Deputado Major Olímpio pede chacina em presídio onde Sérgio
Cabral está preso, ‘Vamos lá Bangu, vocês podem fazer melhor’
8 de janeiro de 2017
O deputado federal Major Olímpio (SD), que em 2016 disputou
a prefeitura de São Paulo, usou as redes sociais nesse sábado, 7, para
“estimular” uma chacina de presos no Complexo de Bangu, na Zona Norte do Rio. O
ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, está preso no local.
“Placar dos presídios: Manaus 56 X 30 Roraima . Vamos lá
Bangu, vocês podem fazer melhor”, escreveu o parlamentar no Facebook. Ligado a
Polícia Militar, Olímpio disse ao Estado a intenção do post foi “fazer uma
ironia”.
“Não incitei a violência. Não estou torcendo por uma nova
chacina. Só usei a ironia para mostrar o tamanho da tragédia”, disse Olímpio.
Quatro detentos foram mortos na madrugada deste domingo, 8,
na cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus.
Três deles foram decapitados.
Ao comentar o massacre em Manaus, o Secretário Nacional de
Juventude expressa sentimento do governo, mas não podia.
“…Eu sou meio coxinha sobre isso. Sou filho de polícia, né?
Tinha era que matar mais. Tinha que fazer uma chacina por semana”. Foi o que
disse o agora ex Secretário Nacional de Juventude, Bruno Júlio (PMDB), ao O
Globo.
Uma observação precisa ser feita com prioridade: Júlio não é
meio, ele é coxinha mesmo.
A fala de Bruno Júlio pegou muito mal para o governo, não dá
para admitir um comentário tão desumano e cruel, mas Temer, que não demite
ninguém, esperou o “meio coxinha” pedir para sair.
E quem é esse pai-policial tão especial, capaz de criar um
“ser humano” tão desprezível?
Um homem igual a qualquer “homem de Deus”: Silas Malafaia,
Eduardo Cunha e muitos outro enrolados com a polícia.
Cabo Júlio, é um militar reformado, hoje deputado estadual
pelo PMDB em Minas Gerais.
Bacharel em direito, Cabo Júlio dedicou a vida a “Deus”, por
isso também se formou em teologia, mas a sua maior obra foi quando era Deputado
Federal. O Cabo ficou nacionalmente conhecido, por conta da Operação
Sanguessugas da Polícia Federal.
Em 2014, ainda por associação a máfia das ambulâncias, o pai
exemplo, foi condenado em primeira instância a pagar uma multa de 400 mil e
devolver outro 144.868, alem de ficar inelegível por 10 anos, o mesmo período
que não poderia contratar com o Estado ou receber incentivos fiscais.
Como fazem todos os bandidos endinheirados, o papai de Bruno
recorreu da decisão e aguarda sentado, por uma nova manifestação da “justiça”.
Tiroteio em aeroporto na Flórida deixa cinco mortos e oito
feridos
Policiais com armas pesadas cercaram aeroporto de Fort
Lauderdale. Feridos receberam os primeiros socorros na pista.
Vídeo do Youtube
Cinco pessoas morreram e oito ficaram feridas nesta sexta
(6) quando um atirador abriu fogo no aeroporto de Fort Lauderdale, no
estado americano da Flórida.
Era pouco antes de 13h na Flórida – 16h em Brasília - quando
um homem abriu fogo na área de retirada de bagagem do terminal dois do
aeroporto de Fort Lauderdale.
Imagens de celular mostram o pânico dos passageiros. Gritos
e correria. Dá para ver corpos estirados no chão.
O prédio foi imediatamente isolado. Todos os passageiros
foram retirados e tiveram que esperar na pista do aeroporto. Policiais usando
armas pesadas cercaram o terminal dois.
Quando os passageiros começavam a voltar, cerca de 40
minutos depois, uma nova correria. Um barulho no estacionamento assustou
centenas de pessoas, que correram mais uma vez para o lado de fora. Algumas se
agacharam atrás dos carros.
Pousos e decolagens foram suspensos. Nem de carro era
possível se aproximar. Os feridos receberam os primeiros socorros na pista e
foram levados para hospitais próximos.
Fort Lauderdale fica a cerca de 30 quilômetros da cidade de Miami -
destino muito procurado por turistas do mundo inteiro, inclusive do Brasil. O
aeroporto da cidade é usado como um terminal secundário para quem visita Miami
e recebe cerca de 75 mil passageiros por dia.
O atirador preso foi identificado por autoridades como
Esteban Santiago. Ele tem 26 anos, nasceu em Nova Jersey, estado vizinho a Nova
York, e seria de origem porto-riquenha.
Os investigadores disseram que ele tinha uma identificação
militar e usou uma pistola, mas ainda não sabem os motivos do ataque.
Em uma rede social um funcionário da prefeitura disse que o
atirador levava a arma dentro da bagagem despachada.
Ele teria retirado a mala
da esteira, pegado a pistola e levado até o banheiro para carregá-la. De lá, já
saiu atirando. Militares são autorizados a levar arma no bagageiro do avião.
O chefe da polícia local disse que o atirador se entregou
sem resistência e que o incidente do estacionamento foi só um susto.
A polícia fez uma varredura no aeroporto que não tem
previsão para reabrir.