terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Bolsonaro promete R$ 1 bilhão a parlamentares para aprovar projetos


Bolsonaro promete R$ 1 bilhão a parlamentares para aprovar projetos

2 hours ago 03/12/2019

 
(Crédito: Marcos Corrêa/PR)

A mamata continua a todo vapor no governo Bolsonaro e os deputados cobram a fatura
O governo Bolsonaro prometeu liberar R$1,2 bilhões aos deputados e senadores, até o fim do ano. 

Os parlamentares estão cobrando a “fatura” por ter aprovado a reforma da previdência .

Os deputados e senadores foram informados sobre a liberação de R$ 300 milhões semanal em dezembro. 

A informação é do jornal Folha de São Paulo
O país “quebrado pelo PT”, como eles propagam, tem dinheiro e verba para parlamentares votarem com o governo…

Segundo o jornal, a promessa foi anunciada por Bolsonaro, em reunião que contou com a presença do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e do líder do governo no Congresso, o Senador  Eduardo Gomes (MDB/TO).

A oferta é tentativa de destravar e aprovar projetos no Congresso. 

Os deputados e Senadores ameaçam não votar 24 projetos de lei. 

Os sucessivos adiamentos da sessão do Congresso, colocam em risco o Orçamento de 2020.


CONTINUA

Lobão: ‘Bolsonazismo é uma doença que assola o Brasil’

15 hours ago Política 03/12/2019


“O bolsonazismo é uma doença que assola o Brasil, uma doença paranóica, um delírio conspiratório. 

Mas eu acho ótimo, porque quanto mais cafonas eles são, mais mico pagam”, diz o roqueiro Lobão, que foi apoiador de Jair Bolsonaro.

Ex-apoiador de Bolsonaro, o roqueiro Lobão dispara contra os “bolsominions” (seguidor fiel e ideológico de Bolsonaro), ao comentar  no jornal O GLOBO, sobre a declaração do novo presidente da Funarte, Dante Montavani, que afirmou que o rock leva ao aborto e o satanismo”.

O bolsonazismo é uma doença que assola o Brasil, uma doença paranóica, um delírio conspiratório. 
Mas eu acho ótimo, porque quanto mais cafonas eles são, mais mico pagam. 

Olavo de Carvalho dando conta da agenda de costumes do país, da educação, da cultura, usando todas as armas numa doutrina tirânica e retrógrada”, disse o roqueiro, que foi apoiador de Bolsonaro, chegando a ir para rua na eleição para defender Bolsonaro e que participava ativamente de protestos de grupos de extrema-direita contra o PT.

A declaração é uma resposta as declarações de Montavini, que é aluno pessoal de Olavo de Carvalho, guru da extrema-direita brasileira. 

“O rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto. 

A indústria do aborto por sua vez alimenta uma coisa muito mais pesada que é o satanismo. 

O próprio John Lennon disse que fez um pacto com o diabo”, disse o novo presidente da Funarte.

Veja o vídeo de Montavini que Lobão critica:
'Rock leva ao aborto e satanismo', diz novo presidente da Funarte

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Relação Comercial De Lula E Dilma Com A China E As Bilionárias Reservas Deixadas Pelos Petistas, Salvam Bolsonaro


Relação Comercial De Lula E Dilma Com A China E As Bilionárias Reservas Deixadas Pelos Petistas, Salvam Bolsonaro

Celeste Silveira 2 de dezembro de 2019 


Segundo o Infomoney, na manhã desta segunda-feira (2), Donald Trump, presidente dos EUA, surpreendeu novamente no Twitter ao dizer que vai retomar, de imediato, a imposição de tarifas a importações de aço e alumínio do Brasil e da Argentina, inaugurando uma nova etapa da guerra comercial.

A sua justificativa é de que ambos os países “vêm promovendo maciça desvalorização” de suas moedas, “o que não é bom” para produtores agrícolas americanos.

