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quinta-feira, 2 de maio de 2019

RACHA SE APROXIMA: MOURÃO FAZ BUSCA POR GRAMPOS EM SEUS GABINETES E CONFIRMA CLIMA DE “GUERRA” COM BOLSONARO


RACHA SE APROXIMA: MOURÃO FAZ BUSCA POR GRAMPOS EM SEUS GABINETES E CONFIRMA CLIMA DE “GUERRA” COM BOLSONARO

Escrito por Portal Click Política 2 de maio de 2019

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Imagem do Google

O relacionamento entre presidente e vice, definitivamente, não é dos melhores, embora a cúpula do governo insista em dizer o contrário.

O general Hamilton Mourão usou a justificativa de executar um “procedimento de rotina” e mandou seus seguranças realizarem uma varredura em busca de grampos nas salas do gabinete da vice-presidência, no anexo do Palácio do Planalto e no Palácio do Jaburu.

A suspeita de espionagem não se confirmou.

 Entretanto, mostrou o grau de tensão entre Jair Bolsonaro e Mourão.

Campanha

As divergências entre ambos tiveram início na campanha eleitoral e se intensificaram durante o mês de abril.

A situação ficou quase insustentável a partir das críticas diárias feitas a Mourão por Carlos Bolsonaro, filho do presidente, e quem toma conta das redes sociais do pai.

Carlos acusou Mourão de ser traidor e de conspirar para derrubar Bolsonaro para ficar em seu lugar.

Com informações da Época

CONTINUA

BOLSONARO DESAFIA MOURÃO E NÚCLEO MILITAR DO GOVERNO SOBRE POSSÍVEL INTERVENÇÃO NA VENEZUELA

Escrito por Portal Click Política 2 de maio de 2019

 Imagem relacionada
Imagem do Google

O presidente Jair Bolsonaro mirou no cravo, mas acertou na ferradura, ao afirmar, nesta quarta-feira (1º), em suas redes sociais que, sobre a Venezuela, qualquer hipótese seria decidida “exclusivamente” por ele.

Leia também: Twitter suspende conta do Ministério do Petróleo e outros órgãos oficiais após golpe frustrado na Venezuela

A frase, que incomodou a cúpula do Congresso, sobretudo Rodrigo Maia, era endereçada, segundo aliados de Bolsonaro, inicialmente aos militares e ao vice, Hamilton Mourão, contrários a qualquer intervenção no país vizinho.

O fato de o presidente não descartar definitivamente uma ofensiva armada contra o governo de Nicolás Maduro faz com que governadores recorram à resistência dos militares a qualquer ato desse tipo para apostar no distanciamento do Brasil de um eventual conflito.

Políticos de estados importantes acionaram generais para medir a temperatura em Brasília.

Bolsonaro falou para lembrar que a decisão sobre a posição oficial do governo, em última instância, é dele.

Vale ainda a lembrança do Painel da Folha, desta quinta-feira, de que a tutela sobre o discurso público do presidente é alvo de disputa desde o início do governo, mais notadamente entre pessoas ligadas a Olavo de Carvalho e integrantes das Forças.


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terça-feira, 2 de abril de 2019

Pistola é furtada em feira de defesa no Rio, da qual participava Mourão


Pistola é furtada em feira de defesa no Rio, da qual participava Mourão

Ana Beatriz Rosa  3 horas atrás  02/04/2019

 Brazil's Justice Minister Sergio Moro looks at guns at Glock company's exhibition stand during LAAD, the biggest military industry expo in Latin America, in Rio de Janeiro, Brazil April 2, 2019. REUTERS/Ricardo Moraes
© Ricardo Moraes / Reuters

Uma pistola foi furtada durante a maior feira militar da América Latina, a LAAD, que acontece no centro de convenções Riocentro, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (2).

O incidente ocorreu pouco antes da cerimônia de abertura da feira. 

A arma estava exposta no estande da empresa italiana BDT.

De acordo com a assessoria do evento LAAD Defence & Security, a pistola furtada é do modelo APX Compact, de 9mm. 

A arma custa cerca de 400 euros, o equivalente a R$ 1,7 mil.

