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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Barroso entrega o jogo: o povo não pode preferir Lula


Barroso entrega o jogo: o povo não pode preferir Lula

11 DE ABRIL DE 2018

barroso4

O ministro golpista Luís Roberto Barroso, do STF, que recentemente com objetivos políticos, retirou do ex-presidente Lula o direito constitucional de se defender em liberdade, negando-lhe o habeas corpus, declarou publicamente que a sua finalidade no judiciário 

é “corrigir” as escolhas populares.

O ministro disse ipsis litteris: “já estamos conseguindo separar o joio do trigo. 

O problema é a quantidade de gente que ainda prefere o joio”. 

Essa declaração veio na sequência das mobilizações populares contrárias à prisão ilegal de Lula, feita sob mandado de encomenda do juiz Moro.

A frase, se bem colocada em contexto, deixa claro que o objetivo do judiciário golpista é regular os mandatos e disputas eleitorais sob seus próprios critérios, considerando o voto popular uma mera formalidade que deve ser submetida à avaliação dessa casta de semideuses.

Mais ainda, excluído o conteúdo demagógico das declarações de Barroso, fica evidente que o pretexto do combate à corrupção servirá para eliminar os direitos democráticos de todo o povo. 

Anulando e refazendo interpretações da constituição tanto quanto for necessário para conduzir o cenário político de acordo com os interesses da burguesia e do imperialismo.

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sábado, 17 de março de 2018

Mensagens mostram que coronel Lima foi intermediário de Temer


Mensagens mostram que coronel Lima foi intermediário de Temer

Sem ser funcionário público nem assessor do emedebista, ele abriu as portas do governo a interesses privados e informou o presidente do serviço prestado.

Por Hugo Marques, Daniel Pereira
Access_time17 mar 2018, 06h00

Mais que um amigo - Depois da troca de mensagens com o coronel Lima, o Grupo Libra foi beneficiado por uma decisão da Secretaria de Portos, comandada pelo emedebista Edinho Araújo (abaixo), fiel aliado do presidente Michel Temer
O coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente Michel Temer (MDB) (Jefferson Coppola/.)

Investigados no inquérito que apura se houve pagamento de propina na edição de um decreto sobre o setor de portos, o presidente Michel Temer (MDB) e o coronel João Baptista Lima Filho, amigos há mais de três décadas, declaram-se inocentes e perseguidos por adversários. 

Temer diz que o cerco judicial ao coronel pretende desestabilizar seu governo, e, por isso, seus assessores ameaçam até pedir o impeachment do relator do caso, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Já o coronel afirma que nunca recebeu propina e nega ser laranja do presidente — os dois, segundo ele, teriam apenas uma relação de amizade, uma “coisa pura”, sem “outros interesses”.

Mensagens encontradas no celular do coronel, às quais VEJA teve acesso, comprovam que a relação entre Temer e Lima foi além disso. 

Mostram como o coronel exerceu — em pelo menos um caso — o papel de intermediário entre Temer e um dos maiores grupos empresariais da área portuária. 

Revelam que Lima, sem ser funcionário público nem mesmo assessor de Temer, abriu as portas do governo a interesses privados e fez questão de informar o presidente do serviço prestado. 

O diálogo não traz o desfecho da história, mas o grupo empresarial ajudado pelo coronel teve sua demanda atendida por um apadrinhado de Temer no governo. 

Coisa na casa do bilhão de reais.


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URGENTE: Barroso Recebe Alerta Sobre Riscos À Sua Integridade Física; SAIBA!


URGENTE: Barroso Recebe Alerta Sobre Riscos À Sua Integridade Física; SAIBA!

Por Redação Click Política Última Atualização 17 mar, 2018


O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria recebido ligações telefônicas com supostas denúncias de que sua integridade física está em perigo.

De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, os telefonemas denunciam que processos assinados pelo magistrado estariam sendo vasculhados.

Ainda de acordo com a publicação, o Palácio do Planalto recebeu uma pesquisa que atesta que atuação do ministro no caso que envolve o presidente Michel Temer prejudicou a imagem do emedebista.

