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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Justiça Eleitoral deixa Michel Temer inelegível até 2024

04/08/2016 11:57:46
Justiça Eleitoral deixa Michel Temer inelegível até 2024
TRE de São Paulo condenou o presidente interino por doar, na eleição de 2014, mais recursos do que o permitido por lei. Ele recebeu multa de R$ 80 mil
Marcela, mulher de Michel Temer, participou pela 
primeira vez de uma cerimônia oficial no Palácio 
do Planalto Foto: Beto Barata / PR

Brasília - Por decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, o presidente interino, Michel Temer, não poderá disputar nenhuma eleição até 2024. 

Seu nome foi incluído no cadastro de inelegíveis no país, depois que ele foi condenado por doar na eleição de 2014 mais recursos do que o permitido por lei. Como punição, Temer recebeu uma multa de R$80.037,75 e tornou-se inelegível. 

Temer tem até o dia 19 de agosto para pagar a multa. 

O presidente interino foi condenado pelo TRE-SP no dia 3 de maio. 

Ele foi punido por ter doado na última eleição mais do que 10% dos rendimentos declarados em seu Imposto de Renda, limite estabelecido por lei para pessoa física.

Em 2014, o peemedebista desembolsou R$ 100 mil para ajudar os deputados federais pelo Rio Grande do Sul, Alceu Moreira e Darcísio Perondi, que foram reeleitos. 

Segundo a Receita Federal, o máximo que Temer podia ter doado era R$ 84 mil. 

Como se tratou deu uma condenação em segundo grau, Temer caiu na Lei da Ficha Limpa e tornou-se inelegível por oito anos a partir da data da condenação. 

O caso está transitado em julgado.

Estreia
A primeira-dama interina, Marcela Temer, estreou ontem em seu primeiro evento oficial desde que Michel Temer assumiu o Palácio do Planalto, 
em maio.

A cerimônia escolhida foi a de formalização de promoção de noventa militares do Exército, Marinha e Aeronáutica, no Palácio do Planalto.

Marcela foi à cerimônia porque é uma tradição nas Forças Armadas os oficiais promovidos estarem acompanhados de suas cônjuges. 

Ela foi guiada durante toda a cerimônia pelo marido



Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do Facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, Twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.

AGRADEÇO A TODOS

domingo, 12 de março de 2017

PROGRAMA CRIANÇA FELIZ FRACASSA EM TODO O BRASIL

PROGRAMA CRIANÇA FELIZ FRACASSA EM TODO O BRASIL

 Beto Barata

Criado para dar peso político e colocar holofotes em Marcela Temer, o programa definitivamente não decolou. "Criado há cinco meses, registra baixa adesão de Estados e municípios e corre risco de ser barrado como determinou o Conselho Municipal de Assistência Social de São Paulo", diz o Blog Esplanada, no site do IG; Marcela agora pretende fazer um tour por capitais para tentar dar uma sacudida nas ações do programa

11 DE MARÇO DE 2017 ÀS 21:39

247 - Michel Temer vê mais uma ideia sua fracassar no País. 

O programa Criança Feliz, criado para dar peso político e colocar holofotes em Marcela Temer, definitivamente não decolou.

"Criado há cinco meses, registra baixa adesão de Estados e municípios e corre risco de ser barrado como determinou o Conselho Municipal de Assistência Social de São Paulo", diz o Blog Esplanada, no site do IG.

Para dar uma sacudida no programa, Marcela quer fazer uma espécie de tour pelas principais capitais para divulgar as medidas que, segunda ela, “visam estimular o desenvolvimento de habilidades e competências nos primeiros anos de vida”.

Para piorar, não há informações detalhadas sobre os repasses do Criança Feliz nos sistemas de acesso à informação do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, que coordena o programa.




sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

JUIZ DERRUBA CENSURA DE TEMER E MARCELA

JUIZ DERRUBA CENSURA DE TEMER E MARCELA

 Beto Barata

Acaba de cair por terra a censura imposta por Michel e Marcela Temer aos jornais brasileiros, que publicaram a história sobre a tentativa de extorsão contra o casal, em razão de um áudio que "jogaria Temer na lama"; "Não há, pois, como consentir com a possibilidade de algum órgão estatal – o Poder Judiciário, por exemplo – estabelecer, aprioristicamente, o que deva e o que não deva ser publicado na imprensa", disse o desembargador Arnoldo Camanho de Assis; Temer e Marcela usaram um advogado da Casa Civil, Gustavo do Rocha Vale, para censurar a imprensa; história também envolve Alexandre de Moraes, que investigou o caso e se tornou credor de Temer

15 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 20:29

247 – Acaba de cair por terra a censura imposta por Michel e Marcela Temer aos jornais brasileiros, que publicaram a história sobre a tentativa de extorsão contra o casal, em razão de um áudio que "jogaria Temer na lama".

