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terça-feira, 14 de maio de 2019

LEI DEVE SER CUMPRIDA: JURISTA DISPARA, “LULA JÁ DEVERIA ESTAR SOLTO”; CONFIRA!


LEI DEVE SER CUMPRIDA: JURISTA DISPARA, “LULA JÁ DEVERIA ESTAR SOLTO”; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 14 de maio de 2019

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O jurista Afrânio Silva Jardim, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e um dos mais renomados processualistas penais do país, considera que a decisão da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de conceder habeas corpus libertando o ex-presidente Michel Temer e o coronel Lima, presos na semana passada, respeitou a lei.

Para o professor, prisão preventiva pressupõe requisitos e é uma medida de exceção, podendo somente ser decretada em casos excepcionais.

Quando indagado a comparar as decisões da corte no caso de Michel Temer com as do ex-presidente Lula, Afrânio é categórico: 

“A diferença é que Lula também deveria estar solto”.
O jurista adverte que no caso de Michel Temer trata-se de prisão preventiva, ou seja, antes do julgamento. 

E no caso do ex-presidente Lula se tratou de prisão após decisão em segunda instância.


“A prisão de Lula é ilegal por força do princípio da presunção da inocência”, aponta o professor, citando o artigo 283 do Código de Processo Penal, que 
estabelece que ninguém poderá ser preso senão “em decorrência de sentença condenatória trasitada em julgado”.

“É ilegal prender alguém como efeito da decisão em segunda instância. 

Assim como a prisão de Temer não é necessária. 
Portanto, os dois deveriam estar soltos”, disse.

Punitivismo

Indagado a comentar a afirmação da ministra Laurita Vaz, que disse que o Brasil precisa ser passado a limpo e o Poder Judiciário tem papel importante nessa luta, mas que tal tarefa “não pode virar caça às bruxas, buscando garantir em todos os casos o devido processo legal”, Afrânio criticou o discurso, apontando que tal tese punitivista é que promove os abusos e violações aos direitos.”

“O Poder Judiciário não tem que passar a limpo nada. 
Tem que julgar de forma imparcial, de acordo com o direito e as provas. 

Além disso, se falo tem que ser passado a limpo é o próprio Poder Judiciário”, advertiu o jurista.

Afrânio lembrou que a ministra Laurita não foi tão garantista nos julgamento das ações do ex-presidente Lula.

“ No caso de Lula ela passou a mão na cabeça do Moro, que mesmo de férias atuou para impedir a liberdade de Lula”, lembrou o professor, se referindo a decisão do desembargador Rogério Favreto, que concedeu habeas corpus libertando Lula, mas após manobras do então juiz Sérgio Moro, a medida não se cumpriu.

Afrânio ironizou ainda classificando o STJ como uma loteria. 
“Que pena que os recursos de Lula não caíram na 6ª turma do STJ, pois ao invés de preso, estaria solto. 
Isso mostra como os processos são como uma loteria atualmente”, disse.


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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

TUDO DOMINADO! Fux Que Perseguiu E Massacrou Lula Salva A Família Bolsonaro


TUDO DOMINADO! Fux Que Perseguiu E Massacrou Lula Salva A Família Bolsonaro

Por Portal Click Política Em 17 jan, 2019

 

Foi o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) quem mandou parar nesta quarta-feira (16) o procedimento investigatório instaurado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro para apurar movimentações financeiras de Fabrício Queiroz consideradas “atípicas” pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). 

Ele atendeu pedido de Flávio Bolsonaro, deputado estadual e senador eleito pelo Rio, de quem Queiroz foi assessor. 

As investigações até o momento apontam para Queiroz como caixa do clã Bolsonaro, ao estilo de PC Farias para Collor e do coronel Lima para Temer. 

Uma filha de Queiroz, Nathalia, trabalhava no gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados e participava do esquema investigado.

O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento. 

Queiroz foi convocado duas vezes a depor pelo Ministério Público do Rio, mas não compareceu, sob o argumento de que tem problemas de saúde. 

Flavio Bolsonaro foi chamado, mas também não foi.

A decisão de Fux foi assinada nesta quarta-feira (16).

 O relator do caso, por sorteio, é o ministro Marco Aurélio Mello, mas, em razão do recesso do Judiciário, Fux, ministro de plantão, decidiu.

 Curiosamente, Fux, que é vice-presidente do Tribunal, assumiu o plantão durante o recesso judiciário no último dia 14 -e tomou a decisão dois dias depois. 

Durante o plantão, geralmente são decididos apenas casos urgentes. 

O STF retorna aos trabalhos em 1º de fevereiro, quando o processo deverá ser analisado pelo ministro Marco Aurélio Mello, que foi sorteado relator para o caso.

