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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Lula: Bolsonaro não cansa de vomitar ignorância e envergonhar o Brasil

Lula: Bolsonaro não cansa de vomitar ignorância e envergonhar o Brasil


4 de setembro de 2019, 18:49 h


Por meio de sua conta oficial no Twitter, o ex-presidente Lula manifestou solidariedade a Michelle Bachelet, Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos e ex-presidente do Chile. 

Lula rechaçou os ataques de Jair Bolsonaro contra a ex-presidente chilena em que elogiou a tortura e morte do pai de Bachelet

247 - O ex-presidente Lula manifestou solidariedade a Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, e repudiou os ataques de Jair Bolsonaro contra a ex-presidente do Chile. 

Para Lula, Bolsonaro envergonha o país perante o mundo.

"Bolsonaro não cansa de vomitar ignorância e envergonhar o Brasil perante o mundo. 

Minha solidariedade à presidenta Michelle Bachelet e ao povo chileno, que hoje tiveram a memória de seus mortos e desaparecidos violentadas por este senhor", afirmou o presidente por meio de recado publicado em sua página nas redes sociais.

Em sua página do Twitter, Bolsonaro elogiou a tortura e morte do pai de Bachelet, que foi morto pelo regime sanguinário de Augusto Pinochet. 

Disse que o Chile "só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973" e disse que a ex-presidente está "seguindo a linha" do presidente da França, Emmanuel Macron, tentando se "intrometer nos assuntos internos e na soberania brasileira" ao falar de direitos humanos.
Bolsonaro não cansa de vomitar ignorância e envergonhar o Brasil perante o mundo. Minha solidariedade à presidenta Michelle Bachelet (@mbachelet) e ao povo chileno, que hoje tiveram a memória de seus mortos e desaparecidos violentadas por este senhor.



VEJA O VÍDEO

Leo ao quadrado (4.9.19)- Bolsonaro insulta Bachelet e a civilização

Leo ao quadrado (4.9.19)- Bolsonaro insulta Bachelet e a civilização

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LULA DENUNCIA POLÍTICA ENTREGUISTA DO GOVERNO BOLSONARO E PEDE UNIÃO DO POVO EM DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 4 de setembro de 2019

 Resultado de imagem para lula
Imagem do Google

Em dura carta, lida nesta quarta-feira(4) durante o ato “O Brasil é nosso! Contra as privatizações, em defesa do emprego e de nosso futuro”, o ex-presidente Lula denunciou a política entreguista do governo Jair Bolsonaro.

“Fiquem alertas os que estão se aproveitando dessa farra de entreguismo e privatização predatória, porque não vai durar para sempre.

 O povo brasileiro há de encontrar os meios de recuperar aquilo que lhe pertence. 

E saberá cobrar os crimes dos que estão traindo, entregando e destruindo o país”, afirma.

Para Lula, é necessário e urgente reunir “amplas forças sociais e políticas” para defender a soberania nacional.


“É urgente enfrentá-los, porque seu projeto é destruir nossa infraestrutura, o mercado interno e a capacidade de investimento público – para inviabilizar de vez qualquer novo projeto de desenvolvimento nacional com inclusão social.

 O povo brasileiro terá mais uma vez que tomar seu próprio caminho. 
Antes que seja tarde demais para salvar o futuro”.

No documento, o ex-presidente lista uma série de medidas de Bolsonaro que atingem diretamente a soberania brasileira e enfatiza a privatização de bancos e empresas públicas, como a Petrobras.

“A Petrobrás está sendo vendida aos pedaços a suas concorrentes estrangeiras. 

Já entregaram dois gasodutos estratégicos, a distribuidora e agora querem as refinarias, para reduzi-la a mera produtora de petróleo bruto e depois vender o que restou”.

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segunda-feira, 9 de julho de 2018

URGENTE! Líderes Mundiais Articulam Petição Para Exigir Candidatura De Lula


URGENTE! Líderes Mundiais Articulam Petição Para Exigir Candidatura De Lula



A ex-presidente do Chile Michelle Bachelet encabeça uma iniciativa em defesa da candidatura do ex-presidente Lula, preso político há três meses, ao Palácio do Planalto em 2018.

De acordo com o jornal chileno La Segunda, Bachelet articula uma carta assinada por 43 personalidades de esquerda ao Poder Judiciário brasileiro em que pedem para que o líder do PT saia candidato em 2018.

“Consideramos que uma eleição presidencial sem Lula como candidato poderia ter sérias impugnações de legitimidade e aprofundaria ainda mais a crise política que o Brasil tem que superar”, diz trecho do documento.

A ex-presidente chilena, de acordo com o veículo, também tentará visitar o ex-presidente Lula na prisão, em Curitiba.

Em abril desse ano, Bachelet saiu em defesa do Lula e pediu respeito à soberania das urnas e do voto popular:

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247



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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Maia vai ao Chile no dia em que CCJ votará denúncia contra Temer

Maia vai ao Chile no dia em que CCJ votará denúncia contra Temer
Em rota de colisão com o Planalto, presidente da Câmara viajará na próxima quarta-feira. Ele se encontrará com a presidente chilena, 
Michelle Bachelet
Por Da redação  16 out 2017, 23h05
 Rodrigo Maia e Michel Temer
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), 
e o presidente Michel Temer (Nelson Almeida/AFP)

Em crise com o Palácio do Planalto, o presidente da Câmara dos Deputados,Rodrigo Maia (DEM-RJ), viajará nesta semana para o Chile. Ele deverá estar fora do Brasil justamente na semana em que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa votará a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).

