sábado, 19 de setembro de 2020

O Brasil Feliz De Novo: Hashtag #HaddadLula2022 Ganha As Redes E Surpreende Milícias Bolsonaristas

SUED E PROSPERIDADE

19/09/2020

O Brasil Feliz De Novo: Hashtag #HaddadLula2022 Ganha As Redes E Surpreende Milícias Bolsonaristas

 Celeste Silveira 19 de setembro de 2020 

A hashtag #HaddadLula2022 subiu no Twitter nesta manhã de sábado, 19, e prossegue sendo um dos assuntos mais comentados da plataforma. 

Protocolo tradicional das milícias bolsonaristas, a subida forte de uma hashtag eleitoral da esquerda surpreendeu a todos, inclusive os próprios setores progressistas, que se engajaram nos compartilhamentos.

Para quem acreditou que as esquerdas ficariam apenas observando mais um passeio da extrema direita nas redes sociais em plena eleição municipal, a hashtag #HaddadLula2022 foi um balde de água fria. 

Setores progressistas passaram a povoar mais as redes e começam, neste momento, a produzir uma inflexão de engajamentos e participações do usuário digital.

https://twitter.com/selminhasilva13/status/1307302238566731779?s=20

*Com informações do 247

Que venham #HaddadLula2022 devolver a dignidade ao povo.
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CONTINUA

 Brasil, De Exemplo Mundial De Combate À Fome A Motivo De Grande Preocupação

 Celeste Silveira 19 de setembro de 2020 

“O Brasil não só não cumpre os compromissos que assumiu, como gera desconfiança sobre estes acordos internacionais”, diz o economista Francisco Menezes, que destaca: “a consequência é bastante nefasta”.

Os dados de que há 10,5 milhões de pessoas passando fome no Brasil, divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (17), apenas confirmam as expectativas já denunciadas durante o governo de Michel Temer e de Jair Bolsonaro. 

Em 2017, por exemplo, o economista Francisco Menezes, que acompanha de perto a situação da insegurança alimentar no Brasil e integra o grupo de trabalho Agenda 2030, alertava que o Brasil voltaria ao Mapa da Fome da ONU.

Naquele ano, o Relatório Luz, o primeiro produzido pelo grupo de trabalho Agenda 2030, mostrava os riscos de um retrocesso (Confira aqui). 

Signatário aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre os países que integram a ONU, o Brasil prestou contas dessas metas somente uma vez, em 2017, ficando omisso em 2018, no governo Temer, e 2019 e 2020, no governo Bolsonaro.

Também com Jair Bolsonaro foi a primeira vez que o Brasil, desde que é signatário ao pacto em 2015, não incluiu os objetivos de desenvolvimento sustentável no programa de governo. É o que informa o economista que faz parte do GT, em entrevista ao GGN. 

“No plano estratégico lançado pelo governo, ele [Bolsonaro] suprimiu, pela primeira vez, a referência às ODS, retirou o compromisso que existia antes, o que vemos com muita preocupação”, relatou Menezes.

O alerta do retrocesso na fome e na pobreza no Brasil não foi feito apenas por este grupo de trabalho, que acompanha de perto a situação. Além dos dados do IBGE, divulgados a cada 5 anos, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) 

publicou um relatório, no ano passado, indicando que a curva de desnutrição no país, que era descendente, começava a crescer, juntamente com a anemia entre mulheres em idade reprodutiva e recém-nascidos abaixo do peso atingindo 8,4%.

E considerando que a fome está diretamente relacionada com outra das metas das ODS, a erradicação da pobreza, dados da Fundação Getúlio Vargas (FVG) divulgados há dois anos também mostravam que a desigualdade no Brasil vem aumentando desde 2016 (Acesse aqui).

Questionado sobre o que esperar de um governo que foi alertado antes mesmo de iniciar o mandato, Menezes foi direto: “desse governo a gente não espera nada, a expectativa é neutralizá-lo na sua lógica de destruição e buscar, a partir da sociedade e em discussão com as instituições brasileiras, propostas alternativas.”

