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sábado, 28 de dezembro de 2019

Bolsonaro vai cobrar 580 mil estudantes que devem o FIES


Bolsonaro vai cobrar 580 mil estudantes que devem o FIES

6 hours ago Perda de direitos 28/12/2019

 
O presidente Jair Bolsonaro dá posse ao novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, em cerimônia no Palácio do Planalto.

Em um ataque frontal á população brasileira que está em momento de perdas salariais e financeiras, o governo Bolsonaro anuncia que irá a Justiça acionar 580 mil estudantes que estão em débito com o FIES ( Fundo de Financiamento Estudantil). 

Muitos desses estudantes não conseguiram empregos formais ao se formar, a atitude é mais um ataque a universalização da educação, no entanto o ataque também deve atingir os empresários e tubarões do ensino privado.

O Ministério da Educação (MEC) mudou as regras do FIES para poder cobrar cerca de 584 mil estudantes que estão em débito com o programa em mais de um ano.

As informações são do jornal Estado de São Paulo e mostram que Bolsonaro publicou nessa sexta-feira (27) no DOU, para a cobrança judicial de 584 mil estudantes que estão a um ano em débitos atrasados com o programa.

O FIES financia os estudos de um estudante com juros bem menores que os praticados pelo mercado e dá um tempo de 18 meses após a formatura para o estudante começar a pagar o programa.

Empresários do setor privado temem que o governo Bolsonaro, use  a alta inadimplência no programa para desidratar o programa, o que trará prejuízos as faculdades privadas também.

A nova resolução também vai DIMINUIR PELA METADE o número de financiamentos estudantis, serão financiados apenas 54 mil financiamentos a partir de 2021.

Se o povo quiser estudar, que apele ao pastor que apoia o Bolsonaro…. Ou ao Bispo de Igreja que tem TV…

Além disso a nota para ter acesso ao programa passou a ser maior, 400 pontos na Redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), antes só se exigia não zerar a prova de redação e pontuação miníma de 450 pontos em Português.

“O aluno de família de baixa renda não consegue alcançar essa nota e fica fora do programa. 

E é esse jovem que também não consegue entrar em uma universidade pública”, afirma Sólon Caldas, da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (Abmes).

As novas regras dificultarão bastante o acesso dos estudantes de baixa renda ás universidades, afinal um povo ignorante e sem acesso a educação é uma boa para o bolsonarismo e pastores bolsonaristas…


CONTINUA

EX- JUIZ DESMORALIZADO: TACLA DURAN POSTA COMENTÁRIO EM REDE SOCIAL E CHAMA MORO DE “DESLUMBRADO”; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 27 de dezembro de 2019

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Imagem do Google

Ex-advogado da Odebrecht, afirmou no Twitter nesta sexta-feira (27) que o ministro Sérgio Moro é “um mimado, deslumbrado, inebriado por uma ambição política”. 

O comentário foi uma resposta a um tuíte de Moro criticando a lei de criação do Juiz de Garantias.

Em resposta ao pacote anti-crime aprovado pelo presidente Bolsonaro na última terça-feira (24), Moro fez um tuíte que criticava a determinação feita em relação às comarcas que apresentam hoje apenas um juiz. 

“Nas comarcas com um juiz apenas (40 por cento do total) será feito um ‘rodízio de magistrados’ para resolver a necessidade de outro juiz. 
Para mim é um mistério o que esse ‘rodízio significa’. Tenho dúvidas se alguém sabe a resposta”, escreveu.

Sobre isso, o advogado Augusto de Arruda Botelho respondeu, com uma explicação didática, que juízes de comarcas vizinhas alternariam as funções: 
“Nos processos do Juiz da X o da Y será o juiz das garantias e nos processos do juiz da Y, o das garantias será o da X”.

Tacla Duran, então, respondeu o comentário afirmando que Moro estaria criando dificuldades porque esse aspecto do pacote não teria sido combinado antes com ele. 

“O ‘Russo’ é um mimado, deslumbrado, inebriado por uma ambição política que o leva a crer que o poder é eterno”, tuitou, 
usando o apelido do ex-juiz da Lava Jato.

Click Política


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segunda-feira, 21 de maio de 2018

O GOLPE SÓ CAUSOU DESGRAÇA: Com Governo Temer-PSDB, 170 Mil Estudantes Abandonam Universidade


O GOLPE SÓ CAUSOU DESGRAÇA: Com Governo Temer-PSDB, 170 Mil Estudantes Abandonam Universidade

Por Redação Click Política Em 21 maio, 2018


De acordo com levantamento divulgado pelo IBGE, a evasão universitária aumentou 47,8% entre 2016 e o ano passado; governo golpista também atacou o Fies. 

