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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Como Sergio Moro construiu seu poder nos bastidores dos tribunais. Por Joaquim de Carvalho


Como Sergio Moro construiu seu poder nos bastidores dos tribunais. Por Joaquim de Carvalho

Publicado por  Joaquim de Carvalho  15 de julho de 2018

 O juiz Sérgio Moro. Foto: HEULER ANDREY AFP


Se já está fora de dúvida que Sergio Moro tem uma relação próxima e fora do padrão diplomático com autoridades norte-americanas, como relatei em artigo publicado ontem, é preciso entender como o juiz construiu internamente o poder de que desfruta.

O criminalista Fernando Fernandes explicou em detalhes como se deu o emparedamento de Teori Zavascki em 2014, na origem da Lava Jato, fato que o DCM revelou em no ano passado, no projeto de crowdfunding “Lava Jato: das origens à perseguição a Lula”.

Mas Moro já tinha musculatura quando um vazamento para a revista Veja, em 2014, com repercussão no Jornal Nacional, pressionou o ministro, a ponto de Teori Zavascki dar entrevista ao Jornal Nacional, para formalizar o recuo de sua decisão.

A Lava Jato, com isso, venceu os poderes da república.

Mas a força de Moro começou a ser construída muito antes, depois que ele teve em suas mãos o maior arquivo do submundo das finanças no Brasil, na forma dos processos que ficaram conhecidos como caso Banestado.

O doleiro Dario Messer, nunca incomodado pelo juiz, apareceu na investigação, assim como seus operadores.

Dois deles contaram recentemente a procuradores do Rio de Janeiro que um pool de doleiros pagava 50 mil dólares por mês ao advogado Antônio Figueiredo Basto para não serem citados em delações nem terem a Polícia Federal e o Ministério Público Federal em seus calcanhares.

Se Moro, o todo-poderoso da 13a. Vara Criminal Federal, tem algo a ver com isso, só uma investigação profunda e isenta pode dizer. 

Por enquanto, são indícios apenas, e indícios abundantes.

Nenhum poder, no entanto, ele teria se não fosse convalidado pelas instâncias superiores, e é nesse ponto que se começa descobrir que o juiz, além da habilidade que tem na condução dos processos, domina como poucos a arte da política nos tribunais.

Um dos episódios mais marcantes na história do Tribunal Regional Federal da 4a. 
Região foi a aposentadoria do desembargador Dirceu de Almeida Soares, em 2010.

Dirceu foi processado pelo Superior Tribunal de Justiça e também no Conselho Nacional de Justiça, depois de uma denúncia feita em 2005 por sete juízes federais, entre eles Sergio Moro.

Segundo os juízes, o desembargador ligava para os juízes com objetivo de interferir em processos.

Na época, entrevistado pelo repórter Lourival Sant’Anna, de O Estado de S. Paulo, Dirceu admitiu as ligações, mas disse que era uma rotina entre magistrados e não tinha o objetivo de forçar decisões.

O desembargador atribuiu as denúncias a uma “disputa política feroz” no tribunal e citou o ex-presidente Vladimir Passos de Freitas.

Segundo a reportagem do Estadão, Vladimir trabalhou para ser nomeado para o Superior Tribunal de Justiça, mas acabou preterido por não ter o apoio dos deputados paranaenses José Janene e José Borba.

Para Dirceu, a denúncia dos juízes contra ele era armação, fruto de vingança.

Um detalhe importante: quem nomeou o ministro do STJ foi Lula, hoje preso por decisão de Sergio Moro, um dos autores da denúncia que Dirceu denunciou como armação.

Dirceu acabaria aposentado em 2010, depois de uma decisão desfavorável no Conselho Nacional de Justiça. Pouco tempo depois, faleceu.

Outro que denunciou o desembargador Dirceu é o juiz federal Ricardo Rachid, braço direito e auxiliar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

Em junho de 2015, pouco depois de ser nomeado por Dilma Rousseff para  o STF, Fachin, que é do Paraná, convidou Rachid para ser juiz auxiliar em gabinete.

Rachid trazia no currículo uma breve passagem pela Lava Jato, quando substituiu Sergio Moro em um período de férias. Na ocasião, mandou prender Nestor Cerveró.

Com as voltas que o mundo dá, Teori Zavascki morreria um ano e meio depois, em acidente aéreo cujo inquérito ainda não foi concluído, e Fachin assumiria a relatoria da Lava Jato no Supremo.

Para assumir, ele trocou de turma e, coincidência, foi sorteado para ocupar o lugar de Teori Zavascki. 
Por sorte (ou não), já tinha um lavajateiro trabalhando em seu gabinete.