Estavam presentes no evento o presidente em exercício, Hamilton Mourão, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, o governador Wilson Witzel e o prefeito Marcelo Crivella.

A empresa confirmou que a arma estava desmontada e não é capaz de efetuar disparos.

“Podemos confirmar que uma pistola que não funciona foi removida de um estande na LAAD Defence & Security 2019 pouco antes da abertura da exposição hoje. 

As autoridades militares responsáveis pelo licenciamento de armas de fogo na LAAD foram informadas e compareceram imediatamente ao local do incidente. 

Estamos ajudando as autoridades relevantes em suas investigações”, diz a nota publicada pela assessoria da LAAD.

O Exército brasileiro é responsável pelo controle da entrada dos armamentos no local. 


Brazil's Justice Minister Sergio Moro looks at guns at Glock company's exhibition stand during LAAD, the biggest military industry expo in Latin America, in Rio de Janeiro, Brazil April 2, 2019. REUTERS/Ricardo Moraes
© Ricardo Moraes / Reuters Brazil's Justice Minister Sergio Moro looks at guns at Glock company's exhibition stand during LAAD, the biggest military industry expo in Latin America, in Rio de Janeiro, Brazil April 2, 2019. REUTERS/Ricardo Moraes


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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Mourão: Fechamento da fronteira da Venezuela “não é ato de agressão”


Mourão: Fechamento da fronteira da Venezuela “não é ato de agressão”

4 hours ago Internacional 22/02



General da reserva, o vice-presidente Hamilton Mourão, de 65 anos, virou alvo das hostilidades dos setores mais conservadores do governo de Jair Bolsonaro por defender posições consideradas moderadas. 

Mas, em entrevista à agência de notícias AFP nesta quinta-feira (21), ele afirma que busca no cargo ter “papel complementar” e ser “o escudo e a espada” do presidente.

O vice-presidente brasileiro, Hamilton Mourão, falou sobre a Venezuela e desaconselhou a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. 

Ele também defendeu que as reformas econômicas sejam priorizadas em detrimento da chamada “agenda conservadora”, que inclui projetos como a Escola Sem Partido ou redução da maioridade penal. 

Confira a entrevista:

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ordenou fechar a fronteira com o Brasil para evitar a entrada de ajuda humanitária. 
Como o senhor avalia esta decisão?

HM: Vejo essa reação simplesmente para impedir que ocorra esse processo de ajuda humanitária.

O Brasil vai protestar ou reagir de alguma maneira?

HM: O fechamento da fronteira para nós não significa um ato de agressão. A Venezuela tem liberdade para fazer o que quiser.

O senhor teme uma ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela?

HM: A ameaça está mais no campo da retórica do que na ação. Seria muito prematuro e fora de propósito os EUA realizarem uma intervenção militar dentro da Venezuela. 

A questão da Venezuela tem que ser resolvida pelos venezuelanos.

O senhor é considerado o maior comunicador do governo e, também um moderador.
 Sente-se confortável com esse papel, embora seja criticado por isso no próprio governo?

HM: Acho que meu papel é de complementar o do nosso presidente. O presidente é nosso líder, o presidente é um homem da ação, da decisão. 

Eu busco ter esse papel complementar como já disse, que seja muitas vezes o escudo e a espada dele.

As críticas dos evangélicos, de Steve Bannon, de Olavo de Carvalho, não refletem divisões na aliança do governo?

HM: É uma questão de opinião. Eu sempre digo que é a minha opinião pessoal. 
No momento em que o presidente tomar decisões em assuntos nos quais eu já emiti opiniões que não eram unanimidade, eu passo a ter a mesma decisão que ele. É uma questão de disciplina intelectual.

Existe uma ala militar no governo ou um partido militar?

HM: Não. Acho que essa é uma interpretação errônea. 
Raramente falo com meus conhecidos que pertencem às Forças Armadas, ou que pertenceram às Forças Armadas, cada um envolvido com a área do governo da qual ficou responsável. 
Então, eu não vejo dessa forma. E as Forças Armadas como conjunto estão cumprindo a função constitucional que elas têm.

Oito dos 22 ministros do governo são militares, além do presidente e do vice. O que os militares podem aportar ao Brasil na política?

