sexta-feira, 28 de abril de 2017

PRESIDENTE SEM MORAL: Temer, um senhor de 76 anos, vai pagar o preço por ter dado o golpe, dispara Lula

PRESIDENTE SEM MORAL: Temer, um senhor de 76 anos, vai pagar o preço por ter dado o golpe, dispara Lula
28 de abril de 2017
 
BRA60. SAO PAULO (BRASIL), 23/03/2016.- El expresidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, habla hoy, miércoles 23 de marzo de 2016, en un acto de apoyo a la democracia y la mandataria Dilma Rousseff, organizado por la Central Única de los Trabajadores (CUT), la mayor unión de sindicatos del país, en Sao Paulo (Brasil). Lula puede ayudar a su sucesora y ahijada política, Dilma Rousseff, a combatir la crisis en el cargo de asesor de la Presidencia en caso de que la Justicia mantenga el veto a su nombramiento como ministro, dijeron hoy fuentes oficiales. EFE/Sebastião Moreira

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revelou nesta sexta-feira, 28, que conversou com o presidente Michel Temer (PMDB) antes do processo de impeachment e que pediu para que ele não deixasse Dilma Rousseff (PT) ser tirada do poder durante a discussão do impedimento no Congresso. 

“Se o Temer tivesse me ouvido, ele não tinha dado o golpe”, afirmou Lula em entrevista à Rádio Guaíba, de Porto 
Alegre (RS).

O petista não disse, no entanto, em que data conversou com Temer para tentar evitar o impeachment. “Eu conversei muito com o Temer, eu disse que ele não podia rasgar a biografia dele como constitucionalista. Mas, lamentavelmente, eu acho que ele não me ouviu e tomou a decisão que tomou. E eu acho muito ruim para o Brasil”, afirmou o petista.

Lula disse que não adianta Temer dizer agora que o impeachment foi feito pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Lava Jato. 

Em recente entrevista, Temer foi questionado sobre o papel de Cunha no impedimento de Dilma e disse que os dois teriam conversado a respeito do encaminhamento na Câmara – e que Cunha dizia que arquivaria os pedidos se tivesse os votos do PT no Conselho de Ética, o que não aconteceu. 

“O PT tinha que votar contra o Eduardo Cunha mesmo. O problema é que o Temer é um jurista e ele sabia que era um golpe”, afirmou Lula.

Na entrevista, Lula declarou que quer novamente ser presidente da República e que não há plano B para o Partido dos Trabalhadores. 

“Se eu tinha alguma dúvida, hoje eu posso dizer: eu quero ser presidente da República outra vez. Vou pedir ao povo brasileiro o direito de votar em mim e vou tentar mostrar para eles que eu sou capaz de resolver a crise que o País vive hoje”, disse.

Questionado se o PT tinha um plano B para a candidatura caso a sua fosse inviabilizada por uma eventual condenação na Lava Jato, Lula afirmou que não há alternativa e que tem certeza que poderá ser candidato. 

“Para mim não tem plano B, o primeiro é plano A, o segundo é plano A. Não tenho nenhuma preocupação de ser impedido porque para você ser impedido é preciso que as pessoas tenham provas concretas e objetivas”, disse.

A decisão de ser novamente candidato, afirmou Lula, veio após o “massacre irresponsável” que sofreu pela força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) na Operação Lava Jato. 

Ele destacou que a tentativa de condená-lo nas investigações com o objetivo de tirá-lo da disputa eleitoral o animou para 
a eleição.

Greve geral
Lula afirmou na entrevista que a greve geral realizada hoje em todo o País deveria mobilizar o Congresso contra as reformas do presidente Michel Temer (PMDB). O petista, no entanto, disse que os parlamentares perderam a “sensibilidade” com o povo.

“A sensibilidade política dessa gente é zero”, disse Lula. Ele afirmou que as pessoas precisam olhar como estão votando os deputados em assuntos de direito dos trabalhadores. 

“Pode ser que o Congresso comece a mudar de comportamento e o povo passe, nas próximas eleições, a querer um Congresso mais comprometido com a sociedade brasileira, menos conservador.”

Ele afirmou ainda que houve “adesão completa” da sociedade brasileira à greve geral e que o governo precisa entender que o povo não vai aceitar as mudanças na Previdência, a reforma trabalhista e 
a regulamentação da terceirização. 

Com informações do Estadão Conteúdo.



BOMBA: Filha de Temer fala de brigas com o pai, drogas e aborto; CONFIRA!

BOMBA: Filha de Temer fala de brigas com o pai, drogas e aborto; CONFIRA!
28 de abril de 2017
 

A filha do presidente Michel Temer, Luciana Temer, defendeu a legalização do aborto, das drogas e da prostituição em uma entrevista para a revista Marie Clare publicada nesta 
sexta-feira (28). 

