Mostrando postagens com marcador Relator da Lava Jato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Relator da Lava Jato. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de setembro de 2017

Bonner Se Preocupa Com ‘Escândalos’ Que Sondam Moro, Globo Estuda Escanteá-Lo E Relator Da Lava Jato Pode Ser O Novo ‘Pop Star’ Do Judiciário

Bonner Se Preocupa Com ‘Escândalos’ Que Sondam Moro, Globo Estuda Escanteá-Lo E Relator Da Lava Jato Pode Ser O Novo ‘Pop Star’ Do Judiciário
Por Redação Click Política Última Atualização 3 set, 2017
 

Informações oriundas dos bastidores do Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão, dão conta de que o jornalista Willian Bonner, anda preocupado com os escândalos que o juiz Sérgio Moro e sua esposa, tem se metido nas últimas semanas.

Bonner acredita que se as denúncias contra o juiz de Curitiba se intensificarem, vai ficar praticamente impossível, blindá-lo das acusações.

O editor-chefe do Jornal Nacional tem uma meta. 

A de derrubar o ex-presidente Lula (PT) antes do início da campanha de 2018. 

Porém, as suas tentativas até o presente, tem sido em vão.

Lula se mantém líder absoluto nas pesquisas de intenção de voto.

Bonner vê apenas em Moro a chance de tirar Lula do embate que pode reconduci-lo a Presidência da República.

Comenta-se inclusive, que a cúpula da Globo já estuda escantear Moro e apostar todas as fichas no Relator da Lava Jato no TRF, 
Gebran Neto.

Parece que os dias de fama do magistrado curitibano estão contados.

CLICK POLÍTICA



sexta-feira, 25 de agosto de 2017

URGENTE: Milhões De Brasileiros De Olho Nos Passos Do Relator Da Lava Jato No TRF-4; SAIBA!

URGENTE: Milhões De Brasileiros De Olho Nos Passos Do Relator Da Lava Jato No TRF-4; SAIBA!
Por Redação Click Política Última Atualização 25 ago, 2017
 

Pelo menos 60 milhões de brasileiros estão com as atenções voltadas para os passos e ações do relator do caso Lula, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, localizado em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

São brasileiros que não concordam com o que foi feito na primeira instância da justiça federal em Curitiba, ou seja, a condenação do ex-presidente baseado apenas em delações sem qualquer prova documental 
ou material.

O que mais revolta os brasileiros que demonstram o pavor nas ruas, nas praças em manifestações, nas redes sociais e até em casa, ou conversando com vizinhos é o fato da justiça de Curitiba demonstrar claramente ao lado do Ministério Público Federal, uma perseguição implacável contra um homem que deixou o Brasil em um patamar avançado em relação aos outros países e que fez renascer o orgulho de fazermos parte dessa terra.

A Operação Lava Jato começou repassando para todos, que veio para estancar a corrupção desenfreada sem distinção. 

Em pouco tempo deixou a máscara cair por terra e passou a deixar transparentemente os seus objetivos, no caso, tomar o governo do povo e entregar aos golpistas e fascistas de plantão.

O que é mais grave ainda, é que mesmo depois da ligação do magistrado de Curitiba com políticos elitistas, como do PSDB por exemplo, onde o mesmo participou de solenidades dos tucanos, demonstrando uma afinidade pessoal extraordinária com corruptos denunciados, inclusive com provas cabais, agora o relator passa a tomar posições praticamente idênticas do ponto de vista da condução do processo.

Primeiro foi o presidente da corte que falou e fez rasgados elogios a peça do juiz de Curitiba, chegando a dizer que a mesma era ‘irretocável’´, deixando transparecer claramente, uma posição antecipada com relação aos fatos, ou seja, a ‘condenação’ de Lula, com os mesmos argumentos de delações e apenas delações provenientes de bandidos que confessaram o desvio do dinheiro do povo. 

E agora a agilização por parte do relator no TRF-4, que anda correndo com o processo e que tem negado vários recursos impetrados nos últimos meses pelos advogados do ex-presidente.

