sexta-feira, 24 de junho de 2016

COBRA Portal 2012 - Atualização da Situação



Informação e conhecimento nunca é de mais.

OBRIGADO COBRA

Você está preparado(a) para se encontrar com eles?

02/06/2016 |   Compartilhe com a galáxia
ETs_chegando
As informações do artigo abaixo já ocorreram há algum tempo, mas vale a pena registrá-las aqui novamente, pois são importantes no contexto dos acontecimentos atuais. Aliás, representantes do Vaticano vêm falando sobre a possibilidade de vida extraterrestre já por alguns anos. Veja:

É possível que a humanidade possa estar à beira do mais importante momento de sua história: O contato com uma civilização extraterrestre pode ser iminente.
Até agora, isto tem sido o tópico de livros e filmes de ficção científica. Mas, cientificamente falando, o Universo é grande demais para manter somente uma civilização, a humana.
A procura por inteligência extraterrestre (SETI) começou no século passado, com muitos projetos que foram financiados pelo governo dos EUA e fontes privadas.  Por agora, nada ainda foi encontrado que venha a confirmar a existência de extraterrestres, ou, se algo já foi encontrado, não foi anunciado ao público. Contudo, planetas têm sido descobertos em nossa galáxia, os quais indicam similaridades com a Terra e possibilidades de vida nesses planetas.
Há alguns meses, de acordo com informação não comprovada, houve uma reunião de uma comissão da ONU, formada por membros permanentes do Conselho de Segurança, o qual lida com tais assuntos.  Foi pela primeira vez em muitos anos que o comitê tinha se reunido e, é claro, pouquíssimos humanos sabem o que foi discutido.
Então, algo muito importante aconteceu. Após a visita do Papa aos EUA, o periódico do Vaticano, “L’Osservatore Romano,” fez uma entrevista em 13 de maio de 2008, com o diretor do Observatório do Vaticano, Padre Gabriel Funes, intitulada “O extraterrestre é meu irmão”, na qual ele diz algumas coisas muito importantes.
Vejamos o conteúdo de sua entrevista:
Quando lhe foi perguntado sobre a possibilidade de vida extraterrestre, ele respondeu: “É possível, mesmo se até agora não tenhamos nenhuma prova. Mas certamente, em um Universo imenso, esta hipótese não pode ser excluída”.
Perguntado se ele vê contradição entre a fé católica e a crença em alienígenas, ele disse: “Acho que não há contradição. Bem como há multiplicidade de criaturas na Terra, também poderiam existir outros seres inteligentes, criados por Deus.  Isto não é uma contradição com nossa fé, porque não podemos estabelecer os limites da liberdade de criação de Deus. Para dizer isto com as palavras de São Francisco, se podemos considerar as criaturas da Terra como irmãos e irmãs, por que não poderíamos falar de um irmão alienígena?  Ele também pertenceria à criação”.
É importante mencionar que foi o Vaticano que emitiu uma declaração desse tipo.  E o Vaticano nunca faz nenhuma declaração, salvo haja uma razão para tal.
Objetivamente, não há razão para o Vaticano fazer tal declaração neste momento. Subjetivamente, pode haver uma razão, a qual a humanidade ainda não sabe a respeito.
Vamos ser mais concretos.
No passado, quando houve contatos entre civilizações na Terra, o que geralmente aconteceu foi que a mais forte influenciou ou absorveu a mais fraca, ou a mais fraca morreu.  Esta é uma das razões porque os Neandertais desapareceram e o Homo sapiens prevaleceu.  Se houver um contato entre a humanidade e uma civilização extraterrestre, as primeiras vítimas poderiam ser as religiões da Terra, se fosse provado que a existência de vida extraterrestre iria contradizer as religiões humanas.
Para prevenir o colapso das religiões humanas, que poderia levar ao caos e à perda do poder das instituições religiosas no planeta, o Vaticano deu um efetivo golpe preventivo, anunciando que tal contradição não existe.
Consequentemente, é possível que o contato entre a humanidade e uma civilização extraterrestre possa ser iminente e que os detalhes técnicos de tal encontro possam estar para serem concluídos.  Isto explicaria a declaração do Vaticano.
Se este for o caso, então todos os outros problemas do planeta se tornariam temporariamente irrelevantes, considerando-se a importância de tal contato.
Mas vamos esperar e ver.
Ponderem seu pensamentos, caros humanos, para seu próprio benefício.

