tributária”, e intermediários que faziam a ligação entre os captadores e os servidores responsáveis pela inserção de informação falsa no sistema.

Os pagamentos eram feitos pelos integrantes da quadrilha que não prestavam serviço direto ao Serpro. Eles pagavam os servidores envolvidos com parte do dinheiro recebido dos descontos fraudulentos, frutos das alterações feitas no sistema do Comprot. Ele registrava a entrega de verba como geração de direitos tributários a "clientes".
De acordo com o MPF, todos os suspeitos foram denunciados pelo crime de organização criminosa. À maioria deles foi ainda imputado o crime de inserir ou facilitar a inserção de dados falsos, alterar ou excluir indevidamente dados corretos nos sistemas informatizados ou bancos de dados da Administração Pública com o fim de obter vantagem indevida para si ou para outrem ou para causar dano.
Somadas as penas, eles podem ser condenados a passar entre dois e 12 anos na prisão. O MPF pediu ainda que a Justiça Federal abra inquérito policial para esclarecer se os beneficiados pelo esquema estavam cientes de que a redução na dívida tributária era feita de forma criminosa.

Um discurso para a História

Breno Altman é diretor do site Opera Mundi e da revista Samuel
Um discurso para a História
29 de Agosto de 2016
:
 presidente Dilma Rousseff não falou apenas como uma governante ameaçada por um golpe de Estado, mas como combatente pela democracia e pela justiça.
Seu discurso foi límpido e emocionante. Acusou seus acusadores. Desmascarou seus interesses. Expôs suas manobras e falsidades. Apontou o caráter de classe do golpismo.
Declarou sua inocência com altivez e dignidade. Portou-se, perante as ratazanas do Senado, com a mesma firmeza de mirada com a qual, há mais de quarenta anos, enfrentou seus algozes em um tribunal militar.
A presidente pode ter cometido erros em seu mandato, muitas vezes frustrando e desanimando as forças populares. Mas é inquestionável sua retidão de caráter, sua valentia e seu compromisso com o povo brasileiro.
Suas palavras de hoje entrarão para a história, qualquer que seja o resultado do processo de impeachment. Alentarão um novo governo, caso a democracia seja vitoriosa, ou impulsionarão a resistência das ruas.
Dilma Rousseff, de toda forma, fez o que tinha de ser feito: encarou os inimigos da pátria com a mesma determinação e coragem de quando teve que enfrenta-los sob tortura e prisão.
Fora Temer!
Viva Dilma Rousseff, presidente legitima do povo brasileiro!
  


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Susan Sarandon, Viggo Mortensen, Oliver Stone e outras personalidades estrangeiras denunciam golpe no Brasil

Susan Sarandon, Viggo Mortensen, Oliver Stone e outras personalidades estrangeiras denunciam golpe no Brasil
Wednesday, 24 August 2016 17:03
 dilma artistas
Um grupo de artistas e intelectuais estrangeiros divulgou nesta quarta 
(24) uma carta de protesto contra o impeachment de Dilma Rousseff, 
unindo-se a outras iniciativas recentes nos EUA de apoio público à 
presidenta legítima.

A lista dos 22 signatários reúne nomes como o ator Viggo Mortensen, de “O Senhor dos Anéis”, o músico Brian Eno, o cantor Harry Belafonte e o cineasta Oliver Stone.
“Nos solidarizamos com nossos colegas artistas e com todos aqueles que lutam por democracia e justiça em todo o Brasil”, diz a carta, redigida em inglês e português.
O texto afirma que a base jurídica para o afastamento de Dilma “é amplamente questionável” e que há “evidências convincentes” de que a principal motivação dos promotores do impeachment foi abafar investigações de corrupção nas quais estão envolvidos.
O abaixo-assinado segue outras manifestações semelhantes de repúdio ao impeachment de Dilma nos EUA, como a carta endossada em julho por 43 membros da Câmara dos Deputados e um comunicado do senador Bernie Sanders, no início do mês.

Sanders, que perdeu a candidatura presidencial democrata para Hillary Clinton após uma disputa acirrada, disse que o impeachment parece um “golpe de Estado” e pediu que o governo dos EUA se posicione contra o processo.
Em sua mensagem, os artistas apelam aos senadores que irão votar no julgamento do impeachment que respeitem o resultado da eleição presidencial de 2014 e alertam para os riscos regionais caso ele seja aprovado.
“Se este ataque contra suas instituições democráticas for bem sucedido, as ondas de choque negativas irão reverberar em toda a região”, diz a carta, que também tem as assinaturas dos atores Susan Sarandon e Danny Glover, do linguista Noam Chomsky e da escritora Eve Ensler (autora de “Monólogos da Vagina”).

Os outros signatários são Tariq Ali (escritor), Alan Cumming (ator), Frances de la Tour (atriz), Deborah Eisenberg (escritora), Stephen Fry (ator), Daniel Hunt (cineasta), Naomi Klein (escritora), Ken Loach (cineasta), Tom Morello (músico), Michael Ondaatje (escritor), Arundhati Roy (escritora), John Sayles (diretor e roteirista), Wallace Shawn (ator) e Vivianne Westwood (estilista).
Ao mesmo tempo, um grupo de organizações nos EUA divulgou uma declaração no mesmo tom, na qual afirma que a democracia brasileira está “em grave risco”. Entre as 44 organizações signatárias estão movimentos de classe, como a poderosa central sindical AFL-CIO, que tem mais de 12 milhões de membros, e grupos sociais diversos.

“Em maio passado, o Congresso brasileiro orquestrou um golpe legislativo, afastando a presidenta Dilma Rousseff em meio a acusações forjadas de má gestão fiscal. Deputados e senadores usaram um discurso de ódio sexista, invocando crenças religiosas e até mesmo elogiado o torturador da presidenta Rousseff (durante o período em que foi presa na ditadura anterior) em sua campanha de difamação”, diz a declaração.
O documento acrescenta que “de acordo com os movimentos sociais brasileiros”, a violência contra manifestantes aumentou depois da posse do governo interino.

“Apelamos ao secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e ao governo Obama, para que defendam a democracia constitucional do Brasil, que se oponham à campanha de impeachment lançada contra a presidenta Dilma Rousseff, e que se recusem a reconhecer o governo ilegítimo de Temer”, conclui o texto.

PT na Câmara com informações da Folha de São Paulo