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quinta-feira, 18 de março de 2021

Fiocruz: Brasil vive o maior colapso sanitário e hospitalar da sua história

 SUED E PROSPERIDADE

18/03/2021

Fiocruz: Brasil vive o maior colapso sanitário e hospitalar da sua história

17/03/2021 

                 

Sob o governo de Jair Bolsonaro, o Brasil vive o maior colapso sanitário e hospitalar da sua história, com uma gestão desastrosas, criminosa e genocidade de Bolsonaro diante da maior pandemia e crise grave de saúde de nossa história.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) foi taxativa em afirmar: Brasil vive seu maior colapso sanitário e hospitalar, de toda sua história, em estudo divulgado nessa terça-feira (16).

Os dados mapeados trazem informações das secretarias estaduais de Saúde e do Distrito Federal, e secretarias de Saúde das capitais, obtidas desde 17 de julho de 2020.

A Fiocruz aponta que, no momento, 24 estados e o Distrito Federal estão com taxas de ocupação de leitos de UTI, destinados à pacientes adultos com Covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS), iguais ou superiores a 80%.

Os dados mostram uma verdadeira tragédia que se avizinha no país, com cidades com 100% dos leitos ocupados.

Em 19 capitais, a taxa de ocupação chega a mais de 90% dos leitos ocupados.


“A análise chama atenção para os indicadores, que apontam uma situação extremamente crítica em todo país. Na visão dos pesquisadores que realizam a análise, trata-se do maior colapso sanitário e hospitalar da história do Brasil”, afirmou a Fiocruz.

A Fiocruz ainda afirma que é necessário rígidas normas de isolamento social para evitar uma tragédia ainda maior.

“O município de Araraquara, em São Paulo, é apresentado no Boletim como um dos exemplos atuais de como medidas de restrição de atividades não essenciais evitam o colapso ou o prolongamento da situação crítica nos serviços e sistemas de saúde. 

Com as medidas adotadas pelo município, Araraquara conseguiu reduzir a transmissão de casos e óbitos”, destacou a Fiocruz.

CONTINUA

Ditadura: Militantes do PT são presos por faixa contra Bolsonaro em Brasília

18/03/2021

Militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) foram presos nessa quinta-feira (18) por estenderem uma faixa contra Bolsonaro, na praça dos Três Poderes em Brasília. Algo surreal para os tempos democráticos atuais, dos bandidos criminosos genocidas e ditadores que estão no poder

Cinco militantes do PT foram presos em Brasília, nessa quinta-feira (18) por protestarem com uma faixa com a charge do chargista Aroeira, de acordo com o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), o delegado os enquadrou na Lei de Segurança Nacional.

Durante toda a manhã o paradeiro dos detidos era desconhecidos. “Nós fomos em 5 DPs, estamos tentando idenfiticar onde eles estão, mas até agora não se achou.

 Isso é um absurdo”, declarou o deputado Alencar Santana Braga (PT-SP)  à Fórum.

A faixa usada no protesto na Praça dos Três Poderes.

Já se sabe a identidade de dois manifestantes que estavam entre os cinco: Rodrigo Pilha e Guilherme Martins.

A Polícia Militar do Distrito Federal, por meio de uma nota, confirmou a prisão de cinco militantes e afirmou que eles infringiram a Lei de Segurança Nacional ao associar o presidente Bolsonaro a cruz suástica.

“A Polícia Militar prendeu cinco homens por infringir a Lei de Segurança Nacional ao divulgar a cruz suástica associando o símbolo ao Presidente da República. 

O grupo foi detido, na manhã desta quinta-feira (18), quando estendia, na Praça dos 3 Poderes, a faixa chamando o Presidente de genocida ao lado do símbolo nazista. 

Os homens foram levados para a Delegacia da Polícia Federal”, informou a nota da PM

A identidade dos detidos:


Fonte: https://falandoverdades.com.br/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Para Moro, Não Há Tábua De Salvação

SUED E PROSPERIDADE

16/02/2021

Para Moro, Não Há Tábua De Salvação

Celeste Silveira 16 de fevereiro de 2021

Segundo Josias de Souza, Moro está sendo aconselhado por amigos a retomar o projeto político e concorrer ao Planalto.

Certamente, os que lhe deram esse conselho não são seus melhores amigos, sobretudo se Moro tentar usar o histórico da Lava Jato que hoje o esmaga como material publicitário de promoção pessoal.

Na verdade, Moro e Lava Jato, hoje, funcionam como fios desencapados, quando um encosta no outro, é curto na certa, o que queima ainda mais o já queimado ex-herói dos tolos.

O Brasil está neste momento chegando a 240 mil mortos por covid, com recorde de média móvel. O desemprego também é recorde. 