Segundo assessores da Câmara, Maia decolará para Santiago na quarta-feira, de onde deve retornar no dia seguinte. 
Na cidade, estão previstos encontros do parlamentar brasileiro com a presidente do chilena, Michelle Bachelet, e com o presidente da Câmara dos Deputados do país, Fidel Espinoza Sandoval.

Maia estará no exterior justamente nos dias em que a CCJ deve votar o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) sobre a denúncia contra Temer e os ministros. No relatório, o tucano recomendou a rejeição da denúncia

A discussão do parecer começará nesta terça-feira. 
A votação, por sua vez, está prevista para quarta-feira, quando o presidente da Câmara estará decolando para o Chile, país onde nasceu.

Vídeos aumentam tensão

A turbulenta relação de Rodrigo Maia com o Planalto se agravou no último fim de semana, após a publicação dos vídeos com a delação do doleiro Lúcio Funaro no site da Câmara. 

O gesto foi entendido no governo como mais uma ação de Maia para mostrar que está descolado do governo. 
Interlocutores de Michel Temer avaliaram que o presidente da Casa poderia não ter disponibilizado no site o material audiovisual da colaboração premiada.

Os vídeos da delação de Funaro foram divulgados com documentos relacionados à segunda denúncia contra Temer, Padilha e Moreira. 

O material foi enviado pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, com ofício expedido em 21 de setembro, uma semana após a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar a segunda denúncia contra Temer.

Segundo a presidência da Câmara, no ofício não há menção ao sigilo do material. 

Neste domingo, por meio de assessoria, Cármen Lúcia afirmou que apenas oficiou Maia e o relator do inquérito, Edson Fachin, é a autoridade máxima e única no processo. 

Segundo o gabinete de Fachin, a delação de Funaro não teve o sigilo retirado em nenhum momento e permanece secreta.

O secretário-geral da Mesa Diretora, Wagner Soares, que é subordinado a Maia, determinou, porém, que os vídeos fossem divulgados no site da Câmara. 

O material subiu na íntegra no dia 29 de setembro, uma semana depois de o presidente da Câmara disparar duras críticas a Temer e ao PMDB em razão do assédio dos peemedebistas a parlamentares do PSB com os quais o DEM negociava filiação.

O episódio levou a um bate-boca público entre Maia e a defesa de Temer. 
Sábado, o advogado Eduardo Carnelós publicou nota para criticar “vazamentos criminosos”. 

Carnelós recuou e, também em nota, disse que “jamais” imputou “a prática de ilegalidade, muito menos crime” ao deputado. 

Quando os vídeos vieram à tona, a nota de Carnelós irritou Maia, que fez chegar a Temer sua insatisfação.
“Não teve vazamento. 

O advogado é incompetente”, disse o presidente da Câmara à Coluna do Estadão. 

Em nota, Maia disse ainda ver com “perplexidade muito grande” ter sido tratado de “forma absurda” pelo advogado, “depois de tudo que fiz pelo presidente, da agenda que construí com ele, de toda defesa que fiz na primeira denúncia”.

(com Estadão Conteúdo)


domingo, 25 de setembro de 2016

Presidenta do Chile condena golpe no Brasil em coletiva nos EUA

Brasil
Presidenta do Chile condena golpe no Brasil em coletiva nos EUA  
A presidenta do Chile, Michelle Bachelet, afirmou nesta quinta-feira (22) que não gostou do impeachment de Dilma Rousseff e que o processo foi mais fácil de ser realizado porque se tratou de uma mulher, e não de um homem.
 Bachellet falou sobre como a sociedade age com lideranças mulheres
Bachellet falou sobre como a sociedade age com lideranças mulheres

"Eu sou muito amiga de Dilma. Gosto dela e ligo para ela. A Constituição do Brasil permite (o impeachment), portanto em termos de legalidade não posso dizer nada. Mas não gostei do que aconteceu, isso é tudo o que posso dizer", disse Bachelet em conferência no centro de estudos Wilson Center de Washington.

"Acredito que é mais fácil quando é uma mulher do que quando é um homem", acrescentou, em meio a um forte aplauso em um auditório com aproximadamente 300 pessoas.

Bachelet se pronunciou sobre a destituição de Rousseff na rodada de perguntas de sua conferência sobre a participação das mulheres na política. Tanto a líder chilena como Dilma foram as primeiras mulheres a serem presidentas em seus respectivos países.
Outra das presentes a perguntou se, quando ela fez campanha, também "sofreu o sexismo agora enfrentado por Hillary Clinton", a candidata democrata à Casa Branca. "Claro, eu era a gorda. Sempre falam sobre quem me dá as ideias, e ainda hoje, como presidente, há muito muito sexismo, embora pensemos que a sociedade melhorou muito", respondeu Bachelet, eleita a primeira presidente do Chile em 2006.

De acordo com Bachelet, "se você for mulher, te dizem que é fraca porque não grita ou fala palavrão, e algumas mulheres líderes se disfarçam de homens, mas é preciso respeitar a sua própria maneira de liderar".

"Frequentemente me sinto afligida pelo modo como os veículos de imprensa tratam Hillary", acrescentou, sem se aprofundar mais no assunto.

A presidenta do Chile começou nesta quinta-feira, após participar da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, uma visita de dois dias a Washington para homenagear o 40º aniversário do assassinato do ex-chanceler chileno Orlando Letelier na capital americana por agentes da ditadura de Augusto Pinochet. 




Fonte: Opera Mundi