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segunda-feira, 20 de maio de 2019

BOLSONARO VIRA PÓ E, NO DESESPERO, PARTE PARA O CONFRONTO


BOLSONARO VIRA PÓ E, NO DESESPERO, PARTE PARA O CONFRONTO

Escrito por Portal Click Política 20 de maio de 2019

Resultado de imagem para foto de bolsonaro
Imagem do Google

Por Ricardo Kotscho, no Balaio do Kotscho e para o Jornalistas pela Democracia – A leitura dos jornais e portais desta segunda-feira, além de uma rápida olhada nas redes sociais, deixa claro que o governo Jair Bolsonaro é finito. Virou pó.

Com a base parlamentar esfacelada, depois de perder o apoio no mercado e na mídia, o capitão reformado resolveu partir para o confronto com as instituições e o povo que saiu às ruas na semana passada.

No desespero, publica seguidas mensagens para insuflar seus seguidores contra o Congresso e o Supremo no ato marcado para o próximo domingo pelas milícias do zap-zap.

Me lembra muito o que Fernando Collor fez em 1992, pouco antes de ser impichado, ao convocar a população para ir às ruas de verde amarelo em defesa do seu governo.

O povo saiu às ruas, mas vestido de preto, contra o seu governo.

É imprevisível o que poderá acontecer domingo, mas uma coisa é certa: Bolsonaro já perdeu as condições mínimas para continuar à frente do governo.

O que Bolsonaro está buscando é a anarquia de que falava o general Mourão na campanha, ao justificar a possibilidade de um autogolpe.

Se os “protestos a favor”, algo como um carnaval fora de época, forem um fracasso, será a pá de cal no governo.

Afinal, quem costuma protestar é a oposição. Governo serve para governar.

Se as manifestações pró-Bolsonaro e contra o Judiciário e o Legislativo forem um grande sucesso, mobilizarão ainda mais os que são contra o governo, com novos protestos já marcados e uma greve geral anunciada para 14 de junho.

O cenário ficará ainda mais radicalizado nas ruas e no parlamento, com o país dividido ao meio e a economia afundando cada vez mais.

Bolsonaro não deve se esquecer que seus seguidores mais fieis nunca passaram de 20% nas pesquisas quando Lula ainda era candidato e tinha o dobro de intenções de votos, antes da facada de Juiz de Fora.

Num eleitorado total de 140 milhões aptos a votar, ele teve pouco mais de um terço dos votos (57 milhões).

Nem todos os que votaram nele, no entanto, concordam com suas políticas para liberar as armas, destruir o meio ambiente e os direitos sociais, rifar a soberania nacional e fazer do Brasil uma servil colonia americana.

Ao criminalizar toda a classe política e os partidos, ficou isolado no Palácio do Planalto com seus três filhos, porque até a tropa de generais de pijama à sua volta está agora observando um obsequioso silêncio.

Sem ter até agora apresentado um programa de governo ou qualquer política pública para pelo menos minorar o drama do desemprego, que não para de crescer, o que ainda se pode esperar de Bolsonaro?

O que se discute agora é como se dará o desenlace, preservando as instituições e a democracia.

Perto dele, o vice general Mourão já é apresentado como uma opção mais razoável.

(Conheça e apoie o projeto Jornalistas pela Democracia)

E tem gente achando que seria melhor os dois pedirem logo o boné ou serem convidados a sair para Rodrigo Maia assumir e convocar novas eleições.

Sonhar, não custa nada, mas seria a melhor forma de unir novamente o país. 

Só não dá para continuar tudo como está. 
O Brasil não aguenta mais.

Se um novo impeachment seria traumático, muito pior é corrermos o risco de um novo golpe militar.

Convocar a população para sair às ruas em apoio ao governo Bolsonaro, a essa altura, é mais do que um tiro no pé. 

Pode ser um tiro na testa.

Vida que segue.

Jornalista pela Democracia


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sexta-feira, 26 de abril de 2019

LULA: ‘IMAGINE SE OS MILICIANOS DO BOLSONARO FOSSEM AMIGOS DA MINHA FAMÍLIA?’