Podemos discutir, sem pregações?

Temer joga pesado contra a mais combativa defensora de Dilma

24 de Junho de 2016
Alex Solnik 
:
Sempre que num caso policial havia dúvida a respeito do autor, Mino Carta costumava perguntar à redação: Qui prodest? (A quem interessa?)
A resposta, no caso dessa prisão de Paulo Bernardo e busca e apreensão em seu apartamento, que é uma residência oficial, pois sua mulher é a senadora Gleisi Hoffmann é uma só: interessa a Temer.

A visita do ministro da Justiça à sede da Lava Jato, em Curitiba, na terça-feira, é muito suspeita. E misteriosa, porque não havia motivo, a não ser passar ou receber informações sigilosas.
A desculpa de Alexandre de Moraes - de que foi até lá oferecer apoio - é uma história da carochinha. Para fazer isso ele não precisaria ir até lá. Poderia enviar um ofício, diretamente de seu gabinete.
Encontro pessoal dá ensejo a especulações de que o assunto era sigiloso. O ministro da Dilma jamais fez esse tipo de visita.
O fato de a iniciativa partir de São Paulo é outro indício de que a operação tem as digitais de Moraes, que foi secretário da Segurança Pública de São Paulo e tem fortes ligações com agentes da repressão do estado.
A intenção evidente foi atingir Gleisi, talvez a mais combativa militante pro-Dilma na comissão do impeachment. Não foi uma operação simplesmente policial, mas política. A primeira missão de Moraes em prol à permanência de Temer. Missão cumprida.
Não por acaso, na entrevista a Roberto D'Ávila, Temer afirmou que a onda de acusações a seus ministros iria parar.
É o caso de fazer uma investigação a respeito dessa investigação.
Temer não pode usar a polícia para influenciar a votação do impeachment, que foi a consequência evidente do que aconteceu hoje.

Além de cabalar votos, o governo está jogando pesado contra os senadores da comissão. Gleisi foi a primeira vítima.

Réu no STF, Bolsonaro poderá passar seis meses na cadeia. Tchau, querido!

Folha: Réu no STF, Bolsonaro poderá passar seis meses na cadeia. Tchau, querido!
24/06/2016
 
                          Imagem: Agência Brasil
Da Redação
O tresloucado, fascistoide e golpista deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) virou réu no STF e pode pegar de três a seis meses de cadeia, mais multa. Destaque é da Folha de São Paulo de ontem (21.06). 
Bolsonaro é acusado de fazer apologia ao gravíssimo crime de estupro, em episódio que envolveu a deputada Maria do Rosário (PT-RS). Na época, o "bolsomito", como é chamado por seus seguidores, disse que "não estupraria Rosário porque ela não merece". 
O Supremo acatou a denúncia por 4 votos a 1. O STF acolheu ainda denúncia de queixa-crime contra o ex-coronel do exército, feita também pela petista. Com isso, Bolsonaro passa a responder por duas ações penais.

Jair Bolsonaro deve ser condenado e pegar as penas máximas previstas em lei para os crimes de que é acusado, caso evidentemente se confirme o óbvio de que de fato tem culpa. 

E é bastante provável que seja punido, pois Bolsonaro na verdade não passa de mais um idiota usado pelos chefões do golpe contra a presidenta Dilma Rousseff (PT). Agora, querem descartá-lo, tal como fizeram com Eduardo Cunha e certamente farão também com Michel Temer, ambos do PMDB.

Neste sentido, a chamada 'grande' mídia tem papel de destaque nessa armação. Depois de Cunha, a família Frias (dona da Folha) diz agora a "bolsomito": "Tchau, querido".

