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segunda-feira, 18 de junho de 2018

GOLPE EM PARAFUSO! Odiado E Sem Rumo, Temer Corre Para Entregar O Restante Do Brasil; SAIBA!


GOLPE EM PARAFUSO! Odiado E Sem Rumo, Temer Corre Para Entregar O Restante Do Brasil; SAIBA!



POR GLEISI HOFFMAN

Semana passada, o país foi surpreendido pela votação, na Câmara dos Deputados, da urgência para o projeto de lei que autoriza a venda de até 70% da área do pré-sal, correspondente à chamada “cessão onerosa”.

 São as gigantescas reservas que a União cedeu antecipadamente à Petrobras, em 2010, para capitalizar a empresa.

A venda das reservas pela Petrobrás, como prevê o projeto, é a forma mais rápida de transferir para as multinacionais petroleiras um tesouro que pode conter até 15 bilhões de barris de óleo equivalente. 

E é também uma forma de driblar o regime de partilha, aumentando os lucros dos estrangeiros.

Além de entregar nossa maior riqueza aos interesses estrangeiros, o projeto de lei é mais um passo do governo golpista para reduzir o patrimônio da Petrobras, facilitando sua privatização. 

O entreguista Pedro Parente saiu da empresa, mas sua política de destruição da Petrobras continua em curso.

Um tema dessa relevância não poderia ser tratado de afogadilho, com votações de surpresa e tramitação de urgência no Congresso Nacional. 

É a mesma velocidade alucinante e irresponsável que tentaram aplicar às vendas da BR Distribuidora, da Liquigás e do Gasoduto, todas suspensas pela Justiça, e que tentam aplicar à privatização da Eletrobras.

Por que tanta pressa em liquidar o patrimônio nacional? Por que não esperar que um governo legítimo, eleito pela maioria, decida sobre essas questões? Porque sabem que o tempo do golpe está se esgotando.

Sem legitimidade, sem autoridade política, sem um projeto de país e nem um candidato capaz de ser aprovado em eleições, o governo corre para entregar a mercadoria prometida aos interesses econômicos, nacionais e principalmente estrangeiros, que sustentaram o golpe do impeachment de 2016.

Mentiram muito para o país, mas a hora da verdade está chegando. 

O povo percebeu que foi enganado e só confia em uma saída para a crise: Lula presidente. 

Porque ele fez o melhor governo da história do Brasil, o único que olhou primeiramente para os mais pobres e os trabalhadores. 

E podem ter certeza, um governo do Lula jamais permitirá que a destruição continue


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domingo, 3 de junho de 2018

FHC Diz Agora Que Temer Chegou Ao “Fundo Do Poço” E Admite Que Dilma Foi “Golpeada”


FHC Diz Agora Que Temer Chegou Ao “Fundo Do Poço” E Admite Que Dilma Foi “Golpeada”

Por Redação Click Política Última Atualização 3 jun, 2018


Responsável por indicar Pedro Parente para executar o desmonte da Petrobras, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirma que o governo de Michel Temer acabou.

“Dificilmente o governo atual, dada a sua origem e o encrespamento político havido, conseguirá pouco mais do que colocar esparadrapos nas feridas. 

Nada de significativo será alcançado sem que uma liderança embasada no voto e crente na democracia seja capaz de dar resposta aos atuais desafios econômicos e morais”, 
diz FHC em artigo neste domingo, 3, no jornal O Estado de S. Paulo.

Traduzindo, o tucano reconhece que Temer é ilegítimo e resultado de um golpe. 

Ou como diz ele, de um “impeachment baseado em arranhões de normas constitucionais”.

Leia, abaixo o artigo na íntegra:

Decifra-me ou te devoro

A semana que acabou ontem foi plena de tensão, demonstrando a quem não percebera antes a profundidade das dissensões que vêm de há muito tempo


A semana que acabou ontem foi plena de tensão, demonstrando a quem não percebera antes a profundidade das dissensões que vêm de há muito tempo. 

As incongruências da política econômica dos governos de Lula e Dilma, em sua fase final, já haviam levado a economia à paralisação e o sistema político a deixar de processar decisões. 