Estão no Mapa da Fome todos os países que têm 5% de sua população ingerindo menos calorias do que o recomendável, ou seja, passando fome. Em 2013, era 3,6% da população no nível de insegurança alimentar. Deixando este mapa, no feito inédito, o Brasil também ganhava credibilidade internacional.

A própria FAO reconhece amplamente os logros do Brasil naquele tempo: “As altas e persistentes desigualdades de renda do Brasil e no acesso a serviços básicos, como educação e os cuidados de saúde são bem conhecidos. No entanto, na década de 2000, a desigualdade diminuiu substancialmente, enquanto a economia cresceu a uma taxa anual de 3,2 por cento entre 1999 e 2014. 

Como resultado, as reduções em pobreza e desigualdade seguiram de forma semelhante padrão impressionante durante os anos 2000: 26,5 milhões de brasileiros saíram da pobreza entre 2004 e 2014”, destacava, em relatório.

“O Brasil, até 2015, conseguiu cumprir e muitas vezes com sobras esses objetivos. 

Nós estamos andando para trás, aquilo que a gente tinha conseguido até em um determinado momento, começamos a retroceder e retroceder de uma forma acelerada”, lamentou o economista.

Apesar de não ser uma obrigatoriedade, Francisco Menezes ressaltou os efeitos negativos para o Brasil também em perspectiva de relações internacionais de não cumprir com os compromissos dos quais assinou junto aos demais países.

“A consequência é bastante nefasta para o país. 

A imagem do país, por esse e outros tantos motivos, tem ficado bastante prejudicada. No caso da erradicação da fome, o Brasil era tido como um modelo, a experiência brasileira era acolhida com muita atenção. 

Agora, nós somos motivo de uma preocupação de outros países e da humanidade, haja visto o que vem acontecendo também no plano ambiental. 

O Brasil não só não cumpre os compromissos que assumiu em diversos acordos internacionais, como declara desconfiança sobre estes acordos”, assinalou.

*Com informações do GGN

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Começa A Cair De Vez A Máscara De Moro, Bretas E De Toda A Lava Jato

SUEDE E PROSPERIDADE

18/09/2020

Começa A Cair De Vez A Máscara De Moro, Bretas E De Toda A Lava Jato

 Celeste Silveira 18 de setembro de 2020 

Pelo tom da matéria ameaçadora da Crusoé/Antagonista sobre Toffoli, tendo Alexandre de Moraes como coadjuvante, os dias de Moro dentro do STF estão contados.

A reportagem que trata de uma suposta delação de Marcelo Odebrecht contra Toffoli tem aquela credibilidade que todos sabem quando o assunto é delação e Lava Jato.

A condenação de Bretas por unanimidade pelo TRF-2, a ordem de Gilmar Mendes para que Bretas explique em cinco dias a operação contra escritórios de advogados pela Lava Jato, autorizada por ele e a intimação da PF para Moro depor, mesmo como testemunha sobre os atos antidemocráticos, porque à época era ministro de Bolsonaro, mostram que a Lava Jato, senão toda, parte dela está sendo passada a limpo pela justiça.

E cada degrau perdido por qualquer um desses membros do oráculo lavajatista, como também é o caso de Dallagnol que caiu em desgraça, os antigos heróis vão perdendo força e, perdendo força, perdem também a capacidade de resistir a uma corrente contrária que se avoluma a cada dia contra o lavajatismo.

É difícil saber o que vem por aí, mas vem coisa grande, pelo tom da reportagem do blog do qual Moro é sócio, o que está sendo esculpido contra a república de Curitiba e congêneres, não é coisa pequena e pode revelar surpresas inimagináveis contra o califado lavajatista.

A conferir.

*Da redação

CONTINUA

PF Intima Moro Para Depor No Inquérito Dos Atos Antidemocráticos

 Celeste Silveira 18 de setembro de 2020 

O que, aparentemente é uma coisa tola, pode se transformar num pesadelo para Moro, mesmo que deponha como testemunha no inquérito dos atos antidemocráticos.