O ministro Fux tem se notabilizado por agir com enorme presteza contra o ex-presidente Lula.

 Foi ele quem em setembro cassou decisão do ministro Ricardo Lewandowski que autorizara entrevistas de Lula à imprensa. 

O presidente do STF, Antonio Dias Toffoli, em vez de sustentar a decisão original de Lewandowski, correu em apoio de Fux, numa sequência de decisões que surpreenderam o mundo jurídico.

No exercício da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral tomou decisão em 1º de agosto na qual afirmava haver uma “inelegibilidade chapada” na candidatura do ex-presidente Lula, antes de qualquer julgamento no TSE ou STF. 

A candidatura de Lula sequer havia sido lançada, o que aconteceu apenas em 4 de agosto.

A mesma velocidade que Fux demonstrou contra Lula demonstra agora na defesa do clã Bolsonaro.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

CORRUPÇÃO? O Começo Do Fim Dos Bolsonaro: Aparece O Rastro Do Dinheiro


CORRUPÇÃO? O Começo Do Fim Dos Bolsonaro: Aparece O Rastro Do Dinheiro

Por Portal Click Política Em 6 dez, 2018

 

Por Mauro Lopes, para o Jornalistas pela Democracia – 

Quando o governo de Fernando Collor começou a acabar? Quando tornou-se público que Paulo César Farias (o PC Farias), o tesoureiro de sua campanha presidencial, era também o caixa dos gastos da família Collor. 

Quando Temer acabou de vez como presidente com algum poder? Quando apareceu o “coronel Lima” (João Baptista Lima Filho), que cumpre a mesma função que já foi a de PC Farias. 

O novo governo nem começou, mas já apareceu o PC Farias e o coronel Lima da família Bolsonaro, que estava lotado no gabinete de Flávio Bolsnonaro na Assembleia Legislativa do Rio. 

O nome dele é Fabrício José Carlos de Queiroz, policial militar como o caixa de Temer, um 
“faz tudo”, como acontece muito nessas situações – misto de assessor parlamentar, motorista, guarda-costas e, claro, o cara da grana (leia aqui).

Uma hora ia aparecer, estava claro desde o princípio. Apareceu.

 E o governo, que nem começou, já tem cheiro de fim. 
Quem flagrou o esquema foi o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). 

Nada menos que R$ 1,2 milhão de reais flagrados passeando nas contas de um modesto PM. 

O Coaf foi informado da existência de Queiroz-PC-Lima pelo banco onde o sujeito tem conta, que informou as movimentações porque elas são
 “incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira” do ex-assessor parlamentar de Flávio.

Sim, ex-assessor, porque, convenientemente, Queiroz foi exonerado do gabinete do filho mais velho de Bolsonaro em 15 de outubro. 

Não sem antes passar um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro.

 A compensação do cheque em favor da mulher do presidente eleito Jair Bolsonaro aparece na lista sobre valores pagos pelo PM. 

É o que apareceu, por enquanto. 

Mas, como é típico nestas situações, cheque é sempre uma imprudência. 

O relatório do Coaf indica que foram encontradas na conta transações envolvendo dinheiro em espécie, embora Queiroz exercesse uma atividade cuja “característica é a utilização de outros instrumentos de transferência de recurso”.


Apareceu o rastro do dinheiro. 
O primeiro rastro.

No caso do clã Bolsonaro, há muito mais acontecendo, além peixe que caiu na rede do Coaf. 

Carlos Bolsonaro parece um “mago” das redes sociais mas parece um paranoico dos filmes clássicos sobre o fascismo, a ver conspiração e ameaças de morte contra o líder do grupo (seu pai) em todo o canto; o “príncipe” Eduardo Bolsonaro está inebriado com a perspectiva de reinar na política externa brasileira e destruir o comércio internacional do Brasil.

A imprensa conservadora está maravilhada com o que apresenta como “estratégias geniais” e “lances de mestre” de Bolsonaro & filhos. 

Ela conta com nossa desmemória. Fizeram assim logo depois da vitória de Collor. 

Tudo era vendido como “novo”, “genial”, “moderno”

O mesmo aconteceu com Temer, ao longo do processo do golpe e nos primeiros meses. 

Ele era “astuto”, Geddel era “maquiavélico”, Jucá era vendido ao público como um “articulador sensacional”. 

Houve artigos à mão cheia dos jornalistas de direita a predizer um longo tempo de domínio dos novos esquemas de poder -garantiram que Collor seria a maior liderança política do país por décadas, que Temer poderia ser o mais forte candidato nas eleições -e, agora, que Bolsonaro irá consolidar a extrema-direita como força política hegemônica anos a fio.