Fachin, hoje, é um dos que convalidam as decisões de Moro e não colocou para votar a ação que, há anos, dormita na corte, para que se decida sobre a falta de competência do juiz de primeira instância para tocar os processos que ficaram conhecidos como 
operação Lava Jato.

Dirceu de Almeida Soares deve ser um nome marcante na vida de Moro.

Na sentença em que condenou José Dirceu à pena de prisão, ele errou o nome do ex-ministro. 

José Dirceu de Oliveira e Silva foi chamado de José Dirceu de Almeida Soares oito vezes.

Ato falho?

Freud explica.

Morro erra o nome de José Dirceu e escreve o do desembargador Dirceu de Almeida Soares, desafeto de seu grupo político nos tribunais


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sábado, 19 de maio de 2018

O Mercado Imundo Das Delações; CONFIRA!


O Mercado Imundo Das Delações; CONFIRA!

Por Redação Click Política Em 19 maio, 2018


Como para provar o quanto se tornou tão imundo quanto é lucrativo o mercado de delações premiadas que nasceu e cresceu na estufa da força-tarefa da Lava Jato e na malsinada vara do sr. Sérgio Moro, Ricardo Galhardo, 
no Estadão, noticia que dois doleiros – Vinicius Claret, o Juca Bala, e Cláudio de Souza – que participavam de esquemas de lavagem de dinheiro do “corretor” de moeda Dario Messer, eram coagidos a pagar uma “mesada” ao advogado de Alberto Youssef, Antonio Figueiredo Basto, por “segurança em relação ao Ministério Público” e à Polícia Federal, entre 2006 e 2013.

O preço não era para pagar “bagrinhos”: US$ 50 mil mensais, o que, todos estes anos, sobe à casa de vários milhões.

As datas são, assim, anteriores ao início da Operação, mas compreende o período em que Alberto Yousseff já era velho conhecido de Moro e do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, ambos responsáveis pelo primeiro acordo de delação de Youssef, no caso Banestado, no qual foi condenado e deixado livre por ter delatado outros envolvidos.

Talvez esteja aí um caminho para que se descubra a razão de algo que ainda é misterioso: 
como é que se procuraria alguém que está condenado, que delatou e que estava, em tese, em liberdade condicional para intermediar negócios escusos de alto valor.

Teria Youssef, de fato, algum nível de “proteção” que o tornasse “seguro” para tais negócios, mesmo tendo sido “dedo duro”?

Mas isso não vem ao caso, porque a turma de Curitiba é invulnerável, como o Super-Homem, não é?

E quanto aos outros, bem, tem a história dos cem anos de perdão…judicial.

Portal Click Política com O Tijolaço e informações do Estadão.


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domingo, 14 de maio de 2017

Sem provas contra Lula, Globo agora diz que presidente foi “alertado”

14 de Maio de 2017
 


Neste domingo, Globo publica editoriais, disfarçados de matérias, para dizer que Lula foi “alertado” sobre a corrupção da Petrobrás
Esse é o slogan da Globo neste domingo.

Ora, num dos momentos mais interessantes de seu depoimento, o presidente explicou a Sergio Moro que os diretores da Petrobrás passavam por um rigoroso pente fino antes de serem nomeados, e ninguém, nem PF, nem Ministério Público, nem o judiciário, disseram nada sobre eles. 

Como é possível que o presidente, que, ao contrário dos órgãos de segurança, não pode quebrar nenhum sigilo fiscal, telefônico, eletrônico, de ninguém, soubesse que eles eram corruptos?

Sergio Moro, neste momento, tenta se esquivar, dizendo que “não tinha nada a ver com isso”, ao que Lula rebate: “tem sim, você soltou Alberto Yousseff”.

Sergio Moro foi o juiz do caso Banestado, e deu liberdade a Alberto Yousseff após este ter optado pela delação premiada. 

Em liberdade, Yousseff voltou a praticar crimes. Mesmo depois de tudo isso, o juiz volta a aceitar delação premiada do doleiro.

O consórcio mídia-Lava Jato entrou em parafuso. Como a tese de que Lula era o “comandante máximo” já foi ridicularizada, agora eles tentam atacar de “Lula sabia”.

Ora, decidam-se! A culpa de Lula é ser o “chefe” ter sido “alertado” e não fazer nada?

Na minha opinião, Lula tem culpa sim: de ter salvo a Globo da falência com os bilhões da Secom.

Abaixo, matéria no “blog” do filho da Miriam Leitão.



Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.