A decisão foi tomada pelo desembargador Arnoldo Camanho de Assis, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que aceitou recurso da Folha de S. Paulo e suspendeu a censura prévia.

"Não há, pois, como consentir com a possibilidade de algum órgão estatal – o Poder Judiciário, por exemplo – estabelecer, aprioristicamente, o que deva e o que não deva ser publicado na imprensa", 

escreveu o desembargador. 
"Não há qualquer notícia, nas razões do recurso, de que a atividade jornalística da parte agravante seja pautada por uma linha editorial irresponsável ou abusiva, potencialmente violadora da intimidade de alguém, muito menos, no caso concreto, da autora-agravada ou de seu marido, o Excelentíssimo Presidente da República", afirmou.

Temer e Marcela usaram um advogado da Casa Civil, Gustavo do Rocha Vale, para censurar a imprensa. 

A história também envolve Alexandre de Moraes, que investigou o caso e se tornou credor de Temer.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Primeira dama nua ou em roupas íntimas não nos interessa, mas apontar que o rei está nu, sim

14 de Fevereiro de 2017
 Lula Marques/Agência PT

Tem suscitado muita polêmica a divulgação de fotos, supostamente da primeira dama golpista, Marcela Temer. Este blog não tem interesse nenhum em publicar este tipo de postagem, pois como diziam nossos pais, o que não é bom para nós não deve ser bom para os outros também. 

Dito isso, entendemos que a forma com que o então Secretário de Segurança de São Paulo, hoje ministro da Justiça afastado em vias de ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal,  Alexandre Moraes, teria se portado com a prisão do hacker e a condenação do mesmo em tempo recorde, deve ser investigada.

Informações de que o presidente golpista Michel Temer ficou devendo favor ao advogado e que este favor começou a ser pago com a alçada de Alexandre Moraes ao Ministério da Justiça e, agora, ao STF, precisam ser apuradas pelos órgãos do judiciário e da imprensa. 

Difícil isso acontecer, dado que o momento é de complacência para os golpistas e de mão de ferro para a esquerda. Haja vista a censura à imprensa sobre as falas de Marcela Temer. Mas temos a obrigação de apontar que o rei está nu.

Mas não só o suposto “favorzinho” de Michel para Alexandre deve ser investigado e levado em conta quando se fala em nomeação do segundo para o STF. 

Denúncias de plágios e enriquecimento ilícito por parte de Alexandre Moraes igualmente devem ser investigados. Afinal, a reputação ilibada, quesito fundamental para a nomeação, está em jogo.




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

GLOBO E FOLHA SOFREM CENSURA DE TEMER E JUIZ, E APAGAM REPORTAGENS. NÓS PUBLICAMOS O QUE FOI PROIBIDO.


February 13 2017, 5:44 p.m
 

Ocorreu hoje um grande ataque à liberdade fundamental de imprensa perpetrado pelo governo do presidente Michel Temer, sua esposa Marcela e um juiz do Distrito Federal. Como resultado, os dois maiores jornais do país, Folha de S. Paulo e O Globo, foram forçados a retirar do ar artigos sobre um assunto de grande interesse público.

Como um dos objetivos da criação do The Intercept era defender e apoiar a liberdade de imprensa em todo o mundo, estamos publicando os materiais censurados para que possam ser analisados pelo público. Não há nada mais perigoso do que políticos e tribunais aliados para determinar o que jornais podem ou não publicar, e faremos o possível para retificar esses ataques ao direito à informação.
 
O caso em questão surgiu da tentativa de chantagem da primeira-dama e do presidente feita por um hacker que clonou e roubou os dados do iPhone de Marcela Temer. 

O hacker, Silvonei José de Jesus Souza, foi condenado a cinco anos e onze meses de prisão por tentativa de chantagem após exigir o pagamento de R$ 300 mil para que o material não fosse divulgado. Ele também foi condenado por ter usado o acesso ao iPhone da primeira-dama para extorquir R$ 15 mil do irmão dela.

Na sexta-feira (10), a Folha publicou um artigo descrevendo algumas das mensagens de chantagem enviadas pelo hacker à primeira-dama pelo WhatsApp. 

O jornal explicou que o hacker alertou que, se fosse divulgado, o material poderia prejudicar a reputação do presidente Temer — jogando o nome dele “na lama” —, pois mostraria que ele teria se envolvido em conduta imprópria e, talvez, ilegal. O jornal também publicou diversas mensagens de WhatsApp enviadas pelo hacker.

