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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

GOVERNO DA CRUELDADE: Secretário de Temer pede mais morte em rebeliões e diz que ainda é pouco; CONFIRA!

GOVERNO DA CRUELDADE: Secretário de Temer pede mais morte em rebeliões e diz que ainda é pouco;                                                   CONFIRA!
6 de janeiro de 2017
 

secretário da Juventude do governo Michel Temer, fez uma declaração estarrecedora ao comentar o massacre carcerário em Manaus.

Bruno Júlio do PMDB, afirmou categoricamente: “Tinha era que matar mais” se referindo aos últimos episódios ocorridos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, com um saldo de 56 mortos no início do ano.

O secretário Nacional da Juventude do governo Michel Temer, foi mais além nas suas palavras, consideradas bruscas e de incentivo a violência dizendo: “Eu sou meio coxinha sobre isso. Sou filho de polícia né? Tinha era que matar mais. Tinha que fazer uma chacina por semana”.

Segundo as mesmas fontes, o mesmo é filho do ex-deputado cabo Júlio filiado ao PMDB, partido do Presidente da República.

As palavras do secretário Nacional da Juventude, foram criticadas duramente por políticos e líderes de movimentos, que isso demonstra o ódio, a prepotência e a arrogância dos que cercam o atual presidente e que isso demonstra que esse país não tem jeito com os que hoje estão aí a frente do mesmo.

Matéria do Jornalista Gil Silva




URGENTE: Novo massacre deixa 33 mortos em Roraima e Temer fica perdido

URGENTE: Novo massacre deixa 33 mortos em Roraima e Temer fica                                              perdido
6 de janeiro de 2017
 

Quatro dias após o massacre que vitimou 56 detentos no Complexo Penitenciária Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, o Brasil vê outra tragédia em presídio, envolvendo brigas de facções criminosas. 

A Sejuc (Secretaria de Justiça e Cidadania) de Roraima confirmou nesta sexta-feira a morte de 33 presos na Pamc (Penitenciária Agrícola de Monte Cristo), na zona rural de Boa Vista. O fato ocorreu por volta de 2h30.

A assessoria de imprensa do governo de Roraima afirmou que não houve uma rebelião. 

Os próprios detentos teriam provocado as mortes durante uma briga de facções. Ainda segundo o órgão, o tumulto envolveu presos do Comando Vermelho e do PCC (Primeiro Comando da Capital), facção mais numerosa na penitenciária.

Os massacres em Manaus e Boa Vista se tornaram mais um componente de crise para o governo de Michel Temer. 

O peemedebista passou dias calado sobre as mortes em Manaus e quando se manifestou acabou criando mais polêmica ao afirmar que se tratou de um acidente. 

Entidades, ONGs, organismos internacionais e até o papa Francisco criticam o Brasil devido à situação caótica nos presídios e cobram soluções das autoridades.