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domingo, 6 de outubro de 2019

Flávio E Carlos Bolsonaro Aplicaram 300 Mil Na Bolsa, Não Declararam À Justiça, Perderam Tudo E Cobram Corretora


Flávio E Carlos Bolsonaro Aplicaram 300 Mil Na Bolsa, Não Declararam À Justiça, Perderam Tudo E Cobram Corretora

Celeste Silveira 6 de outubro de 2019 0 COMMENTS

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  Irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro, respectivamente senador da República (PSL-RJ) e vereador da cidade do Rio de Janeiro (PSC), filhos 01 e 02 do presidente Jair Bolsonaro, processam desde o início de 2011 a corretora Citigroup Global Markets Brasil, por perdas que tiveram no mercado financeiro que, juntas, ultrapassam os R$ 300 mil.

No caso de Flávio, quando o senador deu início à ação judicial, tinha 29 anos. 

As perdas que ele alega ter tido, em valores corrigidos para hoje, são de R$ 144.028,64, conforme pode se ver no processo 0119720-69.2011.8.26.0100, que corre na 36ª Vara do Foro Central Cível de São Paulo.

O caso teve início em março de 2011, quando Flávio Bolsonaro, então deputado estadual no Rio de Janeiro, acionou a Justiça dizendo que teria perdido o dinheiro que hoje corresponde a R$ 144 mil em virtude da má administração de sua carteira de investimentos por parte da corretora.

Apesar disso, em 2010, ao declarar seus bens à Justiça Eleitoral quando buscava um terceiro mandato na Alerj, o total de bens informado pelo então candidato foi de R$ 690.900. 

Na declaração, havia um carro, um apartamento no Rio, aplicações e investimentos no valor de R$ 4.500, créditos de R$ 10 mil no Banco Itaú e R$ 268.300 referentes a um conjunto de salas comerciais na Barra da Tijuca. 

Nada constava a respeito de investimentos na Bolsa que até hoje o senador reclama ter perdido.

Já o vereador Carlos Bolsonaro, por meio do processo 0131364-09.2011.8.26.0100, na 35ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo, cobra uma alegada perda que corresponde, em valores de hoje, a R$ 194.312,90.

Diferentemente do que ocorre com a de seu irmão, a ação judicial movida por Carlos possui uma sentença em primeira instância, com ganho de causa para a corretora, em que o vereador foi condenado a pagar os custos com as perícias financeiras que foram necessárias na resolução do processo, no valor estipulado pela Justiça em R$ 25 mil. 

Carlos Bolsonaro, no entanto, recorreu das decisão, e o processo corre agora em segunda instância.

Na sentença, de outubro do ano passado, a juíza Gisele Valle Monteiro da Rocha afirma que não há motivos para ressarcimento, já que Carlos estaria ciente dos riscos que corria.

 Também consta na decisão a data em que Carlos Bolsonaro aponta para o início de seus investimentos: março de 2007, quando o vereador tinha 24 anos. 

O investimento inicial: R$ 130.816,15. As perdas só teriam tido início em 2009.

Já em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral em 2008, os papéis financeiros em questão foram omitidos. 

O candidato declarou que possuía um apartamento na Tijuca e um automóvel que, somados, valeriam R$ 260 mil.

*Com informações do DCM


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quinta-feira, 7 de março de 2019

Golden shower mascara despreparo e suspeitas de corrupção


Golden shower mascara despreparo e suspeitas de corrupção

28 mins ago Denúncias 07/03/2019

 


São Paulo

Jair Bolsonaro e seus filhos Flávio, Eduardo e Carlos usam a bárbarie como uma arma política para mascarar o despreparo do presidente, as suspeitas de corrupção que rondam membros da família e as relações perigosas do clã com milicianos do Rio de Janeiro.

A selvageria no discurso político é método. Bolsonaro agiu assim a vida inteira. 

Era previsível a repetição da fórmula quando chegasse ao Palácio do Planalto.

Surpreendem-se apenas aqueles que aceitaram a “normalização” de Bolsonaro na campanha eleitoral, tratando-o como um candidato democrata. 

Ao longo de sua carreira política, ele defendeu a ditadura militar de 1964, dedicou o voto pró-impeachment de Dilma ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, ameaçou a imprensa, atacou gays, quilombolas e mulheres. 
É um autocrata.

Em 2018, empresários, militares, políticos, jornalistas e eleitores optaram pelo autoengano para evitar o retorno do PT ao poder e para implementar um programa econômico ainda mais conservador do que o do governo Temer. 

