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domingo, 6 de novembro de 2016

NASA avisará possível apocalipse 5 dias antes do fim

NASA avisará possível apocalipse 5 dias antes do fim
No espaço próximo à Terra há tantos asteroides que os astrônomos tiveram de criar uma tabela especial para avaliar a hipótese de eles atingirem a Terra
TECH  ASTEROIDES  HÁ 21 HORAS  06/11/2016 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

Astrônomos e programadores da NATO criaram um sistema de alerta precoce para um eventual 'ataque asteroidal', que pode, com quase 100% de garantia, detectar qualquer asteroide 5 dias antes de ele se aproximar da Terra, diz Universe Today.

Ao longo das últimas décadas, cientistas de todo o mundo têm vigiado ativamente os asteroides próximos da Terra e conduzido uma espécie de censo cósmico, na tentativa de entender a que ponto eles são perigosos para a humanidade. No espaço próximo à Terra há tantos asteroides que os astrônomos tiveram de criar uma tabela especial para avaliar a hipótese de eles atingirem a Terra.

Apesar do grande número de asteroides descobertos nos últimos anos com a ajuda de telescópios terrestres e do observatório WISE (Explorador Infravermelho de Campo Amplo), muitos asteroides grandes e inúmeros objetos espaciais menores (do tamanho mais ou menos igual ao do meteorito que caiu em Chelyabinsk em fevereiro de 2013), há muitos outros que ainda não foram descobertos.

Segundo diz o relatório publicado pela NASA em 2011, até hoje se conhecem apenas cinco mil asteroides com diâmetro aproximado de uma centena de metros, enquanto se estima que o número total de asteroides seja de dezenas de milhares. O número de corpos objetos menores dentro do cinturão principal de asteroides pode ser ainda maior e chegar a um milhão.

É por esta razão que a NASA, a Roscosmos e outras agências espaciais estão trabalhando ativamente para desenvolver sistemas de detecção de asteroides antes de eles atingirem a terra e refletindo sobre a criação de infraestruturas de "defesa espacial".

O primeiro produto desse tipo foi o sistema Scout, desenvolvido na NASA e testado com sucesso em novembro do ano corrente. Ao usar o telescópio automático PAN-STARRS, ele conseguiu detectar o asteroide 2016 UR36 cinco dias antes do seu encontro com o nosso planeta, calcular o seu diâmetro (entre 5 e 25 metros) e determinar a distância entre ele e a Terra.

O prazo de cinco dias pode parecer bem curtinho e insuficiente mesmo para enviar uma missão encabeçada por Bruce Willis que destruísse asteroides potencialmente perigosos, mas antigamente os cientistas eram capazes de detectar tal "assassino" espacial apenas algumas horas antes de sua queda na superfície da Terra. 

Tendo cinco dias de vantagem, você pode, pelo menos, avaliar os eventuais prejuízos e tomar as medidas adequadas para salvar os habitantes da respetiva área. Com informações do Sputnik Brasil.


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

NASA e Roscosmos discutem possível missão conjunta a Vênus

NASA e Roscosmos discutem possível missão conjunta a Vênus 
© NASA
CIÊNCIA E TECNOLOGIA 01:07 01.11.2016(atualizado 01:27 01.11.2016)
Foto de Vênus feita pela sonda planetária Mariner 10

Representantes das agências espaciais de Rússia e Estados Unidos estão tratando da possibilidade de lançar uma missão conjunta a Vênus, segundo afirmou o diretor do Instituto de Pesquisa Espacial da Academia de Ciências da Rússia, Lev Zeleny.

"Um grupo de trabalho propôs diversos cenários desse projeto, no qual as competências russas e americanas se completam. Depois disso, nós tivemos uma conversa com a vice-administradora da NASA, Dava Newman, que confirmou o interesse no projeto Venera-D", afirmou Zeleny em entrevista à mídia russa.
Superfície do planeta Vênus
© ESA/AOES
NASA: Vênus podia ter sido habitado



De acordo com o especialista, as discussões já vêm sendo realizadas há dois anos. No entanto, de acordo com a NASA, nenhum acordo formal ainda foi alcançado. Os cientistas consideraram que a missão poderia ser lançada em 2026, mas a Roscosmos preferiu não definir uma data por conta de questões orçamentárias.

FONTE:  https://br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/201611016692204-eua-russia-venus/