Todos sabem que a convocação para as manifestações eram feitas e patrocinadas pelo gabinete do ódio dentro do Palácio do Planalto, enquanto Moro gozava a vida como ministro da Justiça e Segurança Pública, acobertando todos os delitos que envolvem o clã Bolsonaro, avalizando inclusive a explicação patética de Bolsonaro sobre as primeiras denúncias do Coaf de depósitos do miliciano Queiroz na conta de Michelle Bolsonaro.

Moro não pode dizer que desconhece o grupo de disseminação de fake news, comandado por Carlos e Eduardo, que atuava dentro do Palácio do Planalto em parceria com o vigarista Allan dos Santos, atualmente fugido do Brasil.

Para Moro, sobram somente duas opções, fingir que não sabia o que acontecia debaixo de suas barbas assumindo total incompetência para o cargo que ocupava ou que sabia, mas prevaricou para não melindrar o chefe.

Qualquer resposta que Moro der, sairá mais queimado do que já está, mesmo que tenha sido convocado a depor como testemunha pela Polícia Federal que, em última análise, deu-lhe uma cama de gato e o tombo pode lhe custar fraturas expostas irreversíveis.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

MP de Bolsonaro prevê 13º menor a quem teve contrato suspenso na pandemia

SUED E PROSPERIDADE

17/09/2020

MP de Bolsonaro prevê 13º menor a quem teve contrato suspenso na pandemia

17/09/2020

Originalmente publicado por BRASIL DE FATO

Calculado a partir dos meses trabalhados ao longo de um ano, o 13º salário no final de 2020 poderá sofrer redução. Isso porque a Medida Provisória (MP) do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) permitiu, no contexto da pandemia da covid-19, que os empregadores suspendessem temporariamente o contrato de trabalhadores e trabalhadoras.

Quem não tiver trabalhado ao menos 15 dias no mês vai sentir no bolso a redução do 13º e ainda poderá ter a desagradável surpresa de não ver depositadas as parcelas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do INSS (previdência social). Bolsonaro também desobrigou as empresas a pagarem esses dois direitos trabalhistas na pandemia.

Para o professor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ) e coordenador do Núcleo de Estudos Trabalho e Sociedade (NETS-UFRJ), Marco Aurélio Santana, a MP 936, transformada na Lei 14.020, foi criada para atender mais aos empresários.

“As políticas do governo frente à pandemia visavam proteger as empresas e, mesmo nesse caso, deixaram parte desse setor, principalmente as pequenas, em dificuldades. 

O programa de proteção de emprego e renda praticamente obrigou os trabalhadores aceitarem as medidas. ‘É isso ou desemprego’”, afirma o pesquisador da UFRJ.

Desmobilização

A mesma lei que suspendeu contratos durante a pandemia, vai reduzir o 13º

Para Marco Santana, mesmo sabendo das perdas futuras para os trabalhadores, o governo federal nada fez para atenuar o problema. “Eram essas as únicas medidas que se poderia tomar para proteger emprego e renda no setor formal?”, questionou o professor da UFRJ.

Ele acrescenta que Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e a cúpula do Congresso Nacional surfaram oportunamente na onda que tirou o debate de algumas esferas públicas.

“Essa discussão tem áreas sensíveis, já que os servidores continuaram ganhando sem cortes, ao menos até aqui. E a mídia, o presidente da Câmara [deputado Rodrigo Maia, DEM] e o ministro da Economia têm usado isso, defendendo cortes também. 

As possibilidades de resistência acabam ficando restritas”, avalia Santana.

Com 12,7 milhões de pessoas desempregadas no Brasil, segundo dados recentes do Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e em um contexto de aumento da informalidade promovido pela reforma trabalhista após o golpe de 2016 e de políticas regressivas do governo atual, a piora da realidade se tornou visível, argumenta Santana.

“Não é de hoje que as condições de vida e trabalho da classe trabalhadora passam longe das preocupações de governos e legisladores. 

A pandemia apenas agravou um quadro grave já pré-existente e serviu de espaço para que muitas medidas estejam sendo impostas”, afirma o professor de sociologia do trabalho.
 Direito

Estabelecido por lei em 1962 e garantido pelo artigo 7º da Constituição de 1988, o décimo terceiro salário cobre trabalhadores urbanos, rurais e domésticos com carteira assinada, no regime CLT. 