BOA NOITE / BOM DIA QUERIDOS AMIGOS E LEITORES DO MEU BLOG

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                    Maria Joselia Bezerra de Lima                

COMANDO ASHTAR - MISSÕES CÓSMICAS dos EXTRATERRESTRES com a HUMANIDADE



OBRIGADO QUERIDOS AMIGOS DO COMANDO ASHTAR

Temer corre risco de ser preso, a qualquer instante, por corrupção

Temer corre risco de ser preso, a qualquer instante, por corrupção
16/06/2016Em: Brasil
Temer assumiu a presidência do PMDB com o objetivo de controlar a destinação de recursos doados a políticos do partido para campanhas eleitorais, acusa Sérgio Machado
Por Redação – de Brasília e São Paulo
Presidente de facto, Michel Temer viu escorrer por entre os dedos a chance de celebrar o primeiro mês do governo golpista, após notícias de que poderá ser preso a qualquer momento, diante das denúncias de que recebeu propina do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. O líder paulista do PMDB foi aconselhado a cancelar, na manhã desta quinta-feira, o pronunciamento que faria à nação, na noite de sexta-feira, em cadeia de rádio e TV, temendo panelaços e outras manifestações, Brasil afora.
Sérgio Machado apontou para Temer a denúncia de que teria recebido propina de empreiteiras
Sérgio Machado apontou para Temer a denúncia de que teria 
recebido propina de empreiteiras
Em meio a uma entrevista coletiva convocada, às pressas, no Palácio do Planalto, Temer repercutiu a notícia de que teria pedido doação de recursos ilícitos para a campanha a prefeito de São Paulo do professor Gabriel Chalita, em 2012. Aos jornalistas, o líder golpista classificou a denúncia como “muito ruim para a governabilidade”.
No final da tarde desta quarta-feira, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República distribuiu nota oficial, dizendo ser “absolutamente inverídica a versão de que (Temer) teria solicitado recursos ilícitos ao ex-presidente da Transpetro”. Machado revelou o teor da conversa mantida com o atual inquilino do Planalto, às escondidas na Base Aérea de Brasília, para pedir o repasse de R$ 1,5 milhão.
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O delator afirmou, aos delegados da Polícia Federal, que Temer assumiu a presidência do PMDB com o objetivo de controlar a destinação de recursos doados a políticos do partido para campanhas eleitorais. O conteúdo da delação foi revelado nesta quarta-feira, pela manhã, após homologação do Supremo Tribunal Federal (STF). Em troca da colaboração, Machado e seus parentes poderão ter a pena reduzida, se condenados por alguns dos crimes dos quais são apontados.
Na entrevista, Temer chamou de “irresponsável, leviana, mentirosa e criminosa” a declaração do ex-presidente da Transpetro, de quem era amigo pessoal, até a deflagração da Lava Jato.
— Eu quero fazer uma declaração a respeito da manifestação irresponsável, leviana, mentirosa e criminosa do cidadão Sérgio Machado. E quero dizer aos senhores e as senhoras que eu falo, em primeiro lugar como homem, como ser humano, para dizer que a nossa honorabilidade está acima de qualquer outra função ou tarefa pública que exerça no momento ou venha a exercer”, disse o presidente de facto.
No depoimento à PF, no âmbito da Operação Lava Jato, Machado detalhou o encontro com Temer em setembro de 2012, no qual pediu R$ 1,5 milhão para a campanha de Chalita, pagos pela construtora Queiroz Galvão ao diretório do PMDB. Temer ameaçou processar Machado, após afirmar que não deixaria as denúncias “passarem em branco”.
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 E ao falar como ser humano, eu quero me dirigir à minha família, aos muitos amigos e conhecidos que tenho no Brasil, quero me dirigir ao povo brasileiro, que não deixarei passar em branco essas afirmações levianas que acabei de mencionar. (…) Enquanto alguns deixam passar em branco, eu não deixarei. Devo revelar com palavras indignadas, ao meu estilo, para registrar que esta leviandade não pode prevalecer” — ameaçou.
Sem festa
para Temer

