quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

PACOTE DE MALDADES: Governo Temer Sugere A Bolsonaro Fim Do Abono Salarial E Revisão Do Reajuste Do Mínimoa


PACOTE DE MALDADES: Governo Temer Sugere A Bolsonaro Fim Do Abono Salarial E Revisão Do Reajuste Do Mínimo a

Por Portal Click Política Em 5 dez, 2018

 

BRASÍLIA, 5 Dez (Reuters) – 

O Ministério da Fazenda sugeriu ao novo governo uma segunda rodada de reformas depois de aprovada as mudanças nas regras da Previdência, 

contemplando medidas como a revisão da política de reajuste do salário mínimo e o fim do abono salarial, para controle dos gastos públicos e direcionamento dos benefícios sociais aos efetivamente mais pobres.

Em documento sobre os feitos da atual gestão e os desafios que se colocam para o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), divulgado nesta quarta-feira (5), 
a Fazenda avaliou que a nova política de reajuste do mínimo deve ser condizente com os níveis salariais do setor privado e compatível com a atual situação de aperto fiscal.

Estimativas do time econômico apontam que cada R$ 1 de elevação no valor do salário mínimo implica necessidade adicional de R$ 304 milhões em gastos da União. 

A regra atual de reajuste estipula que o salário mínimo deve ser corrigido pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) dos 12 meses anteriores somado ao crescimento da economia de dois anos antes.

O governo de Jair Bolsonaro, inclusive, deverá decidir logo nos primeiros meses do ano como será a nova fórmula de cálculo do salário mínimo, que baliza o pagamento a servidores e aposentados, com forte relevância orçamentária. 

Isso deverá ser feito até 15 abril, quando deverá enviar ao Congresso o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020.

Sobre o abono salarial, a Fazenda avaliou que representa “um programa que beneficia população distante da pobreza extrema, por ser composta por indivíduos que estão empregados e no setor formal da economia”.

O abono consiste no pagamento de um salário mínimo a cada ano ao trabalhador, para suplementação de renda segundo critérios legalmente estabelecidos. 

Na proposta orçamentária de 2019, estão previstos R$ 19,2 bilhões para o benefício.

No grupo de reformas de políticas sociais, a Fazenda vê ainda a necessidade de mexer em mais cinco frentes. 

Entram nesse bojo a realização de uma reforma da Previdência dos militares, a formatação da aposentadoria rural como programa assistencial e a revisão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), voltado para idosos e pessoas com deficiência.

Na visão da pasta, o BPC “representa custo mais elevado, alto nível de judicialização e menor focalização nos pobres, quando comparado com outros programas sociais, como o Bolsa Família”. 

Para 2019, a proposta de Orçamento prevê R$ 59,2 bilhões para o BPC e para a Renda Mensal Vitalícia, beneficiando 4,9 milhões de pessoas.

Em comparação, o Orçamento do Bolsa Família no ano que vem é de R$ 29,5 bilhões, para atendimento de 13,6 milhões de famílias.

Fechando o grupo de sugestões da Fazenda estão ainda uma reforma do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) 
“para reduzir o prejuízo causado aos trabalhadores pela sub-remuneração das contas e, ao mesmo tempo, torná-lo um instrumento complementar de financiamento do seguro-desemprego”, e a extinção do FI-FGTS 
“por representar um instrumento de crédito direcionado a projetos escolhidos pelo governo, sendo mais produtivo que os recursos sejam livremente alocados ou permaneçam vinculados ao financiamento habitacional”.

Desigualdades

No documento, a Fazenda defendeu ainda que o reequilíbrio entre receitas e despesas passa necessariamente pela reforma da Previdência, que é imperativa também para diminuir desigualdades no país.

Segundo o ministério, 41% dos benefícios pagos pela Previdência Social vão para os 20% mais ricos, ao passo que somente 3% dos recursos vão para os mais pobres.

A Fazenda apontou que o novo governo também deve se debruçar sobre os gastos com pessoal, uma vez que 79% das despesas com folha de pagamento do governo federal vão para os 20% mais ricos.

“A maior contenção dessa remuneração e a diminuição dos postos de trabalho no setor público teriam efeito significativo no sentido de redistribuir renda”, disse o texto.

O Bolsa Família, que é considerado pela Fazenda verdadeiramente distributivo e uma exceção dentre outras políticas públicas do governo, vai na direção inversa:
 44% dos recursos são direcionados para os 20 por cento mais pobres.

(Por Marcela Ayres; Edição de Maria Pia Palermo)


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LEVOU NO QUEIXO: BOLSONARO ABANDONA MAGNO MALTA: MINISTÉRIO NÃO É ‘ADEQUADO’


LEVOU NO QUEIXO: BOLSONARO ABANDONA MAGNO MALTA: MINISTÉRIO NÃO É ‘ADEQUADO’

Por Portal Click Política Em 5 dez, 2018

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) descartou nesta quarta-feira, 5, qualquer possibilidade do senador Magno Malta (PR-ES) integrar o primeiro escalão do seu governo.