Ao fim e ao cabo, Collor, Temer e, agora os Bolsonaro, eram e são prestadores de serviços à mais retrógrada das elites do planeta -a brasileira. 

Todos amadores, assaltantes de segunda e terceira categoria, remunerando-se pelos “bons serviços prestados” com R$ 50 milhões em malas aqui, uma emissora de TV ali, mesadas de dezenas ou centenas de milhares de reais acolá, casas e apartamentos acolá, R$ 1,2 milhão por ali.

Talvez você não se tenha dado conta, mas há algo em comum a todos esses prestadores de serviços das elites do país.

 Todos cumpriram a mesma tarefa, em 1989, em 2015/2016 e agora em 2018: derrotar Lula e o PT.

O rastro do dinheiro mais a arrogância mataram todos os esquemas.



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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Engenheiro diz que recebeu quase R$ 1 milhão de empresa do coronel Lima por obra na casa de filha de Temer


Engenheiro diz que recebeu quase R$ 1 milhão de empresa do coronel Lima por obra na casa de filha de Temer

Por Andréia Sadi e Sara Resende
08/06/2018 19h34  Atualizado há 5 horas

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O engenheiro Luiz Eduardo Visani, dono da construtora Visani Engenharia, disse em depoimento à Polícia Federal que sua empresa recebeu cerca de R$ 950 mil, em dinheiro vivo, da Argeplan para executar reforma na casa de Maristela Temer, filha do presidente Michel Temer.

A Argeplan é uma empresa de engenharia cujo proprietário é o coronel aposentado João Baptista Lima Filho, amigo do presidente. 

É a primeira vez que um fornecedor da obra confirma aos investigadores detalhes sobre a participação da Argeplan na reforma da casa de Maristela Temer.

O Blog procurava contato com a assessoria do Palácio do Planalto até a última atualização da publicação.

Visani prestou depoimento no dia 29 de maio ao delegado Cleyber Malta Lopes em uma delegacia da PF localizada no Aeroporto de Congonhas (SP).

O engenheiro contou ao delegado que sua empresa foi responsável por tocar a primeira fase da reforma do imóvel de Maristela, que fica em Alto de Pinheiros, bairro nobre de São Paulo.

Segundo o depoimento, já no início das obras, Visani disse ter sido informado que se tratava de reforma do imóvel de Maristela Temer. 

Ele disse ter se encontrado com Maristela na obra por quatro vezes, mesma frequência com que diz ter se reunido com o coronel Lima. 
Visani não soube dizer à PF se Temer chegou a visitar o imóvel nesse período.

Entre novembro de 2013 e março de 2015, Visani disse ter recebido um total de R$ 950 mil da Argeplan. 

Os pagamentos, segundo o engenheiro, foram realizados mensalmente em dinheiro vivo na sede da Argeplan. 

Os contratos e os recibos estavam no nome de Maristela, de acordo com o depoente.

De acordo com Visani, quem comandava os gastos da obra era a esposa do coronel Lima, Maria Rita Fratezi.

 O engenheiro estima no depoimento que o valor total da obra tenha sido de pelo menos R$ 1,5 milhão.

O depoimento de Luiz Eduardo Visani e os documentos apresentados por ele à PF contradizem versão de Maristela.

A filha de Temer depôs à Polícia Federal em maio deste ano e disse que a Argeplan não exerceu nenhum papel na reforma.

Maristela afirmou à época que tinha uma relação quase que familiar com Maria Rita Fratezi e que não faria sentido a esposa do coronel Lima usar dinheiro da Argeplan para pagar os fornecedores da obra.

Visani apresentou diversos documentos à PF. 

Entre eles: uma planilha de orçamento feita pela Visani Engenharia que tem como cliente Maristela; edital de concorrência da Argeplan com o endereço da casa de Maristela; recibos mensais no nome de Maristela do pagamento feito a Visani Engenharia no valor de R$ 71 mil.

Detalhes do depoimento

O dono da Visani Engenharia afirmou que em em setembro de 2013 recebeu um telefonema do coronel.

O engenheiro relatou que o coronel se identificou como "Lima da Argeplan" e pediu que Visani fosse até a sede da construtora.

De acordo com o depoimento, Lima teria dito a Visani que estava pesquisando orçamentos para a reforma de uma casa no Alto de Pinheiros. 

Lima, então, teria perguntado se o arquiteto estaria interessado em oferecer uma proposta de orçamento para a obra.

O coronel, segundo o engenheiro, chegou a dizer para Visani que quem estava comandando a obra era sua esposa, Maria Rita Fratezi. 

