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sexta-feira, 23 de março de 2018

GOLPE INDIGNADO COM VITÓRIA DE LULA NO STF: Bancada Do PT Repudia Agressões Sofridas Por Mulheres Durante A Caravana De Lula


GOLPE INDIGNADO COM VITÓRIA DE LULA NO STF: Bancada Do PT Repudia Agressões Sofridas Por Mulheres Durante A Caravana De Lula

Por Redação Click Política Última Atualização 23 mar, 2018


 A bancada do PT na Câmara dos Deputados divulgou uma nota de repúdio às agressões sofridas por mulheres, durante a passagem da caravana do ex-presidente Lula por cidades do Rio Grande do Sul.

 O texto é assinado pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder da bancada. 

Acompanhe a íntegra:

“A Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados repudia os atos de violência que têm sido promovidos por membros de antigas oligarquias e elites com motivações fascistas do Rio Grande do Sul durante a Caravana de Lula pelo estado, em especial no dia 22 de março, em Cruz Alta.

As militantes do PT Ieda Alves, Daniele Mendes, Suzana Machado Ritter e Deise Miron foram vítimas de agressões, sendo que a última, devido à gravidade dos ferimentos, teve que ser hospitalizada. 

Diante da gravidade desses atos de barbárie, exigimos a apuração imediata e a punição exemplar dos agressores.

A Caravana de Lula pelo Rio Grande do Sul, iniciada na última segunda-feira (19), tem-se caracterizado como um espaço de diálogo com a população e os movimentos sociais e populares nas diferentes regiões do estado, sempre pautada pela defesa da democracia, de políticas públicas setoriais, dos direitos do povo trabalhador e de um modelo econômico para o Brasil que gere desenvolvimento, renda, empregos e justiça social.

Os episódios protagonizados por uma minoria pautada pela intolerância e uma agenda autoritária e fascista – e, no caso de Cruz Alta, misógina e machista — , não podem passar impunemente. 

As motivações dos atos violentos que atingiram nossas companheiras têm o mesmo fundo ideológico que levou à execução de Marielle Franco, no Rio de Janeiro.

Não nos submeteremos a esta minoria violenta.

 Seguiremos na defesa da democracia, dos direitos do povo trabalhador, dos direitos das mulheres e das maiorias excluídas do Brasil.

Toda solidariedade e apoio às companheiras, às suas famílias e aos companheiros de lutas”.

Brasília, 23 de março de 2018

Paulo Pimenta (PT-RS), líder da Bancada na Câmara dos Deputados


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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Tribunal vai suspender atividades para julgamento de Lula

Tribunal vai suspender atividades para julgamento de Lula
Decisão leva em conta garantia da "segurança do público interno e externo"
BRASIL Alexandre Garcia, do R7 
 TRF-4 vai mudar rotina nos dias 23 e 24 de janeiro
TRF-4 vai mudar rotina nos dias 23 e 24 de janeiroDivulgação/TRF-4

O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) afirmou nesta quinta-feira (11) que vai alterar suas atividades nos dias 23 e 24 de janeiro. 

A medida foi tomada em função do julgamento que pode tornar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva inelegível, marcado para o dia 24.

De acordo com o Tribunal de segunda instância, haverá suspensão das atividades a partir 
das 12h do dia 23. 

A decisão leva em conta as medidas que estão sendo adotadas pelos órgãos de segurança pública do Estado do Rio Grande do Sul e pela Polícia Federal e visa a "garantia da segurança do público interno e externo" durante o julgamento do ex-presidente.


Entre atividades que serão suspensas estão os prazos processuais e as intimações nos processos físicos e eletrônicos em andamento.

O expediente do TRF-4 também será alterado 
nas datas. 
No dia 23, as atividades do órgão acontecerão das 8h às 12h e, no dia 24, não haverá expediente administrativo e judicial, exceto para os servidores diretamente envolvidos com a realização e apoio da sessão de julgamento.

Na ocasião, o ex-presidente será julgado pelo "caso triplex", no qual foi condenado a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato em primeira instância. 

O magistrado, no entanto, autorizou que Lula recorresse em liberdade.

Na decisão, Moro afirma que o ex-presidente praticou os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por ser dono do imóvel 164-A, no Condomínio Solaris, situado no litoral paulista. 