Barroso é relator do inquérito em que Temer é investigado por supostas irregularidades na edição de um decreto que alterou regras do setor portuário.

 Recentemente, o ministro autorizou a quebra de sigilo de extratos bancários do presidente.


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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Aécio diz a aliados: 'nem em pesadelo' poderia imaginar decisão do STF

Aécio diz a aliados: 'nem em pesadelo' poderia imaginar decisão do STF
Folhapress9 horas atrás 27/009/2017
 Aécio diz a aliados: 'nem em pesadelo' poderia imaginar decisão do STF: No entanto, senadores do PSDB têm esperança de que o plenário do Senado possa reverter a decisão da Justiça
© Ueslei Marcelino/Reuters No entanto, senadores 
do PSDB têm esperança de que o plenário do Senado 
possa reverter a decisão da Justiça

Em conversas com aliados na noite de terça-feira (26), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) relatou estar "chocado" com a decisão tomada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) de impor a ele recolhimento noturno e afastamento do Senado.

Minutos antes da conclusão do julgamento, o tucano deixou o plenário do Senado em direção à sua residência, no lago sul, região nobre de Brasília.

Durante a noite, Aécio conversou com aliados por telefone e recebeu algumas visitas. 

"Nem nos meus piores pesadelos eu poderia imaginar uma situação dessas", disse o senador mineiro em conversa relatada à reportagem.

Logo após terem sido informados da decisão do STF, um grupo de quatro senadores tucanos se reuniu na liderança da sigla. 

Na conversa, decidiram alinhar um discurso no sentido de cobrar que o plenário do Senado dê aval ao resultado do julgamento.


Tucanos avaliam que o caso exige atitude diferente da adotada pela Casa e pelo partido em maio, quando o Supremo decidiu afastar Aécio do mandato.

A leitura é que o julgamento de terça é mais contundente por ter sido tomado de forma colegiada pelo STF. 
Além disso, desta vez houve determinação de restrição de liberdade.

Senadores do PSDB têm esperança de que o plenário do Senado possa reverter a decisão da Justiça. 

A análise leva em conta que, inclusive senadores de partidos de oposição, como o PT, criticaram a postura do Supremo.

Embora otimistas, os tucanos acreditam que o caso ainda deve levar um tempo para ter novos desdobramentos. 

Eles ouviram do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que a Casa só tomará uma posição após ser notificada.

A expectativa é de que a comunicação oficial ao Senado leve ainda alguns dias. 

É preciso que o voto do ministro Luís Roberto Barroso, que criou maioria pelo afastamento de Aécio, seja publicado.

PSDB
Embora venham defendendo que o plenário do Senado se posicione sobre o caso Aécio, tucanos têm repetido que não se trata de uma reação de defesa do senador. 
Mas reforçam o discurso de que se trata de uma ameaça à Constituição.

Acham que notificação ainda deve demorar, mas estão convencidos de que há chance de reversão no plenário. 
E dizem que não há motivo pra ele renunciar à presidência do partido (seria admissão de culpa, não há fato novo). 

"O Supremo extrapolou a interpretação da Constituição. É uma teratologia patente o que se fez ontem. 
Aplicou-se sanções que não estão previstas", disse o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).

Podemos aproveitar essa oportunidade, e acho que é oportuno sim, e fazer um debate sobre isso. 

Vamos incluir na Constituição a possibilidade de afastamento temporário de mandatários, vamos ampliar as possibilidades de restrição de liberdade, vamos ampliar as possibilidades previstas na Constituição de prisão de parlamentar... Tudo isso é possível e talvez seja até necessário, mas hoje não tem essa previsão."

O tucano disse ainda ter conversado com Aécio, quem disse estar "perplexo" com a situação. 

"Mas ele mantém a serenidade e a confiança na Justiça, nas instituições e mantém, sobretudo, sua crença no texto Constitucional", disse.

