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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Email forjado deveria agravar pena de Mônica Moura e João Santana

Email forjado deveria agravar pena de Mônica Moura e João Santana
15 de maio de 2017
 

Estarrecida, a Nação toma conhecimento de que a absurda história alegada por Mônica Moura da criação de uma conta secreta de e-mail para comunicação com a presidenta Dilma Rousseff é falsa.

Um estagiário do escritório de advocacia Delivar de Matos e Castor Advogados e Associados registrou em cartório, em 13 de julho de 2016, uma imagem da mensagem de e-mail desta conta como prova da existência da conta. Neste dia, a publicitária estava presa.

Essa história, por si só, é risível. A mensagem contida na pasta ‘Rascunho’ e registrada no cartório, tem data de criação em 22 de fevereiro. No mesmo dia, 22 de fevereiro de 2016, a Lava Jato deflagrou a Operação Acarajé com ordem de prender João Santana.

 Como o casal estava fora do país, só se apresentou à justiça brasileira em 23 de fevereiro de 2016.

Ou seja, a mensagem eletrônica registrada em cartório foi criada um dia antes da prisão do casal de publicitários, em uma improvável coincidência. 

Forjaram uma farsa envolvendo a criação de uma conta de e-mail que nunca foi acessado pela presidenta Dilma. Também é uma baita coincidência o fato de que, desde abril deste ano, o mesmo escritório Delivar de Matos e Castor Advogados Associados faz a defesa de João Santana.

Isso é de estarrecer a Nação. A sociedade brasileira começa a ter uma visão clara do submundo pelo qual se movimentam estas pessoas que estão a aniquilar a democracia e a República Brasileira.

Tudo isso, à base de farsa, de chantagem e de mentiras com o objetivo claro de tentarem atingir a honra e a dignidade de Dilma Rousseff e de Luiz Inácio Lula da Silva.

Acredito que a Nação está tendo clareza exata do que está em disputa no Brasil e o papel que essas pessoas desempenham. 

Em nenhum lugar do mundo, essa delação faria sentido e seria anulada de imediato.

Por fim, seria razoável que a criação deste factoide, como forma de aliviar a pena de Mônica Moura e de João Santana, ao contrário do planejado, servisse como agravante e implicasse no aumento do tempo de condenação do casal pela Justiça.

Por CHICO VIGILANTE


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sábado, 13 de maio de 2017

Mônica Moura apresenta email por nome de ‘Iolanda’ que seria usado por Dilma e é ridicularizada na rede

Mônica Moura apresenta email por nome de ‘Iolanda’ que seria usado por Dilma e é ridicularizada na rede
13 de maio de 2017
 

A esposa do publicitário João Santana, Mônica Moura, afirmou em seu acordo de delação premiada que a ex-presidenta Dilma Rousseff utilizava uma conta secreta de e-mail. 

Segundo ela, só as duas tinham conhecimento do esquema, que teria sido criado supostamente para que Mônica e o marido fossem avisados sobre o andamento das investigações da Operação Lava-Jato.

De acordo com a empresária, a estratégia era deixar mensagens salvas no rascunho do e-mail para que a outra parte conseguisse acessar o conteúdo sem que precisasse ser enviado. 

Mônica alegou ter sido alertada por Dilma, no dia 19 de fevereiro de 2016, de que havia mandados de prisão contra o casal.

Porém, a versão contada por ela, e amplamente divulgada pela imprensa tradicional, virou piada nas redes sociais. 

Muitos internautas questionaram como uma conta vazia, sem remetente ou destinatário, pode ser considerada prova, uma vez que poderia ser facilmente forjada por qualquer pessoa.