À frente do Instituto Liberta, que combate a exploração sexual 
de crianças, a advogada, que iniciou a carreira como delegada da mulher, falou sobre a sua trajetória e as diferenças ideológicas 
em relação ao pai.

Luciana ficou conhecida durante o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A advogada chamou a atenção da mídia por trabalhar com o então prefeito de São Paulo, o petista Fernando Haddad, e por afirmar que o impeachment não era bom para a democracia.

Aos 47 anos, Luciana tem dois filhos, Pedro, de 16, e Marina, de 14. A advogada dá aulas de direito na PUC e na Uninove, ambas em São Paulo, além de comandar o Instituto Liberta, criado em janeiro deste ano.


Luciana contou que aceitou o convite de Haddad para trabalhar com ele na prefeitura, mas o seu pai precisou ser consultado. A princípio, Temer preferiu mantê-la longe da política e mais especificamente do PT, mas cedeu aos apelos da filha.

“Fui até a casa dele e perguntei o porquê daquilo (de dizer que Luciana não poderia atuar com Haddad). Ele disse que eu apanharia muito por ser sua filha. Respondi: ‘Enquanto você viver, estarei nessa posição. Eu aguento. Você aguenta?’.” 
O pai acabou recuando.

Luciana contou que estava na prefeitura durante o processo de impeachment, em que o PMDB rompeu com o governo e foi alvo de ataques. “Foi difícil, mas meu pai e o Haddad me apoiaram.” Desde então, ela tem ajudado os filhos a lidar com os ataques dirigidos ao avô.

Quando questionada se é a favor da legalização do aborto, Luciana disse que sim, pois “essas hipocrisias sociais precisam ser rompidas. Ele é a quarta causa de mortalidade materna 
no Brasil”, 

explicou. “E são as classes menos favorecidas que pagam o preço”, completou a advogada.

Sobre o polêmico discurso do presidente no dia das mulheres, quando ele ressaltou o papel feminino na criação dos filhos e na percepção da oscilação dos preços no supermercado, Luciana disse que este não era o discurso que queria ouvir, mas explicou a intenção do pai:

É o discurso que eu gostaria de ouvir no Dia Internacional da Mulher? Não. Mas é o que ele acredita e falou para muitas mulheres que vivem dessa forma. Até hoje fala: ‘Sou grato porque sua mãe criou muito bem vocês’. 

Também me dizia que a Procuradoria do Estado é uma ótima carreira porque é meio período. Na lógica dele, você tem que se fortalecer profissionalmente, mas também cuidar dos filhos. Mas é importante dizer que sempre me incentivou a ser independente financeiramente.”

“Luciana, que trabalhou com Haddad no programa De Braços Abertos, com usuários de crack, também defendeu a legalização das drogas. “A proibição já deu errado. Nos últimos dez anos, dobramos o sistema prisional brasileiro. 

O causador disso foi o tráfico de entorpecentes, que passou de quarto para primeiro motivo de prisões. Quem vai preso? O preto, o pobre, o da periferia, a mulher que levou droga pro marido. Mais de 75% das prisões não são de inteligência, são feitas pela Polícia Militar: é o menino que é abordado ali e é preso”, explicou.

A filha de Temer assumiu na entrevista, inclusive, já ter experimentado maconha. “Já experimentei maconha quando era jovem. Não gosto, não faço apologia do uso. Mas, se legalizar, fica mais fácil de lidar com a situação”, justificou.

Luciana definiu o momento que ouve um “Fora, Temer” como “desconfortável”. “Uma vez, eu estava fazendo uma plenária com o Had­dad e uma líder comunitária subiu no palco e falou: ‘Não aguento, sou vermelha desde criancinha. Fora, Temer!’. 

Eu estava no palco. Ficou um silêncio. Peguei o microfone e falei: ‘Mas não eu, tá?’. Todo mundo riu. Não é pessoal, não é contra mim”, disse.

Click Política





SEM MAQUIADORA: Com ‘cara de sono’ e visivelmente abatida no dia da greve, Jornalista da Globo vira piada nas redes sociais

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28 de abril de 2017



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VÍDEO: Marcelo Madureira é expulso de protesto no Rio aos gritos de “canalha”, “golpista” e “fascista”

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  28 de abril de 2017

                        VEJA O VÍDEO


Casseta Marcelo madureira é Agredido na

 alerj pela CUT!!! Golpista Covarde!!!



MINEIRINHO BENEFICIADO: Dilma lamenta privilégios de Aécio e pede igualdade de direitos no STF; CONFIRA AQUI!