HM: Nós estamos muito ligados aos cargos técnicos, com exceção do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto Santos Cruz, que está em uma função de ligação política, ou no caso do general Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, GSI, que sempre foi um cargo de militares, e o caso do ministério da Defesa, comandado pelo general Fernando Azevedo e Silva. 

O que nós podemos fazer? Uma das grandes coisas de que o Brasil vem se ressentindo é a questão da gestão. A gestão pública era péssima. 

E ao ser péssima, permitia que duas coisas ocorressem: recursos mal empregados e desvio de recursos para a corrupção.
O nosso grande trabalho na minha visão é melhorar a gestão pública.

Qual é a avaliação que o senhor faz dos dois primeiros meses de governo, marcados por disputas entre aliados e pela exoneração do ministro da secretaria-geral da Presidência, Gustavo Bebianno?

HM: Os dois primeiros meses são um momento de acomodação. 
Muita gente pensa que na transição você consegue já no dia primeiro assumir as coisas.

Tivemos uma reorganização dos ministérios, os ministérios estavam muito espalhados aqui por Brasília. 
Era necessário que cada ministro fizesse o reconhecimento dessas áreas, que enxugasse a parte administrativa, então isso levou um tempo. 

No mesmo momento havia a questão de cirurgia do presidente. Agora o presidente está totalmente recuperado do problema que ele enfrentou. 

Esses dois meses – 45, 50 dias – foram exatamente para isso, e os dois projetos que nós considerávamos os mais importantes entraram no Congresso dentro do prazo previsto, que eram a questão da reforma da Previdência e a questão do combate à criminalidade.

Quais são as lições que o senhor pode tirar dos episódios que atrapalharam o governo, por exemplo a crise com Gustavo Bebianno? 

(Bebianno foi exonerado depois de ter sido chamado de mentiroso pelo vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, outro filho do presidente).

HM: Acho que a gente tem que ser mais cuidadoso na nossa segurança orgânica. E também a gente tem que aprender a não reagir tanto com o fígado, reagir mais com a razão.

Depois da crise, o senhor e outros membros do governo pediram que os filhos do presidente não interferissem tanto nas áreas do governo. Serão ouvidos?

HM: Acho que isso faz parte do processo de adaptação que eu te disse. 
A família do presidente é uma família muito unida. 

Os filhos são pessoas bem-sucedidas, porque ele tem três filhos que concorreram a cargos eletivos e foram eleitos com votação expressiva. 

Agora vai chegar o momento em que cada um vai entender o tamanho da cadeira dele. 

A cadeira de deputado federal é uma, a cadeira de senador é outra e a cadeira de vereador é outra. Eu vejo isso com naturalidade. É uma concertação que vai acontecer naturalmente.

A respeito a participação de um dos filhos em atividades diplomáticas em paralelo à diplomacia do governo. Isso é algo que pode atrapalhar?

HM: O deputado federal Eduardo Bolsonaro foi aos Estados Unidos em um primeiro momento e estabeleceu alguns canais de comunicação.

 Mas obviamente esses canais informais, vamos dizer assim, acabaram sendo substituídos pelos canais normais da diplomacia.

O senhor acha que a agenda conservadora vai ser importante nos próximos meses?

HM: A agenda conservadora vai buscar seu espaço de acordo com as necessidades do momento. 

Eu tenho dito que um país com 13 milhões de desempregados, uma necessidade premente de investimentos na nossa infraestrutura, uma economia que passou por una recessão de dois anos, com déficit fiscal, com problemas na segurança pública… 

A gente tem que combater isso aí primeiro, e a agenda conservadora vai avançar paulatinamente.

O general Heleno falou que existe um risco de fratura do Brasil através das ONGs que atuam em áreas indígenas. Existe esse risco?

HM: Não. O que eu vejo é o seguinte: o indígena tem que estar integrado ao conjunto da população brasileira, porque são indígenas brasileiros, são de origem brasileira, eles não são um grupo à parte.

 Eles falam português, obviamente, e o que acontece é que eles têm que ter os meios de sobrevivência. 