Daí o impeachment do último governo, ainda que baseado em arranhões de normas constitucionais.
Todo impeachment é traumático. 

Fui ministro de um governo que resultou de um impeachment, o do presidente Itamar Franco. 

Este, com sabedoria, percebeu logo que precisaria de um Ministério representativo do conjunto das forças políticas. 

Como o PT, que apoiara o impeachment do presidente Collor, se recusava a assumir responsabilidades de governo (com olho eleitoral), Itamar conseguiu a aceitação de uma pasta por Luiza Erundina, então no PT. 

Mesmo eu, eleito presidente por maioria absoluta no primeiro turno sem precisar buscar o apoio do PT, tive como um de meus ministros um ex-secretário-geral do PT.

De lá para cá os tempos mudaram. 

A possibilidade de algum tipo de convivência democrática, facilitada pela estabilização econômica graças ao Plano Real, que tornou a população menos antigoverno quando viu em marcha uma política econômica que beneficiaria a todos, foi substituída por um estilo de política baseado no “nós”, os supostamente bons, e “eles”, os maus. 

Isso somado ao descalabro das contas públicas herdado pelo governo atual, mais o desemprego facilitado pela desordem financeira governamental, levou a uma exacerbação das demandas e à desmoralização dos partidos. 

A Lava Jato, ao desnudar as bases apodrecidas do financiamento partidário pelo uso da máquina estatal em conivência com empresas para extrair dinheiro público em obras sobrefaturadas (além do enriquecimento pessoal), desconectou a sociedade das instituições políticas e desnudou a degenerescência em que o País vivia.

A dita “greve” dos caminhoneiros veio servir uma vez mais para ignição de algo que estava já com gasolina derramada: produziu um contágio com a sociedade, que, sem saber bem das causas e da razoabilidade ou não do protesto, aderiu, caladamente, à paralisação ocorrida. 

Só quando seus efeitos no abastecimento de combustíveis e de bens essenciais ao consumo e mesmo à vida, no caso dos hospitais, se tornaram patentes houve a aceitação, também tácita, da necessidade de uma ação mais enérgica para retomar a normalidade.

Mas que ninguém se engane: é uma normalidade aparente. As causas da insatisfação continuam, tanto as econômicas como as políticas, que levam na melhor das hipóteses à abstenção eleitoral e ao repúdio de “tudo o que aí está”. 

Portanto, o governo e as elites políticas, de esquerda, do centro ou da direita, que se cuidem, a crise é profunda. Assim como o governo Itamar buscou sinais de coesão política e deu resposta aos desafios econômicos do período, urge agora algo semelhante.

Dificilmente o governo atual, dada a sua origem e o encrespamento político havido, conseguirá pouco mais do que colocar esparadrapos nas feridas. 

Nada de significativo será alcançado sem que uma liderança embasada no voto e crente na democracia seja capaz de dar resposta aos atuais desafios econômicos e morais. 

Não há milagres, o sistema democrático-representativo não se baseia na “união política”, senão que na divergência dirimida pelas urnas. 

Só sairemos da enrascada se a nova liderança for capaz de apelar para o que possa unir a Nação:

 finanças públicas saudáveis e políticas adequadas, taxas razoáveis de crescimento que gerem emprego, confiança e decência na vida pública.

É por isso que há algum tempo venho pregando a união entre os setores progressistas (que entendam o mundo e a sociedade contemporâneos), que tenham uma inclinação popular (que saibam que, além do emprego, é preciso reduzir as desigualdades), que se deem conta de que o mundo não mais funciona top/down, mas que 
“os de baixo” são parte do conjunto que forma a Nação, e que, em vez de se proporem a “salvar a pátria”, devem conduzi-la no rumo que atenda, democraticamente, com liberdade, aos interesses do povo e do País.

Não se trata de formar uma aliança eleitoral apenas, muito menos de fortalecer o dito “centrão”, um conjunto de siglas que mais querem o poder para se assenhorearem de vantagens do que se unir por um programa para o País. 

