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terça-feira, 26 de junho de 2018

MINISTRO SE PERDE PELO ÓDIO? Boff: Problema De Fachin É De Ordem Psíquica


MINISTRO SE PERDE PELO ÓDIO? Boff: Problema De Fachin É De Ordem Psíquica



O teólogo e escritor Leonardo Boff bateu pesado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, que, na sexta-feira (22), arquivou pedido protocolado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aguardar em liberdade o julgamento de um recurso contra sua condenação no caso do triplex do Guarujá.

“O ministro Fachin deve ser analisado psiquicamente:

 não sabe distinguir um ladrão correndo com mala cheia de dinheiro de um Lula, preso político, contra o qual não se apresentou nenhuma conta aqui ou fora com dinheiro roubado. 

Onde está o seu juízo?”, questionou, em sua conta no Twitter.

Enquanto faz uma manobra para manter Lula preso, com uma condenação questionada por centenas juristas na primeira e na segunda instância, Fachin, relator da Lava Jato no STF, mandou soltar, em junho do ano passado, o ex-deputado e ex-assessor especial de Michel Temer Rodrigo Rocha Loures, flagrado em um vídeo feito pela Polícia Federal recebendo uma mala com R$ 500 mil em propina da JBS. Segundo os investigadores, Temer era o destino final do dinheiro.

Fachin tomou sua decisão sobre o arquivamento do recurso da defesa de Lula após a vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF 4), desembargadora Maria de Fátima Freitas Labarrère, rejeitar pedido para que a condenação de Lula fosse analisado pela Corte. 

Segundo o ministro, o resultado do julgamento do pedido de admissibilidade do recurso pelo TRF-4, sediado em Porto Alegre (RS), impede o julgamento no STF.

“Com efeito, a modificação do panorama processual interfere no espectro processual objeto de exame deste Supremo Tribunal Federal, revelando, por consequência, a prejudicialidade do pedido defensivo, [o que] impede a análise da questão pelo STF”, argumentou.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247




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terça-feira, 18 de abril de 2017

LEONARDO BOFF: PAPA NÃO TINHA MOTIVO PARA VIR AO BRASIL APOIAR 'GOLPISTA'

LEONARDO BOFF: PAPA NÃO TINHA MOTIVO PARA VIR AO BRASIL APOIAR 'GOLPISTA'

 

Para teólogo Leonardo Boff, ao recusar convite de Michel Temer para visitar o país, líder mundial da igreja católica é coerente com a opção pelos pobres; "Se ele viesse ao Brasil seria legitimar esse estado de coisas, o que ele nunca faria. Ele foi coerente ao não ir à Argentina e não vir ao Brasil. Enquanto houver formas duras, ditatoriais, eu diria, de governo e de relação com o povo, o papa não dará seu apoio e não visitará essas terras e esses países"

18 DE ABRIL DE 2017 ÀS 20:17

Eduardo Maretti, da RBA - "O papa não tinha nenhuma razão para vir ao Brasil, apoiar um golpista. Ele é muito coerente com a opção que tem pelos pobres, pelos que sofrem violência e são marginalizados. Por causa disso ele não quis visitar a Argentina de (Mauricio) Macri. Por essa mesma razão ele não quis visitar o Brasil sob Temer." 

A declaração é do frei e teólogo Leonardo Boff, sobre a carta enviada pelo papa Francisco ao presidente Michel Temer, recusando o convite para visitar o país para as celebrações dos 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Embora reconheça que a crise que o país enfrenta "não é de simples solução", Francisco enfatiza: "Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira".

Para o frei, o papa deixa claro de que lado está: "Ao lado das vítimas, dos que sofrem, coisa que este governo está produzindo". 

"Se ele viesse ao Brasil seria legitimar esse estado de coisas, o que ele nunca faria. Ele foi coerente ao não ir à Argentina e não vir ao Brasil. Enquanto houver formas duras, ditatoriais, eu diria, de governo e de relação com o povo, o papa não dará seu apoio e não visitará essas terras e esses países."

Boff lembra que, após a abertura do processo do impeachment, o papa Francisco escreveu uma mensagem à então presidenta Dilma Rousseff, já afastada, na qual demonstrou apoio. 

"O papa Francisco mandou uma carta à Dilma enquanto se fazia o julgamento dela, apoiando-a pessoalmente porque ele a conhece. Eu vi isso, estive com Dilma", disse Boff à RBA.