Milhões de brasileiros tem demonstrado uma revolta grande com algumas ações do poder judiciário, que inclusive recebe salários absurdos, sem falar em auxílios de toda ordem sejam esses salários extras possíveis e impossíveis, tornando-se o serviço mais caro e pago hoje em um país com 20 milhões 
de desempregados.

Além dessa afronta ao povo brasileiro, pessoas têm se manifestado com clara indignação, com essas ações de injustiça praticadas contra, o referencial do povo, no caso o ex-presidente Lula e seus aliados mais próximos, a exemplo de Dilma Rousseff que teve seu mandato subtraído em uma manobra das mais sujas entre outros.

Será que o relator do processo contra Lula no TRF-4 irá decepcionar os brasileiros como fez o juiz de Curitiba? Será que o nobre relator é igualmente um homem que tem partido político e que não gosta do social? Será que ele é do PSDB e foi cabo eleitoral de Aécio Neves? Será que ele não gosta de Lula e do PT?

 Ou quem sabe, ganha um salário exageradamente grande e não reconhece que está contrariando o patrão que é o povo, afinal, paga impostos para garantir o seu privilegiado emprego, condenando 
sem provas?

São essas e outras perguntas que pairam a todo instante em todo os lugares desse imenso Brasil.

A verdade é que a justiça que já operava pessimamente, principalmente no interior do país, com abuso e prepotência em alguns casos, acabou em frangalhos, principalmente com essa Lava Jato, onde o direito do povo foi usurpado da maneira mais torpe possível.

O Brasil espera o fim das decepções, da prepotência, da arrogância e da ditadura que alguns pensam empregar nesse território usando a justiça. 

Chega de hipocrisia e de palhaçada, afinal de contas o povo merece respeito, pois queiram vocês ou não, o Brasil está preparado para reagir a essas provocações.

Lembrem-se: Eleição sem Lula é fraude!

Click Política
Matéria do Jornalista Gil Silva


VEJA: Como captar energia do Cosmo (Universo) com  cristal ativado.

Quero compartilhar com todos o poder do cristal ativado por seres extradimencional. Meu nome é Flaudemir.

Essa energia tanto ativa como alinha os chacras e também cura as doenças, aproveitando a energia do eclipse solar usei o cristal sabendo que essa energia conduz para a iluminação.

Obs: Essa ativação dos cristais é feita pelos seres que tem contato com minha esposa.

Quer se beneficiar da poderosa energia do cristal ativado por seres extradimencional?

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

CÁRMEN LÚCIA QUER SE ANTECIPAR A TEMER E INDICAR NOVO RELATOR DA LAVA JATO

CÁRMEN LÚCIA QUER SE ANTECIPAR A TEMER E INDICAR NOVO RELATOR DA                            LAVA JATO
 

Embora oficialmente o discurso ainda seja de cautela em relação ao futuro da Lava Jato, pessoas ligadas à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF (Superior Tribunal Federal), afirmam que ela irá acelerar os trâmites para redistribuir todas as ações da operação; um movimento da ministra neste sentido, antecipando-se à escolha de Michel Temer para o substituto de Teori Zavascki na Corte, seria justificada como forma de não paralisar a operação, cujo andamento já está comprometido com a morte do relator; não seria a primeira vez em que isso aconteceria; em 2009, Gilmar Mendes, então presidente do STF, redistribuiu os casos relatados por Menezes Direito, morto naquele ano; no Planalto, porém, cresce a pressão para que Temer não demore a escolher o substituto de Zavascki

20 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 04:55

247 - Embora oficialmente o discurso ainda seja de cautela em relação ao futuro da Lava Jato, pessoas ligadas à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF (Superior Tribunal Federal), afirmam que ela irá acelerar os trâmites para redistribuir todas as ações da operação. 

Um movimento da ministra neste sentido, antecipando-se à escolha de Michel Temer para o substituto de Teori Zavascki na Corte, seria justificada como forma de não paralisar a operação, cujo andamento já está comprometido com a morte do relator. 

Não seria a primeira vez em que isso aconteceria. Em 2009, Gilmar Mendes, então presidente do STF, redistribuiu os casos relatados por Menezes Direito, morto naquele ano. No Planalto, porém, cresce a pressão para que Temer não demore a escolher o substituto de Zavascki. 

