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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Foto de planilha que indicava acesso à casa 58, de Bolsonaro, foi encontrada em celular de Ronie Lessa


Foto de planilha que indicava acesso à casa 58, de Bolsonaro, foi encontrada em celular de Ronie Lessa

3 mins ago Denúncias 01/11/2019



Polícia só teve conhecimento da planilha no mês passado, quando conseguiu acessar o celular de Lessa. 
Imagem foi enviada pela esposa no dia 22 de janeiro, dois dias antes do depoimento que ele prestou com Élcio Queiroz na Delegacia de Homicídios sobre o assassinato

Uma foto da planilha escrita à mão pelo porteiro que mostra que Elcio Queiroz teria tido acesso ao condomínio Vivendas da Barra por permissão do “Seu Jair”, da casa 58 – de propriedade de Jair Bolsonaro -, foi enviada por Elaine Lessa ao marido, Ronnie Lessa, no dia 22 de janeiro, dois dias antes de Lessa e Queiroz serem ouvidos na Delegacia de Homicídios sobre o assassinato, quando ainda estavam soltos.

Segundo informações da reportagem da Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (31), a planilha só se tornou alvo da investigação em outubro, quando peritos conseguiram acessar dados do celular de Lessa e encontraram a foto enviada pela esposa.

O aparelho celular foi apreendido em março, durante a operação que levou Lessa e Queiroz para a prisão, mas estava bloqueado por senhas.

O advogado Fernando Santana, que defende Elaine Lessa, declarou que sua cliente nunca foi questionada sobre a mensagem mencionada pelas promotoras que investigam o caso e negou que ela tenha enviado a foto ao marido.

Gravações

A promotora Simone Sibilio afirmou que a polícia não sabia em março que havia um sistema de gravações entre a portaria e os moradores. “Gravação não é comum. 

Nem moradores sabiam que existia”.

Em interrogatório na Justiça, no último dia 4, Lessa confirmou ter se encontrado com Élcio em sua casa, o que também motivou o pedido de busca e apreensão. 

Com base nesses indícios, a polícia realizou a busca e apreensão no dia 5 de outubro, quando a planilha teria sido apreendida.

No dia 7 de outubro, o síndico do condomínio Vivendas da Barra entrega à Polícia Civil arquivos com gravações do interfone da portaria de janeiro a março de 2018. 

Na mesma data, o porteiro prestou depoimento e afirmou que Élcio foi autorizado a entrar por uma pessoa da casa 58 com a voz do presidente, que se identificou como “Seu Jair”.

 Dois dias depois, o porteiro confirmou a versão em novo depoimento.


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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

BOMBA: Queiroz Confirma Indicação De Familiares De Suspeito De Liderar Milícia; SAIBA!


BOMBA: Queiroz Confirma Indicação De Familiares De Suspeito De Liderar Milícia; SAIBA!

Por Portal Click Política Em 22 jan, 2019

 

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz confirmou em nota enviada agora há pouco por meio de sua defesa que foi 
ele mesmo quem indicou a contratação da mãe e da esposa do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega para o gabinete do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio.

O ex-capitão do Bope é um dos principais alvos da Operação Intocáveis, deflagrada na manhã desta terça-feira cedo pelo MPRJ e Polícia Civil.

Segundo as autoridades, Nóbrega é um dos líderes da milícia que atua na comunidade de Rio das Pedras, na zona oeste. 

Ele também é suspeito de integrar o grupo de extermínio chamado de Escritório do Crime.

A Alerj confirmou que a mãe do PM, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher dele, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro até novembro do ano passado. 

Ambas ganhavam um salário de R$ 6.490,35 mensais.

 Em nota, Flávio Bolsonaro informou que a contratação das duas seria da responsabilidade de Queiroz.


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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Organizador de atos contra Dilma é preso por formação de quadrilha no Pará

Organizador de atos contra Dilma é preso por formação de quadrilha no Pará
1 day ago 09/08/2017
Organizador de atos contra Dilma na região  de Santarém no Pará.


O vereador Reginaldo Campos (PSC) foi preso na manhã desta segunda-feira (7), durante uma operação deflagrada pela Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado (MPE).

O vereador foi preso em sua residência, no condomínio Tapajós, bairro Elcione Barbalho, em Santarém, no oeste do Pará.

A operação denominada “Operação Perfuga”, que no latim significa “o desertor” no sentido de “que ou aquele que abandona suas convicções, sua religião, seu compromisso ou a causa de que era defensor”, envolve dezenas de policiais civis e membros do MPE.

 A operação foi batizada com este nome porque os são investigados funcionários públicos que firmaram o compromisso de bem servir a sociedade, porém abandonaram esse mister, passando a agir em interesse estritamente particular.

O inquérito policial apura crimes de peculato, falsificação de documento público, corrupção e associação criminosa. 

O caso envolve o vereador Reginaldo Campos (PSC), na época em que ele era o presidente da Câmara de Vereadores de Santarém, no oeste do Pará.

Todos os envolvidos até o momento na operação.

Vereador Reginaldo Campos Sarah Campinas
Técnica em Enfermagem Samuel Fernandes
Assessor Reginaldo José Carlos Lima
Assessor Ezequiel Aquino
Advogado Wilson Lisboa
Advogado Ardilene Lisboa
esposa de Wilson Lisboa Maria do Socorro do Rosário
As investigações, que envolvem, além do vereador Reginaldo Campos, a técnica em enfermagem Sarah Campinas dos Santos, começaram em fevereiro 
deste ano.