“Um soldado serve à pátria, assim como um general, um bom jornalista, um bom profissional. 

Sobre a questão de um possível ministério, não achamos adequado para ele (Malta) no momento. 

Agora, ele pode estar do meu lado, sim, nunca foram fechadas as portas. 

Ele pode servir à pátria estando ao meu lado em outra função”, disse o presidente eleito. 

“O perfil dele não se enquadrou nessa questão, apenas isso. 

Continuo devedor, sou grato. 

As portas da transição estão abertas”, reforçou.

Bolsonaro diz que não se comprometeu com o senador não reeleito e também lembrou que ofereceu a vaga de vice para Malta em sua chapa, mas que ele optou por tentar a reeleição.


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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

De 154 réus, Lula teve o julgamento mais severo no TRF-4, demonstra revista dos irmãos Marinho


De 154 réus, Lula teve o julgamento mais severo no TRF-4, demonstra revista dos irmãos Marinho

21 hours ago 04/12/2018

 
Lula teve o pior julgamento entre 154 casos similares no TRF-4


Um levantamento feito pela revista Época mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um julgamento mais severo do que outros 154 casos similares pela segunda instância, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

Ao que a própria revista indica, o objetivo inicial seria o de contestar as declarações da presidente nacional do partido, a senadora Gleisi Hoffmann, de que se tratava de uma injustiça a condenção de Lula pelo Tribunal e que o partido estava sofrendo perseguição política.

Então, os repórteres Daniela Simões e Rodrigo Capelo foram atrás e compilaram um total de 154, relativos a 288 réus diferentes, no período de 5 anos, entre 2013 e 2017.

Se era esse ou não o objetivo inicial, a conclusão dos jornalistas foi de que Lula estava sim sendo tratado de maneira mais dura do que todos os demais processos na segunda instância neste cinco anos.

Para se ter como base justa de comparação, foram selecionados casos em que o relator era o desembargador João Pedro Gebran Neto, e cujas acusações eram também de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

No TRF-4, os mais de 280 réus tentaram reverter a pena imposta na primeira instância, assim como Lula tentou.

“Lula enfrentou circunstâncias mais rígidas do que outros réus em três aspectos: 

celeridade do julgamento em segunda instância, unanimidade dos desembargadores e severidade da pena”, informou a publicação da revista Época.

No primeiro quesito, o julgamento contra o ex-presidente “foi o mais rápido entre todos os réus da Lava Jato” que chegaram ao Tribunal.

Em média, os casos da Operação levam 18 meses para serem julgados, isso considerando, ainda, que a Lava Jato teve esse efeito de ‘prioridade’ na segunda instância.

Da mesma forma, o tempo de encarceramento determinado ao ex-presidente foi superior à média aplicada a todos os réus analisados.

A pena de Lula na sentença foi aumentada de 9 anos e seis meses para 12 anos e um mês. 

Com isso, foram 2 anos e 8 meses a mais dado pelo TRF-4 em comparação à condenação já estipulada por Sérgio Moro, o juiz da primeira instância.

Já os demais réus da Lava Jato tiveram, em média, um aumento de 2 anos e 1 mês.

Ainda, “a unanimidade vista na apelação criminal do petista, por fim, não é comum no colegiado”. 

Isso porque, até agora, 68% das decisões que são definidas pelos desembargadores do Tribunal com diferenças de opiniões, ou seja, sem serem unânimes.

A média calculada pela reportagem da Época mostra que somente 3 em cada 10 casos tiveram unanimidade, e o de Lula foi um destes poucos.


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Conheça a modesta vida dos juízes do Supremo na Suécia, sem auxílio-moradia e nem carro para motorista


Conheça a modesta vida dos juízes do Supremo na Suécia, sem auxílio-moradia e nem carro para motorista

4 hours ago 04/12/2018

 



“Não almoço à custa do dinheiro do contribuinte”, me disse certa vez o juiz sueco Göran Lambertz, em tom quase indignado, na Suprema Corte da Suécia.

A pergunta que inflamou a reação do magistrado era se, assim como ocorre no Brasil, os juízes da instância máxima do Poder Judiciário sueco têm direito a carro oficial com motorista e benefícios extra-salariais como auxílio-saúde, 
auxílio-moradia, gratificação natalina, verbas de representação, auxílio-funeral, auxílio pré-escolar para cada filho, abonos de permanência e auxílio-alimentação.

“Não consigo entender por que um ser humano gostaria de ter tais privilégios. 

Só vivemos uma vez e, portanto, penso que a vida deve ser vivida com bons padrões éticos. 

Não posso compreender um ser humano que tenta obter privilégios com o dinheiro público”, acrescentou Lambertz.

Nesta semana, o presidente Michel Temer sancionou o reajuste de 16,38% nos salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e da procuradora-geral da República, o que aumenta a remuneração dos magistrados de R$ 33 mil para R$ 39 mil.

 O reajuste foi garantido após acordo que condicionou o aumento do salário à revogação do auxílio-moradia de R$ 4,3 mil a juízes de todo o país.