O país entrou numa insolvência política com a total incapacidade do governo Bolsonaro do qual Moro é o principal culpado por ter colocado no Palácio do Planalto para seu benefício na tentativa de fazer trampolim político em 2022.

As famílias brasileiras bateram recorde de endividamento. O Brasil não tem vacinas e sequer perspectivas para aquisição das mesmas, porque um juiz corrupto não conseguiu frear sua ambição e, por isso prendeu um inocente como Lula para colocar no poder uma família de bandidos para, com ela, alçar voos mais altos.

O resto, as revelações das mensagens vazadas falam por si e desaconselham esse idiota a sair da toca para tentar a sorte na política.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

Por Que Só Temos Duas Vacinas Em Uso Até Agora?

Celeste Silveira 16 de fevereiro de 2021

“O Brasil dispõe de apenas metade do lote inicial de 8 milhões de doses da Coronavac e de metade dos 2 milhões de doses da vacina Astrazeneca/Oxford”, escreve a colunista Tereza Cruvinel. “E como o governo e a Anvisa não parecem dispostos a facilitar o uso de outras vacinas, continuaremos nesta miséria vacinal”

Os Estados Unidos vão se afastando a passos largos da condição de epicentro global da pandemia, enquanto o Brasil, com sua vacinação desastrada, vai se credenciando a substitui-lo. Se aqui o governo Bolsonaro não demonstra a menor pressa em acelerar a vacinação, lá o que vem fazendo a diferença é o empenho do novo governo: o presidente Joe Biden poderá em breve cumprir a promessa de vacinar 100 milhões de americanos nos primeiros cem dias de governo, se for mantida a média diária de vacinação de 1,6 milhão de pessoas por dia. 

Com o avanço da vacinação, as médias móveis de mortes e de contaminações nos Estados Unidos já cairam a um terço de 20 de janeiro para cá.

No dia da posse de Biden, 20 de janeiro, morreram 4.380 americanos. No último sábado, foram 3. 373, num declínio que tem se mantido constante nas últimas semanas. O mesmo vale para o número de infectados, que em 8 de janeiro tiveram o pico de 300 mil novos casos. Agora eles variam entre 80 mil e 90 mil novos casos diários.

Os discursos negacionistas e os maus exemplos de Bolsonaro e outras autoridades federais resultaram no comportamento irresponsável de boa parte da população, tal como estamos vendo neste não-carnaval com festas clandestinas e aglomerações em praias, uma delas protagonizada pelo próprio presidente da República, no litoral catarinense, onde aproveitou para fazer propaganda de seus recentes decretos facilitando o armamento da população civil. 

A negligência social combinada com o atraso e descaso com a vacinação resultam no galope macabro da pandemia, que agora não mata apenas nas grandes cidades, mas também nas pequenas cidades do interior e até na zona rural.

Até o último sábado, 13, pouco mais de 5 milhões de pessoas haviam recebido a primeira dose de vacina contra a Covid19, o que representa apenas 2,38 da população. Apenas 0,09% receberam a segunda dose. Neste ritmo, a universalização não ocorrerá mesmo antes de 2024, como já previu a Fiocruz.

Afora o fato imperdoável de o governo federal não ter negociado em tempo hábil a compra de vacinas, o passo de cágado acontece também por falta de planejamento e por conta de um conjunto de erros de implementação, que não estariam ocorrendo se o general Pazuello, em sua ignorância sanitária, não tivesse tirado a autonomia operacional do Programa Nacional de Imunizações.

No momento, o Brasil dispõe de apenas metade do lote inicial de 8 milhões de doses da Coronavac e de metade dos 2 milhões de doses da vacina Astrazeneca/Oxford. E como o governo e a Anvisa não parecem dispostos a facilitar o uso de outras vacinas, continuaremos nesta miséria vacinal. Mas por que mesmo o governo dificulta o uso de outras vacinas, para isso acelerar a marcha da vacinação, como fizeram os Estados Unidos e outros países?

Neste momento, o Brasil poderia estar fazendo uso da vacina russa Sputnik V, tal como nossos vizinhos Argentina, Bolivia, Paraguai e México e outros 21 países. 

Poderia também estar utilizando a vacina Pfizer/BionTech, tal como os Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia. Adotada por 36 países, a Pfzer é a vacina mais usada no mundo, atualmente, à frente da Oxford/Astrazeneca (29 países) e da russa Sputnik V (25 países).

*Tereza Cruvinel/247

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Governo Bolsonaro usou a Fiocruz para produzir 4 milhões de comprimidos de cloroquina

SUED E PROSPERIDADE

12/02/2020

Governo Bolsonaro usou a Fiocruz para produzir 4 milhões de comprimidos de cloroquina

11/02/2021

Remédio sem nenhuma comprovação científica contra o coronavírus, o governo insiste nisso, a pergunta é somente o porquê. 