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domingo, 9 de abril de 2017

Advogados apontam crimes de Moro e denunciam ‘método condenável’ na Lava Jato

Advogados apontam crimes de Moro e denunciam ‘método condenável’ na Lava Jato
Escrito por Miguel do Rosário, Postado em GolpeJustiça
Sexta feira 8 de abril de 2017
 

Por Marco Weissheimer, no Sul21:

Advogados gaúchos apresentam notícia-crime contra Sérgio Moro
Um grupo de advogados e advogadas do Rio Grande do Sul apresentou nesta quinta-feira (7), na Procuradoria Regional da República da 4ª Região, notícia-crime contra o juiz Sérgio Moro “tendo em vista a ocorrência de fatos que constituem, em tese, crimes de ação pública”. 

Reconhecendo o mérito das revelações feitas durante algumas das investigações da força tarefa responsável pela Operação Lava Jato, os advogados criticam “o método condenável das ações desencadeadas pelo referido grupo de trabalho, a partir de buscas e apreensões e prisões espetaculosas, sistematicamente realizadas com o acompanhamento, muitas vezes simultâneo, dos grandes meios de comunicação”. 

E apontam quatro crimes que teriam sido cometidos pelo magistrado no episódio das escutas telefônicas envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Capitaneada pelos advogados Carlos Frederico Guazzelli e Jorge Garcia, a notícia crime é assinada também por Gumercindo Coutinho, Mário Madureira, Glênio Ferreira, Jorge Buchabqui, Valmir Batista (ex-presidente da OAB-RS), Silvia Burmeister (Presidente da Associação Nacional de Advogados Trabalhistas) e Maria Cristina Carrion (Secretária Adjunta da OAB-RS), entre outros nomes.

A metodologia empregada durante as investigações da Lava Jato, sob supervisão e comando direto de Sérgio Moro, consiste, basicamente, argumentam os advogados, “na conjugação do uso intensivo de prisões preventivas, como instrumento para a obtenção de confissões dos indiciados (as denominadas “delações premiadas”); e sua permanente “publicização”, por meio dos vazamentos seletivos praticados por seus responsáveis, e dirigidos aos órgãos dos principais grupos de informação do país – empenhados abertamente em usá-las em sua campanha descarada para derrubar o atual governo federal, e inviabilizar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2018”.

É tão grande a associação da força tarefa da Lava Jato e a mídia, dizem ainda os autores da notícia-crime, que dezenas de jornalistas “sediados permanentemente no circo midiático montado junto ao foro federal de Curitiba, se encarregam a todo tempo de difundir, com antecipação, quais serão os alvos das prisões e buscas e apreensões nas suas fases vindouras, sempre batizadas com nomes sonoros”. 

Este modus operandi, assinalam os advogados, foi antecipado pelo próprio Moro em um artigo intitulado “Considerações sobre a Manu Polite”, de 2004, que trata do trabalho da Operação Mãos Limpas, na Itália. Neste artigo, Moro defende o uso intensivo de prisões, confissões e publicidade como instrumentos para obter êxito em operações deste tipo. Para o magistrado, o largo uso da imprensa feita pelos seus operadores teria contribuído para a deslegitimação do sistema político e para a formação da imagem positiva dos juízes na Itália.

A notícia crime entregue à Procuradoria Regional da República aponta quatro crimes que teriam sido cometidos pelo juiz Sérgio Moro: determinação ilegal de condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, interceptação ilegal de comunicação telefônica, prevaricação e violação de sigilo funcional. 

Para os autores, a ilegalidade da detenção e da condução coercitiva de Lula, que nem mesmo era (nem é ainda) indiciado em procedimento policial devidamente instaurado, e que também não fora antes regularmente intimado para comparecer a algum ato, é “manifesta e aberrante”. 

A conduta de Moro neste episódio, sustentam ainda, configura crimes de prevaricação (conforme estabelece o artigo 319 do Código Penal: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal…”)  e de abuso de poder.

No dia 16 de março, prossegue a notícia-crime, Moro determinou o levantamento do sigilo judicial das interceptações telefônicas envolvendo pessoas ligadas ao ex-presidente Lula. 