Revista Fórum


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LAVA JATO TEM QUE SE EXPLICAR: Irmão de procurador da Lava Jato é advogado de defesa de João Santana

LAVA JATO TEM QUE SE EXPLICAR: Irmão de procurador da Lava Jato é advogado de defesa de João Santana
13 de maio de 2017
 
Brazil's General Prosecutor Deltan Dallagnol, coordinator of the Lava Jato (Car Wash) anti-corruption operation's task force, speaks during a press conference in Curitiba, Brazil, on May 06, 2016. Operation Car Wash has uncovered a cartel based at Petrobras in which executives at the company, major construction contractors and politicians colluded to embezzle funds. Dozens of people have already been convicted or charged. / AFP / Heuler Andrey

Do Painel da Folha:

A pena e a galinha O criminalista Rodrigo Castor de Mattos, irmão do procurador Diogo Castor de Mattos, integrante da força-tarefa da Lava Jato, atua na defesa do marqueteiro João Santana. 

No último dia 17, por exemplo, o advogado enviou procuração ao juiz Sergio Moro pedindo sua inclusão como representante legal do publicitário em uma ação penal. 

O novo caso se soma a uma série de polêmicas sobre a atuação de parentes de procuradores e magistrados em ações vinculadas à operação.

Sem problema Procurada, a assessoria do Ministério Público Federal em Curitiba afirmou que o procurador Diogo Castor de Mattos não atuou e nem atua em nenhum dos casos ou processos da Lava Jato que envolvem o publicitário João Santana.

Sem problema 2 Além disso, diz a assessoria do MPF, a delação de João Santana foi fechada com a Procuradoria “em 8 de março de 2017, antes do escritório Delivar de Mattos e Castor Advogados assumir a defesa do empresário, em 17 de abril”.

Tiro no pé A polêmica sobre a participação de parentes de agentes do MPF e do Judiciário em ações da Lava Jato foi iniciada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao pedir, nesta semana, o impedimento do ministro Gilmar Mendes (STF) em casos ligados a Eike Batista.


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sexta-feira, 12 de maio de 2017

MENTINDO PRA DEIXAR CADEIA: Dilma, ‘Nunca pensei que o casal Santana fosse tão desprovido de caráter’

MENTINDO PRA DEIXAR CADEIA: Dilma, ‘Nunca pensei que o casal Santana fosse tão desprovido de caráter’
12 de maio de 2017
 

As mentirosas afirmações de João Santana e Monica Moura
1. Mais uma vez delatores presos, buscando conseguir sua liberdade e a redução de pena, constroem versões falsas e fantasiosas.

2. A presidenta eleita Dilma Rousseff nunca negociou doações eleitorais ou ordenou quaisquer pagamentos ilegais a prestadores de serviços em suas campanhas, ou fora delas. Suas determinações sempre foram claras para que a lei seja sempre rigorosamente respeitada. Todos aqueles que trabalharam, ou conviveram com ela, sabem disso.

3. São mentirosas e descabidas as narrativas dos delatores sobre supostos diálogos acerca dos pagamentos de serviços de marketing. Dilma Rousseff jamais conversou com João Santana ou Monica Moura a respeito de caixa dois ou pagamentos no exterior. Tampouco tratou com quaisquer doadores ou prestadores de serviços de suas campanhas sobre tal assunto.

4. É fantasiosa a versão de que a presidenta eleita informava delatores sobre o andamento da Lava Jato. Essa tese não tem a menor plausibilidade. Dilma Rousseff jamais recebeu de quem quer que seja dados sigilosos sobre investigações. Todas as informações prestadas pelo Ministério da Justiça ocorreram na forma da lei. 
Tal suspeita é infundada e leviana.

5. Causa ainda mais espanto a versão de que por meio de uma suposta “mensagem enigmática” (estranhamente copiada em um computador pessoal), conforme a fantasia dos delatores, a presidenta tivesse tentado “avisá-los” de uma possível prisão. Tal versão é patética. Naquela ocasião, já era notório, a partir de informações divulgadas pela imprensa, que isso poderia ocorrer a qualquer momento.

6. Mais inverossímil ainda é a afirmação de que Dilma Rousseff teria recomendado que os delatores ficassem no exterior, uma vez que todos sabem que mandados de prisão expedidos no Brasil podem rapidamente ser cumpridos em países estrangeiros.