Nas democracias é natural que os partidos divirjam quando as eleições majoritárias se dão em dois turnos, quando os “blocos sociais e políticos” podem ter mais de uma expressão partidária. Mas é preciso criar um clima que permita convergência. 

E, uma vez no caminho e no exercício do poder, quem represente esse “bloco” precisará ter a sensibilidade necessária para unir os que dele se aproximam e afastar o risco maior: o do populismo, principalmente quando já vem abertamente revestido de um formato autoritário.

Na quadra atual, entre o desemprego e a violência cada vez mais assustadora do crime organizado, a perda de confiança nas instituições é um incentivo ao autoritarismo. 

O bloco proposto deve se opor abertamente a isso.

 Não basta defender a democracia e as instituições, é preciso torná-las facilitadoras da obtenção das demandas do povo, saber governar, não ser leniente com a corrupção e entender que sem as novas tecnologias não há como atender às demandas populares crescentes. 

E, principalmente, criar um clima de confiança que permita investimento e difundir a noção de que num mundo globalizado de pouco vale dar as costas a ele.
Tudo isso requer liderança e “fulanização”. 

Quem, sem ser caudilho, será capaz de iluminar um caminho comum para os brasileiros? 

“Decifra-me ou te devoro”, como nos mitos antigos.

*SOCIÓLOGO, FOI PRESIDENTE DA REPÚBLICA


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sábado, 2 de junho de 2018

Temer Se Agarra Ao Poder Para Não Ser Preso


Temer Se Agarra Ao Poder Para Não Ser Preso



POR RIBAMAR FONSECA

Após o caos em que Pedro Parente mergulhou o país, ao provocar a greve dos caminhoneiros com os aumentos abusivos dos combustíveis, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sumiu.

 Certamente para não ter que responder a perguntas indiscretas, como responsável pela indicação de Parente para a presidência da Petrobrás, o guru dos tucanos preferiu fingir-se de morto até passar o mau tempo, que prenuncia tempestades próximas. 

Cresce a pressão, até entre aliados, para que Michel Temer renuncíe. 

Para muita gente, depois que perdeu autoridade para conduzir o país mesmo sem legitimidade, a renúncia de Temer é a melhor solução para permitir a antecipação das eleições presidenciais e, consequentemente, para tirar a Nação do buraco em que foi lançada pelo governo golpista. 

Estranha-se, porém, que o ex-presidente FHC, que chegou a sugerir grandeza a Dilma para renunciar, não tenha feito até agora a mesma sugestão a Temer, provavelmente porque sabe que se o presidente golpista sair o PSDB, que só conseguiu uma fatia do poder mediante o golpe, também sairá.

Diante do panorama criado pelo movimento dos caminhoneiros, que expôs a fragilidade do governo, tudo leva a crer que Temer não conseguirá chegar até o final do mandato que usurpou da presidenta Dilma Roussef, com ou sem renúncia. 

Se a terceira denúncia contra ele surgir agora, com base nas acusações sobre as propinas do porto de Santos, ninguém mais conseguirá segurá-lo no Palácio do Planalto. 

A esta altura ele já deve ter concluído que foi um mau negócio ter derrubado Dilma para assumir o seu lugar, mas teme deixar o cargo e ficar sujeito à prisão. 

Diante dessa perspectiva, portanto, se conseguir um acordo sobretudo com a Justiça para não ser preso, a possibilidade de renúncia ficará mais próxima. 

Como, porém, as forças responsáveis pelo golpe de 2016 não admitem a volta da esquerda ao poder, especialmente de Lula que seria eleito já no primeiro turno, nos bastidores da Justiça já está sendo tramada a supressão das eleições diretas de outubro com a mudança de regime: 

a ministra Carmem Lúcia, presidenta da Suprema Corte, já pautou para o próximo dia 20 o julgamento de uma velha consulta, de mais de 20 anos, sobre a adoção do Parlamentarismo sem plebiscito.

A manobra é escandalosa.

