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sábado, 3 de agosto de 2019

MINISTRO DEFENDE CELERIDADE NO JULGAMENTO DO HABEAS CORPUS DE LULA E DIZ QUE AINDA NÃO TEM OPINIÃO FORMADA SOBRE O PROCESSO


MINISTRO DEFENDE CELERIDADE NO JULGAMENTO DO HABEAS CORPUS DE LULA E DIZ QUE AINDA NÃO TEM OPINIÃO FORMADA SOBRE O PROCESSO

Escrito por Portal Click Política 3 de agosto de 2019

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Imagem do Google

Depois de dar o voto mais contundente no julgamento em que o Supremo Tribunal Federal contrariou o Palácio do Planalto e manteve a demarcação de terras indígenas com a Funai, o decano da Corte, ministro Celso de Mello, disse ao Estado que o presidente Jair Bolsonaro “minimiza perigosamente” a importância da Constituição e “degrada a autoridade do Parlamento brasileiro”, ao reeditar o trecho de uma medida provisória que foi rejeitada pelo Congresso no mesmo ano. 

“Ninguém, absolutamente ninguém, está acima da autoridade suprema da Constituição da República”, afirmou.

Ao longo dos últimos meses, o decano se tornou o principal porta-voz do Supremo em defesa das liberdades individuais e de contraponto às posições do governo. 

Alvo de um pedido de impeachment após votar para enquadrar a homofobia como crime de racismo, Celso de Mello disse que a Corte não se intimida com manifestações nas ruas ou ameaças de parlamentares.

 “Pedidos de impeachment sem causa legítima não podem ter e jamais terão qualquer efeito inibitório sobre o exercício independente pelo Supremo Tribunal Federal de suas funções”, disse.

É do decano o voto considerado decisivo no julgamento da Segunda Turma do Supremo em que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusa o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, de agir com parcialidade ao condenar o petista no caso do triplex do Guarujá (SP). 

O ministro defendeu celeridade na análise do habeas corpus do ex-presidente, mas disse que sua convicção sobre o tema não está formada. 

Celso de Mello falou ao Estado após a sessão plenária de na quinta-feira, 1º.

É fundamental o respeito por aquilo que se contém na Constituição da República. Esse respeito é a evidência, é a demonstração do grau de civilidade de um povo. 

No momento em que as autoridades maiores do País, como o presidente da República, descumprem a Constituição, não obstante haja nela uma clara e expressa vedação quanto à reedição de medida provisória rejeitada expressamente pelo Congresso Nacional, isso é realmente inaceitável. 

Porque ofende profundamente um postulado nuclear do nosso sistema constitucional, que é o princípio da separação de Poderes. 

Ninguém, absolutamente ninguém, está acima da autoridade suprema da Constituição da República.

O senhor deu um voto contundente, apontando “perigosa transgressão” ao princípio da separação dos Poderes. 

O Supremo também contrariou o Planalto ao proibir o governo de extinguir conselhos criados por lei e foi criticado pelo presidente Jair Bolsonaro por enquadrar a homofobia e a transfobia como racismo.

Aqui (na demarcação de terras indígenas) a clareza do texto constitucional não permite qualquer dúvida, é só ler o que diz o artigo 62, parágrafo 10 da Constituição da República 
(o texto diz que é vedada a reedição, na mesma sessão legislativa, de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo). 

No momento em que o presidente da República, qualquer que ele seja, descumpre essa regra, transgride o princípio da separação de Poderes, ele minimiza perigosamente a importância que é fundamental da Constituição da República e degrada a autoridade do Parlamento brasileiro.

 A finalidade maior da Constituição é estabelecer um modelo de institucionalidade que deva ser observado e que deva ser respeitado por todos, pois, no momento em que se transgride a autoridade da Constituição da República, vulnera-se a própria legitimidade do estado democrático de direito.

Click Política com conteúdo do Estadão.


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domingo, 7 de maio de 2017

POLICIAL ACUSA: TEMER APARELHA O ÓRGÃO POR VOTOS NA PREVIDÊNCIA

POLICIAL ACUSA: TEMER APARELHA O ÓRGÃO POR VOTOS NA PREVIDÊNCIA


O superintendente da Polícia Rodoviária Federal de Santa Catarina, Fabrício Colombo, fez uma denúncia bombástica: acusou o governo de Michel Temer de aparelhar o órgão, em troca de votos para a reforma da Previdência; em razão disso, ele decidiu pedir demissão e gravou um vídeo em que aponta o aparelhamento; "A gente já vinha sofrendo várias pressões políticas. E isso não é algo que coaduna com o que eu imagino como ideal para a sociedade. Eu acho que a polícia não pode estar vinculada a nenhum tipo de política. Para mim, pela constituição, polícia é órgão de Estado e não de governo", disse ele; antes de Fabrício, o ex-presidente da Funai, Antônio Fernandes Toninho Costa, também se demitiu, alegando não haver espaço para pessoas honestas no governo Temer; confira o vídeo do policial demissionário

7 DE MAIO DE 2017 ÀS 09:28

247 – O superintendente da Polícia Rodoviária Federal de Santa Catarina, Fabrício Colombo, fez uma denúncia bombástica: acusou o governo de Michel Temer de aparelhar o órgão, em troca de votos para a reforma da Previdência.

Em razão disso, ele decidiu pedir demissão e gravou um vídeo em que aponta o aparelhamento. 

"A gente já vinha sofrendo várias pressões políticas. E isso não é algo que coaduna com o que eu imagino como ideal para a sociedade. Eu acho que a polícia não pode estar vinculada a nenhum tipo de política. Para mim, pela constituição, polícia é órgão de Estado e não de governo", disse ele.

Antes de Fabrício, o ex-presidente da Funai, Antônio Fernandes Toninho Costa, também se demitiu, alegando não haver espaço para pessoas honestas no governo Temer (leia aqui).

Abaixo, reportagem do Diário Catarinense sobre o caso:

Superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Santa Catarina havia um ano, Fabrício Colombo pediu exoneração do cargo número 1 da instituição no Estado. 

O policial alegou descontentamento em função de mudanças nos cargos federais orquestradas pelo Palácio do Planalto e que ocorreriam em troca de votos para a aprovação da Reforma da Previdência. 

Colombo deixa a função principal da PRF e volta a ser inspetor. Quem assume de forma interina a cadeira é Admar Luciano Filho. No entanto, a nomeação efetiva de um chefe para a PRF está sendo negociada por autoridades catarinenses. 

A exoneração do agora ex-superintendente foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira. 

Antes mesmo da divulgação de trocas nas cadeiras da força policial rodoviária, Colombo afirmou que chegou a receber convites de políticos para vincular o cargo de superintendente a partidos que apoiam o atual governo federal. 

— A gente já vinha sofrendo várias pressões políticas. E isso não é algo que coaduna com o que eu imagino como ideal para a sociedade. Eu acho que a polícia não pode estar vinculada a nenhum tipo de política. Para mim, pela constituição, polícia é órgão de Estado e não de governo — confirmou. 

Além de Santa Catarina, a mudança na superintendência da PRF já foi sinalizada em outros Estados. 

No Rio Grande do Sul, o inspetor Pedro de Souza da Silva deixou o comando para dar lugar a João Francisco Ribeiro de Oliveira, indicado por um deputado do PMDB gaúcho. 

A alteração também aconteceu no Espírito Santo e no Mato Grosso, segundo o ex-superintende em SC.

Confira acima o vídeo do policial demissionário.