O presidente Temer e sua esposa negaram que o material hackeado revele qualquer irregularidade. 

No entanto, na sexta-feira, onze minutos após a Folha publicar o artigo, o presidente enviou seus advogados para requerer, em nome de sua esposa, uma ordem judicial para que os jornais tirassem as reportagens do ar e não publicassem mais materiais sobre o conteúdo das conversas no futuro. O tribunal não apenas emitiu a ordem de censura como impôs uma multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento.
 
Decisão do juiz

Na manhã de hoje, a Folha publicou um artigo explicando que havia recebido uma ordem judicial. O artigo dizia: “A pedido do Palácio do Planalto, a Justiça de Brasília censurou reportagem da Folha sobre uma tentativa de extorsão sofrida pela primeira-dama Marcela Temer no ano passado”. 

Citava ainda um trecho da decisão que dizia estar fundamentada na defesa da “inviolabilidade da intimidade” da primeira-dama. Como resultado, a Folha apagou sua própria reportagem da internet e a substituiu por esta matéria sobre a ordem de censura. O Globo fez o mesmo logo depois.

O que torna esse episódio particularmente bizarro é que não havia informações sensíveis no material publicado pela Folha. Embora haja indícios de que o hacker tenha obtido fotografias íntimas do telefone de Marcela, nada no artigo da Folha descrevia ou revelava qualquer coisa do gênero.

Pelo contrário, tudo o que a Folha publicou e descreveu é parte do registro público do processo contra o hacker. De fato, na reportagem sobre a censura, a Folha explica que qualquer advogado ou pessoa com cadastro no site da Justiça poderia acessar o material que o jornal foi ordenado a retirar do ar.

O caso em questão e o material a ele relacionado são de pleno interesse público. Enquanto Temer e sua esposa negam que haja qualquer revelação de irregularidade de sua parte, há uma acusação criminal, respaldada pelo material, que levou um homem a ser condenado a mais de cinco anos de prisão. 

Alegações de que o presidente do país tenha incorrido em atividades ilegais ou antiéticas devem ser resolvidas através da análise das evidências, e não pela censura de jornais.

Em coletiva de imprensa realizada hoje, o presidente negou que tenha buscado qualquer tipo de “censura”, mas não fundamentou sua afirmação. De fato, a supressão de reportagens jornalísticas visando proteger aquele que ocupa o posto de maior poder no país é um caso clássico de censura, e da mais perigosa espécie.

Por isso, The Intercept está publicando o material relacionado ao caso que foi obtido através dos registros públicos. São os mesmos registros que a Justiça ordenou que a Folha e O Globo (e ninguém mais) não publicassem. Fazemos isso em defesa do direito da imprensa de trabalhar sem ser censurada pelo Estado, assim como para levar informações vitais que o público tem direito de conhecer sobre seus líderes. 
Continuaremos a analisar o material para estabelecer o que atende ao interesse público.

Não fazemos isso por conta de nosso afeto pela Folha de S. Paulo ou pelo Globo. Os dois jornais atacam a liberdade de imprensa de outros veículos regularmente. A associação por eles controlada entrou com um processo que busca negar a liberdade de imprensa a veículos como BBC Brasil, El Pais Brasil, BuzzFeed Brasil e The Intercept, pedindo aos tribunais que determinem que não podemos fazer reportagens sobre o Brasil. 

E, ironicamente, esses dois veículos apoiaram o impeachment de uma presidente eleita democraticamente, Dilma Rousseff, levando Temer ao poder.

Pelo contrário, fazemos isso por reconhecer que o ataque à liberdade de imprensa de qualquer meio de comunicação – mesmo do Globo e da Folha – representa uma ameaça à liberdade de imprensa de todos.

Estamos publicando o material em defesa do direito dos meios de comunicação de trabalharem sem qualquer censura por parte do Estado, assim como para levar informações vitais que o público tem direito de saber sobre seus líderes.
 