“Depois de tecer considerações sobre a desnecessidade de manutenção destas escutas, e de defender, inclusive, a indefensável decisão de promover a interceptação de conversa telefônica de Lula com seu advogado”, Moro determinou que fosse dada publicidade às mesmas. 

Ao determinar indevidamente o levantamento do sigilo das comunicações telefônicas cuja interrupção, ele mesmo ordenara, horas antes,  o magistrado praticou o delito de violação de sigilo funcional, assim tipificado no artigo 325 do Código Penal: “…

Revelar fato de quem tem ciência em razão do cargo, e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação…”

Baseados nestes fatos, os advogados pedem a deflagração de ação penal pública, tendo por objeto a prática, pelo juiz Sérgio Moro, dos delitos de prevaricação, abuso de poder, violação de sigilo funcional e interceptação ilegal de comunicação telefônica, ou, ao menos, a instauração de inquérito policial para a apuração dos fatos citados.



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Boate Kiss: 4 anos após tragédia, réus ainda não foram julgados

Boate Kiss: 4 anos após tragédia, réus ainda não foram julgados
Estimativa é que quatro responsáveis vão a julgamento em até três meses
HÁ 19 HORAS 27/01/2017 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

Quatro anos após a tragédia da Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e ninguém está preso. 

Das 30 pessoas apontadas no início das investigações, apenas quatro ainda são consideradas responsáveis pelo incêndio que causou a morte de 242 pessoas, a maioria com menos de 25 anos, em 27 de janeiro de 2013.

O Zero Hora lembra que a única sentença do caso emitida pela Justiça comum foi convertida em serviços comunitários. 

Nesta quinta-feira (26), véspera dos 48 meses da tragédia, jornal O Estado de S. Paulo informou que familiares das vítimas tinham protocolado um pedido de análise do caso na Organização dos Estados Americanos (OEA). O objetivo é responsabilizar o Estado brasileiro por omissão, negligência e descumprimento da lei, uma vez que os órgãos públicos saberiam de problemas no local.

Até agora, os sócios Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, donos da boate, além de Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão, da banda Gurizada Fandangueira, irão a júri popular. A decisão foi anunciada pelo Tribunal de Justiça, em julho passado, depois do recurso da defesa dos quatro ter sido negado na primeira instância.

Procurado pelo Zero Hora, o Tribunal previu que o recurso deva ser julgado em até três meses. 

A espera de quatro anos pela conclusão do julgamento é causada, segundo o desembargador e presidente do Conselho de Comunicação do TJ, Túlio de Oliveira Martins, pelo tamanho do processo que tem 96 volumes e mais de 20 mil páginas. 

A estimativa é que mais de 200 depoimentos foram colhidos.




segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Recebido com protestos no RS, Temer confunde real com cruzeiro

Recebido com protestos no RS, Temer confunde real com cruzeiro
Postado em 9 de janeiro de 2017 às 3:12 pm
 Da Folha:
 Resultado de imagem para temer no rio grande do sul
Imagem do Google

O presidente Michel Temer (PMDB) foi recebido com protesto na sua primeira visita ao Rio Grande do Sul desde que assumiu a Presidência, na manhã desta segunda-feira (9).

Cerca de 150 pessoas protestavam contra Temer e o governador José Ivo Sartori (PMDB), do lado de fora do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre, e foram afastadas com gás lacrimogêneo pela Brigada Militar (a PM gaúcha).

A rodovia BR-116 chegou a ser bloqueada pelos manifestantes em duas ocasiões e foi liberada em seguida.

Assim como na visita a cidades do Nordeste, em dezembro, o evento gaúcho foi fechado para o público . Além disso, o palco onde Temer discursou foi montado a cerca de um quilômetro de distância do portão de entrada do local.

O presidente foi recebido apenas por convidados oficiais, como os secretários de Sartori e prefeitos beneficiados pela entrega de 61 ambulâncias novas para o Samu.

ELOGIOS E GAFE
Em discurso, Temer se confundiu e citou o cruzeiro como se ainda fosse a moeda vigente no país.

Ao falar do ministro da Saúde, Ricardo Barros, Temer disse: “Em pouquíssimo tempo [de governo], ele anunciou a economia de 800 milhões de cruzeiros, que significam novas UPAS, novas UBSs e também novas ambulâncias.”

