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domingo, 1 de abril de 2018

Economista tucano propõe corte de salário e demissão de servidores públicos


Economista tucano propõe corte de salário e demissão de servidores públicos

Economia  01/04/2018


“O governo, quando se vê com excesso de gasto com funcionalismo, não tem como resolver diante da norma constitucional da irredutibilidade dos salários nominais e a garantia de emprego dos funcionários públicos. 

Isso precisa ser resolvido: ou permitir que salários sejam reduzidos ou que possam ser demitidos quando se tornarem ociosos, desnecessários ou excessivamente custosos”, diz o economista Edmar Bacha, um dos formuladores do PSDB

247 – Em entrevista à jornalista Renata Agostini, o economista Edmar Bacha, um dos formuladores do PSDB, defende a redução dos salários do funcionalismo público ou a possibilidade de demissões. “As receitas já vêm pré-amarradas.

 Temos de dar mais flexibilidade. 

Outro problema é que o governo, quando se vê com excesso de gasto com funcionalismo, não tem como resolver diante da norma constitucional da irredutibilidade dos salários nominais e a garantia de emprego dos funcionários públicos. 

Isso precisa ser resolvido: ou permitir que salários sejam reduzidos ou que possam ser demitidos quando se tornarem ociosos, desnecessários ou excessivamente 
custosos”, diz ele.



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domingo, 28 de janeiro de 2018

Temer espera aprovar reforma da previdência em fevereiro

Temer espera aprovar reforma da 
previdência em fevereiro
28/01/2018
 
Via VEJA

O presidente Michel Temer reiterou que espera que a reforma da Previdência seja aprovada em fevereiro e voltou a afirmar que não será candidato à Presidência em 2018. 

Ele foi um dos entrevistados no programa de estreia do apresentador Amaury Jr. na Band, na madrugada deste domingo, 28.
A conversa foi gravada no Palácio da Alvorada, em Brasília, e manteve o tom ameno e sem grandes provocações. 
Ao ser perguntado genericamente, sobre a Lava Jato, o presidente disse que a operação está cumprindo seu papel regularmente e que todas as instituições funcionam “com tranquilidade”.
  
A entrevista faz parte de uma ação do Planalto para divulgar e tentar popularizar a reforma da Previdência. 
Neste domingo, o presidente será entrevistado pelo apresentador e dono do SBT, Silvio Santos. Na segunda-feira, estará no programa do Ratinho, também no SBT.
 
Em clima descompromissado, Temer disse que seu prato preferido é arroz, feijão, batata, ovo e bife e que, “embora não seja de beber”, gosta de caipirosca. 
Também contou como conheceu a primeira-dama, Marcela Temer, e disse ser “apaixonado, mas não ciumento”.

Sem entrar em detalhes, o presidente disse que está bem de saúde e que tem feito caminhadas regularmente. 
Temer mostrou ainda preocupação com as chamadas “fake news” e contou ao apresentador já ter sido vítima desse tipo de ação virtual. 
Como exemplo, citou uma tese de que seria satanista. Segundo o presidente, essa notícia teria sido espalhada durante uma campanha eleitoral.
  Ao ser perguntado sobre uma gafe que tenha cometido, Temer lembrou que, em visita à Noruega, declarou que teria uma reunião com o rei da Suécia. O apresentador Amaury Jr., por sua vez, sugeriu ao presidente uma festa black-tie nos jardins do Palácio da Alvorada.

P.S do Falandoverdades: 

Temer irá gastar mais de 43 bilhões para viabilizar a reforma da previdência (leia-se comprar apoio e votos para aprovar a reforma) e o fato mais interessante que conecta a condenação de Lula a Reforma da previdência é que a Rádio CBN diz que com Lula fora das eleições ou preso ficaria mais fácil aprovar as reformas  que na realidade retiram direitos do cidadão brasileiro como a reforma da previdência e muito em breve se fala até na reforma salarial, que irá diminuir o salário dos servidores públicos em todo país.
 



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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Temer envia ao Congresso projeto que pune greves com prisão

13/2/2017 14:29
Temer envia ao Congresso projeto que pune greves com prisão
 

O presidente Michel Temer anunciou nesta segunda-feira (13) que o governo enviará ao Congresso Nacional um projeto de lei para regulamentar o direito de greve de servidores públicos, incluindo policiais civis, funcionários de saúde e educação.

A informação foi passada pessoalmente por Temer em uma declaração à imprensa, quando ressaltou que o projeto não envolve as forças militares, que são proibidas pela Constituição de entrar em greve ou formarem sindicatos.


"Pela Constituição, certos serviços essenciais não podem ficar paralisados. E até hoje, embora haja muitos projetos correndo pelo Congresso Nacional, nós vamos adicionar mais um projeto para que possa ser examinado pelo Congresso Nacional", afirmou.

O direito de greve está previsto na Constituição, mas a regulamentação nunca foi feita. As decisões sobre greves em áreas consideradas essenciais, como segurança e saúde, costumam ser resolvidas em ações na Justiça.

Violência no ES

Apesar de não ter relação direta com a crise de segurança no Espírito Santo, o projeto tenta prevenir que outras áreas de segurança, como guardas municipais e policiais civis também criem movimentos em um momento em que vários Estados passam por fortes crises financeiras. Além disso, o governo teme movimentos generalizados nas demais áreas de atendimentos essenciais, como educação e saúde.

"Eu ressalto que isso não tem nada a ver com o que aconteceu no Espírito Santo, que as forças federais lá estiveram com vistas ao restabelecimento da lei e da ordem, porque as polícias militares, por disposição constitucional, não podem fazer greve e nem sindicalizar-se", disse o presidente.

"Eu volto a dizer que, no caso desta última declaração, o governo federal resolveu colocar as Forças Armadas à disposição de toda e qualquer hipótese de desordem nos Estados da federação brasileira."

O Palácio do Planalto avalia que o movimento no Espírito Santo vem perdendo força, de acordo com a Reuters, e que não devem ser necessárias novas medidas além do envio da Força Nacional e das Forças Armadas. O ministro da Justiça interino, José Levi do Amaral Júnior, voltou a Vitória para acompanhar a situação.

MAIS


Fonte: Folha