7. É risível imaginar que a presidenta da República recebeu informações de forma privilegiada e ilegal ao longo da Lava Jato. Isso seria presumir que a Polícia Federal, o Ministério Público ou o próprio Judiciário, por serem os detentores e guardiões dessas informações, teriam descumprido seus deveres legais.

8. O governo Dilma Rousseff sempre foi acusado, por diferentes segmentos políticos, de deixar as investigações prosseguirem de forma autônoma, “descontroladas”, não buscando interferir ou obter previamente informações a respeito. 

E, espantosamente, as acusações agora vão em sentido contrário. É preciso lembrar as declarações do senador Romero Jucá, de que era preciso tirar a presidenta para “estancar a sangria”, “num amplo acordo com Supremo”, “com tudo”.

9. No TSE, foi possível comprovar, nas alegações finais entregues no início desta semana, que tanto João Santana quanto Monica Moura prestaram falso testemunho perante a Justiça. 

A defesa já pediu investigação e a suspensão dos efeitos da delação premiada, tendo em vista que ambos faltaram com a verdade. As provas estão contidas nos autos do processo no TSE.

10. Dilma Rousseff acredita que, ao final de mais uma etapa desse processo político, como já provado anteriormente em relação a outras mentiras em delações premiadas, a verdade virá à tona e será restabelecida na Justiça.

ASSESSORIA DE IMPRENSA

DILMA ROUSSEFF



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quinta-feira, 11 de maio de 2017

É JUSTO? Após roubar o povo, casal Santana devolve só 80 milhões e cita Lula pra sair da cadeia

É JUSTO? Após roubar o povo, casal Santana devolve só 80 milhões e cita Lula pra sair da cadeia
11 de maio de 2017
 

O casal de marqueteiros do PT João Santana e Mônica Moura perderá um total estimado em R$ 80 milhões como parte do acordo de delação premiada fechado com o Ministério Público Federal.

A conta é distribuída da seguinte forma: R$ 3 milhões em multa de João Santana, R$ 3 milhões em multa de Mônica Moura e mais a perda de todo o saldo bancário e eventuais investimentos feitos pela offshore controlada pelo casal, a Shell Bill Finance, no Banco Heritage, na Suíça. 

Segundo o Ministério Público, a conta detém cerca de US$ 21,6 milhões, ou cerca de R$ 68 milhões ao câmbio desta quinta-feira (11).

Um terceiro delator, o funcionário da Polis Propaganda André Luis Reis Santana, pagará mais R$ 50 mil em multa.

Como parte do acordo, Santana, Mônica e André Luis prestaram uma série de depoimentos em vídeo de 6 a 9 de março na sede da Procuradoria da República no Paraná. Eles foram ouvidos por integrantes do grupo de trabalho da Operação Lava Jato e da força-tarefa de Curitiba (PR).

Pelo acordo, João Santana e Monica foram condenados a um ano e seis meses em prisão domiciliar e mais um ano e seis meses em regime semiaberto. Na segunda fase, deverão “se recolher à residência nos sábados, domingos e feriados e, nos dias úteis, das 22 horas às 06 horas, ressalvados casos de emergência”.

Em todo o período de cumprimento das penas, eles serão monitorados por tornozeleira eletrônica.

Ao longo dos três anos, o casal está proibido de trabalhar “de qualquer forma, direta ou indiretamente, em qualquer atividade relacionada ao marketing para campanhas eleitorais, seja no Brasil ou no exterior”.

Santana e Mônica estão fora do regime fechado desde agosto de 2016, por decisão do juiz federal Sérgio Moro, depois que iniciaram as tratativas para um acordo de delação premiada. Haviam sido presos em fevereiro do mesmo ano.

Segundo os termos do acordo de delação, “os bens bloqueados pela 13ª Vara Federal Criminal poderão servir para o pagamento da multa”.

Com informações da Folhapress.

Fonte: http://clickpolitica.com.br/



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