As informações são da coluna Painel na Folha de S.Paulo. 
"Na avaliação de advogados que atuam na operação, o atraso no processo deve estimular vazamentos das delações, prestes a se tornarem públicas.

O Planalto trabalha com a perspectiva de que, com o cancelamento das audiências previstas para a próxima semana, a homologação dos acordos de colaboração da Odebrecht já não ocorra em fevereiro."



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki morre aos 68 anos após queda de avião em Paraty

Relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki morre aos 68 anos após queda de avião em Paraty
Ministro do Supremo Tribunal Federal viajava de São Paulo para o litoral sul do RJ; magistrado tinha três filhos e estava na Suprema Corte desde 2012.
Por Renan Ramalho, G1, Brasília
19/01/2017 18h08  Atualizado há 35 minutos
Resultado de imagem para Teori Zavascki

Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Teori Zavascki morreu na tarde desta quinta-feira (19), aos 68 anos, após a queda de um avião em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro. A morte de Teori foi confirmada pelo filho do magistrado Francisco Zavascki em uma rede social, às 18h05.

A tragédia gerou consternação no meio jurídico, político e empresarial. Tão logo a informação foi confirmada, autoridades, entidades e empresas passaram a repercutir a morte.

No início da noite, presidente da República, Michel Temer, fez um pronunciamento no Palácio do Planalto no qual lamentou a morte do ministro do STF e anunciou ter decretado luto oficial de três dias. Na rápida fala, Temer disse que o magistrado era um "homem de bem" e um "orgulho para todos os brasileiros".

"O ministro Teori era um homem de bem e era orgulho para todos os brasileiros. Nós estamos decretando luto oficial por um período de três dias, uma modesta homenagem a quem tanto serviu à classe jurídica, aos tribunais e ao povo brasileiro", declarou o peemedebista no pronunciamento.

Um dos três filhos do ministro do STF, Francisco Prehn Zavascki, comunicou a morte do pai no Facebook: "Caros amigos, acabamos de receber a confirmação de que o pai faleceu! Muito obrigado a todos pela força!".
Às 17h22, Francisco já havia publicado: "Amigos, infelizmente, o pai estava no avião que caiu! Por favor, rezem por um milagre".
Postagem do filho do ministro

Postagem do filho do ministro

Os rumores sobre a morte de Teori chegaram ao STF no meio da tarde desta quinta. O tribunal foi informado de que o nome do ministro estava na lista de passageiros da aeronave que caiu no litoral fluminense. A lista foi entregue para a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, e também para o presidente da República.

A Infraero informou que a aeronave prefixo PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90, decolou às 13h01 do Campo de Marte, na capital paulista. O avião é de pequeno porte e tem capacidade para oito pessoas.
Gilmar e Teori no STF
Teori Zavascki morre em acidente aéreo em Paraty

A Anac informou que a documentação da aeronave estava em dia, com o certificado válido até abril de 2022 e inspeção da manutenção (anual) válida até abril de 2017.
O dono e operador da aeronave é o Hotel Emiliano, segundo informações de abril de 2016 disponíveis no Registro Aeronáutico Brasileiro, documento divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que reúne uma relação de todas as aeronaves brasileiras certificadas pela Anac.
                               Carlos Alberto Filgueiras, dono do Grupo Emiliano, 
                              que morreu em acidentede avião em Paraty com o 
                             ministro do STF Teori Zavascki (Foto: Divulgação)

Carlos Alberto Filgueiras, que era proprietário do avião e dono do Grupo Emiliano, também estava na aeronave. Em nota, o grupo confirmou que o empresário e o piloto do avião também morreram no acidente. Segundo o texto, Filgueiras e Teori Zavascki eram amigos próximo.

"O Grupo Emiliano, lamentavelmente, confirma a morte Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, 69 anos, e do piloto Osmar Rodrigues, 56, no acidente aéreo ocorrido hoje em Paraty. Carlos Alberto e o ministro Teori Zavaski eram amigos próximos. 