26 de abril de 2019

LULA: ‘Imagine se os milicianos do Bolsonaro fossem amigos da minha família?’

Na entrevista exclusiva concedida à Folha e ao jornal El País, nesta sexta-feira (26), o ex-presidente Lula afirma que a elite brasileira precisa fazer uma autocrítica depois da eleição de Jair Bolsonaro e afirma que o país está sendo governado por “um bando de maluco”.

“Vamos fazer uma autocrítica geral nesse país.

 O que não pode é esse país estar governado por esse bando de maluco que governa o país.

 O país não merece isso e sobretudo o povo não merece isso”, enfatiza Lula.

O ex-presidente também comparou o tratamento que a imprensa dá a ele e a Bolsonaro. 

“Imagine se os milicianos do Bolsonaro fossem amigos da minha família?”, questionou, referindo-se ao fato de o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, ter empregado familiares de um miliciano foragido da Justiça em seu gabinete quando era deputado estadual pelo Rio.

Neto Artur e militares

Ao ser questionado sobre a morte de seu neto Artur, de 7 anos, vítima de uma bactéria, há um mês, o ex-presidente se emocionou. 

“Eu às vezes penso que seria tão mais fácil que eu tivesse morrido. 

Eu já vivi 73 anos, poderia morrer e deixar o meu neto viver”, disse.

Lula disse ainda que acompanha a briga de Bolsonaro com o vice-presidente, Hamilton Mourão. 

Afirmou que, se sair da prisão, quer “conversar com os militares” para entender “por que esse ódio ao PT” já que seu 
governo teria recuperado o orçamento das Forças Armadas.

Ressoltou, no entanto, que não nutre esse mesmo ódio ao afirmar que era “grato” ao general Mourão “pelo que ele fez na morte do meu neto [defender que ele fosse ao velório], ao contrário do filho do Bolsonaro [Eduardo]”, que afirmou no Twitter que Lula queria se vitimar com a morte do menino.

O vídeo com a íntegra da entrevista de Lula será divulgado no domingo, 28, ao meio dia, concomitantemente pelo El País e pela Folha.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Haddad Sugere Que Mourão Pode Assumir Presidência Da República; CONFIRA!


Haddad Sugere Que Mourão Pode Assumir Presidência Da República; CONFIRA!

Por Portal Click Política Em 12 dez, 2018

 
Fernando Haddad prevê um futuro turbulento para o novo governo, que “tem um jogador do banco de reserva que está no aquecimento antes de começar o jogo”. 

Quem é o jogador em aquecimento: 

o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão. 

Em longa entrevista à jornalistas Maria Cristina Fernandes e Malu Delgado, Haddad afirma que o núcleo político do presidente eleito teve acesso a relatório do Coaf sobre as transações bancárias de Flávio Bolsonaro, 
“no mais tardar, no dia 15 de outubro”, quando o motorista e a filha dele foram demitidos. 

O resultado do segundo turno das eleições teria sido muito diferente se a sociedade tivesse sido informada no mesmo momento que o clã Bolsonaro. 

“Por que [Bolsonaro] teve acesso ao relatório e a sociedade não?”, questiona o candidato do PT à Presidência.

Na entrevista ao Valor Econômico, Haddad diz que o núcleo político do governo Bolsonaro, composto “basicamente pelo Ministério da Justiça e pelos ministros militares” que caminhará pelas vias: 

“a tutela e a intimidação”. 

Ao lado do núcleo político, Haddad identifica outros dois relevantes:

“um que chamo de fundamentalista, cujo foco são os direitos civis, que une vários ministros de forma coerente” e 
“o núcleo da economia, que é escancaradamente neoliberal e não está nem aí para direitos civis”.

O ex-prefeito diz que o PSDB tem responsabilidade direta pela situação do país:

 “Essa agenda dos costumes, em grande parte, foi artificialmente construída por partidos conservadores que decidiram pautar temas que não estavam na agenda. 

Foi artificialmente introduzida para criar clivagens não postas até 2010. 