Para parcela da classe trabalhadora, o 13º tem sido tradicionalmente uma importante ajuda no período de final de ano.

CONTINUA

Alimentos disparam e Bolsonaro ironiza: “Aumentou o ovo também”

16/09/2020

Ao ser questionado sobre a alta no preços dos alimentos e itens da cesta básica, Bolsonaro ironizou: “Aumentou o ovo também, né? ”, tudo isso enquanto a renda dos brasileiros encolhe em meio a pandemia.

Apesar dos alimentos como o arroz e outros itens da cesta básica, estarem disparada, o presidente prefere fazer piada.

Bolsonaro resolveu comentar em tom sarcástico a alta dos alimentos nessa quarta-feira (16).   

De acordo com ele, mesmo que os preços estejam altos, ele não vai interferir  e nem fazer nada para diminuir os valores.

“Aumentou o preço do ovo também, né?, questionou um apoiador, rindo. “É lei da oferta e da procura. 

É igual o arroz, a partir do final de dezembro começa uma colheita grande de arroz, daí normaliza o preço. Eu não posso é começar a interferir no mercado. Se interferir, o material some da prateleira, daí fica pior”, completou..

Enquanto isso, os brasileiros mais pobres, sentem no bolso, a alta dos alimentos.

De acordo com o IPEA ( Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o auxílio-emergencial foi a única renda para 4,4 milhões de famílias em julho. 

Porém a redução pela metade no valor do auxílio deverá ter forte impacto para os mais pobres.

De acordo com a economista Maria Andreia Parente, do IPEA, a alta dos alimentos vai afetar mais os pobres, porque segundo levantamento da economista, o que os pobres compram ficou mais caro, porém o que os ricos  mais consomem ficou mais barato.

Bolsonaro em vez de resolver o problema da alta dos alimentos, prefere fazer piada

 

Concentrada em ítens básicos da alimentação, como arroz, feijão, carne, ovos, leite e farinha de trigo, a inflação acumulada no primeiro semestre do ano é de 1,15% em domicílios com renda familiar de até R$ 1.650,50, segundo levantamento feito pela economista, divulgado na edição desta segunda-feira (14) do jornal O Globo.

Entre as famílias com rendimento acima de R$ 16.509,66, o custo de vida ficou estável no período, com leve variação de 0,03%.

Bolsonaro contudo prefere fazer piada… e há pobre que esteja passando dificuldade que o apoia….

CONFIRA:

 Bolsonaro fala sobre ser Presidente, Lei Animais, Argentina, Guedes, Viagens, Empregos e mais

Bolsonaro fala sobre ser Presidente, Lei Animais, Argentina, Guedes, Viagens, Empregos e mais

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

PF Intima Carlos E Eduardo Bolsonaro A Depor Sobre Atos Antidemocráticos

SUED E PROSPERIDADE

16/09/2020

PF Intima Carlos E Eduardo Bolsonaro A Depor Sobre Atos Antidemocráticos

 Celeste Silveira 16 de setembro de 2020

Filhos do presidente da República vão prestar depoimento na condição de testemunhas. 

O caso, que tramita sob sigilo no STF, já fechou o cerco sobre deputados, youtubers e influenciadores bolsonaristas.

A Polícia Federal intimou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) a prestar depoimento — na condição de testemunhas — no âmbito do inquérito que investiga a organização e o financiamento de atos antidemocráticos. 

O caso, que tramita sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF), já fechou o cerco sobre deputados, youtubers e influenciadores bolsonaristas.

Em junho, o relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que as investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR) apontam a ‘real possibilidade’ de atuação de associação criminosa voltada para a ‘desestabilização do regime democrático’ com o objetivo de obter ganhos econômicos e políticos.

 A observação consta em decisão de quebra de sigilo decretada pelo ministro no inquérito que apura o financiamento de atos antidemocráticos.

