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sexta-feira, 12 de abril de 2019

MOURÃO VAI PRA CIMA DE BOLSONARO: “MILÍCIAS TÊM QUE SER ENFRENTADAS”


MOURÃO VAI PRA CIMA DE BOLSONARO: “MILÍCIAS TÊM QUE SER ENFRENTADAS”

Escrito por Portal Click Política 12 de abril de 2019

 Imagem relacionada

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, falou sobre o desabamento de dois prédios na comunidade da Muzema, zona oeste do Rio de Janeiro, em entrevista à Radio CBN, na manhã desta terça-feira. 

Mourão disse que o Estado do Rio tem que ter maior controle sobre determinadas áreas e que as milícias, que dominavam a região, devem ser enfrentadas. 

O vice-presidente isentou o governo federal de qualquer responsabilidade sobre a queda.

“A gente sabe que aquelas áreas são dominadas por facções. 

Então o que sobra para o governo federal é mais um auxílio ao Estado em relação a alguma necessidade que ele precise nessa busca pelos corpos das pessoas que estavam nos dois prédios e também um prazo maior à cooperação com a questão da Segurança Pública”, disse.

Para Mourão, há necessidade de se buscar uma forma de atuação coordenada entre as três esferas de governo para combater as facções criminosas. 

“(as facções e milícias) Têm que ser enfrentadas, não pode fugir disso aí. 

Tem que buscar uma forma de atuação coordenada entre os três entes da federação para que o Estado desempenhe o seu papel. 

É inadmissível que existam locais que as forças legais, ou os próprios trabalhadores de companhias de luz, de gás, da água, não possam entrar”, declarou.

A comunidade da Muzema é uma área sob o domínio de milícias – grupos paramilitares formados por PMs, militares, agentes penitenciários, civis, que exploram ilegalmente vários negócios. 

Um dos mais conhecidos seria o da construção irregular. 

A Prefeitura confirmou que os prédios que desabaram são irregulares e estavam interditados desde novembro de 2018.

Nesta semana, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse que as milícias do Rio de Janeiro surgiram com uma 
“boa intenção de ajudar as comunidades”, mas que se desvirtuaram. 

O senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, não só condecorou milicianos no tempo em que era deputado estadual do Rio de Janeiro, como empregou vários de seus parentes.

Com informações da Agência Estado


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sábado, 8 de dezembro de 2018

Até o vice de Bolsonaro quer explicações sobre o escândalo do Bolsogate



Até o vice de Bolsonaro quer explicações sobre o escândalo do Bolsogate

20 mins ago Denúncias 08/12/2018

 

“O ex-motorista, que conheço como Queiroz, precisa dizer de onde saiu este dinheiro. 

O Coaf rastreia tudo. Algo tem, aí precisa explicar a transação, tem que dizer”, cobrou o vice de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, para quem o governo tem que sempre dar explicações à sociedade; 

“Senão fica parecendo que está escondendo algo”; o militar também provocou o futuro ministro Onyx Lorenzoni, por ter fugido da coletiva ao ser questionado sobre o escândalo; 

“Quando responde daquele jeito, parece que tem culpa no cartório”

247 – Como se não bastasse a cobrança externa – de opositores e da grande mídia – sobre o escândalo do Bolsogate, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), passou a ser pressionado pela própria cúpula de seu governo sobre o 
R$ 1,2 milhão suspeito na conta de Fabricio Queiroz, ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro, seu filho, e sobre o cheque nominal à futura primeira-dama, Michele Bolsonaro, no valor de R$ 24 mil.

O vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, pediu respostas sobre o caso neste sábado 8, ao ser questionado pela jornalista Andreia Sadi, da Globo. 

“O ex-motorista, que conheço como Queiroz, precisa dizer de onde saiu este dinheiro. 

O Coaf rastreia tudo. Algo tem, aí precisa explicar a transação, tem que dizer”, cobrou Mourão.

A respeito de Bolsonaro, declarou: “Ele colocou a justificativa dele. 

Ele já disse que foi um empréstimo. 

O Queiroz precisa explicar agora”.

 Mas cobrou que o governo sempre dê explicações à sociedade. 

“Senão fica parecendo que está escondendo algo”.

O militar também criticou a postura do futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, por ter fugido da coletiva nesta sexta quando foi questionado sobre o escândalo. 

“Ele tá estressado. 

Quando responde daquele jeito, parece que tem culpa no cartório. 

Quando me perguntam, eu respondo claramente, com tranquilidade. 

Temos que falar”, provocou


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terça-feira, 2 de outubro de 2018

MOURÃO IGNORA BOLSONARO E VOLTA A ATACAR 13º SALÁRIO


MOURÃO IGNORA BOLSONARO E VOLTA A ATACAR 13º SALÁRIO

Por Portal Click Política Em 2 out, 2018


O general da reserva Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de extrema-direita liderada por Jair Bolsonaro, voltou a criticar décimo-terceiro salário dos trabalhadores nesta terça-feira (2).

“O 13º eu simplesmente disse que tem que ter planejamento, entendimento de que é um custo. 

Na realidade, se você for olhar, seu empregador te paga 1/12 a menos [por mês]. 

