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sábado, 25 de fevereiro de 2017

CAVENDISH, DA DELTA, DELATA PROPINA A RODRIGO MAIA

CAVENDISH, DA DELTA, DELATA PROPINA A RODRIGO MAIA

 

O empreiteiro Fernando Cavendish, da Delta, decidiu delatar o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara dos Deputados; em seu acordo, ele afirmou que Maia recebeu R$ 3 milhões como contrapartida pelas obras da construtora no Engenhão – contrato obtido quando seu pai, Cesar Maia, era prefeito do Rio de Janeiro; Cavendish disse ainda que Maia levou ainda outros R$ 500 mil; primeiro homem na linha de sucessão presidencial, Maia também aparece nas delações da Odebrecht, como o "Botafogo", e da OAS; delatado, ele se enfraquece para conduzir reformas impopulares, como a da Previdência, que pode deixar 70% dos brasileiros sem aposentadoria

24 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 06:11

247 – Além dos apuros de Michel Temer, que foi delatado por seu melhor amigo José Yunes (leia aqui), seu sucessor natural, 
o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), também está em apuros.

Maia foi delatado pelo empreiteiro Fernando Cavendish, da Delta, segundo aponta reportagem de Rodrigo Rangel, em Veja.

Em seu acordo, Cavendish afirmou que Maia recebeu R$ 3 milhões como contrapartida pelas obras da construtora no Engenhão – contrato obtido quando seu pai, Cesar Maia, era prefeito do Rio de Janeiro.

O empreiteiro afirmou, ainda, que Maia levou ainda outros R$ 500 mil.

Primeiro homem na linha de sucessão presidencial, Maia também aparece nas delações da Odebrecht, como o "Botafogo", e da OAS.

Delatado, ele se enfraquece para conduzir reformas impopulares, como a da Previdência, que pode deixar 70% dos brasileiros sem aposentadoria, segundo um estudo do Dieese.

Maia não se pronunciou sobre a denúncia feita por Cavendish.



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

BOMBA: Deltan fraudou assinaturas no projeto das 10 medidas anticorrupção? VEJA!

BOMBA: Deltan fraudou assinaturas no projeto das 10 medidas anticorrupção?                                VEJA!
16 de dezembro de 2016
 

O presidente da Câmara Rodrigo Botafogo Maia (DEM-RJ) acredita que o procurador da República Deltan Dallagnol, da Lava Jato, fez “cabritagem” na coleta de 2 milhões de assinaturas para validar o projeto de iniciativa das 10 medidas anticorrupção.

Botafogo — apelido de Maia revelado em delação da Odebrecht — quer acionar os TREs para checar a veracidade das assinaturas, bem como os números de títulos de eleitor daqueles que subscreveram a iniciativa popular.

A bronca de Maia, o Botafogo, é com a liminar do ministro Luiz Fiat Fux que mandou o Senado devolver o pacote anticorrupção à Câmara. 

O magistrado não gostou de os deputados modificarem o texto da iniciativa popular. 

No entanto, a lei da ficha limpa, aprovada em 2010, também sofrera alterações no Congresso Nacional.

O presidente da Câmara ouviu o ministro Gilmar Mendes, do STF, que na audiência pública no Senado sobre o abuso de autoridade desqualificou as assinaturas coletadas por Deltan afirmando que assinaturas de iniciativas populares podem ser facilmente coletadas com a ajudado sindicato dos camelôs das grandes cidades.

Em 2007, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) recorreu aos camelôs para obter 1 milhão de assinaturas pelo fim da CMPF, ou seja, contra o financiamento da SUS (o dinheiro do imposto do cheque bancava a saúde pública).

Pelas histórias que chegaram ao Blog do Esmael, se houver uma recontagem, possivelmente o projeto retornará ao procurador para que retome dentro da legalidade a coleta de boas subscrições.

A campanha pelas 10 medidas anticorrupção foi concebida pela agência de propaganda OpusMúltipla, de Curitiba, segundo denúncia do senador Roberto Requião (PMDB-PR).