“Os indícios apresentados na manifestação apresentada pela Procuradoria-Geral da República confirmam a real possibilidade de existência de uma associação criminosa”, escreveu Moraes, em decisão que autorizou buscas e apreensões contra apoiadores do governo. 

O sigilo bancário de dez deputados e um senador, todos bolsonaristas, já foi quebrado no caso. Carlos e Eduardo não foram alvos dessas medidas.

Moraes é responsável por um outro inquérito, que se debruça sobre ameaças, ofensas e fake news disparadas contra integrantes do STF e seus familiares. 

Como Moraes é relator dos dois processos, um inquérito está subsidiando as investigações do outro.

A reportagem procurou os gabinetes de Carlos e Eduardo Bolsonaro, mas não havia obtido resposta até a publicação deste texto.

Núcleos. A PGR identificou vários núcleos ligados à associação criminosa, sendo eles ‘organizadores e movimentos’, ‘influenciadores digitais e hashtags’, ‘monetização’ e ‘conexão com parlamentares’. 

Na avaliação da Procuradoria, os parlamentares ajudariam na expressão e formulação de mensagens, além de contribuir com sua propagação, visibilidade e financiamento.

“Os frequentes entrelaçamentos dos membros de cada um dos núcleos descritos acima indiciam a potencial existência de uma rede integralmente estruturada de comunicação virtual voltada tanto à sectarização da política quanto à desestabilização do regime democrático para auferir ganhos econômicos diretos e políticos indiretos”, apontou trecho da manifestação da PGR reproduzida por Moraes. 

A Procuradoria destacou a existência de ‘abusos e crimes que precisam ser apurados’ no caso.

*Com informações do Estadão

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Suspeita De Superfaturamento: Laboratório Do Exército Pagou Insumo Da Cloroquina 167% Mais Caro

Celeste Silveira 16 de setembro de 2020

A suspeita da compra superfaturada foi levantada pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, que solicitou a investigação do caso em junho.

O Exército brasileiro comprou de uma empresa mineira insumos importados para a fabricação da cloroquina por um preço 167% mais caro do que a empresa havia vendido dois meses antes.

O laboratório LQFEx do Exército gastou com estes insumos R$ 782,4 mil nessa última compra. 

A suspeita da compra superfaturada foi levantada pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), que solicitou a investigação do caso em junho deste ano.

Em representação enviada naquele mês, o procurador Lucas Furtano mencionou reportagens da Folha de S.Paulo e da Época que indicavam que, em um ano, o preço pago pelo Comando do Exército na matéria-prima utilizada para produzir a cloroquina havia aumentado 6 vezes.

“Embora o possível aumento do custo dos insumos, do transporte e do dólar possa ter influenciado o aumento do preço, ainda assim adquirir o produto por um valor seis vezes maior numa compra sem licitação, a meu ver, representa um forte indício de eventual superfaturamento, situação que merece ser devidamente apurada pelo controle externo da administração pública”, havia levantado Furtado.

Mas uma compra específica, a última, voltou a chamar a atenção: o aumento de 167% no valor em relação à compra anterior, feita dois meses antes, que chegou às mãos do MP-TCU para endossar o caso. 

Reportagem da CNN obteve os documentos da transação, indicando que o Exército somente cobrou explicações da empresa mineira quando a compra havia sido efetivada.

Em março deste ano, a empresa Sul Minas vendeu 300 kg de difosfato de cloroquina, a substância usada para o medicamento sem eficácia contra o coronavírus, por um valor de R$ 488 por quilo, mesmo valor licitado no ano passado. 

Em maio, a empresa vendeu o dobro da quantia do produto, mas por um valor superior: R$ 1.304 por quilo.

Já após a compra, o laboratório do Exército questionou o aumento. 

Em resposta, a justificativa dada pela empresa é que a fabricante e fornecedora do produto, IPCA, aumentou o preço em 300% em março e em 600% em abril, com outros 300% de aumento no frete internacional e variação cambial de 45%.

Segundo o canal, a falta de justificativa para o aumento do preço em um processo de compra pública pode configurar improbidade administrativa do Exército. 