Para ele, considerado expoente da Teologia da Libertação e próximo a Francisco, com atitudes como a recusa a vir ao Brasil governado por Michel Temer, o papa está indiretamente dando um recado aos governos "que fazem políticas superficiais, que trazem dificuldades e injustiça para os pobres, e reformas que se fazem com alta velocidade e não atendem às necessidades do povo, são antipopulares e anticonstitucionais".

Apesar das enormes dificuldades pelas quais passa o país, "não há dificuldade que não possa ser resolvida" – diz Boff. "Já que os partidos estão corrompidos, com um vazio de lideranças, o grande lugar da pressão é a rua e a praça, com manifestações, grupos de discussão onde se discuta que Brasil nós queremos, que coisas principais devemos fazer para incluir a grande maioria que está à margem, superar a chaga da desigualdade, que é uma das piores do mundo".

Apesar do pessimismo de parte da população brasileira com os ataques a direitos pelo governo e suas reformas, Leonardo Boff afirma acreditar que "esse caos, essa confusão que está havendo, lentamente vai criar uma claridade para ver o caminho que devemos seguir, um outro tipo de sociedade, de governo, que seja voltado para o povo, que realize direitos e não apenas defenda privilégios".



quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Impeachment pode evoluir para golpe militar, diz teólogo

Impeachment pode evoluir para golpe militar, diz teólogo
31 AGO2016  19h17
 O teólogo Leonardo Boff contou à ANSA que teme que o afastamento de Dilma Rousseff pelo Senado transforme-se em um "golpe militar".
 
Foto: Getty Images

"Os riscos desse golpe parlamentar é que se transforme num golpe militar. Há consciência no povo, segundo a qual não se tolera mais um golpe para favorecer a classe dominante. Se a reação dos movimentos sociais for forte, o que se presume, os golpistas civis poderão chamar de novo os militares como fizeram em 1964", destacou Boff.
Ainda segundo o teólogo, "os militares, a pretexto de preservar a ordem, podem começar a reprimir, perseguir, prender e, como se faz comumente nas prisões, torturar. Isso não é impossível pois, na Constituição, está que havendo ameaça à ordem pública eles legalmente podem intervir".
Para Boff, toda essa ação foi causada pela "classe dominante", que como não vencia as eleições presidenciais, "decidiu voltar ao poder sem o voto popular". "Trata-se novamente de um golpe da classe dos privilegiados, dos 71 mil ultra-ricos que nunca aceitaram o PT, Lula e Dilma. Não aceitam uma democracia social para todos, mas só uma democracia para poucos, onde eles detêm o poder e decidem de costas ao povo", diz ainda o teólogo.
Amigo do papa Francisco, Boff foi o primeiro a informar que o líder da Igreja Católica havia enviado uma carta à então presidente Dilma Rousseff, pouco antes do processo de afastamento ser concluído. Ele ainda confirmou que o Pontífice está acompanhando a situação no Brasil.
"Dilma se fez amiga do papa Francisco. Este aprendeu a amar o povo brasileiro, especialmente, após o encontro mundial da juventude no Rio de Janeiro. Ele recebeu uma delegação de alguns brasileiros à frente de uma conhecida jurista e uma famosa artista, Letícia Sabatella, e se solidarizou com a preservação da democracia", ressaltou.
Sem citar o que estava escrito no documento, Boff disse, no entanto, que Dilma recebeu uma carta de apoio do Papa, mas por respeito a ele, não quis divulgar o conteúdo. "Mas sei que foi de condenação de um eventual golpe e o apoio da democracia de cunho social", finalizou.
Ansa


domingo, 3 de julho de 2016

BOFF DIZ QUE MORO ATENDE AOS INTERESSES DOS EUA

BOFF DIZ QUE MORO ATENDE AOS INTERESSES DOS EUA
2/7/2016 19:12
Segundo New York Times, Moro já foi fazer "curso'' no Departamento de Estado Americano

Em seu perfil no Twitter, o teólogo e escritor Leonardo Boff disse neste sábado que o juiz federal de Curitiba Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, serve aos interesses dos Estados Unidos sobre o Brasil; "O juiz Moro não está apenas a serviço do combate à corrupção. Também de algo maior: o alinhamento do Brasil à geopolítica dos USA", escreveu Boff
247 - Em seu perfil no Twitter, o teólogo e escritor Leonardo Boff disse neste sábado que o juiz federal de Curitiba Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, serve aos interesses dos Estados Unidos sobre o Brasil.
"O juiz Moro não está apenas a serviço do combate à corrupção. Também de algo maior: o alinhamento do Brasil à geopolítica dos USA", escreveu Boff.
O teólogo ainda recomenda leitura de "textos do analista de politica.