No final do ano, ele te devolve esse salário. 

E o governo, o que faz? Aumenta o imposto para pagar o meu. 

No final das contas, todos saímos prejudicados”, disse Mourão a jornalistas no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.


Durante palestra no Rio Grande do Sul há uma semana, Mourão chamou o 13º de “jabuticaba brasileira”, uma “mochila nas costas dos empresários” e “uma visão social com o chapéu dos outros”. 

A declaração provocou uma crise na chapa conservadora e Mourão chegou a ser repreendido publicamente por Bolsonaro. 

A campanha havia anunciado inclusive que o general não iria mais cumprir agenda de campanha até o final do primeiro turno das eleições.

Nesta terça-feira, Mourão disse que a única possibilidade de mexer no 13º salário seria um “amplo acordo nacional para aumentar os salários”. 

“Se você recebesse seu salário condignamente, você economizaria e teria mais no final do ano. Essa é minha visão. 

Não pode acabar [o 13º]. O que eu mostrei é que tem que haver planejamento. 

Você vê empresa que fecha porque não tem como pagar. 

O governo tem que aumentar imposto, e agora já chegou no limite e não pode aumentar mais nem emitir títulos. 

Uma situação complicada”, afirmou

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247



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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Casa só com ‘mãe e avó’ é ‘fábrica de desajustados’ para tráfico, diz vice de Bolsonaro


Casa só com ‘mãe e avó’ é ‘fábrica de desajustados’ para tráfico, diz vice de Bolsonaro

3 hours ago18/09/2018



O general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência, afirmou nesta segunda (17) 
que famílias pobres “sem pai e avô, mas com mãe e avó” são “fábricas de desajustados” que fornecem mão de obra ao narcotráfico.

Ele desfiava uma teoria correlacionando o que considera dissolução da família nuclear por defensores de “agendas particulares que tentam impor ao conjunto da sociedade”. 

Não foi explícito, mas seu argumento é análogo ao utilizado pelos críticos da união homossexual.

Segundo o general da reserva, a sociedade no mundo todo vive uma crise de costumes. 

Particularizou então o caso brasileiro. 

“A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais. 

Atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai e avô, é mãe e avó.

E, por isso, torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados que tendem a ingressar nessas narco-quadrilhas”.

Mourão pregou então investimentos em saúde, segurança e infraestrutura do Estado, para combater a presença do crime nas favelas. 

Ele fez as considerações para uma plateia francamente simpática, a julgar pelas perguntas e manifestações da plateia, na seção paulista do Secovi, o sindicado do mercado imobiliário.

Se polícia age como polícia, é criticada. Direitos humanos são para os humanos direitos”, disse, sendo aplaudido. 
Ele defendeu o controle eletrônico de pontos de fronteira para tentar deter o tráfico, além do investimento em tecnologia.

Transitando pelo politicamente incorreto, criticou a política externa dos anos Luiz Inácio Lula da Silva (PT, 2003-10). 
“Nós nos ligamos com toda a mulambada, me perdoem o termo, do lado de lá e de cá do oceano na diplomacia Sul-Sul”, disse.

Citou então os casos de suspeitas de corrupção em financiamentos brasileiros a projetos na África e na América Latina, um dos eixos da política Sul-Sul apregoada pelo então chanceler Celso Amorim, que buscava alternativas políticas e econômicas às parcerias tradicionais com EUA e Europa.

Questionado posteriormente sobre o termo usado, disse que só havia dito “para o auditório ficar satisfeito”.

Tocando violino para a audiência, fez uma defesa do livre mercado, da redução ou simplificação da carga tributária, da necessidade da reforma previdenciária e da “implementação da trabalhista, que tem gente que é contra”. “Compete ao governo ser indutor, dar marcos regulatórios”, afirmou.

Para ele, o Brasil é um “cavalo para saltar 1,80 m”, mas está “todo amarrado, só consegue saltar 0,70m”.

 Defendeu o ajuste fiscal baseado no corte de gastos e regulação. “Agências reguladoras são boas. Mas a macacada vai lá e faz cabide de emprego. Vamos pôr gente com mandato.”

“É preciso projeto para dar segurança ao investidor. Haverá então lucro, reinvestimento e empregos”, disse, pregando investimento em infraestrutura. 

“Querermos estradas alemãs, não com o padrão da República Centro-Africana, me desculpem os irmãos de lá. Temos de priorizar as áreas mais importantes”, afirmou.

No comércio exterior, defendeu a redução da Tarifa Externa Comum do Mercosul. 

“Vamos aproveitar que a Venezuela [Estado associado ao bloco] já foi pro saco e discutir isso com os membros efetivos”, disse.

Para Mourão, o refino e a distribuição da Petrobras podem ser vendidos, mas relativizou a demanda privatista. 
“Tem de privatizar o que tem de ser privatizado”, disse, afirmando que o problema maior da petroleira é a corrupção.

(…)


Queridos amigos e leitores do Blog, peço desculpa a todos por ter passado esses dias ausente é que estive muito doente, graças a Deus agora estou bem, e continuo na luta para eleger Haddad nosso presidente seguindo indicação do nosso querido Lula.

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