AGRADEÇO A TODOS


quarta-feira, 22 de março de 2017

Moro pede para sair

Moro pede para sair
22 de março de 2017
 Moro pede para sair -Nossa Política
Moro pede para sair – Foto: Reprodução

Moro percebeu que não poderá condenar Lula, tanto pelo fato de que não há provas para isto, como pelo fato de que Lula é muito maior do que ele.
Via Fernando Horta*, do Facebook:

Moro está pedindo para ser retirado da condução da Lava a Jato. Este comportamento não é novo em Sérgio Moro. 

No caso do Banestado, ao contrário do que alguns dizem, Sérgio Moro julgou e condenou quase todos os envolvidos. O grande problema é que fez tantas arbitrariedades e ilegalidades no primeiro grau que os réus todos conseguiram anulação das penas em segundo grau, saindo ilesos.

Quem estuda o caso não consegue entender que Moro tenha feito tantos absurdos de forma inadvertida. 

A tese é de que ele teria “errado de propósito” permitindo aos réus a possibilidade de anulação e saírem ilesos, o que aconteceu.

Sérgio Moro percebeu que não poderá condenar Lula, tanto pelo fato de que não há provas para isto, como pelo fato de que Lula é muito maior do que ele. Isto significa que Moro não entregará à legião de desesperados da direita o que prometeu.

Por outro lado, Moro já foi avisado que a Lava a Jato não vai adiante. O bloqueio feito por Jucá, Renan e Temer no executivo-legislativo e de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes no STF não deixam qualquer dúvida ao fato de que a “sangria está estancada”.

 O que sobra para Moro?
Sobra passar para a história como um juiz que teve nas mãos a possibilidade real de melhorar o país, mas sucumbiu frente à sua pequenez e ao seu ego. Sua cruzada o levou a atacar moinhos e, ao mesmo tempo, liberar os verdadeiros corruptos.

O caso da foto ao lado de Karnal demonstrou que sua visão sobre o “apoio incondicional da população” era tão ou mais errada que sua noção de “legalidade”. Karnal perdeu mais de 50 mil seguidores em 24 horas. O historiador voltou atrás, impressionado com a rejeição de Moro.

Leia mais matérias sobre
Tentando levantar Moro, a Globo o colocou no Fantástico. Moro abriu “canal nas mídias sociais”, tudo visando o “apoio” das massas. O que eles não contavam é que o modus operandi morista fizesse o delegado Grillo atacar os maiores anunciantes da Globo e jogar o Brasil numa crise diplomática e econômica com a “Carne Fraca”.

Moro é visto e percebido como a causa da retração econômica do país. Estudos de diversas universidades mostram que a Lava a Jato é responsável por retração de cerca de 3% do PIB. A máscara de herói não se sustenta quando a população perde empregos e passa necessidade porque um juiz não segue a lei.

Diante de tamanha oposição, Moro percebe que seu fim será dramático. Não se colocam empresários bilionários na cadeia e políticos mafiosos como Eike, Odebrecht e Cunha de forma leviana. Ou não se deveria imaginar que pode-se fazer ilegalidades com pessoas com este poder de fogo e nada acontecer.

Moro antecipa seu ocaso. O absurdo caso de prisão do blogueiro de esquerda é seu salvo-conduto. Moro tenta deixar o STF na condição de não poder fazer nada além de afastá-lo. Assim, ele terá a desculpa de não ter falhado, mas ter sido “afastado” por “forças ocultas”.

No final do ano passado, Moro entrou com pedido de afastamento para estudos nos EUA, por um ou dois anos. Sua esposa já teria se organizado para morar nos EUA. Moro pretende sair da festa enquanto ainda está vestido.

O depoimento de Lula em Curitiba pode ser mais uma pedrada no justiceiro-juiz. Moro se apequena diariamente e agora sem o apoio da mídia percebe que tem pouco tempo.

No vídeo abaixo eu deixo uma discussão de Gilmar Mendes, Lewandovksi, Teori, Carmem Lúcia e Celso de Melo sobre denúncia feita contra Moro em 2013, quando ninguém sabia que ele tinha a Lava a Jato nas mãos. (assistam especialmente a partir de 19:30)

Assistam, ali o STF fica “abismado” com a “parcialidade” e os “abusos” do juiz Moro. Gilmar Mendes chega a dizer que “fica impressionado com o conjunto da obra” (31:20) … Moro já era contumaz abusador de seus poderes (33:20).

Moro caiu na armadilha de Robespierre. Achando-se intocável, achando-se incorruptível, achando-se a própria justiça se tornou um tirano e sabe que a guilhotina lhe espera.

