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sábado, 3 de julho de 2021

Milhares tomaram Astrazeneca vencida, confira os lotes e saiba se você foi um:

SUED E PROSPERIDADE

03/07/2021

Milhares tomaram Astrazeneca vencida, confira os lotes e saiba se você foi um:

02/07/2021

Mais incompetência, descaso e crime do governo Bolsonaro. Cerca de 26 mil brasileiros tomaram a vacina astrazeneca vencida, que foram aplicadas em 1523 munícipios. Confira os lotes :

Ao menos 26 mil brasileiros foram vacinados com a vacina Astrazeneca vencida e terão que passar por “recall’ da vacinação.

Não bastasse as propinas e negociatas do governo Bolsonaro com vacinas, agora é caso sério de risco á saúde e segurança dos brasileiros, com aplicação de vacinas vencidas.

Os dados constam de registros oficiais do Ministério da Saúde. Até o dia 19 de junho, os imunizantes com o prazo de validade expirado haviam sido utilizados em 1.532 municípios brasileiros, as informações são do jornal Folha de São Paulo.

A cidade que mais teve caso de vacinas vencidas, foi a cidade de Maringá, o reduto de Ricardo Barros, líder do governo e envolvido no escândalo de corrupção da Covaxin. Em Maringá cerca de 3.536 pessoas tomaram as vacinas vencidas.

Depois aparecem Belém (PA), com 2.673, São Paulo (SP), com 996, Nilópolis (RJ), com 852, e Salvador (BA), com 824. As demais cidades aplicaram menos de 700 vacinas vencidas, sendo que a maioria não passou de dez doses.

Além disso, outras 114 mil doses da vacina AstraZeneca que foram distribuídas a estados e municípios dentro do prazo de validade já expiraram. Não está claro se foram descartadas ou se continuam sendo aplicadas.

O lote pode ser conferido na carteira individual de vacinação.

Quem tiver recebido uma dose de um desses oito lotes de AstraZeneca após a data de validade deve procurar uma unidade de saúde para orientações e acompanhamento.

4120Z001– VENCIMENTO – 29 DE MARÇO

4120Z00   – VENCIMENTO- 13 DE ABRIL

4120Z005– VENCIMENTO – 14 DE ABRIL

CTMA V501– VENCIMENTO- 30 DE ABRIL

CONTINUA

Rosa Weber autoriza investigação contra Bolsonaro por prevaricação

02/07/2021

A Ministra do STF, Rosa Weber, autorizou na noite dessa sexta-feira (02), investigação contra o presidente Jair Bolsonaro, por possível prevaricação no caso de corrupção da Covaxin. O presidente será investigado pelo STF.

Jair Bolsonaro será investigado diretamente por sua conduta diante da suspeita de corrupção da vacina Covaxin.

A Ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, autorizou a abertura de inquérito contra o presidente, por suposta prevaricação no caso Covaxin, ou seja, quando ele sabia sobre os esquemas, mas nada fez.

O inquérito foi aberto, logo após a Procuradoria Geral da República solicitar.

“A hipótese criminal aventada envolve a suspeita de prática, pelo Chefe do Poder Executivo da União, de crime funcional contra a Administração Pública, consistente no possível retardamento indevido de ato de ofício, para efeito de satisfazer interesse ou sentimento pessoal, a sugerir o enquadramento dessa eventual conduta no tipo penal descrito no art. 319 do CP”, disse Rosa Weber.

“A pretensão investigativa apoia-se em elementos iniciais coletados no âmbito de Comissão Parlamentar de Inquérito em curso no Senado da República (CPI da Pandemia), a exemplo dos testemunhos prestados pelo Deputado Federal Luis Claudio Fernandes Miranda e por seu irmão, Luis Ricardo Miranda, cujo teor indiciário embasa a hipótese criminal a ser investigada, porquanto indicativo de possível conduta que, ao menos em tese, se amolda ao preceito primário de incriminação tipificado no artigo 319 do Código Penal, sem prejuízo de outros ilícitos que possam vir a ser desvendados no curso das apurações”, continuou.

“Defiro o pedido da Procuradoria-Geral da República, para autorizar (i) a instauração de inquérito destinado à investigação penal dos fatos noticiados na peça inicial (evento 01), relacionados ao Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro; bem como (ii) a realização das diligências indicadas na promoção ministerial”, concluiu.

Mais um cerco que se fecha contra Bolsonaro, mais uma investigação, que agora o atinge diretamente.


Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Juristas protocolam no MPF representação criminal contra Moro


Juristas protocolam no MPF representação criminal contra Moro

3 hours ago 15/08/2018 Denúncias

 


Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) pede que o MPF apure os crimes de prevaricação e abuso de autoridade de Moro no episódio em que atuou para manter o ex-presidente Lula preso, desacatando uma ordem judicial de um magistrado hierarquicamente superior

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) protocolou no Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR), nesta terça-feira (14), uma representação criminal contra o juiz Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato em Curitiba. 

Na notícia crime, os juristas pedem ao órgão que apure os supostos crimes de prevaricação e abuso de autoridade no episódio do dia 8 de julho em que o juiz atuou para manter o ex-presidente Lula preso, desrespeitando uma ordem de soltura despachada por um magistrado hierarquicamente superior, o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

“Como se sabe, pratica o crime de prevaricação, nos termos do art. 319 do Código Penal aquele que retarda ou deixa de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou o pratica contra a disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”, escreveram os juristas ao contextualizar o crime que Moro, supostamente, cometeu.

“A inapropriada intervenção, através do despacho, contrapondo-se à ordem emanada por Tribunal ao qual se encontra hierarquicamente submetido, constitui-se em retardamento de ato de ofício, visto que o não cumprimento da ordem pela autoridade policial se deu, indubitavelmente, em virtude de tal intromissão”, explicou a associação.

Os juristas destacaram ainda, outro aspecto na conduta de Moro que configura o “interesse pessoal” em não cumprir o ato de ofício que sustenta o crime de prevaricação: o juiz deixou suas férias para despachar contra a decisão do desembargador de soltar Lula.

“O comportamento adotado pelo juiz Sérgio Fernando Moro, no curso de toda a Ação Penal que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumindo-se como parceiro do Ministério Público, sem qualquer isonomia de tratamento às partes, além de aponta indubitavelmente para a ausência de isenção exigida ao magistrado que julgar, dão conta que estabeleceu

 que estabeleceu com o réu uma relação de inimizade, o que motivou seu despacho sem ter jurisdição no caso, e explica a finalidade de sua conduta para satisfazer interesses pessoais e os abusivos atos extrajudiciais, determinando à autoridade policial que não cumprisse a decisão que, como já dito, emanou de autoridade que lhe era hierarquicamente superior”, 
escreveram os juristas, que adicionaram ainda outros fatos que demonstram a parcialidade do juiz.


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