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sábado, 22 de julho de 2017

VEJA: Jato que matou Eduardo Campos era do mesmo e foi comprado com dinheiro de campanha e Marina sabia de tudo CONFIRA!

VEJA: Jato que matou Eduardo Campos era do mesmo e foi comprado com dinheiro de campanha e Marina sabia de tudo CONFIRA!
22 de julho de 2017
 

A Veja desta semana chega perto, mas não revela inteira, a verdade que todos já sabem, menos os inquéritos policiais: 

o jato que matou Eduardo Campos e abriu as portas para a segunda candidatura de Marina Silva foi comprado pelo próprio, através de seu testa-de-ferro Aldo Guedes Álvaro.

Toda a imprensa sabe, aliás desde que ficou claro que Eduardo Campos aprovou pessoalmente a comprado avião, ainda em 2014, logo após o acidente.

O processo se arrasta no Supremo, desde 2015.

O “aluguel” do jatinho não só era uma fachada como, saindo das contas oficiais de campanha, representava uma lavagem de dinheiro inquestionável.

Estranha a situação de Marina Silva, desde o resultado das eleições gritando histericamente pela anulação da eleição com base nas fraudes que diz-se ter ocorrido na chapa Dilma-Temer.

Se as contas do candidato a presidente e as do vice são inseparáveis, como decidiu o TSE e defendeu sempre a Rede, as contas da chapa Eduardo campos-Marina Silva, parte integrante de sua campanha, também as devem condenar, porque ela usou o bem fraudado em seus deslocamentos eleitorais.

A “nova política”, os moralistas que apontam o dedo para as mazelas de um sistema político-eleitoral desde sempre sustentado pelo dinheiro das empresas são isso que agora fica claro: cínicos e hipócritas.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Empresa do genro de ministro do TCU doou R$ 3,8 mi a campanhas eleitorais em 2014

Empresa do genro de ministro do TCU doou R$ 3,8 mi a campanhas eleitorais em 2014
  postado em 31/01/2017 14:37
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São Paulo, 31 - Investigada na Operação Vórtex, desdobramento da Operação Turbulência, a construtora Lidermac firmou contratos de R$ 87 milhões com o governo de Pernambuco de 2010 a 2016, segundo a Polícia Federal. 

Desta quantia, contratos no valor de R$ 75 milhões foram fechados até 2014, ano da campanha presidencial do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em agosto daquele ano em acidente aéreo em Santos (SP).

A Vórtex, deflagrada nesta terça-feira, 31, levou para depor coercitivamente o empresário Rodrigo Leicht Carneiro Leão, genro do ministro do Tribunal de Contas da União José Múcio e um dos sócios da Lidermac. 
Os outros três sócios da empresa também foram levados a depor pela PF.

Ao mesmo tempo, as doações eleitorais da empresa saltaram de R$ 30 mil em 2006 para R$ 3,8 milhões em 2014, segundo a PF. Em 2014 foram doados pela Lidermac R$ 500 mil ao Diretório Nacional do PSB, segundo consta no site do TSE. 

Atualmente, as empresas privadas estão proibidas de fazer doações eleitorais por determinação do Supremo Tribunal Federal, que considerou os repasses inconstitucionais.

Os valores, tanto dos contratos quanto das doações, chamaram a atenção dos investigadores, que chegaram à Lidermac a partir das investigações das empresas usadas na polêmica compra do avião Cessna Citation que caiu e matou o então candidato do PSB à Presidência.

A construtora transferiu R$ 159,9 mil para a empresa Câmara e Vasconcelos, que adquiriu a aeronave dois dias depois pelo valor de R$ 1,7 milhão.

A Turbulência já havia identificado que a Câmara e Vasconcelos faz parte do grupo de empresas que teria lavado cerca de R$ 600 milhões em um esquema que teria abastecido as campanhas de Campos ao governo de Pernambuco em 2010, e de Marina Silva à presidência pelo PSB após a morte do ex-governador em 2014.

O superintendente regional da PF em Pernambuco, Marcello Diniz Cordeiro, afirmou que a evolução das doações eleitorais da Lidermac também chamou a atenção dos investigadores. 

Ele não citou nomes de políticos nem partidos que receberam essas doações, mas afirmou que foram repasses para deputados federais, estaduais e partidos políticos.

De acordo com a PF, em 2006, ano em que Campos foi eleito governador de Pernambuco pela primeira vez, a empresa doou apenas R$ 30 mil. Valor que foi para R$ 3 mil em 2008, saltou para R$ 270 mil em 2010, quando Campos foi reeleito governador e chegou a R$ 1,4 milhão em 2012. 

Na última eleição em que eram permitidas as doações eleitorais o valor repassado pela Lidermac para campanhas políticas foi para R$ 3,8 milhões.



terça-feira, 10 de janeiro de 2017

MORTO FAZ DELAÇÃO PREMIADA CONTRA AÉCIO NEVES

MORTO FAZ DELAÇÃO PREMIADA CONTRA AÉCIO NEVES

 
DELAÇÃO PREMIADA CONTRA AÉCIO ATRAVÉS DE UM CARTA PSICOGRAFADA

Psicografia de Eduardo Campos, denunciando o Senador do Congresso Nacional, Aécio Neves, como mentor do seu assassinato. Eduardo Campos morreu num suposto acidente de avião as vésperas das eleições presidenciais. 

Era um candidato da mesma.

O VÍDEO ESTÁ MAIS EM BAIXO : 

Por: José Ori Dolvin Dantas - Coronel do Exército (Cel.Dolvim - especialista em terrorismo e atentados terrorista)

Usei os seguintes argumentos para justificar que o acidente foi um atentado. 


1. Um jato executivo bimotor de porte médio fabricado em 2010 com 300 horas de voo é um avião novo!

2. A aeronave estava com as inspeções gerais e periódicas previstas no programa de manutenção em dia.

3. Equipado com sofisticados instrumentos de navegação que permitem pousos e decolagens em qualquer condição de tempo.

4. Gravador de voz em pane? Difícil de engolir. Ou o CENIPA recebeu ordem para não divulgar o conteúdo do áudio ou o gravador foi danificado durante o pernoite no pátio do aeroporto Santos Dumont.

5. A voz do piloto no diálogo com a torre de controle e divulgada por uma emissora de TV logo após o acidente mostrava muita tranquilidade da tripulação, apesar da chuva e da pouca visibilidade durante os procedimentos de aproximação.

6. Há fortes indícios de duas explosões: uma na cabine ou nas turbinas, o que fez o avião despencar; a outra, onde estavam os passageiros (motivo de os corpos terem sido totalmente esmigalhados). 


É tão evidente que houve esta explosão que não se achou, sequer, um pedaço de crânio, para se comparar fichas odontológicas a qualquer arcada dentária. Somente com o exame de DNA foi possível identificar o que sobrou de cada corpo.


VÍDEO FALA SOBRE PSICOGRAFIA DE EDUARDO CAMPOS