A empresa registra seus sentimentos e condolências para a família e amigos do ministro e do piloto. A empresa informa ainda que está à disposição das autoridades colaborando com as investigações em curso", diz a nota.
                            Osmar Rodrigues, piloto do avião que caiu com o 
                                      ministro do STF Teori Zavascki, em Paraty 
                                      (Foto: Divulgação)

Viúvo desde 2013, Teori deixa três filhos. Ele se tornou ministro do STF em 2012 por indicação da então presidente da República, Dilma Rousseff.

O magistrado teve o nome aprovado no Senado com 54 votos favoráveis e quatro contrários. Ele substituiu o ministro Cezar Peluso, que havia se aposentado no mesmo ano.

Na carreira jurídica anterior ao STF, Teori se especializou em direito tributário. Ele foi indicado para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas foi nomeado para a Corte Superior, em 2003, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No STJ, ele atuou na Primeira Turma e na Primeira Seção, especializadas em matérias de direito público. Entre as pautas julgadas pelo colegiado estão ações judiciais ligadas a servidores públicos, improbidade administrativa e tributos.

Natural de Faxinal dos Guedes (SC) – além de ter sido ministro do STF e do STJ –, Teori também presidiu o Tribunal Regional Federal da 4ª região (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) entre 2001 a 2003 e atuou como juiz do Tribunal Regional Eleitoral na década de 1990.

Ele ingressou na carreira jurídica em 1971, em Porto Alegre, como advogado concursado do Banco Central, onde atuou por sete anos. No anos 80, o magistrado se transferiu para a superintendência jurídica do Banco Meridional do Brasil.
                            Teori Zavascki está na lista de passageiros de avião 
                                             que caiu em Paraty (RJ)

A queda do avião
Segundo o aeroporto de Paraty, o avião saiu de São Paulo (SP) e caiu a 2 quilômetros de distância da cabeceira da pista. De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), quatro pessoas estavam a bordo.
Por volta de 14h50, a Polícia Militar disponibilizou uma lancha para auxiliar nas buscas. A Capitania dos Portos e o Corpo de Bombeiros também trabalhavam no resgate.

Na tarde desta quinta, a Infraero informou ao G1 que a aeronave prefixo PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90, decolou às 13h01 do Campo de Marte (SP) com destino a Paraty. A aeronave é de pequeno porte e tem capacidade para oito pessoas. A Marinha disse ter sido informada do acidente às 13h45.

Rumores sobre a morte de Teori começaram a chegar ao STF no meio da tarde desta quinta. Assim que foi informada sobre o acidente, a presidente da Corte, que havia acabado de desembarcar em Belho Horizonte, retornou à capital federal. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes – que está de férias em Lisboa –, deve retornar ao Brasil nesta sexta (20).

                                          Avião que caiu com o ministro do STF Teori 
                                           Zavascki saiu de SP. (Foto: Arte / G1)

Atuação no STF
Além dos processos regulares na Corte, o ministro acumulava em seu gabinete mais de 50 inquéritos e ações penais da Lava Jato. No momento, o caso mais importante, que ainda aguardava sua homologação, era a delação premiada de 77 executivos da Odebrecht.

O ato, que oficialmente reconhece a validade jurídica dos acordos, estava previsto para o início de fevereiro. Só a partir dele, a Procuradoria Geral da República (PGR) poderia iniciar novas investigações com base nos depoimentos.
Na análise do caso, Teori era considerado pelos pares e advogados um relator técnico e discreto. Nunca concedeu entrevista sobre o assunto e só se manifestava nos autos.

Numa das decisões mais marcantes, no final de 2015, convocou uma sessão extraordinária na Segunda Turma – responsável pela Lava Jato – para confirmar uma ordem de prisão do então senador Delcídio do Amaral e do dono do banco BTG, André Esteves. Na época, veio à tona gravação com indícios de que ambos pretendiam comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

“O presente caso apresenta linha de muito maior gravidade. O parlamentar não está praticando crimes qualquer, está atentando contra a própria jurisdição do Supremo Tribunal Federal”, disse Zavascki.

Outra decisão marcante foi o voto permitindo a prisão de condenados após a segunda instância. Como relator, Teori obteve a adesão de outros 6 ministros da Corte (Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes); 4 votaram de forma contrária (Rosa Weber, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski).