Diante do ambiente de absoluta insegurança jurídica e econômica em que se encontra o país, com o risco de o presidente de facto, em meio a um golpe de Estado, ser preso em consequência das delações de Sérgio Machado e das demais provas buscadas nas investigações, Temer ouviu de seus principais assessores que esta não é a melhor hora para falar à nação. O pronunciamento planejado para esta sexta-feira, portanto, estaria cancelado.
A divulgação da volumosa delação premiada do ex-senador Sérgio Machado, após sua passagem pela empresa estatal Transpetro ao longo de mais de uma década, sob a indicação do PMDB, arrastou Temer e outros 19 políticos para o turbilhão da Operação Lava Jato. Opositores, correligionários e aliados decisivos do peemedebista estão no esquema descrito por Machado à Justiça, que movimentou mais de uma centena de milhões de reais em propinas, divididas entre “mesadas” e doações de campanha eleitorais feitas sob uma falsa legalidade.
Machado é um dos principais colaboradores do Ministério Público e suas gravações, então vazadas à imprensa, derrubaram dois ministros até agora. A avaliação no meio político é a de que a citação a Temer pelo delator é extremamente grave para a continuidade de Temer no poder. A luz vermelha foi acesa na decisão de se encastelar no gabinete e governar por meio de ofícios e notas oficiais. O que vem pela frente, na avaliação de importante assessor, ouvido pela reportagem do Correio do Brasil, “é uma surpresa atrás da outra”.
— Ninguém aguenta tanta emoção — afirmou o servidor federal, sob pedido de sigilo da identidade.
Temer, porém, não está sozinho no mar de lama no qual afunda, sob o peso das denúncias de Machado. Com ele estão os senadores peemedebistas Renan Calheiros (presidente da Casa), Romero Jucá (ministro demitido da pasta do Planejamento), Eunício Oliveira, Garibaldi Alves e Jader Barbalho, além de Aécio Neves, que também é senador e preside o PSDB, o principal partido de sustentação ao Governo interino.
Contra todos eles pesam acusações de receber propina disfarçada de doações eleitorais. A delação levou a consultoria de risco Eurasia emitir um boletim extra a seus clientes, na manhã desta quinta-feira, no qual procura tranquilizar os investidores interessados no prosseguimento do golpe: Machado, no fim das contas, “não tem uma arma fumegante” e, na avaliação da Eurasia, o compêndio não altera as chances de que o impeachment de Dilma seja aprovado pelos senadores (80%). A nota não cita, porém, as últimas pesquisas de opinião, nas quais a presidenta eleita melhora seu posicionamento junto ao eleitorado, enquanto negocia a mudança de votos de oito senadores para a votação final do processo, no Senado. Não seria o primeiro erro de avaliação dos consultores.
Novos delatores
Se a delação contra Temer acabasse no depoimento de Machado, os analistas político-econômicos teriam razão ao imaginar que nem tudo está perdido para as forças que embalam o golpe de Estado, em curso no país. Mas o problema aumenta quando; além de Sérgio Machado, outros três filhos dele fizeram acordos de delação premiada. Todos, sem exceção, em algum momento ajudaram a receber parte da propina paga pelas empreiteiras que mantinham negócios com a Transpetro. O detalhe que chamou mais atenção foi aquele revelado por Expedito Machado da Ponte Neto o único dos filhos do ex-senador que tinha interesse em seguir carreira política.

Neto admitiu aos investigadores que, no período entre 2007 e 2013, recebeu em nome de seu pai propinas que atingiram o montante aproximado de R$ 72 milhões em contas na Suíça, depositado em um trust. O valor teria sido pago, segundo suas declarações, por empreiteiras como Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Galvão Engenharia, todas com executivos investigados na Lava Jato. Parte desses recursos seriam usados para o ex-senador concorrer em 2010 ao cargo de governador do Ceará, o Estado onde fez carreira política. A candidatura não foi adiante, mas os recursos foram realocados durante o período, de forma a manter o círculo de poder intacto.