A polícia está cumprindo dois mandados de prisão preventiva, seis mandados de prisão temporária, cinco conduções coercitivas e 25 mandados de busca e apreensão.

De acordo com informações repassadas pela Superintendência da Polícia Civil, entre as buscas estão a sede da Câmara Municipal de Santarém e a sede da Sespa em Santarém, e ainda em uma sala do Hospital Regional, onde funciona o setor de regulação da Sespa.

Estima-se que o prejuízo aos cofres públicos seja de aproximadamente R$ 1.000.000,00.

Ainda segundo essas informações, pessoas procuravam o Vereador Reginaldo Campos para solicitar a facilitação de agendamentos de consultas e exames, essas demandas eram repassadas para a técnica em enfermagem, servidora pública que exercia suas funções no regulação da Sespa, a qual providenciava o efetivo agendamento através dos outros servidores do setor.

A servidora da Sespa Sarah Campinas, que recebia as demandas repassadas pelo vereador Reginaldo Campos também recebia remuneração mensal da Câmara dos Vereadores, sem a devida contra prestação do serviço público.

No decorrer das investigações, foram identificadas outras pessoas que também eram servidores “fantasmas”, ou seja, recebiam remuneração sem a devida contra prestação do serviço público, tendo entre os servidores fantasmas advogados e pessoas ligadas a lideranças de bairro ou líderes religiosos.

Outros servidores da Câmara também concorreram para a prática de crimes de peculato, e tentaram prejudicar as investigações falsificando documentos e prestando informações falsas, além de autorizarem e efetivamente procederem as contratações e pagamentos dos servidores “fantasmas”, mesmo tendo conhecimento que não estava ocorrendo a contra prestação do serviço público.

Com informações da Polícia Civil.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Nadadores se envolveram em confusão em posto e mentiram sobre assalto, diz polícia

Nadadores se envolveram em confusão em posto e mentiram sobre assalto, diz polícia
Segundo Polícia Civil, atletas estavam alcoolizados e entraram em confronto com segurança
Nadadores americanos Gunnar Bentz (à esquerda) e Jack Conger deixam a delegacia do aerporto Foto: Mauro Pimentel / AP
Nadadores americanos Gunnar Bentz (à esquerda) e Jack Conger
 deixam a delegacia do aerporto - Mauro Pimentel / AP

POR ANTONIO WERNECK / ELENILCE BOTTARI / VERA ARAÚJO / LUIZ GUILHERME JULIÃO
18/08/2016 11:06 / atualizado 18/08/2016 15:46

RIO - Os nadadores americanos que prestaram queixa de um suposto assalto no Rio mentiram sobre o crime e, na verdade, se envolveram em uma confusão com seguranças de um posto de gasolina que fica a caminho da Vila dos Atletas, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, segundo as investigações da Polícia Civil.
Agentes da Delegacia de Especial de Apoio ao Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) estão com imagens do circuito interno do estabelecimento que mostram a confusão entre Ryan Lochte, James Feigen, Gunnar Bentz e Jack Conger e os funcionários do posto.
Segundo o vídeo e relatos dos funcionários, os medalhistas olímpicos chegaram por volta das 6h, já alterados, possivelmente por já estarem com nível etílico alto e começaram a fazer bagunça no estabelecimento, que fica ao lado de uma unidade hospitalar. Com isso, os funcionários reclamaram, e teve início a confusão.

De acordo com os investigadores da Deat, os americanos estavam muito alterados. Taambém há informações de que eles teriam quebrado a porta do banheiro do posto de gasolina. A briga terminou por volta das 6h30m, quando os atletas embarcaram num táxi e deixaram o local. Os policiais disseram que a qualidade das imagens não é boa, mas ajudarão no inquérito.
Ryan Lochte deixou o país na noite da última segunda-feira, num voo em direção aos Estados Unidos. Nesta quarta-feira, a juíza Keyla Blanc De Cnop, do Juizado Especial do Torcedor e Grandes Eventos, determinou a expedição de mandados de busca e apreensão dos passaportes dos nadadores americanos.
Nesta quinta-feira, o advogado de James Feigen entregou o passaporte do atleta à polícia.

DEPOIMENTOS CONTRADITÓRIOS

Os nadadores haviam prestado queixa sobre o suposto assalto no último fim de semana. Os depoimentos dos atletas, no entanto, apresentaram contradições e os americanos passaram a ser suspeitos de falsa comunicação de crime.
Segundo a primeira versão da história, os quatro nadadores teriam sido assaltados quando estavam em um táxi, voltando da Casa da França, na Sociedade Hípica, na Zona Sul do Rio, de onde saíram às 5h45m.
A outra inconsistência no testemunho de Lochte se dá em relação a se o nadador teve ou não uma arma apontada para sua cabeça. "Não foi exatamente o que aconteceu", teria dito o medalhista olímpico, de acordo com o jornalista. Ele contou que um dos assaltantes havia apontado a arma em direção a ele, mas não à sua testa.
Policiais da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo ouviram, nesta quinta-feira, o depoimento do taxista que pegou os nadadores americanos na madrugada de domingo.

Na manhã desta quinta-feira, o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, afirmou que a polícia analisou, inicialmente, as redes sociais de Ryan Lochte e James Feigen. Segundo ele, com o decreto dos mandados de condução coercitiva e a ordem de retenção de passaportes de atletas, a polícia passou a ter acesso aos envolvidos de “forma mais adequada”.