A enxurrada de fake news que beneficiou Bolsonaro foi considerada uma novidade eleitoral e não um crime contra a democracia.

Também é curioso achar que o ministro Sergio Moro (Justiça) é vítima de uma “bolha” do bolsonarismo radical muito atuante na internet.

 Moro estimulou o crescimento dessa bolha.

 Quando juiz, o hoje ministro ajudou a criar o monstro que poderá devorá-lo, como fizeram jor Pouco antes do Carnaval, Fabrício Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, deu a seguinte explicação ao Ministério Público.

 Tomava dinheiro de funcionários empregados legalmente no gabinete do então deputado estadual para contratar informalmente mais assessores para trabalhar para Flávio Bolsonaro.

Confessa um crime para acobertar a suspeita de outro: apropriação indébita de salários de funcionários da Assembleia do Rio. 

Pelo padrão Lava Jato, a fragilidade de tal justificativa já teria desencadeado uma série de pedidos de prisões temporárias e preventivas de Fabrício Queiroz, seus familiares e funcionários envolvidos.

O que fez o clã Bolsonaro? Usou a bárbarie como arma política para desvirtuar a atenção de uma acusação de corrupção contra Flávio Bolsonaro, hoje senador pelo PSL do Rio.

Em tuítes escritos geralmente num português capenga, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) abriu fogo, sobretudo contra a imprensa.

No Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) agiu como um monstro moral, desrespeitando a dor do avô Lula que perdera o neto Arthur de 7 anos de idade.

Na mesma rede social, o presidente da República publicou um vídeo escatológico em reação às críticas e xingamentos que recebeu nos blocos de Carnaval. 

Pegou um acontecimento isolado e sem relevância para generalizar e depreciar a nossa maior festa popular. 

Um presidente da República não pode fazer isso com um ativo cultural e turístico do país.

 Prejudicou a imagem do Brasil perante o mundo.

No “Jornal da CBN – 2ª Edição”, na faixa das 18h às 19h, haverá uma análise mais detida desse tema.

Em resumo, as redes sociais são usadas pela família Bolsonaro para não ter de explicar a perda de mercado para os Estados Unidos, que vão vender mais carne e soja para a China.

 O presidente também não responde à completa falta de rumo na articulação política em geral e na reforma da Previdência em particular. 

De propósito, o clã deixa em segundo plano trapalhadas de ministros que não estão à altura dos cargos que ocupam.

Analistas que hoje estão espantados com o modus operandi do presidente da República.

No debate público, leva vantagem quem consegue ditar a agenda em discussão.

 Bolsonaro e filhos escondem o despreparo para o poder com uma nuvem de tuítes que coloca o “golden shower” no centro do debate público, deixando as questões que interessam ao país em segundo plano. 

Eles também acenam para esse núcleo original do bolsonarismo que só tem a oferecer ao país regressão social e fundamentalismo político.


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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Ex-namorada de Eduardo Bolsonaro diz que filhos do Presidente são maconheiros


Ex-namorada de Eduardo Bolsonaro diz que filhos do Presidente são maconheiros

15/01/2019  Atualizado em 8/01/2019

Resultado de imagem para bolsonaro


Jornalista, que teve um relacionamento com Eduardo Bolsonaro, rebateu uma postagem do presidente em que usava o argumento de “direitos individuais” para defender o decreto que liberou armas; “Já que estamos falando sobre direitos individuais, poderia legalizar a maconha, assim teríamos coerência 

(…) 

Tá com memória fraca?”.

A jornalista Patrícia Lélis voltou a causar polêmica nesta terça-feira (15) ao sugerir que os filhos do presidente Jair Bolsonaro usavam maconha “na praia com os amigos”.

Ela lembrou do suposto “hábito” de Eduardo, Flávio e Carlos ao rebater uma postagem do capitão da reserva no Twitter em que se utilizava do argumento dos “direitos individuais” para defender a liberação da posse de arma, garantida em um decreto assinado hoje.

“Já que estamos falando sobre direitos individuais, poderia legalizar a maconha, assim teríamos coerência. 

Ou o senhor já se esqueceu que seus filhos Carlos, Eduardo e Flávio não usavam uma maconha na praia com os amigos?! Tá com memória fraca, é?”, 

questionou a jornalista em um tuíte que está viralizando nas redes sociais.