MINEIRINHO BENEFICIADO: Dilma lamenta privilégios de Aécio e pede igualdade de direitos no STF; 
CONFIRA AQUI!
28 de abril de 2017
 

Defesa da presidenta eleita entra com petição no TSE para conseguir acesso a documentos e delações
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A defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff pediu ao ministro Herman Benjamin, relator do processo que pede a cassação da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral, o mesmo tratamento dispensado pelo ministro Gilmar Mendes ao tucano Aécio Neves, no âmbito do Supremo Tribunal Federal. 

A isonomia foi solicitada a Benjamin nesta quinta-feira. 
O argumento é que Dilma tem sido acusada em delações premiadas, mas não teve acesso aos autos e à íntegra dos depoimentos, colhidos por autoridades da Lava Jato e vazadas seletivamente para a imprensa.

O procedimento que beneficiou Aécio já foi adotado também no caso do ministro das Relações Exteriores Aloysio 
Nunes Ferreira.

“A situação jurídica é esdrúxula”, disse o advogado Flávio Caetano. “Os acusadores perante o TSE, senadores Aécio Neves e Aloisio Nunes, conseguiram como acusados perante o STF o acesso prévio a depoimento de colaboradores premiados, mas Dilma Rousseff, não”. A petição foi protocolada no TSE.

Segundo Flávio Caetano, o STF autorizou expressamente que tais depoimentos pudessem ser feitos perante o TSE, com manutenção do sigilo judicial. Além disso, os colaboradores premiados assumiram o compromisso de dizer a verdade em juízo, como decorrência do acordo de colaboração premiada que fora homologado pelo STF. 

Ocorre que o direito ao acesso prévio a depoimentos de colaboradores premiados e respectivos documentos de corroboração não tem sido contemplado à presidente eleita.

Enquanto o Supremo tem assegurado aos investigados o livre e amplo acesso aos termos de colaboração e depoimentos anteriores que embasaram aqueles inquéritos, o mesmo não vem ocorrendo nos autos da investigação em curso no TSE, principalmente a partir dos depoimentos de ex-dirigentes da Odebrecht. 

Segundo a defesa de Dilma, a investigação do TSE não pode continuar sem que ela tenha acesso ao inteiro teor dos depoimentos já colhidos perante o STF e a Procuradoria Geral da República.

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MORO PERDE RESPEITO DO POVO: Decisão de juiz de tomar presentes de chefes de estado para Lula ‘depõe’ contra ele próprio, avalia oposição

MORO PERDE RESPEITO DO POVO: Decisão de juiz de tomar presentes 
de chefes de estado para Lula ‘depõe’ contra ele próprio, avalia oposição
28 de abril de 201
 

Com a decisão do juiz Sérgio Moro de ‘tomar’ os presentes do ex-presidente Lula (PT), que foram dados por chefes de estado de todo o planeta, vários deputados da oposição acreditam que o magistrado de Curitiba tem de fato, algo de ‘pessoal’ contra o líder do Partido 
dos Trabalhadores.

Isso porque é absolutamente normal que presidentes recebam presentes de colegas em várias partes do mundo.

Para parlamentares do PT, decisões de Moro depõe contra ele próprio e mostram a sociedade que o juiz de Curitiba não é imparcial, perseguindo Lula porque virou refém 
da Rede Globo.

Lula não se pronunciou a cerca do fato, mas já havia dito que o MPF poderia ficar com o seu acervo, ‘eu dou de presente a eles’.

A audiência de Lula será no dia 10 de Maio.

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Jornalista lamenta postura de Moro, diz que ‘conluio’ com a Globo fracassou e que juiz de Curitiba chegou ao seu limite, ‘Ele não para Lula’

Jornalista lamenta postura de Moro, diz que ‘conluio’ com a Globo fracassou e que juiz de Curitiba chegou ao seu limite, ‘Ele não para Lula’
28 de abril de 2017
 

O jornalista Gil Silva, proprietário do Portal e Tv Online Click Política, afirmou que o ‘conluio’ da Rede Globo com o juiz de Curitiba, Sérgio Moro, já caiu no descrédito popular.

Para Gil, as pesquisas de intenção de voto comprovam que todo o desgaste dos últimos três anos provocados pela a Lava Jato contra o ex-presidente Lula, não foi suficiente para ‘baqueá-lo’ perante a população, ‘Fizeram de tudo e já chegaram ao limite. Essa guerra, a globo e o juiz de Curitiba já perderam’.

O jornalista foi mais além e afirmou que agora, o magistrado, que virou refém da Globo, deve tentar tirar Lula da disputa, a partir de decisão judicial em primeira instância, torcendo que o TRF siga a sua linha de pensamento, que seria pela a condenação.

Porém, as provas contra Lula na opinião de Gil Silva, seriam absolutamente frágeis, citando decisão da justiça de São Paulo, que sequer aceitou a denúncia do tríplex.

Gil finalizou dizendo que a tensão de Moro e da Globo só tende a aumentar, pois sabem que é impossível conter a onda Lula pelo o Brasil.

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