Eles têm que ter capacidade de explorar a terra que a eles foi designada. 
Obviamente, eles lutaram por aquilo ali.


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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

MOURÃO VAI A REUNIÃO DE EMERGÊNCIA SOBRE POSSÍVEL GUERRA CONTRA A VENEZUELA


MOURÃO VAI A REUNIÃO DE EMERGÊNCIA SOBRE POSSÍVEL GUERRA CONTRA A VENEZUELA

21 DE FEVEREIRO DE 2019 ÀS 18:07 // 


O presidente Jair Bolsonaro escalou o vice-presidente Hamilton Mourão para ir a reunião de emergência do Grupo de Lima, na próxima segunda-feira, em Bogotá, para discutir a situação na Venezuela, em meio à decisão de Nicolás Maduro de fechar a fronteira com o Brasil e avaliar fazer o mesmo com a Colômbia; governo brasileiro decidiu elevar o nível de participação no encontro 
—normalmente tocado pelo ministro das Relações Exteriores— depois que o governo americano decidiu enviar à reunião também seu vice-presidente, Mike Pence, e pelo agravamento da crise

21 DE FEVEREIRO DE 2019 ÀS 18:07 // 

BRASÍLIA (Reuters) - 

O presidente Jair Bolsonaro escalou o vice-presidente Hamilton Mourão para ir a reunião de emergência do Grupo de Lima, na próxima segunda-feira, em Bogotá, 
para discutir a situação na Venezuela, em meio à decisão de Nicolás Maduro de fechar a fronteira com o Brasil e avaliar fazer o mesmo com a Colômbia.

De acordo com a assessoria da Vice-Presidência, Mourão viaja no domingo à noite e volta ao Brasil na segunda, logo após o encontro.

O governo brasileiro decidiu elevar o nível de participação no encontro —normalmente tocado pelo ministro das Relações Exteriores— 
depois que o governo americano decidiu enviar à reunião também seu vice-presidente, Mike Pence, e pelo agravamento da crise.

Até o fim da tarde desta quinta-feira, o governo brasileiro não havia se manifestado sobre a decisão de Maduro de fechar a fronteira a partir da noite desta quinta. 

A entrada da ajuda humanitária arrecadada pelo autodeclarado presidente interino da Venezuela Juan Guaidó está marcada para sábado, dia 23.


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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

COM MEDO DE BOLSONARO? Mourão Se Acovarda E Chama Bebbiano De “Desleal”


COM MEDO DE BOLSONARO? Mourão Se Acovarda E Chama Bebbiano De “Desleal”

Por Portal Click Política Em 20 fev, 2019

 

O vice-presidente, Hamilton Mourão, disse que o ex-ministro Gustavo Bebianno agiu de forma desleal com o presidente Jair Bolsonaro no episódio da divulgação dos áudios de conversas travadas entre eles e que acabaram por desmentir a versão feita por Bolsonaro e por seu filho, o vereador Carlos Boslonaro, 
acerca da crise política que resultou na demissão de Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência da República. 

“A divulgação dos áudios foi uma deslealdade muito grande com o presidente. 

O principal problema foram os áudios, pois rompe a intimidade”, afirmou Mourão nesta quarta-feira (20) em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Sobre a influência dos filhos de Bolsonaro nas decisões do presidente, Mourão disse acreditar que logo cada um irá entender qual o seu lugar.

 “Da minha parte, não [tem problemas]. 

A questão dos filhos é da acomodação do início de governo. 

A família é unida por tudo o que enfrentaram. 

Os filhos são pessoas bem-sucedidas, cada um com um mandato popular. 

Eles vão entender o tamanho da cadeira de cada um e vão permanecer nelas”, ressaltou.

Questionado sobre a força do governo para aprovar a reforma da Previdência, Mourão disse que o projeto conta com 250 votos favoráveis entre os deputados, abaixo dos 308 votos necessários para sua aprovação pela Câmara.

 “Nosso sistema previdenciário é uma pirâmide financeira. Quem chega primeiro vai ter. 

Os mais jovens vão trabalhar até morrer sem se aposentar, o que rompe o pacto de gerações. 

Eu sinto que nossos parlamentares compreenderam e a população também”, disse.


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