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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Silas Malafaia é indiciado pela PF por lavagem de dinheiro

Silas Malafaia é indiciado pela PF por lavagem de dinheiro
Pastor evangélico é suspeito de apoiar ocultação de recursos de esquema de corrupção envolvendo a cobrança judicial de royalties de exploração mineral
Por Da redação
Access_time24 fev 2017, 10h47 - Atualizado em 24 fev 2017, 12h22
 O pastor Silas Malafaia durante a Comissão Especial da Câmara sobre o Estatuto da Família, em Brasília
O pastor Silas Malafaia (Rodrigues Pozzebom/)

O pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, ligada à Assembleia de Deus, foi indiciado pela Polícia Federal na Operação Timóteo por lavagem de dinheiro. 

Em 16 de dezembro do ano passado, o pastor já havia sido alvo de um mandado de condução coercitiva – quando o investigado é levado a depor e liberado.

A Operação Timóteo investiga um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral (65% 
da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM – tem como destino os municípios).

Malafaia é suspeito de apoiar a lavagem do dinheiro do esquema e ter recebido dinheiro do principal escritório de advocacia investigado na operação. A polícia ainda tenta esclarecer se o religioso emprestou contas correntes de uma instituição evangélica sob sua influência com a intenção de ocultar a origem ilícita dos valores.

A condução coercitiva provocou a ira de Malafaia. No dia da operação, em sua conta no Twitter, colérico, o pastor publicou mensagens, áudio e vídeo negando as suspeitas levantadas pela investigação. “Eu sei o poder das trevas”, afirmou em áudio.

O nome da operação é referência a uma passagem do livro Timóteo na Bíblia: 

“Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem 
na ruína e na destruição”.

(Com Estadão Conteúdo)





segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Silas Malafaia pode ser preso por ser receptor de dinheiro de sujo dos rouyalties

Silas Malafaia pode ser preso por ser receptor de dinheiro de sujo dos                                     rouyalties
Publicado em 20/12/2016 às 12h18. Atualizado em 27/12/2016
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Malafaia participa de lavagem de dinheiro ao receber valores do principal escritório de advocacia responsável pelo esquema. 

O diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Marco Antonio Valadares Moreira, e a mulher dele também foram presos pela PF.

A ação dos federais ocorre em 11 Estados e no Distrito Federal. 

Os policiais fazem buscas e apreensões em 52 diferentes endereços relacionados com uma organização criminosa investigada por um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral (65% da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais - CFEM - tem como destino os municípios).

A Operação Timóteo começou ainda em 2015, quando a então Controladoria-Geral da União enviou à PF uma sindicância que apontava incompatibilidade na evolução patrimonial de um dos diretores do DNPM.

“Entre uns dos investigados por esse apoio na lavagem do dinheiro está Silas Malafaia liderança religiosa, que recebeu valores do principal escritório de advocacia responsável pelo esquema. esse líder religioso emprestou contas correntes de uma instituição religiosa sob sua influência, com a intenção de ocultar a origem ilícita dos valores”.

A Operação Timóteo teve início em 2015, quando a então Controladoria-Geral da União enviou à PF uma sindicância que indicava incompatibilidade na evolução patrimonial de um dos diretores do DNPM. Apenas essa autoridade pública pode ter recebido valores que ultrapassam os R$ 7 milhões.

O pastor Silas Malafaia utilizou o Twitter para criticar o deputado federal Eduardo Bolsonaro pela devolução (através de uma ação judicial do deputado) das “10 Medidas contra a corrupção” para o Senado. 

Bolsonaro acusou o Congresso de transformar um projeto de iniciativa popular em uma lei para colocar medo em juízes e procuradores da Operação Lava Jato. Ainda não se sabe por que a medida incomodou tanto o pastor Silas Malafaia, mas muitos de seus seguidores estranharam sua reação. Segundo Malafaia, a medida foi "covarde e oportunista".

A investigação estava de olho no esquema de corrupção em cobranças de royalties de exploração de minérios e Malafaia já se tornou um dos principais suspeitos de ajudar na lavagem de dinheiro do tal esquema, já que recebeu quantias do mais importante escritório de advocacia investigado na operação. 

A suspeita a ser esclarecida pelos policiais é que o pastor pode ter “cedido” algumas de suas contas pertencentes a algumas de suas igrejas com a intenção de esconder a origem criminosa das quantias.