Quem começa isso tudo é o PSDB do [José] Serra, introduzindo a religião na vida política, enorme irresponsabilidade”.

Para ele, haverá uma revisão histórica sobre a legitimidade do processo eleitoral: 

“Essa eleição vai ser analisada pela história sob vários aspectos. A ausência de Lula é um deles. 

As investigações sobre o WhatsApp e a maneira como o caixa dois foi utilizado para disparar calúnias contra nossa chapa, é outra. 

Assim como a ditadura militar foi saudada pelos meios de comunicação como uma coisa benfazeja e 50 anos depois vieram a público se retratar, a história às vezes exige tempo de maturação para que as coisas sejam colocadas no lugar”.



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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

ESCÂNDALOS: ERA BOLSONARISTA PODE TERMINAR ANTES DE COMEÇAR; CONFIRA!


ESCÂNDALOS: ERA BOLSONARISTA PODE TERMINAR ANTES DE COMEÇAR; CONFIRA!

Por Portal Click Política Em 11 dez, 2018

 

Escândalos, incompetências e riscos ao país são motivos que alimentam as conjecturas sobre o encurtamento do prazo de validade do Bolsonaro.

O escândalo do assessor Fabrício Queiroz removeu o véu da falsa moralidade e colocou Bolsonaro diante de uma crise cuja complexidade supera extraordinariamente a capacidade cognitiva, política e mental dele se desempenhar de modo lógico e convincente.

Os membros do clã bolsonarista, costumeiramente loquazes e agressivos nas mídias sociais, pronunciam-se acerca do caso com rara parcimônia e economia de palavras. 

Ao invés de esclarecerem o escândalo, adicionam mais contradições.

Enquanto o filho Flávio dizia estar com a “consciência tranquila”, e que “cabe ao meu ex-assessor prestar os esclarecimentos”, o irmão Eduardo antecipou-se às explicações de Queiroz, que nunca chegam, para sustentar que “amizade e política se misturam”. 

Ele reforçou o que já se sabia: a política é o grande negócio do clã, que amealhou riqueza e patrimônio milionário por meio de mandatos parlamentares.

Já o pai dos “garotos” e chefe do clã anunciou que Queiroz “vai dar as explicações”. 

Ao se pronunciar em nome do Queiroz, assumiu-se no papel de porta-voz do assessor do filho. 

O MP, PF e judiciário, em vista disso, deveriam averiguar se está havendo montagem de versão e obstrução das investigações, o que seria motivo para a prisão dos autores.

Com a versão do suposto empréstimo não documentado e não declarado no imposto de renda, Bolsonaro foi tragado para o epicentro do escândalo; passou recibo do protagonismo no esquema.

Enquanto só os Bolsonaro se manifestam, Queiroz, filhas & esposa andam sumidos e imunes ao escrutínio da imprensa e dos órgãos de investigação.

 No Xadrez do COAF, Luis Nassif aporta informações relevantes para o bom entendimento da falcatrua a respeito da qual Sérgio Moro permanece em cúmplice silêncio.

O envolvimento também de Onyx Lorenzoni e Paulo Guedes em outras investigações agrava as dificuldades políticas do presidente eleito [Onyx poderá cair antes do governo começar].

As Forças Armadas não estão indiferentes a essa realidade. 

Sabem que a legitimidade dos militares perante a sociedade está atada ao desempenho e à imagem do Bolsonaro.

Sempre que pode, o vice Mourão marca diferença com Moro e Bolsonaro. 

O general enquadrou o capitão nos 2 escândalos.

 Quanto a Onyx, ele entende que “uma vez que seja comprovado que houve a ilicitude, é óbvio que ele [Onyx] terá que se retirar do governo” – vale lembrar que o próprio Onyx confessou a prática ilícita.

A respeito de Fabrício Queiroz, Mourão foi enfático:

 “ele precisa explicar a origem do R$ 1,2 milhão que movimentou entre 2016 e 2017”.

Por ora, ainda é difícil saber se [e desde quando] os militares planejaram e articularam ocupar espaços de poder, ou se se sentem obrigados a fazê-lo para compensar as falências e idiossincrasias do Bolsonaro.