A cada novo processamento das informações divulgadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios — PNAD Contínua — aumenta a constatação do rastro de destruição e desmantelamento de todos os programas e políticas públicas bem sucedidas dos governos de Lula e Dilma.

Na última sexta-feira (18), o instituto revelou que a evasão universitária aumentou 47,8% entre 2016 e o ano passado, montante que representa que mais de 170 mil brasileiros com idades de 19 a 25 anos que abandonaram a graduação.

Além disso, o governo golpista também restringiu o acesso ao Fies, mecanismo de financiamento ao ensino superior em instituições privadas. 

Em 2017, foram 98,9 mil contratos, número irrisório se comparado ao de 2014, quando foram pactuados 732,7 mil financiamentos.

Criado em 1999, o Fies ganhou relevância em caráter nacional a partir de 2010, durante gestão do ex-presidente Lula. 

Naquele ano, foram reduzidos os juros do financiamento de 9% para 3,4% ao ano, e o prazo de carência foi estendido de seis para 18 meses, contados a partir da conclusão do curso. 

Após a implantação das mudanças, foram firmados mais de 1,16 milhão de contratos pelo Fies até 2014.

*Com informações da Agência PT de Notícias


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sábado, 1 de abril de 2017

ESTRANHO: Repasse de recursos do governo para faculdade de Gilmar Mendes aumenta assustadoramente; SAIBA!

ESTRANHO: Repasse de recursos do governo para faculdade de Gilmar Mendes aumenta assustadoramente; SAIBA!
1 de abril de 2017
 

Os repasses do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) para o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público) aumentaram 1.766% entre 2014 e 2016. 

A instituição tem entre seus sócios Gilmar Mendes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Em 2014, ele chegou a criticar o governo da então presidenta Dilma Rousseff por ter aumentado os recursos do programa em ano eleitoral.

De acordo com o Portal da Transparência, do governo federal, os repasses do Fies – que prevê o financiamento para estudantes do ensino superior que não tenham condições de pagar a mensalidade em faculdades privadas – no IDP saíram de R$ 75 mil em 2014 para R$ 1,4 milhão em 2016, um acréscimo de 1.766%.

Para estabelecer uma comparação, o grupo Anhanguera Educacional, um dos maiores participantes do programa, passou por um aumento de 13% no mesmo período.

Com informações do UOL



sexta-feira, 3 de março de 2017

URGENTE: PMDB diz que sem reforma da Previdência, acabam Bolsa Família e programas sociais

URGENTE: PMDB diz que sem reforma da Previdência, acabam Bolsa Família e programas sociais
Reuters3 de março de 2017
 O hoje presidente Michel Temer discursa em convenção do PMDB em 2007
O hoje presidente Michel Temer discursa em convenção do PMDB em 
2007 11/03/2007 REUTERS/Jamil Bittar

SÃO PAULO (Reuters) - O PMDB usou o perfil oficial do partido no Facebook para afirmar que, caso a reforma da Previdência não seja aprovada pelo Congresso Nacional, não haverá mais Bolsa Família e mais nenhum outro programa social.

Em imagem divulgada na rede social, tendo como fundo uma cidade em ruínas, o partido do presidente Michel Temer afirma: "Se a reforma da Previdência não sair tchau Bolsa Família, Adeus Fies, sem novas estradas, acabam os programas sociais".

O texto que acompanha a imagem usa a hashtag #PraCegoVer e afirma que o país não terá investimentos caso o sistema previdenciário não seja reformado.

"Um país sem o investimento mínimo necessário em saneamento básico; sem melhorias em estradas, portos e aeroportos e com cortes nos programas sociais fundamentais. Para evitar que este seja o cenário do Brasil no futuro, é necessário reformar a Previdência, que hoje está em crise e ameaça as melhorias que o país tanto precisa", afirma o PMDB.

A reforma da Previdência é a principal pauta legislativa de Temer e o governo federal lançou uma campanha com propagandas na TV, rádio e outros locais para defender a necessidade nas mudanças.

O tema, no entanto, é naturalmente político e alguns pontos da proposta do governo, como a idade mínima de 65 anos para se aposentar e a necessidade de se trabalhar por 49 anos para obter o benefício integral, tem sido alvo dos que criticam a reforma.

O texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviado pelo governo para reformar a Previdência tem encontrado resistência até mesmo de membros da base parlamentar de apoio a Temer que tem defendido que o Legislativo altere o texto encaminhado pelo Executivo.

O governo Temer, que no ano passado aprovou no Congresso um teto para os gastos públicos, argumenta que a reforma da Previdência é uma medida de austeridade fundamental para reequilibrar as contas públicas.

(Reportagem de Eduardo Simões)