Na avaliação de aliados, o novo desdobramento do caso de Aécio não deve reacender o debate sobre sua renúncia à presidência nacional do PSDB. 

O mineiro está licenciado do cargo desde maio, quando foi afastado do mandato pelo STF pela primeira vez. 

Uma possível saída definitiva dele deve ser evitada porque seria vista como "admissão de culpa".

O presidente interino do partido, senador Tasso Jereissati (CE), está em viagem ao exterior e chega nesta quarta-feira (27) ao Brasil. 

Ele deve se reunir com tucanos para discutir novos desdobramentos do caso na legenda.

EUNÍCIO
Eunício voltou a repetir nesta quarta que aguardará uma notificação do Supremo para decidir se a Casa deve se pronunciar ou não sobre as cautelares impostas a Aécio. 

"Primeiro, o Senado precisa ser notificado sobre o teor da decisão tomada pela Suprema Corte para saber de que forma o Senado vai agir, se vai ou se não vai agir. 

Eu não sei qual o teor da decisão, e tenho o ato de dizer pra vocês aqui que não falo sobre hipótese", disse.

"A Constituição é bastante clara em relação a mandatos eletivos de deputados e senadores, a Constituição determina o que deve ser feito, não é o presidente do Senado que toma a iniciativa, não é o presidente do Congresso que toma a decisão", declarou, acrescentando que se a Constituição tiver sido ferida por uma decisão e couber ao Senado se manifestar sobre isso, 

"obviamente que o Senado vai tomar as previdências.

 Não tenho como me manifestar sobre hipótese".

Por último, o peemedebista disse ainda que a Constituição não prevê afastamento de parlamentares de mandato.

Com informações da Folhapress.



sábado, 1 de abril de 2017

“É IMPOSSÍVEL NÃO SENTIR VERGONHA DO QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL”

“É IMPOSSÍVEL NÃO SENTIR VERGONHA DO QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL”

 Foto: Nelson Jr./SCO/STF (25/10/2016)

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez um desabafo sobre a sucessão de escândalos de corrupção que abalam o País; "É impossível não sentir vergonha pelo que está acontecendo no Brasil e não podemos desperdiçar a chance de fazer com que o futuro seja diferente. Nós nos perdemos pelo caminho e precisamos encontrar um caminho que nos honre como projeto de País e nação", disse Barroso durante evento no STJ em Brasília; magistrado criticou a prática do Caixa 2, cuja anistia a quem praticou é abertamente defendida pelo seu colega de Corte, o ministro Gilmar Mendes, e disse que a medida "frauda a democracia"

1 DE ABRIL DE 2017 ÀS 09:29

247 - O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez um desabafo sobre a sucessão de escândalos de corrupção que abalam o País. Durante palestra em evento no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, nessa sexta-feira, 31, Barroso disse que é impossível não sentir "vergonha" diante dos últimos acontecimentos do noticiário. 

"É impossível não sentir vergonha pelo que está acontecendo no Brasil e não podemos desperdiçar a chance de fazer com que o futuro seja diferente. Nós nos perdemos pelo caminho e precisamos encontrar um caminho que nos honre como projeto de País e nação", disse Barroso.

"É uma prática institucionalizada, que vai do plano federal, passa pelo estadual e chega ao municipal. Pode ser na Petrobrás, no BNDES, na Caixa Econômica, nos fundos de pensão, no Tribunal de Contas do Estado A, B ou C, tudo está contaminado pelo vício de levar vantagem indevida, pra deixar de fazer o que se tem de fazer", comentou.

O magistrado criticou a prática do Caixa 2, cuja anistia a quem praticou é abertamente defendida pelo seu colega de Corte, o ministro Gilmar Mendes, e disse que a medida "frauda a democracia".

"O caixa 2 frauda a democracia, porque faz com que quem tem mais dinheiro tenha mais representatividade do que quem tem menos dinheiro. 

O caixa 2 frauda o sistema democrático, a representação popular", criticou, ressaltando que a não declaração de doações tem se tornado uma "prática institucionalizada".