A ministra, que tem marcado sua presença na presidência do Supremo Tribunal Federal por manobras para alcançar objetivos políticos – um exemplo foi a questão da prisão em segundo turno para garantir a prisão de Lula – obviamente não desencavou essa ação de 1997 por acaso: 
a iniciativa certamente foi muito bem pensada para impedir qualquer possibilidade do ex-presidente ou de qualquer outro candidato da esquerda chegar ao Planalto. 

Se a eleição for indireta ainda nesta legislatura, com esse mesmo Congresso corrupto que aprovou o impeachment de Dilma, estará assegurada a manutenção dessa cambada que tomou conta do poder. E tudo continuará como dantes. 

A não ser que a população, através das entidades de classe, decida sair da apatia e parar o país até que as instituições, especialmente o Judiciário, se conscientizem de que, conforme reza a Constituição, o poder emana do povo. 

O Brasil, afinal, não pode mais continuar à mercê de onze ministros que, já faz algum tempo, passaram a ditar as regras, ignorando a Carta Magna e atropelando o Legislativo.

Em recente pronunciamento a ministra Carmem Lúcia defendeu a democracia e destacou o papel da Justiça na garantia dos direitos do cidadão, mas a realidade não casa com o seu discurso. 

O Judiciário, na verdade, tem dado maus exemplos de injustiça e de desobediência à Constituição em todos os níveis. 

Todo mundo sabe, por exemplo, que numa democracia a greve é o instrumento legal de que dispõem os trabalhadores para defender seus direitos, mas aqui a própria Justiça do Trabalho entende o contrário e condena os movimentos, tornando-os ilegais. 

Foi o que acabou de acontecer com a greve dos petroleiros, declarada ilegal pelo Tribunal Superior do Trabalho que, inclusive, estabeleceu uma multa absurda caso o movimento não fosse abortado.

 Antes, o ministro Alexandre de Moraes, nomeado por Temer, já havia fixado outra multa milionária para acabar com a greve dos caminhoneiros, que recebeu o apoio da população por conta das suas reivindicações justas. 

A principal reivindicação dos caminhoneiros e petroleiros, no entanto, não foi atendida até agora pelo governo Temer: a demissão do tucano Pedro Parente da presidência da Petrobrás.

Temer, que é o grande responsável pelo caos que se instalou no país, conseguiu desagradar até os seus aliados, estando por um fio. 

Ele e seus cúmplices continuam agarrados ao poder porque temem a prisão, conscientes de que só ainda estão livres pela proteção do foro privilegiado. 

E dos tucanos que integram o Supremo Tribunal Federal, mas ninguém sabe até quando terão essa proteção, porque a população não está mais indiferente à ação seletiva da Justiça e já começa a pressiona-la. 

Apesar do esforço da mídia golpista em esconder ou minimizar o comportamento político da Suprema Corte, que mantém preso o ex-presidente Lula e liberta tucanos acusados de manipular milhões de dólares em propina, como Paulo Preto, o povo já percebe claramente a parcialidade de juízes. 

Por conta disso, recente pesquisa mostra que mais de 50% da população não confia mais na Justiça que, até pouco tempo, era uma das instituições de maior confiança e credibilidade. 

Até quando vai perdurar essa situação ninguém sabe, mas um dia tudo muda, porque não há mal que sempre dure. Quem viver, verá.


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sexta-feira, 1 de junho de 2018

E TOME CRISE: Bolsa Suspende Negociação Das Ações Da Petrobras; SAIBA MAIS!


E TOME CRISE: Bolsa Suspende Negociação Das Ações Da Petrobras; SAIBA MAIS!



PAULO – A renúncia do presidente da Petrobras, Pedro Parente, provocou uma onda de vendas das ações da estatal e levou a B3 a suspender os negócios com os papéis. 

Antes do anúncio, a alta era de mais de 3%. 

A pressão sobre os papéis da petroleira também afeta o Ibovespa, principal índice local. 

Após subir mais de 1,5% na abertura dos negócios, o indicador opera estável (+0,01%), aos 76.763 pontos. 

Já o dólar comercial passou a ganhar força e agora sobe 0,56% ante o real, cotado a R$ 3,758.