O julgamento levou à reação da própria classe política: no fim de maio, veio à tona uma gravação na qual o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), atacou a mudança de jurisprudência em uma conversa com o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado.

No diálogo, o senador do PMDB – investigado pela Lava Jato – afirma que o Congresso Nacional precisa aprovar uma nova lei para restabelecer as prisões somente após o trânsito em julgado.

A fala do presidente do Senado foi interpretada por procuradores da República como indício de uma tentativa de atrapalhar as investigações do caso e chegou a embasar o pedido de prisão apresentado ao Supremo contra Renan por Janot. Relator da Lava Jato no STF, o ministro Teori Zavascki rejeitou o pedido de prisão.

A irritação de Renan Calheiros foi motivada, em parte, pelo fato de que a decisão do Supremo de rever a regra de execução das prisões serviu como estímulo às delações premiadas, na medida em que, temendo a prisão mais rápida, muitos investigados acabaram fechando acordos de colaboração com a Justiça em troca do abrandamento da pena.

Futuro da Lava Jato
Com a confirmação da morte de Teori Zavascki, os processos relacionados à Operação Lava Jato no Supremo podem ficar sob relatoria de um novo ministro indicado pelo presidente Michel Temer ou podem ser redistribuídos pela presidente do STF para algum outro magistrado que já ocupe uma cadeira na Corte.

Como relator, Teori era responsável pela análise de denúncias, recursos e delações premiadas no âmbito da operação.

De acordo com o artigo 38, inciso IV do regimento interno do STF, em caso de aposentadoria, renúncia ou morte, o relator de um processo é substituído pelo ministro nomeado para a sua vaga.

"Art. 38. O Relator é substituído:

IV – em caso de aposentadoria, renúncia ou morte:

a) pelo Ministro nomeado para a sua vaga;

b) pelo Ministro que tiver proferido o primeiro voto vencedor, acompanhando o do Relator, para lavrar ou assinar os acórdãos dos julgamentos anteriores à abertura da vaga", diz o artigo 38.

Outra possibilidade, também prevista no artigo 68 do regimento, porém, é uma redistribuição dos processos pela presidente do STF, Cármen Lúcia, “em caráter excepcional”.

"Art. 68¹. Em habeas corpus, mandado de segurança, reclamação, extradição, conflitos de jurisdição e de atribuições , diante de risco grave de perecimento de direito ou na hipótese de a prescrição da pretensão punitiva ocorrer nos seis meses seguintes ao início da licença, ausência ou vacância, poderá o Presidente determinar a redistribuição, se o requerer o interessado ou o Ministério Público, quando o Relator estiver licenciado, ausente ou o cargo estiver vago por mais de trinta dias.

§ 1º Em caráter excepcional poderá o Presidente do Tribunal, nos demais feitos, fazer uso da faculdade prevista neste artigo", diz o artigo 68.

Veja a trajetória de Teori
Nasceu em 15 de agosto de 1948 em Faxinal dos Guedes (SC)
Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Era mestre e doutor em Direito Processual Civil pela mesma universidade
Ingressou na advocacia em 1971
Foi professor de Direito da UFRGS, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UniSinos) e da Universidade de Brasília (UnB), além de advogado do Banco Central do Brasil

Foi nomeado juiz federal em 1979 e exerceu cargos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região entre 1989 e 2003. Ele chegou a presidir o tribunal.

Teori também foi ministro do Superior Tribunal de Justiça de 2003 a 2012, onde chegou a ser presidente da 1ª Turma - no biênio de 2004 a 2006 - e presidente da 1ª Seção, de 2009 a 2011
Em 2012, durante o governo Dilma, foi nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal. Na Suprema Corte, presidiu a Segunda Turma de 2014 a 2015. 
Atualmente, era o relator dos processos da Operação Lava Jato

Teori tem seis publicações em direito de sua autoria, além de outros 28 em co-autoria
Recebeu diversas condecorações, títulos e medalhas, como Ordens do Mérito Judiciário do Trabalho e Militar, além de outras regionais
Foi membro do Instituto Ibero-Americano der Direito Processual e Instituto Brasileiro de Direito Processual.