O cruzeiro deixou de ser a moeda brasileira em 1993, quando foi substituída pelo cruzeiro real.

O peemedebista também trocou elogios com os demais ministros presentes: Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Osmar Terra (PMDB), do Desenvolvimento Social, Ronaldo Nogueira (PTB), do Trabalho, que são gaúchos.

O governador Sartori, que também foi alvo do protesto, discursou mensagens de incentivo ao presidente. Segundo o Datafolha, 51% dos brasileiros acham a gestão de Temer ruim ou péssima e 63% são favoráveis a sua renúncia. A pesquisa foi feita em dezembro passado, antes de o presidente ser citado 43 vezes em delação da Lava Jato.

Sartori parafraseou o publicitário Nizan Guanaes, conselheiro de Temer: “Quero lhe dizer de coração… [confundindo a citação] nunca se preocupe com a impopularidade. Nós todos temos que fazer o que precisa ser feito nesse momento histórico.”

“Experiência não lhe falta, coragem tens de sobra”, disse Sartori.



sexta-feira, 22 de julho de 2016

SUSPEITO DE TERRORISMO CRIAVA GALINHAS NO RS

SUSPEITO DE TERRORISMO CRIAVA GALINHAS NO RS
José Cruz/Agência Brasil: <p>Brasília - O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em entrevista à imprensa, fala sobre a operação policial que prendeu, um grupo suspeito de planejar atos terroristas a 15 dias da Rio 2016 (José Cruz/Agência Brasil)</p>

O suspeito preso pela Polícia Federal no Rio Grande do Sul, acusado de premeditar ato terrorista na Olimpíada e fazer juramento ao Estado Islâmico, é um criador e vendedor de galinhas de raça no município de Morro Redondo; ele confirmou à PF ter mantido conversas com desconhecidos pelo Telegram, mas negou a intenção de praticar atentados; o pai dele afirmou que o filho usava celular para receber encomendas de galinhas; nomes dos suspeitos foram mantidos sob sigilo pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em coletiva ontem sobre a operação

22 DE JULHO DE 2016 ÀS 10:30

Rio Grande do Sul 247 - O suspeito preso pela Polícia Federal no Rio Grande do Sul, acusado de premeditar ato terrorista na Olimpíada e de fazer juramento ao grupo Estado Islâmico, é um criador e vendedor de galinhas de raça no município de Morro Redondo, no sul do estado.
Ele confirmou à PF ter mantido conversas com desconhecidos pelo Telegram, aplicativo de conversas semelhante ao WhatsApp, mas negou a intenção de praticar atentados. Segundo a investigação, ele e outros suspeitos de várias partes do País aderiram ao EI.
O pai disse que o filho usava bastante o celular, para receber encomendas de galinhas. Clientes iam até a propriedade da família para buscar os animais criados pelo suspeito de envolvimento com o terrorismo. "O pessoal sempre ligava para comprar as galinhas dele. Ele estava sempre mexendo naquilo (celular)", contou.
Em conversas pelo chat, os suspeitos elogiaram os recentes atentados em Nice e Orlando e falavam sobre praticar atos terroristas no Rio. E discutiram a compra de armas.
O pai defendeu o filho. "Ele não é um bandido. Simplesmente falou com a pessoa errada na hora errada. Passaram esse "zap zap" aí. Ele, inocentemente, respondeu, achando que estava fazendo uma grande coisa. É um idiota, foi aceitar conversar com um cara que nem conhece. Ele nunca nos falou nada. Disse que estava conversando com amigos. O delegado perguntou qual era o plano. Ele disse que não tinha plano nenhum, que não faria atentado. Disse que foi respondendo às mensagens sem saber o que estava acontecendo", disse, conforme relato do Globo.

A família, que é católica, mas não praticante, desconhece que ele tenha adotado nome árabe. O pai disse acreditar na inocência do filho, confessou estar envergonhado e com medo de perseguição à sua família. Ele afirmou também que está decidido a retirar um outro filho da escola em Pelotas, por temer represálias. "Vão apontar e dizer: aquele é o irmão do terrorista. Estou morrendo de vergonha, nunca fiz nada de errado", lamentou.