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Em carta, Parente diz que sua permanência “deixou de ser positiva” para Petrobras Em carta, Parente diz que sua permanência “deixou de ser positiva” para Petrobras
Às 11h20, a Petrobras comunicou à decisão à Comissão de Valores Mobiliário (CVM), o que fez as ações caírem imediatamente.

 “A Petrobras informa que o senhor Pedro Parente pediu demissão do cargo de presidente da empresa na manhã de hoje. 

A nomeação de um CEO interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras ao longo do dia de hoje.”.


LEIA MAIS: A ÍNTEGRA DA CARTA DE DEMISSÃO DE PEDRO PARENTE

Quando algum acontecimento gera um forte movimento sobre um determinado papel, a B3 estabelece um período de suspensão das negociações para que a volatilidade se reduza e os papéis voltem à negociação normal. 

No momento, está sendo realizado um leilão de compra e venda dos papéis e a queda é de cerca de 14%, o que indica que o recuo no valor das ações será grande quando a negociação for retomada.

Antes dessa paralisação, as preferenciais (PNs, sem direito a voto) da Petrobras tinham alta de 0,52%, cotadas a R$ 19,08%. 

Antes do anúncio, subiam mais de 3%. Já no caso das ordinárias (ONs, com direito a voto), a queda era de 0,85%, a R$ 21,99, sendo que antes subiam quase 3%.

Os papéis da BRF também estão em leilão. 

Logo após a decisão de Parente, a alta na empresa de alimentos chegou a 2,56%. 

O agora ex-presidente da Petrobras é presidente do Conselho de Administração da BRF. 

O cargo de diretor-presidente da BRF está sendo ocupado de forma interina pelo diretor financeiro, Lorival Nogueira Luz.

Portal Click Política com informações de O Globo.


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terça-feira, 29 de maio de 2018

JUIZ DESMASCARADO DE NOVO: Moro Que Negou Aécio, Também Desconhecerá Seu Amigo Pedro Parente?


JUIZ DESMASCARADO DE NOVO: Moro Que Negou Aécio, Também Desconhecerá Seu Amigo Pedro Parente?

Por Redação Click Política Última Atualização 29 maio, 2018


O juiz Sérgio Moro sempre quer estar acima do bem e do mal. 

Tem demonstrado isso por onde passa. Principalmente nas entrevistas. 
Se auto proclama herói nacional.

Porém. Moro já se viu em situações bastante constrangedoras. 

Como por exemplo, quando seu compadre de casamento, Carlos Zucolloto apareceu no escândalo das delações, denunciado por Rodrigo Tácla Duran, ex-advogado da Odebrecht.


Ou quando sua esposa foi denunciada de que teria recebido dinheiro de um doleiro, em troca de trabalhos advocatícios. 

Ou nas festas do PSDB, onde se mostrava bastante contente, com sua “gravatinha borboleta” na companhia de políticos acusados de corrupção.

A foto mais marcante foi a que o juiz de Curitiba está com a face colada no rosto do senador Aécio Neves (PSDB) em um evento de uma revista.

Depois que Aécio foi desmascarado, flagrado num grampo telefônico, negociando propinas milionárias, o magistrado se disse arrependido pela foto com o parlamentar. 

A quem tachou de “bastante espirituoso”.

Agora. Moro apareceu num evento nos EUA com o atual Presidente da Petrobrás Pedro Parente, também tucano. 

Já foram descobertas supostas irregularidades de Parente, que teria beneficiado sócios e até familiares na estatal.

Parente é apontado como o causador do maior desastre da Petrobrás, com uma política de preços absolutamente enojante, privilegiando interesses estrangeiros.

Mais precisamente dos EUA.


A pergunta que fica no ar. Moro também negará Parente, como fez com Aécio?

Ao que parece o povo brasileiro não cai mais na sua conversa. 

A rejeição do juiz de primeira instância, que foi considerado como o “salvador da pátria” pela a Globo já dispara em todos os estados.

Moro, parece que tua máscara caiu.

CLICK POLÍTICA



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