Assim, no pré-market da bolsa de Nova York, os American Depositary Receipts (ADRs) da Gerdau (GGBR4) chegaram a cair 3%, antes da abertura da bolsa brasileira.

O movimento se estendeu na abertura, com os ativos GGBR4 chegando a ter queda de 2,18%.

Contudo, os papéis da companhia, assim como de outras siderúrgicas, passaram de queda para ganhos, com o anúncio sendo compensado pelos dados positivos vindos da China e também com os investidores digerindo o real impacto do anúncio feito pelo presidente americano.

Já o dólar, segundo a antipetista Folha, subiu e foi a R$ 4,257 com declaração de Trump e o Banco Central interveio.

A Folha só não disse que a intervenção foi feita pelo Banco Central com uma extraordinária monta em reservas internacionais deixadas por Lula e Dilma.

CONTINUA


Jamil Chade: Amadora, Diplomacia Brasileira É Duramente Golpeada Por Trump

Celeste Silveira 2 de dezembro de 2019



Numa mensagem em seu twitter nesta manhã de segunda-feira, Donald Trump escreveu o que praticamente todos sabem: na Casa Branca, “America First” significa exatamente o que o slogan diz. 

Primeiro, defendemos os nossos interesses e qualquer aliança tem de estar disposta a entender que serve aos nossos objetivos.

Só o governo brasileiro e a nova chancelaria brasileira pareciam não querer acreditar. 

Ou entender, o que é mais grave.

Numa resposta à desvalorização do real, que torna as exportações agrícolas mais competitivas e podem afetar os produtores dos EUA, o governo americano anunciou a imposição de tarifas sobre a siderurgia brasileira.

Uma retaliação ilegal e que repete com o Brasil o mesmo comportamento que Washington vem mantendo com a China.

Mas a decisão vai muito além dos metais. 

Ela golpeia o centro da política externa de Bolsonaro, que fez questão de anunciar sua admiração pelo presidente americano e, ao longo dos meses, repetiu como estava sendo tratado como um aliado especial pelo chefe do Salão Oval.

Um primeiro sinal claro do “desencanto” ocorreu quando o governo americano mandou uma carta oficial para OCDE para apontar quais países teriam preferências para aderir à instituição, sem citar o nome do Brasil.

O governo Bolsonaro, nos bastidores, pediu explicações. 

Mas, oficialmente, os dois “parceiros” reiteraram que aquela carta não era importante e que o que interessava era o compromisso público de Trump com a adesão do país, o que jamais se transformou em realidade.

Um segundo desencanto veio quando o governo brasileiro não conseguiu obter as autorizações para voltar a exportar carne bovina ao mercado americano.

Agora, quase um ano depois de assumir a diplomacia brasileira, a realidade é que a nova decisão de Trump deixa o chanceler Ernesto Araújo numa enorme saia-justa.

Em fóruns internacionais, a aliança entre o Brasil e os EUA já afastou o país do bloco das economias em desenvolvimento.

Na OMC, o Brasil sequer conseguiu eleger um de seus quadros mais qualificados para presidir uma negociação. 

Motivo: a instrumentalização feita pela Índia da existência da relação carnal entre Bolsonaro e Trump.

Também na OMC, o Brasil indicou que abandonaria certos privilégios que tinha como país em desenvolvimento, além de abrir seu mercado para o trigo americano.

Em política externa, não existem amigos. 

Apenas interesses. Tampouco há espaço para declarações de amor – muito menos num segundo encontro.

Em 2017, Ernesto Araújo publicou nos Cadernos de Política Exterior do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), uma defesa das políticas de Donald Trump e seu papel em “salvar” o Ocidente.

“Só quem ainda leva a sério a história do Ocidente, só quem continua sendo ator e não mero espectador, são os norte?americanos, ou pelo menos alguns norte?americanos.

Hoje, é muito mais fácil encontrar um ocidentalista convicto no Kansas ou em Idaho do que em Paris ou Berlim”, escreveu.

