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quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

VÍDEO: Famílias protestam contra aumento de preços e fome no Carrefour

SUED E PROSPERIDADE

23/12/2020

VÍDEO: Famílias protestam contra aumento de preços e fome no Carrefour

23/12/2020

O Brasil de Jair Bolsonaro produz cenas de verdadeira destruição da sociedade brasileira, entre elas, a de famílias protestando contra o aumento absurdo dos alimentos e da fome. 

O protesto ocorreu em várias cidades, onde famílias ocuparam unidades do Carrefour, estimativas mostram que o Brasil irá fechar com alta na inflação.

Famílias organizaram protestos em diversas unidades do Carrefour em várias cidades brasileiras, contra a alta dos alimentos e a fome. Além disso também, protestavam contra o assassinato de João Alberto, homem negro assassinado por seguranças do Supermercado em Porto Alegre.

Os protestos fazem parte da campanha Natal Sem Fome, organizados pelo Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB).

De acordo com o movimento, ela visa denunciar “o aumento do preço dos alimentos, o genocídio e o racismo que sofre o povo preto do nosso país”.

Houve registrados pelo movimento em unidades do Carrefour em Belo Horizonte (MG), São Bernardo do Campo (SP) e Recife (PE).

Os alimentos mantiveram a prévia da inflação brasileira sob forte pressão em dezembro, indicando que a alta dos preços encerrará o ano pouco acima do centro da meta do governo e com a taxa acumulada mais elevada em quatro anos.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou a alta a 1,06% em dezembro, de 0,81% em novembro, no resultado mensal mais alto desde junho de 2018 (1,11%), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira.

 ASSISTA:


Fonte: https://falandoverdades.com.br/


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sábado, 22 de abril de 2017

Governo errou cálculos e superestimou o rombo da Previdência para forçar reforma

QUI, 20/04/2017 - 11:47 ATUALIZADO EM 20/04/2017 - 11:5

 Foto: Agência Brasil
 

Jornal GGN - Reportagem do The Intercept Brasil mostra que o Ministério da Fazenda do governo Michel Temer fez cálculos errados e superestimou o rombo da previdência, forçando apoio 
à reforma.

De acordo com o portal, os deputados tiveram acesso a uma análise, feita em cima dos dados apresentados pela Fazenda, que mostra que entre os erros cometidos está a projeção de idosos para o ano de 2060, feita em cima de uma única base de dados.

Um economista que assina análise aponta que para uma reforma desse tamanho, seria necessário criar pelo menos três cenários diferentes considerando as variáveis socioeconômicas. 

Mas o governo selecionou algumas bases de dados convenientes ao projeto, e esboçou apenas um cenário, como se fosse defitivo.

Outro fator que pode ter levado a erros no único cenário projetado foi o uso do número de desempregados de 2014 para analisar o potencial de arrecadação futuro. Essa base de dados, apontam especialista, puxa para baixo a previsão de receita. 

Além disso, ao criar esse quadro, o governo ignorou seus próprios projetos para aumentar a arrecadação e reduzir os efeitos da crise econômica, como a terceirização e a reforma trabalhista.

"O cálculo do salário mínimo também apresenta erros. O crescimento anual previsto nos documentos está na média constante de 6%, enquanto a inflação e o PIB caem. 

Como os dois índices servem de base de cálculo para o reajuste do mínimo, a não ser que fórmula do salário mínimo mude, a conta não fecha", diz o portal.

"Segundo os analistas, o governo não apresentou as fontes de muitos dos números utilizados, nem explicou quais os cálculos e fórmulas matemáticas foram utilizados para se chegar às previsões catastróficas que justificariam os cortes drásticos na Previdência Social", acrescentou.

A reportagem completa está disponível aqui.







sábado, 14 de janeiro de 2017

A cretinice da Globo e a tragédia do Brasil

A cretinice da Globo e a tragédia do                               Brasil
Jeferson Miola: a cretinice da Globo
SÁBADO 14 JANEIRO 2017
Escrito por Miguel do Rosário, Postado em Redação
 

A cretinice da Globo e a tragédia do Brasil

por Jeferson Miola, enviado por email (e publicado no Facebook do autor).

Foi sobretudo no período do ditador Emílio Garrastazu Médici [1969-1974] que o terror de Estado foi institucionalizado como método oficial para a repressão e para o aniquilamento da resistência à ditadura civil-militar implantada em 1º de abril 1964.

Uma potente arquitetura repressiva e de perseguição política foi montada no governo federal e nos Estados brasileiros com o engajamento financeiro de grandes grupos econômicos – entre os quais FORD, GM e ULTRAGAZ.

A Rede Globo avultou como o monopólio midiático dominante e, assim, logo se converteu na mais eficiente máquina de propaganda e de legitimação do regime – desinformando, alienando e entretendo a população, e ocultando a realidade e a face atroz da ditadura.

Em 1º de setembro de 1969, um mês antes do início do período do general Médici, a Globo lançou o Jornal Nacional [JN], programa noticioso que ainda nos dias de hoje exerce poderosa influência no debate político no Brasil, com força de organização, articulação e propagação do discurso hegemônico.

Em determinadas edições do JN daquela época, não por coincidência nos dias de cometimento de atrocidades pelo regime, o âncora do telejornal, Cid Moreira, com voz grave e solene finalizava o noticiário com uma conclamação: “brasileiros, nunca fomos tão felizes!” [sic].

Naquele que foi o ambiente mais macabro e horroroso da história do país, a Globo anunciava ao povo brasileiro uma suposta e nunca antes vivenciada felicidade! Com a infâmia, escondia o terror que dizimava a resistência democrática e, ao mesmo tempo, ocultava a censura, as cassações, perseguições, mortes, os desaparecimentos e exílios impostos pelo regime.

A Globo repete a cretinice nos dias atuais. Na edição do JN da última quinta-feira [12/01], fez uma reportagem bizarra sobre o que chama de “inflação pessoal”. 

Num exercício eufemístico, o JN individualizou a responsabilidade pela crise econômica e insinuou medidas que cada pessoa deveria adotar para enfrentar a própria “inflação pessoal”: se usa carro, substituir por ônibus; se a escola particular está cara, a pública é a alternativa; se o feijão pesa no orçamento, por que não deixar de comê-lo? …

Com tal enquadramento sobre a carestia e a perda de renda causada pelo desemprego brutal, a Globo teve o claro objetivo de ocultar a desastrosa política econômica do governo golpista – política que está afundando o Brasil e vai promover uma crise humanitária sem precedentes. 

A única diferença é que desta vez o William Bonner [o sucessor do Cid Moreira no JN] não exaltou que “nunca fomos tão felizes!”.

A Globo não foi apenas cúmplice dos ataques à democracia e aos governos progressistas, mas teve participação golpista ativa; foi co-autora e sócia-fundadora das empreitadas golpistas nos últimos 52 anos: em 1964, no golpe civil-midiático-militar; e em 2016, no golpe jurídico-midiático-parlamentar.

A Globo é a expressão fiel da índole da classe dominante brasileira: golpista, intolerante e anti-democrática, sempre a postos para derrubar governos progressistas e as políticas de distribuição de renda, igualdade social e independência nacional.

A Globo é nefasta à democracia e à construção do ideal de uma nação justa, igualitária e moderna. Nunca existirá democracia sem o controle democrático dos meios de comunicação e sem o fim do poder monopólico do noticiário e da informação em mãos de uma única família.

A Rede Globo é uma tragédia para o Brasil – a quebra do seu poder nefasto é um requisito para a democracia e para a soberania nacional.