De acordo com documentos obtidos pela Folha de São Paulo, o governo Bolsonaro usou a Fiocruz para produzir 4 milhões de comprimidos de cloroquina, um total de mais de R$  milhões em dinheiro público.

Enquanto o país precisa urgentemente de vacinas e vacinação, o governo Bolsonaro continua a insistir na cloroquina.

De acordo com documentos, que vieram à tona nessa quinta-feira (11), o governo usou a Fiocruz (Fundação Oswaldo Costa) para produzir cerca de 4 milhões de comprimidos de cloroquina. Medicamento esse sem nenhuma eficácia contra o coronavírus, já demonstrada em diversas pesquisas científicas.

“Documentos da pasta obtidos pela Folha, com datas de 29 de junho e 6 de outubro, mostram a produção de cloroquina e também de fosfato de oseltamivir (o Tamiflu) pela Fiocruz, com destinação a pacientes com Covid-19. Os dois medicamentos não têm eficácia contra a Covid-19, segundo estudos.” diz trecho da matéria da Folha de São Paulo.

O dinheiro público utilizado para fabricar os medicamentos sem eficácia comprovada contra o coronavírus. Dinheiro esse que veio através da MP (Medida provisória) 940, editada em 2 de abril de 2020 por Jair Bolsonaro.

Para a Fiocruz, que é vinculada à pasta, foram destinados R$ 457,3 milhões para “enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus”.

Porém de acordo com a matéria da Folha, na MP não há detalhes de como o dinheiro seria gasto.

 O texto da Presidência da República enviado ao Congresso fala em “produção de medicamentos”.

Os documentos enviados ao MPF apontam gastos de R$ 70,4 milhões, oriundos da MP, com a produção de cloroquina e Tamiflu pela Fiocruz.

Com informações da Folha de São Paulo

CONTINUA

Procurador da Lava Jato admite autenticidade de mensagens hackeadas no Telegram

11/02/2021

Procurador da Lava Jato admitiu que diálogo vazado e hackeado pelo aplicativo Telegram, em que continha trechos com ilegalidades e parcialidade da Operação são reais. 

Sem dúvida, podemos ter extrapolado muitas vezes. Eram (ou são) os nossos ‘nudes’, uma área em que os pensamentos são externados livremente e sem censura entre amigos”, disse o procurador Orlando Martello.

Conjur – O procurador regional Orlando Martello, ex-integrante da autointitulada “força-tarefa da lava jato”, enviou um e-mail aos seus colegas de Ministério Público Federal desabafando sobre a divulgação dos diálogos hackeados apreendidos na operação “spoofing”. A informação é de Aguirre Talento, do jornal O Globo.

No texto, ele diz que o Telegram, local em que ocorreram as conversas, era uma “área livre, uma área de descarrego em que expressamos emoção, indignação, protesto, brincadeiras… muitas vezes infantis” e que, por isso, os procuradores podem “ter extrapolado muitas vezes”. Essa é a primeira vez que um integrante da “lava jato” comenta o teor das mensagens admitindo a autenticidade dos diálogos.

“Sinceramente, não me recordo da grande maioria das mensagens… e digo isso com sinceridade mesmo! Foram tantas mensagens, muitas em finais de semana, em dias festivos, de madrugada […] Mas não estou aqui para negar as mensagens, mas para dar satisfação”, afirma o e-mail.

Segundo o procurador, os grupos de Telegram se assemelhavam a um “ambiente de botequim”. “Eram (ou são) os nossos ‘nudes’, uma área em que os pensamentos são externados livremente e sem censura, entre amigos, alguns de mais de décadas. Expostos a terceiros, causa vergonha.”

“Quanto a eventuais comentários que alguém possa se sentir ofendido ou entender inapropriado, favor relevar, pois dito em ambiente que se assemelha ao de um botequim, onde se fala em um monte de bobeiras”, prossegue.

O procurador disse, por fim, que ainda que as mensagens possam sugerir uma atuação “inapropriada” por parte do MPF, a “lava jato” sempre se pautou pela lealdade processual e tomou decisões baseadas na razão.

“O que sempre prevaleceu, e isso deve-se ao esforço coletivo, foi a razão e não a emoção. 

Do ponto de vista jurídico, tudo o que era relevante foi para os processos, sem qualquer omissão, fraude, seguindo a lealdade processual”. E lá (nos autos), penso, que nossas atuações devem ser analisadas e contestadas; jamais nos pensamentos, o que são externados livremente e sem censura entre amigos em uma rede informal de comunicação.”

(…)

Fonte: https://falandoverdades.com.br/