Ainda segundo a CNN, a empresa mineira detinha estoque do produto desde março, antes do aumento dos preços.

*Com informações do GGN

 Fonte: https://antropofagista.com.br/

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Guedes diz que alta do arroz se deve aos “pobres” comprarem mais

SUED E PROSPERIDADE

15/09/2020

Guedes diz que alta do arroz se deve aos “pobres” comprarem mais

15/09/2020

Mesmo que a produção do agronegócio tenha aumentado, o preço do arroz e de outros itens da cesta básica dispararam. Porém o Ministro da Economia, Paulo Guedes já achou um “bode expiatório”: Os pobres.

De acordo com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, o arroz está caro porque… os pobres estão consumindo mais.

Guedes atribui ao alto consumo e “melhoria” na vida dos pobres, a alta do arroz. Apesar do corte no auxílio-emergencial e de um salário mínimo menor para 2021, o governo diz que o pobre “melhorou de vida”.

“Os mais pobres estão comprando, estão indo no supermercado, estão comprando material de construção. Então, na verdade, isso é um sinal de que eles estão melhorando a condição de vida”.

Segundo Guedes, o auxílio-emergencial que era R$ 600 e o saque o FGTS fez com que os pobres “consumissem mais”, porém a realidade mostra que as condições de vida dos mais pobres tem piorado durante a pandemia.

A pauta de consumo dos mais vulneráveis e dos mais frágeis é justamente a alimentação e a construção da casa própria. Então está havendo um boom da construção na baixa renda e nos supermercados”.afirmou Guedes nessa terça-feira (15).

 Guedes disse que “o preço do arroz está subindo porque eles estão comprando mais – está todo mundo comprando mais. Além disso, tem as exportações e subiu o dólar também”, contemporizou o ministro da Economia.

De acordo com o IBGE, o arroz teve aumento de 19,25%, ao mesmo tempo em que o auxílio-emergencial é reduzido pela metade, o que deve afetar principalmente famílias de baixa renda.

CONTINUA

Igreja de pastor aliado a Bolsonaro, se livra de dívida de R$ 37,8 milhões

15/06/2020

Enquanto áreas sociais e o auxílio-emergencial tem cortes, há algumas alas que tem muito o que comemorar. 

A Igreja do Pastor R.R Soares, terá um perdão de dívidas de R$ 37,8 milhões.

Com o perdão de dívidas a Igrejas, a igreja do pastor R.R Soares se livrará de uma dívida de R$ 37.8 milhões, mesmo que Bolsonaro tenha vetado em parte o perdão de dívidas, a Igreja já se livra de uma dívida milionária.

De acordo com informações do Congresso em Foco, toda a dívida da Igreja de R.R Soares está ligada a contribuições previdenciárias, que no entanto, Jair Bolsonaro liberou e sancionou.

O autor da emenda que dá perdão das dívidas é o deputado David Soares (DEM-SP), que é filho de R.R Soares.

Anteriormente, Jair Bolsonaro pressionou a Receita Federal para aliviar a dívida de Igrejas.

E apesar de ter vetado trechos da emenda de perdão de dívidas a Igrejas, orientou os deputados derrubarem o veto.

“Toda a dívida do CNPJ da Igreja com a União, de R$ 37,8 milhões, está vinculada a contribuições previdenciárias, que deixarão definitivamente de ser cobradas de entidades religiosas a partir desta segunda-feira (14), com a sanção da nova lei.” Diz trecho da matéria do Congresso em Foco.

A Igreja de R.R Soares, é a terceira em inadimplência instituições religiosas na lista da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). 

Porém as Igrejas Evangélicas, tem mais a comemorar.

Bolsonaro e RR Soares em evento evangélico

 Os repasses do governo Bolsonaro á emissoras evangélicas, aumentaram e chegaram a mais de R$ 30 milhões.

O pastor é aliado de primeira hora de Jair Bolsonaro, participando de eventos ao lado do presidente. 

Além disso, se reuniu com Bolsonaro, para tratar de dívidas de igrejas na Receita Federal.

 Fonte: https://falandoverdades.com.br/