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sábado, 18 de março de 2017

Pessoas que achavam que filho de Lula era dono da Friboi sofriam de doença causada por carne estragada

17 Mar, 2017
 

Depois da operação “Carne Fraca” realizada pela Polícia Federal (PF), que revelou esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos, que vendiam carne estragado, médicos descobriram que brasileiros que comiam carne estragada, sofriam de uma doença classificada como “zumbização”.

O doença fazia com que as pessoas saiam pelas ruas sem rumo gritando coisas sem nexo, como “intervenção militar”, ou com dificuldade de raciocínio, que causava conclusões confusas como achar que o filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era dono da Friboi, empresa que também foi alvo da “Carne Fraca”.

Segundo a polícia, a “Carne Fraca” é, em números, a maior operação já realizada pela PF no país. Pela manhã, funcionários do ministério foram detidos.

A operação envolve grandes empresas do setor, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas, mas também frigoríficos menores, como Mastercarnes, Souza Ramos e Peccin, do Paraná, e Larissa, que tem unidades no Paraná e em São Paulo.

Os médicos disseram já terem encontrado a cura para a doença “zumbização”. 

As pessoas infectadas com carne estragadas só precisa retomar uma alimentação saudável e ler livros de história, para reativar o cérebro.






segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Dono Da Friboi Ironiza Boatos Sobre Filho De Lula

Dono Da Friboi Ironiza Boatos Sobre                               Filho De Lula
POSTADO POR: FÁTIMA MIRANDA - 12:34:00  02/01/2017
 

Verdadeiro dono da Friboi ironiza boatos que circulam nas redes sociais sobre o filho de Lula ser proprietário da indústria de alimentos. “Eu nunca vi o Lulinha na minha vida. Não sei nem se existe”

Pragmatismo Político - O empresário José Batista Júnior negou qualquer relação empresarial do grupo JBS, que controla a Friboi, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou com seu filho, Fábio Luis, o Lulinha. Ele ironiza os boatos que insinuam uma ligação entre as famílias. Esclarece que os rumores não passam de intriga.

“Muito tempo atrás, nós éramos laranjas do Iris. Aí o Iris perde para o Marconi, e aí vieram me perguntar: e agora é do Marconi? Agora estão dizendo que o Friboi é do Lula. Isto é intriga da oposição. Eu nunca vi o Lulinha na minha vida”, comentou.

Batista, que almejou ser candidato ao governo de seu estado no lugar de Rezende, disse ainda que a “JBS é da família e dos acionistas do mundo inteiro”. “Imagina que coisa horrível as pessoas colocarem em uma rede social uma coisa dessas. 

Não existe fundamento algum. Isso é a oposição, querendo derrubar o Lula, querendo colocar uma empresa multinacional que hoje é exemplo para o Brasil, envolvida em uma situação dessas. Olha, onde chega a maldade dentro de uma questão política. Não existe absolutamente nada”, completou.

José Batista Júnior controla o grupo junto com seus dois irmãos, Joesley Batista e Wesley Batista. A empresa foi fundada em 1953 pelo seu pai, José Batista Sobrinho.
Inapto para a política

Devido a declarações intempestivas, José Júnior, ou Júnior Friboi, é considerado inapto para a política. Nas eleições de 2014, Friboi esnobou o PT do ex-prefeito de Anápolis Antônio Roberto Gomide.

“O PMDB não tem que esperar o PT. O PT não pode impor o candidato do PMDB. Não tem que esperar nada”, disse à época.
Financiamento político

O Grupo JBS é tradicionalmente um dos maiores financiadores de campanhas eleitorais no País, concorrendo na mesma faixa de investimentos de bancos como o Itaú e Bradesco, ou empreiteiras como Odebrecht, Camargo Correia, OAS e Andrade Guitierrez.

Neste sentido, Júnior Friboi mostra-se favorável ao financiamento do modelo atual que permite o financiamento empresarial das campanhas eleitorais no Brasil. Júnior, ele próprio doador de campanhas políticas, acredita que o financiamento das campanhas sempre existiu e sempre existirá.

“Desde que foi criado o mundo e a política, o sistema financeiro sempre interferiu na política, até porque não se faz política sem doações, dinheiro, capital. 

Sobre reforma política, eu sou favorável ao financiamento público. Quem banca, bota banca. Quem financia tem direito de cobrar depois. Mas cobrar no bom sentido”, diz.