Edit 1: Algumas pessoas têm perguntando se “Moro REALMENTE pediu para sair da Lava a jato”. Eu não tenho, nem nunca tive contato com o juiz. 

A frase que inicia o texto deve ser lida no sentido de que “em se levando em conta as últimas atitudes e a conjuntura brasileira” Moro só pode estar querendo ser retirado da operação. 

É, portanto, segundo minha opinião, uma decorrência das atitudes do juiz-justiceiro.

*Fernando Horta é professor e historiador da UnB.





segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Escândalo do Banestado: mais de U$ 120 bilhões enviados ilegalmente para o exterior. Moro anulou a sentença e absolveu todo mundo

segunda-feira, 28 de novembro de 2016  Atualizado em 27/12/2016
Escândalo do Banestado: mais de U$ 120 bilhões enviados ilegalmente para o exterior. Moro anulou a sentença e absolveu todo mundo
 
Bilhões de dólares e uma conta chamada tucano

Por Armando Rodrigues Coelho Neto

Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5. Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/PR, cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “Japonês da Federal”, que nada tem a ver com a história.

Também meio antes, durante ou depois – a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios, que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal, que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais.

Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a resposta vinha incompleta. E aí, ela radicalizou: pediu a quebra de sigilo de todas as contas CC-5 do País. Sugiro ao leitor uma visita ao Google para entender melhor essas tais contas.

A PF descobriu que o dinheiro passava por Nova Iorque (EUA), uma roubalheira que apesar de gigante, seria apenas a ponta de um iceberg. Entre os suspeitos estavam empresas financiadoras de campanha, alto empresariado em geral e membros da alta cúpula do governo brasileiro da era Fernando Henrique Cardoso.

O rombo era tamanho que os promotores americanos, abismados com o volume de dinheiro que havia transitado por aquela cidade, quebraram sigilo bancário em Nova Iorque. 

A equipe da PF foi reconhecida e ganhou a simpatia até do enfadonho e burocrático Banco Central (EUA), além da FBI (Polícia federal americana).

O mecanismo descoberto era e é um traçado muito bem articulado, de forma que os verdadeiros nomes dos titulares não possam aparecer. Desse modo, num passe-repasse, plataformas financeiras e coisa e tal, os trabalhos para ocultação envolvem ou envolveriam até cinco camadas ocultadoras.

Com esse grau de sofisticação, investigar seria percorrer o complexo caminho inverso, mergulhar nas tais camadas, até que se chegar aos verdadeiros titulares do dinheiro.

Estava tudo tão bom e tão bem protegido, que a prática consolidou-se, e como a corrupção no País é endógena, além de “lubrificar economias” (a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE que o diga!) as ratuínas foram abrindo a guarda. Com impunidade garantida, alguns grandes nomes relaxaram e apareceram por descuido.

Haja descuido! Surgiu até um óbvio – “Tucano” e um aleatório “Serra”. Tão óbvio que deixou perplexo não só o delegado que coordenava o trabalho, mas também os procuradores. Mero ato falho e primário, em tempos de abertura de guarda, de “engavetadores gerais da República. Tempos de gente honrada e das panelas silenciosas, da dita “grande mídia” calada, dos arautos da moralidade hodierna.

Há uma entrevista no Youtube com o delegado federal José Castilho Neto, coordenador da Operação Macuco. Sem fulanizar ou partidarizar, ele reclama da oportunidade aberta e perdida, naquela época, para o enfrentamento da banda podre, seja da política, seja do empresariado. 

O Cônsul do Brasil, que trabalhava em Nova Iorque, teria dito para as autoridades americanas que a cabeça do delegado Castilho “estava a prêmio”. Só não disse quem seria o pagador, se os protegidos ou os protetores.

Castilho foi afastado. E o leitor a essa altura deve estar se perguntando: por que esse saudosismo tanto tempo depois?

Primeiramente para lembrar que a podridão de antes não inocenta ninguém. Mas serve pra provar a hipocrisia dos que hoje posam como arautos da moralidade. Mostra o cinismo dos paneleiros e demonstra com cristalina clareza a postura golpista da dita “grande imprensa”.

Em segundo lugar, para não ter que retornar aos tempos do Brasil Colônia ou da mordaça da ditadura militar, eu simplesmente gostaria de reafirmar que esse caso escabroso, narrado lá em cima, ocorreu na era do impoluto Fernando Henrique Cardoso. 

Sabe qual emissora de televisão de maior audiência? TV Globo. Sabem quem era o doleiro? Alberto Youssef. Sabem quem era o juiz? Sérgio Moro.

Conheça a verdade sobre o senador Perrella - PTB-MG (Helicoca).