Por muito tempo, coube ao Estado determinar quem tinha ou não direito de defender a si mesmo, à sua família e à sua propriedade. Hoje, respeitando a vontade popular manifestada no referendo de 2005, devolvemos aos cidadãos brasileiros a liberdade de decidir.
Já que estamos falando sobre direitos individuais, poderia legalizar a maconha, assim teríamos coerência.

Ou o senhor já se esqueceu que seus filhos @CarlosBolsonaro, @BolsonaroSP e @FlavioBolsonaro não usavam uma maconha na praia com os amigos?!

Tá com memória fraca, é?
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Estou sendo tratado como “o pior bandido do mundo”, diz Queiroz sobre Coaf


Estou sendo tratado como “o pior bandido do mundo”, diz Queiroz sobre Coaf
Alegando fortes dores, o ex-assessor atribuiu os problemas detectados recentemente em sua saúde à exposição do caso Coaf na imprensa

Por Estadão Conteúdo

9 jan 2019, 13h52 - Publicado em 9 jan 2019, 08h53

 O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, o motorista Fabrício Queiroz
Fabrício Queiroz: ex-assessor de Flávio Bolsonaro, disse que esclarecerá "em breve" as movimentações atípicas em sua conta (SBT/Reprodução)

Ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz disse nesta terça-feira, 8, ao jornal O Estado de S. Paulo que esclarecerá 
“em breve” as movimentações atípicas em sua conta apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). 

Ele, porém, não disse quando iria dar as explicações e reclamou de, em suas palavras, ter sido tratado como “o pior bandido do mundo”.

“Após a exposição de minha família e minha, como se eu fosse o pior bandido do mundo, fiquei muito mal de saúde e comecei a evacuar sangue. 

Fui até ao psiquiatra, pois vomitava muito e não conseguia dormir”, disse Queiroz, que também é policial militar da reserva. 

“Estou muito a fim de esclarecer tudo isso. 

Mas não contava com essa doença. 

Nunca imaginei que tinha câncer.”

Alegando fortes dores, o ex-assessor atribuiu os problemas detectados 
recentemente em sua saúde à exposição do caso Coaf na imprensa. 

As dores, segundo ele, o teriam feito faltar a depoimentos marcados pelo Ministério Público.

Queiroz foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor maligno no intestino, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde 30 de dezembro, e teve alta nesta terça-feira. 

Ele disse que pagou a conta dos serviços médicos com recursos próprios e declarou ter recibo para comprovar, mas não quis dizer o valor.

O ex-assessor afirmou que dará as explicações apenas ao MP “por respeito” ao órgão, mas não informou a data. “Vocês saberão. 

Vocês sempre sabem de tudo”, disse à reportagem.

 Queiroz disse ainda que ficará em repouso em São Paulo nos próximos dias e, a partir de 21 de janeiro, fará sessões de quimioterapia. 

Elas poderão durar de três a seis meses.

O ex-assessor também reclamou do tratamento da imprensa no caso.
“A mídia está fazendo o papel dela, mas está superparcial em meu caso. 

Isso é muito feio.” Também declarou que muitos acham que sua doença é mentira e enviou à reportagem uma foto em que aparece com uma cicatriz na barriga e um cateter.

Movimentações

O relatório que apontou as movimentações financeiras suspeitas nas contas de Queiroz, revelado pelo Estado, foi produzido pelo Coaf na Operação Furna da Onça, conduzida pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal para investigar corrupção na Assembleia Legislativa do Rio. 

A ação resultou na decretação da prisão de dez deputados.

A investigação foi transferida para o Ministério Público do Estado do Rio porque podem envolver deputados estaduais. 

Mais de 70 assessores ou ex-assessores de 22 parlamentares são investigados.

 Uma das filhas de Queiroz, Nathalia, é citada em dois trechos do relatório do Coaf (mais informações nesta página).

Queiroz foi chamado para depor duas vezes no Ministério Público do Rio, mas faltou em ambas as ocasiões alegando questões de saúde. 

Em entrevista ao SBT, ele justificou a movimentação detectada na conta dizendo que 
“fazia dinheiro” com a compra e revenda de carros.

O MP do Rio sugeriu o comparecimento de Flávio Bolsonaro – filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro – para depor ao órgão nesta quinta-feira, 10. 

Por prerrogativa do cargo parlamentar, porém, ele pode escolher data, hora e local para prestar depoimento.

Questionado, o MP não informou se Flávio confirmou presença. 

A assessoria do senador eleito também não quis confirmar se ele irá ou não. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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