Um ano depois de comandar o Itamaraty, ou ele entende que Trump apenas tem o interesse de salvar seu mandato, ou está na hora de buscar uma função em algum think-tank financiado pelos ultra-conservadores americanos.

Quanto ao presidente Bolsonaro, um admirador convicto da Ditadura Militar, ele poderia passar mais seu tempo estudando o fato de que nem seus generais de cabeceira se entregaram aos EUA e, ouso dizer, não bateram continência à bandeira americana.

*Jamil Chade/Uol



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domingo, 1 de dezembro de 2019

JORNALISTA AFIRMA QUE SOUBE POR UM DOS MINISTROS QUE HAVERÁ “DEMISSÃO COLETIVA”, CASO BOLSONARO CONTINUE AGINDO COM AUTORITARISMO; CONFIRA!


JORNALISTA AFIRMA QUE SOUBE POR UM DOS MINISTROS QUE HAVERÁ “DEMISSÃO COLETIVA”, CASO BOLSONARO CONTINUE AGINDO COM AUTORITARISMO; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 1 de dezembro de 2019

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“Um ministro me disse nesta semana que se Bolsonaro insistir no caminho do arbítrio haverá demissão coletiva. Será? 

Senhores civis e militares, examinem suas consciências: com quanto de abusos os senhores estão dispostos a transigir? 
Porque um tanto vocês já engoliram em meio a risos nervosos e declarações bizarras”, escreveu.

No texto, Vera vai na mesma linha do editorial do Estadão ao defender a tese de que os “flertes” com o autoritarismo – citando como exemplos a declaração de Paulo Guedes sobre o AI-5 e o excludente de ilicitude na GLO de Bolsonaro – estariam atrapalhando a tramitação da “agenda reformista” que, segundo ela, “é boa e necessária”.

“O mercado, os conservadores, setores da imprensa, partidos como o Novo, outros ministros de Estado, eleitores que não se enquadram na categoria “mínions”, deputados e senadores estão no mesmo barco. 

Até quando será possível entoar o discurso de que a agenda reformista é boa e necessária e condescender com o inadmissível?”, disse, conclamando agentes do neoliberalismo.

No artigo, obviamente, não faltou a comparação com a “esquerda” – capitaneada por Lula – e a conclamação para que setores da sociedade, como os demais poderes, a OAB, a imprensa, a “população” e “partidos responsáveis” coloquem “mecanismos de freios” para parar Bolsonaro.

Click Política

CONTINUA


POLÊMICA: EDITORIAL DO JORNAL O ESTADO DE S.PAULO CRITICA “NOVA POLÍTICA” DE BOLSONARO E CHAMA GOVERNO DE AMADOR; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 1 de dezembro de 2019

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Imagem do Google

“O presidente Bolsonaro dá a esse amadorismo o nome de ‘nova política’. 

Julga que sua tarefa inclui abarrotar o Congresso de decretos, medidas provisórias e propostas de emenda constitucional sem definir prioridades, esperando que os parlamentares os aprovem simplesmente porque é isso o que o presidente da República espera, sem necessidade de negociação”, diz o jornal.

O jornal conservador, que é controlado pela família Mesquita desde 1875, deixa claro no último parágrafo que a sua preocupação é com a política econômica, ressaltando que “por ora, há um alinhamento das lideranças do Congresso com alguns dos principais pontos da agenda econômica de Bolsonaro, mas hoje está claro que se trata de mera coincidência”, e critica a “irrelevância” de Bolsonaro na agenda política.

“Ao final do primeiro ano do mandato, está cada vez mais claro que o Executivo, sob Bolsonaro, está se tornando progressivamente irrelevante na definição da agenda política nacional, o que é um fenômeno exótico em se tratando de um regime presidencialista – e potencial gerador de incertezas para investidores e cidadãos em geral”.

Click Política



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