(…)

Em um Brasil em crise, o aumento terá um efeito cascata sobre a remuneração de todo o funcionalismo público, e, segundo técnicos da Câmara, deverá produzir um impacto de R$ 4,1 bilhões anuais nos cofres da União e dos Estados.

Na Suécia, o salário dos magistrados da Suprema Corte – que não têm status de ministro – é de 109,5 mil coroas suecas, o que equivale a aproximadamente R$ 46 mil. 

Uma vez descontados os altos impostos vigentes no país, os vencimentos de cada juiz totalizam um valor líquido de 59 mil coroas suecas, segundo dados do Poder Judiciário sueco – o equivalente a cerca de R$ 25 mil.

“Isso é o que se ganha, e é um bom salário. 

Pode-se viver bem com vencimentos desse porte, e é suficiente”, diz Lambertz. 

Ex-professor de Direito da Universidade de Uppsala e ex-Provedor de Justiça (Ombudsman) do Governo, Göran Lambertz chefiou ainda uma das divisões do Ministério da Justiça antes de se tornar juiz da Suprema Corte, cargo vitalício que ocupou até recentemente.

(…)

“Nossos reajustes seguem geralmente os índices aplicados às demais categorias de trabalhadores, que têm como base de cálculo os indicadores gerais da economia e parâmetros como o nível de aumento salarial dos trabalhadores do IF Metall 
(o poderoso sindicato dos metalúrgicos suecos)”, explica o juiz Carsten Helland, um dos representantes da categoria no sindicato dos juízes.

(…)

“Os juízes têm influência limitada no processo de negociação salarial”, diz Carsten. 

“As autoridades estatais do Domstolsverket recebem a verba repassada pelo governo, através do recolhimento dos impostos dos contribuintes, e isso representa o orçamento total que o governo quer gastar com as Cortes. 

A partir desse orçamento, o Domstolsverket se faz a pergunta: quanto podemos gastar com o reajuste salarial dos juízes?”, explica.

“Não podemos, portanto, lutar por salários muito maiores. 
Podemos apenas querer que seja possível ganhar mais”, acrescenta ele.

Na Suprema Corte sueca, os reajustes salariais seguem a mesma regra aplicada ao restante da magistratura.


(…)

Na Suécia, juízes e políticos são "cidadãos comuns"

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sábado, 1 de dezembro de 2018

Tchau, querido Magno Malta; Bolsonaro deixa bancada evangélica na mão


Tchau, querido Magno Malta; Bolsonaro deixa bancada evangélica na mão

1 de dezembro de 2018 por Esmael Morais

 

Magno Malta (PR-ES) está de despedida do Senado. 

Ele não foi reeleito e ainda não conseguiu o emprego de ministro no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Magno Malta, se não conseguir o novo emprego, terá de voltar para Vitória porque ele perdeu a eleição para um candidato que era gay assumido na disputa pelo cargo no estado do Espírito Santo.

Além da fama de “oportunista” entre os mais próximos do capitão reformado do Exército, homofóbico entre os ativistas de direitos humanos, Magno é malvisto entre os generais e a frente política.

Há uma série de denúncias contra o parlamentar capixaba, dentre as quais aquela de tortura do cobrador Luiz Alves de Lima, acusado por Malta, quando este presidia a CPI da Pedofilia, em 2009, de ter estuprado a própria filha.

Após 9 meses na prisão, o ex-cobrador de ônibus em Vitória ficou cego de um olho em virtude das torturas policiais que sofreu [segundo a vítima, a mando de Magno Malta].

 Em 2016, a Justiça o absolveu porque conseguiu provar com laudos médicos a integridade do hímen da filha.

Pois bem, Bolsonaro não cede à pressão da bancada evangélica — sobretudo do pastor Silas Malafaia – para nomear Magno Malta, agora um sem mandato.

Bolsonaro enrola a bancada evangélica, que se achava forte; sonhava indicar o Ministro da Educação, bateu na trave; 
pleiteou o Ministério da Cidadania, também gorou; agora luta pela alma penada de Magno Malta, um passivo político.

Uma saída para a bancada evangélica, se quiser cargo no governo do ‘Coiso’, seria indicar um novo nome para o Ministério. 

Mas é bom correr porque falta pouquíssimas vagas…


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CRISE: Bolsonaro Diz Que Reforma De Guedes Mata Idosos; CONFIRA!


CRISE: Bolsonaro Diz Que Reforma De Guedes Mata Idosos; CONFIRA!

Por Portal Click Política Em 30 nov, 2018

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta sexta-feira (30) que a reforma da Previdência nos moldes propostos atualmente seria matar idoso. 

“Essa que está aí não está sendo justa no meu entender. 

Não podemos querer salvar o Brasil matando idoso”, disse Bolsonaro, durante visita a um centro católico no interior de São Paulo,

A proposta defendida pelo ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, é ainda pior do que a proposta pelo governo de Michel Temer.

 Guedes defende um regime de capitalização na previdência, nos moldes implantados pelo Chile durante a ditadura de Augusto Pinochet, que tem provocado alto número de suicídios de idosos.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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