A “era bolsonarista” poderá acabar antes de iniciar. 

O general Mourão já admitiu que “na hipótese de anarquia, pode haver ‘autogolpe’ do presidente com apoio das FFAA”. 

Há quem especule que o 20 de janeiro de 2019 – dia da cirurgia do Bolsonaro – poderá marcar o início de uma “nova era” do regime de exceção.


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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Morena clicada com Mourão, foi investigada por Moro por suposta ligação com tráfico


Morena clicada com Mourão, foi investigada por Moro por suposta ligação com tráfico

4 hours ago Denúncias 02/11/2018

 

Matéria do jornal Extra Globo

Quando o general Mourão recebeu aquele colherada de sorvete na boca, não imaginava que nas mãos de Carola Cimini, a generosa morena do aviãozinho, já existiram algemas. 

Em 2 de dezembro de 2014, ela foi presa pela Polícia Federal do Paraná na Operação Denarius, que desarticulou uma quadrilha de tráfico internacional de drogas. 

Carola era casada com Edvaldo Muniz da Silva, o Toni Boiada, apontado à época como chefe da quadrilha e ainda preso.

“Na verdade, já estávamos separados. Me lembro como se fosse hoje. 

Eu estava dormindo quando os policiais federais chegaram ao meu apartamento. 

Bateram várias vezes na porta e, quando abri, foram entrando com um mandado de busca e apreensão. 

Eu não entendi nada. Um delegado mandou eu arrumar uma mala com roupas confortáveis e ir com ele para a sede da PF. Arrumei três. 

Ele me disse: ‘Bonitona, você não vai viajar pro exterior’. Eu realmente não estava entendendo nada”, recorda Carola.

Ela ficou dez dias presa e foi solta após não encontrarem evidências de seu envolvimento, segundo ela. 

“Não acharam nada que me ligasse à quadrilha. 

Eu realmente não fazia ideia de nada, não tinha nada no meu nome que me comprometesse”, garante:

 “Obviamente, eu pensava que podia ter algo errado. Mas o Edvaldo me levava nas fazendas, eu via aquelas cabeças de gado, o patrimônio dele era imenso. Como poderia imaginar que tinha droga envolvida?”.

Carola chegou a ser processada e ficou cara a cara com o juiz, e agora futuro Ministro da Justiça, Sergio Moro. 

“Fui absolvida de tudo. respondi ao processo durante dois anos e ficou provado que nada tinha de errado comigo. Mas isso me atrapalha até hoje. 

Até para arrumar um namorado”, lamenta ela, que diz ter tido depressão após o episódio.

Inocente, porém, nem tão enganada assim
Enquanto vivia com Edvaldo, Carola conta que recebia dele R$ 30 mil de mesada por mês. 

Os dois tinham uma união estável e dela tiveram uma filha, hoje com 8 anos. 

“O conheci aos 17 anos. Sou de Rondônia, ele tinha negócios lá, nos apaixonamos e ele me trouxe para o Paraná. 

Eu era muito ingênua. Só quando tinha oito meses de namoro descobri que ele havia sido preso em 2002, em Campinas. Mas já estava apaixonada”, explica a morena.

Carola jura que saiu do relacionamento com uma mão na frente e outra atrás. “Saí da prisão e fui para casa de uma amiga. Perdi tudo. 

Carro, apartamento, tudo…”, conta ela, que, no entanto, não se arrepende do tempo em que usufruiu de um dinheiro ilícito, fruto de falcatruas, tráfico de drogas e corrupção. 

Mesmo sendo uma defensora da prisão de Lula e de outros políticos na Lava-Jato: “Não acho que seja a mesma coisa. 

Esse povo lesou o país, foi uma roubalheira com os brasileiros. 

O que aconteceu com meu ex foi outra coisa. 

Se eu soubesse que o patrimônio dele era tão grande (algo em torno de R$ 60 milhões) eu não pediria R$ 30 mil por mês, mas R$ 60 mil”.

Leia a matéria completa no Jornal Extra


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