No depoimento, ele diz que se reuniu com Lima e Maria Rita no escritório da empresa de engenharia. 

De acordo com Visani, o coronel lhe explicou que esse tipo de obra, reforma de um imóvel, não era a "área de atuação" da Argeplan.

Segundo o depoimento de Visani à PF, Maria Rita Fratezi teria afirmado que as primeiras plantas apresentadas para a casa foram projetadas por uma arquiteta de outra empresa, a DeUniE Arquitetura.

 Maria explicou que como a profissional, chamada Nayara, estava grávida, teve que abrir mão do projeto.

Visani relatou ao delegado Cleyber Malta que não chegou a conhecer a arquiteta da DeUniE e que como a planta era muito "preliminar", ele pediu a mulher de Lima que elaborasse um projeto mais detalhado.

Maria Rita Fratezi, de acordo com o depoimento, desenhou uma planta mas depois terceirizou o serviço. Uma arquiteta chamada Danyella assumiu o projeto.

Coronel Lima, então, teria esclarecido a Visani que a obra seria dividida em duas fases: 
fase 1 (demolição e construção de estruturas) 
e fase 2 (instalação de pisos, sistema elétricos, hidráulicos e acabamento).

Depois, segundo o engenheiro, ele começou a negociar os detalhes da reforma diretamente com Maria Rita. 
O custo da primeira fase da obra chegou a ser estimado em R$ 730 mil, de acordo com o depoimento.

Nesta parte da obra, segundo ele, dois terraços foram construídos na casa, inclusive uma entrada exclusiva independente para um consultório no piso superior, a pedido da filha do presidente.

Luiz Eduardo Visani disse à PF que não chegou a apresentar orçamento para a fase 2 pois, segundo ele, Maria Rita optou por não renovar com a empresa do engenheiro.

No depoimento ele disse que, apesar de deixar claro que não iria contratar novamente a Visani Engenharia, a esposa do coronel Lima pediu a Luiz Eduardo que fizesse um orçamento da fase 2 apenas como um "apoio civil" e indicasse alguns funcionários.

A equipe indicada por Visani, segundo o próprio engenheiro, era comandada por Onofre Jesus Gimenes Secchi, que, segundo o arquiteto, se apresentava como funcionário da Argeplan.

A equipe, cedida da empresa da Visani, era formada por um pedreiro dois ajudantes e um encarregado.

 Todos respondiam a Maria Rita. 

O engenheiro diz ter recebido R$ 245 mil pelo apoio dado na segunda fase da construção.


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sexta-feira, 27 de abril de 2018

FECHANDO O CERCO! Filha De Temer, Maristela Vive “Situação Angustiante”, Diz Defesa


FECHANDO O CERCO! Filha De Temer, Maristela Vive “Situação Angustiante”, Diz Defesa



O advogado Fernando Castelo Branco disse nesta sexta-feira (27) que Maristela Temer está disposta a prestar “todos os esclarecimentos” à Polícia Federal. 

Ela deverá depor no próximo dia 2, em São Paulo ou em Brasília – local ainda a ser definido -, no âmbito do inquérito que investiga o presidente e suas relações com o coronel João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, que chegou a ser preso, em março, na Operação Skala. 

A PF intimou a filha do presidente a depor.
“Maristela vive uma situação angustiante”, protesta Castelo Branco. 

“Ela não se opõe a depor, de forma alguma, por isso nesse momento em que a autoridade policial manifestou interesse de ouvi-la é um alívio para ela.”

A PF quer ouvir Maristela especificamente sobre uma reforma em sua residência, em São Paulo.

 A suspeita é que a obra, em torno de R$ 1 milhão, teria sido bancada com propina supostamente recebida pelo coronel Lima da JBS.

Nesta quinta-feira, 26, a Polícia Federal pediu ao ministro Luís Roberto Barroso mais 60 dias para tocar o inquérito do Decreto dos Portos, que mira Temer.

Nesta sexta-feira, 27, Temer se disse vítima de uma “perseguição criminosa disfarçada de investigação”.

“O nome de Maristela aparece nos jornais reiteradamente, isso é angustiante para ela”, disse Castelo Branco, do Castelo Branco Advogados Associados. 

“Ela quer expor os fatos e contribuir com essa investigação.”

O advogado já foi contatado por um policial federal, que abriu a possibilidade de que a audiência seja realizada em São Paulo ou em Brasília. 

Em São Paulo, o depoimento poderá ocorrer no Aeroporto de Congonhas.

“Maristela vai comparecer na data aprazada e contar efetivamente o que aconteceu”, disse Fernando Castelo Branco.
UOL


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