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sábado, 26 de novembro de 2016

Caso Amaury Rivera: Abduzido fala sobre um meteoro que está para se chocar contra o Planeta Terra

Caso Amaury Rivera: Abduzido fala sobre um meteoro que está para se chocar contra o Planeta Terra
BY TON MÜLLER ON 9 DE OUTUBRO DE 2013 / Atualizado em 27/11/2016
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Imagem do Google

Tudo aconteceu em Porto Rico em 14 de maio de 1988. 

Amaury Rivera trabalhava em uma casa noturna, local onde haveria um concerto musical, o qual Rivera tinha intenção de fotografar. Ele havia levado uma câmera fotográfica emprestada por sua prima, tudo ocorreu como planejado, mas quando Amaury voltava para casa dirigindo seu carro em uma estrada, viu um homenzinho estranho, o qual não pensou ser um ET. 

Imediatamente em vez de acelerar seu veículo, Amaury freou bruscamente e parou, então observou que havia um outro ser do lado da estrada, de repente, ouviu o som da porta do seu carro abrindo e ouviu a frase: -”você não vai se  lembrar de nada”.

Nesse lapso de tempo, ele estava em uma nave como uma sala de projeção, onde havia 14 pessoas ao seu lado. 
Na frente deles havia três seres e um deles foi apresentado como Amaron, este era um homem de pele escura, mas não era negro, e tinha cabelos negros e longos. 

Por trás desse ser apareceu uma projeção de imagens, no início foi exibido uma pequena viagem espacial e na sequência pode-se ver a imagem de um meteoro gigante, o qual caiu sobre o oceano, no Caribe, perto de Porto Rico, trazendo consequências catastróficas para todo o planeta Terra. 

Seria uma profecia para o nosso planeta? Com toda polêmica que gira em torno do cometa Ison, esta história é preocupante.

Mas Amaury continuou e disse que na última projeção que consegue se lembrar, foi mostrado a Terra com um único governo que teria como sede, uma espécie de ilha artificial que se locomovia flutuando num mar negro e extremamente poluído. 

Ao ser devolvido para o carro, Amaury repara que era um local diferente de onde ele estava quando a experiência começou. Isso leva a crer que os alienígenas transportaram também o carro de Amaury. Passados alguns instantes, enquanto Amaury observava o enorme disco se afastando lentamente, ele ouve um barulho estridente e olha para cima: três caças F14 estavam passando sobre ele e indo rapidamente na direção do OVNI.

Foi quando ele se lembrou da câmera fotográfica de sua prima que estava no banco do carro. Num tremendo golpe de sorte, Amaury não tinha utilizado todas as chapas no concerto e passou a fotografar a situação obtendo um registro fotográfico surpreendente 

(fotos abaixo). 
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Imagem do Google

Duas fotos da seqüência obtida por Amaury Rivera, embora só mostrem um caça, segundo Amaury, haviam pelo menos três deles. Eles rodavam e se revezavam de tal forma que sempre um ficava bem próximo do disco. 
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Imagem do Google

É bem provável que cada foto mostre um caça diferente.  
O mais estranho de tudo isso é que as fotografias de Amaury foram realizadas somente quando ele ouviu dentro de si um som como um “beep”, como se fosse um sinal. 

Outro fato surpreendente nessas fotos é que provam que as autoridades têm mentido nesses últimos 50 anos.

Se há três caças lidando com o disco significa que ele foi detectado pelos radares do CTA e, conseqüentemente, iniciou-se uma operação de interceptação. 

Depois de viver esse surpreendente acontecimento, Amaury Rivera fez uma enorme campanha usando os meios de comunicação para tentar encontrar as outras pessoas que estavam presentes na abdução. 
Para confirmar, várias informações não foram divulgadas e usadas para verificação – como o nome do alienígena. 

E cerca de sete pessoas entre as centenas que entraram em contato com Amaury sabiam responder essas informações com precisão. 

Só que algumas delas viveram a abdução num dia diferente de Amaury. Será que este alienígena tem contatado diversas pessoas, por toda a região sudeste de Porto Rico, para avisá-las de um desastre que, segundo a criatura, acontecerá num futuro próximo ??? Assistam ao depoimento de Amaury Rivera:

                                                          Matéria completa aqui


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

‘Não é questão de se, mas de quando’, diz Nasa sobre impacto de meteoro

07/11/2016 08H38
‘Não é questão de se, mas de quando’, diz Nasa sobre impacto de meteoro
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RIO — A queda de um grande meteoro é apontada como culpada por uma das extinções em massa vivenciadas pelo planeta e, apesar de pouco provável, é possível que a humanidade descubra um asteroide em rota de colisão com a Terra. 

Pensando nisso, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) realizou no último dia 25, em conjunto com a Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema), exercícios de colaboração para o enfrentamento de uma situação como essa.

— Não é questão de se, mas de quando, nós teremos que lidar com tal situação — disse Thomas Zurbuchen, da Administração da Nasa em Washington. — Mas diferente de qualquer outro tempo na nossa história, hoje nós temos a habilidade para responder a ameaça de um impacto por meio de observações continuadas, previsões, planejamento de resposta e mitigação.

O exercício forneceu um fórum para a comunidade científica planetária demonstrar como ela poderia coletar, analisar e compartilhar dados sobre um asteroide hipotético previsto para se chocar com a Terra. Equipes de emergência discutiram como os dados seriam usados para considerar desafios únicos que um impacto de asteroide apresentariam, para preparação, resposta e alerta ao público.

— É crítico exercitar esses tipos de desastres de baixa probabilidade, mas altas consequências — disse o administrador da Fema Craig Fugate. — Trabalhando em nossos planos de resposta de emergência agora, nós estamos mais bem preparados se e quando nós enfrentarmos um evento como esse.

Os exercícios foram realizados em El Segundo, na Califórnia. Eles envolveram representantes da Nasa, da Fema, dos laboratórios do Departamento de Energia, da Força Aérea Americana e dos Serviços de Emergência do estado da Califórnia.

A simulação avaliou um possível impacto para daqui a quatro anos: um asteroide fictício que teria sido descoberto este ano com 2% de probabilidade de impacto com a Terra no dia 20 de setembro de 2020. As estimativas iniciais apontariam a dimensão do corpo entre 100 e 250 metros, com possibilidade de impacto ao longo de uma longa faixa ao redor do planeta, que cruzava todo o território americano.

Nesse cenário fictício, observadores rastrearam continuamente o asteroide ao longo de três meses, usando telescópios em terra, e a probabilidade de impacto aumentou para 65%. Então, as próximas observações tiveram que esperar por um período de quatro meses enquanto o asteroide passava por trás do Sol. Quando as observações foram retomadas, em maio de 2017, a probabilidade de impacto subiu para 100%. Em novembro de 2017, simulações previram que o impacto ocorreria em alguma região do Sul da Califórnia ou na costa do Oceano Pacífico.

Em exercícios anteriores, foram simuladas missões para alteração da rota do asteroide, a fim de desviá-lo do planeta. Neste caso, o exercício foi desenhado para que o tempo para o impacto fosse insuficiente para uma missão como essas. Dessa forma, as equipes de emergência tiveram que elaborar um plano de evacuação em massa na área metropolitana de Los Angeles.

Os participantes consideraram formas de fornecer informações precisas e a tempo para o público, enquanto lidavam com técnicas para refutar rumores e boatos que poderiam emergir em relação ao impacto hipotético.