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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Hacker que tentou extorquir primeira-dama ameaçou jogar nome de Temer na ‘lama’

Hacker que tentou extorquir primeira-dama ameaçou jogar nome de Temer na ‘lama’
Esposa do presidente teria dito que ele tinha um marqueteiro que ‘faz parte baixo nível’
10/02/2017 - 20H23 - ATUALIZADA ÀS 20H23 - POR AGÊNCIA O GLOBO
O presidente Michel Temer e a primeira-dama Marcela Temer em cerimônia com oficiais militares (Foto: Adriano Machado/Reuters)
O PRESIDENTE MICHEL TEMER E A PRIMEIRA-DAMA 
MARCELA TEMER EM CERIMÔNIA COM OFICIAIS 
MILITARES (FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS)

O hacker que tentou extorquir a primeira-dama Marcela Temer em abril do ano passado não ameaçou divulgar apenas imagens íntimas da família, mas também o conteúdo de uma gravação obtida por ele no celular da vítima, que segundo ele comprometeria o presidente Michel Temer.

Na troca de mensagens que consta do processo sigiloso que investigou o caso, obtido pelo GLOBO, o hacker Silvonei José de Jesus Souza ameaçou divulgar um áudio enviado por Marcela ao irmão, Karlo Tedeschi. 

De acordo com o hacker, na mensagem a esposa de Temer teria dito que o marido tinha um marqueteiro que "faz a parte baixo nível". As mensagens foram trocadas no período em que se discutia o impeachment da então presidente Dilma Rousseff.

"Achei que esse vídeo (que na verdade é um áudio) joga o nome de vosso marido na lama. Quando você disse que ele tem um marqueteiro que faz a parte baixo nível, pensei em ganhar algum", escreveu Silvonei a Marcela Temer, no período que antecedeu ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

O áudio mencionado pelo hacker - que teve acesso a todas imagens e conversas de Marcela Temer - não foi anexado ao inquérito, nem solicitado pelo Ministério Público ao pedir sua condenação na Justiça.

O caso foi investigado pela Polícia Civil de São Paulo sob a supervisão do então secretário de segurança Alexandre de Moraes. Moraes foi convidado para integrar o Ministério da Justiça após a investigação e recentemente foi indicado por Temer como ministro do Supremo Tribunal Federal.

De acordo com documentos do inquérito, Marcela respondeu ao hacker ao ser ameaçada:

"Você acha que isso prejudica alguém??? Então você quer dinheiro por causa desse áudio!? Você faz uma interpretação de um áudio e acha que tem algo errado aí!? Será que sou eu mesmo falando? Você me conhece? Minha voz?", escreveu a primeira-dama.

Interpretação e contexto
Nesta sexta-feira, a assessoria de Temer divulgou nota informando que "a primeira-dama não fará comentários sobre esse conteúdo que já foi usado para fins criminosos e gerou condenação na esfera judicial". A assessoria não quis responder quem é o marqueteiro citado na conversa.

"A frase está fora de contexto, misturando assuntos e referências para fins de chantagem e extorsão", escreveu a assessoria do presidente, que citou a Lei Carolina Dieckmann como medida que "preserva os direitos de privacidade das pessoas que tenham seu sigilo violado no meio digital".

Em depoimento, Silvonei afirmou ter tido acesso a dados de Marcela quando explorava aleatoriamente os arquivos do HD pirata que adquiriu no Centro de São Paulo. Ele clonou o aparelho e escreveu ao irmão de Marcela, Karlo Tedeschi fingindo ser a primeira-dama.

Na mensagem, a falsa Marcela dizia ao irmão que precisava de R$ 15 mil para pagar mão de obra de pintura. Karlo achou a mensagem estranha, mas fez o depósito em conta indicada na mensagem. Dois dias depois Karlo localizou a irmã, que negou ter lhe solicitado dinheiro e disse que seu telefone havia sido clonado.

Ao perceber que estava em posse de dados de Temer, o hacker tentou obter R$ 300 mil da família, sob ameaça de constranger Marcela "perante amigos, outros familiares e a mídia", segundo denúncia apresentada na Justiça pela promotora Mara Silvia Gazzi.
Silvonei foi condenado no ano passado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a cinco anos e 10 meses de prisão por estelionato e extorsão.

Reação
Pressionada a pagar R$ 300 mil para que as mensagens não fossem divulgadas, Marcela Temer reagiu à tentativa de extorsão:

"Não devo nada pra ninguém, ok? Qual seu problema? Bandido aqui é você!! Sou do bem e você invadiu meu iphone!! E aí? Como você fica? Isso é montagem... e aí, vai fazer o que? Quer me encontrar?"

Silvonei respondeu à primeira-dama:

"Sabe que não é montagem, não tem cortes. É sua voz se identificando que estudava no porfírio", escreveu o hacker, mencionando a Escola Estadual General Porfírio da Paz, que tem a primeira-dama na galeria de alunos ilustres.

"Bandido criminoso, minha vida é limpa e basta. Montagem é montagem. Não tenho medo de você. Não se a mando de quem que você...", escreveu Marcela.