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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

DESMORALIZADO! Cartazes da campanha “Moro Imoral, Juiz Parcial” chega à praça-símbolo da Belo Horizonte

DESMORALIZADO! Cartazes da campanha “Moro Imoral, Juiz Parcial” chega à praça-símbolo da Belo Horizonte
Por  Redação Click Política  22 de dezembro de 2017
 

Desde o início da semana, manifestantes estão espalhando durante a madrugada pelas ruas de Belo Horizonte cartazes para mostrar à população que Sergio Moro é um juiz parcial, daí o qualificativo imoral. 

Começaram pelos bairros mais distantes até chegar hoje ao obelisco da Praça Sete, símbolo da cidade, marco das campanhas democráticas.

Um ator que estava encenando na praça, sem relação direta com os manifestantes, pediu para fazer uma cena, e ficou a tarde inteira rezando, o que chamou mais a atenção de quem passava por ali.

Um dos manifestantes contou que eles têm recebido apoio das pessoas. 

Não houve ninguém que os hostilizasse. 

“Moro tem a TV Globo para contar suas mentiras, nós temos a rua e as praças, e estamos ocupando o nosso espaço, o espaço do povo”, disse um deles.

Diariodocentrodomundo




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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

MORO DESMORALIZADO? Recibos De Lula Saíram De 25 Impressoras E Não Foram Assinados Juntos

MORO DESMORALIZADO? Recibos De Lula Saíram De 25 Impressoras E Não Foram Assinados Juntos
Por Redação Click Política Última Atualização 12 out, 2017
 

Nota no Painel da Folha diz que 

“a perícia contratada pela defesa do ex-presidente Lula para analisar os recibos de pagamentos de aluguel do apartamento vizinho ao que ele mora em São Bernardo do Campo constatou que as assinaturas de Glaucos da Costamarques nos 26 documentos revelam variações ao longo do tempo”
Ou seja, que não foram, portanto, assinados na mesma ocasião.

Completa o jornal dizendo que “os peritos também apontam que os recibos foram impressos em 25 máquinas diferentes”, o que reforça a mesma evidência.

Vão se consolidando os sinais de que Moro e a “Força Tarefa” se meteram numa encrenca.

Primeiro exigiram os recibos, depois disseram que eles eram falsos

Agora, resta dizer que foram preparados para dar cobertura àquilo que já decidiram que é uma armação.

Como, numa “bateria” de impressoras? Levados em “lotes” para serem assinados?

Glaucos da Costamarques diz que assinou os recibos depois de procurado, no hospital, por Roberto Teixeira, advogado de Lula.

Teixeira, informam os registros do Sírio Libanês, não esteve lá durante a internação de Glaucos.

Quem esteve foi João Leite, que é contador de Glaucos, e não de Teixeira.

E Leite declarou que levou diversos papeis para colher assinaturas, dentre eles alguns recibos pendentes, mas negou que tenham sido em grande quantidade: 

“não corresponde à verdade que naquela oportunidade eu tenha colhido do sr. Glaucos as assinaturas referentes a todos os recibos relativos á locação para a sra. Marisa Letícia Lula da Silva, mas apenas de alguns meses, que embora tivéssemos os recibos eles estavam sem a assinatura (de Glaucos)”.

Diz mais: que de 2011 a 2015 “recebia periodicamente” os recibos de aluguel relativos ao pagamento efetuado por Marisa Letícia.

Ao que parece, a história dos recibos precisa “não vir ao caso” urgentemente.


domingo, 13 de agosto de 2017

TRANSMITIDO PELA TV! Com juristas renomados, Lula é absolvido por 7 x 0 em Tribunal Popular da Lava-Jato na Paraíba e Moro ‘desmoralizado’; CONFIRA!

TRANSMITIDO PELA TV! Com juristas renomados, Lula é absolvido por 7 x 0 em Tribunal Popular da Lava-Jato na Paraíba e Moro ‘desmoralizado’; CONFIRA!
13 de agosto de 2017
 

Se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado a nove anos e seis meses de prisão, em sentença de primeira instância pelo juiz Sérgio Moro no caso do Triplex do Guarujá, fosse julgado pelo Tribunal Popular da Lava-Jata na Paraíba, ele estaria absolvido por unanimidade. 

Isto porque os sete jurados, todos ligados ao meio jurídico e acadêmico e, portanto, com conhecimento técnico para julgar, votaram pela não procedência da sentença.

A inexistência de prova e de documentos que comprovem que o apartamento do Guarujá é de propriedade de Lula foi o principal argumento do corpo de jurados e da defesa do réu, formada pelos advogados Jeová Campos e Luiz Moreira, que também criticaram a exagerada e tendenciosa exposição midiática do processo em questão.

A realização do julgamento simulado, intitulado “Tribunal Popular da Lava Jato”, foi organizado pela Frente Paraíba de Juristas pela Democracia, pelo Núcleo de Direitos Humanos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), pelo Centro Acadêmico Manoel Mattos (Direito/UFPB, Santa Rita), pelas Faculdades Integradas de Patos (FIP) e pela TV Master, que sediou o evento e transmitiu os debates ao vivo, entre às 11h e 14h e já disponibilizou o link 
http://www.televisaonaparaiba.com/p/tv-master-ao-vivo.html para quem quiser assistir a íntegra do Julgamento.

O deputado Jeová Campos, advogado por formação e professor licenciado do curso de Direito, avaliou que o Júri cumpriu uma finalidade que foi a de passar uma leitura, de juristas da Paraíba, compromissados com a Democracia, sobre esse caso de Lula que, na opinião dele, inquieta tanta gente e que pode abrir precedentes gravíssimos. 

“Esse caso, se não inquieta a todos, deve preocupar quem respeita o Direito e seus princípios. 

Eu diria que essa iniciativa foi uma resistência a esse momento de profunda escuridão, quando estão querendo transformar o Poder Judiciário em um partido político.

 O Partido Judiciário é o Estado e o Estado somos todos nós. 
É preciso julgar com imparcialidade, com grau de certeza e com convicção nas provas e não no indiciamento voluntário e pessoal. 

A norma se aplica em função do Direito e do Justo, e nunca com o interesse de prejudicar quem quer que seja”, reiterou Jeová.

No momento em que apresentava as justificativas e argumentos que balizaram sua tese de defesa de Lula no processo, o advogado Jeová Campos, que também é deputado estadual, colocou uma cadeira vazia no centro do plenário, para simbolizar a luta e resistência do ex-presidente neste caso. 

“Há um bombardeiro midiático em torno da ação, que já tinha condenado Lula antes mesmo de ser proferida a sentença”, destacou ele, lembrando outro absurdo deste caso que é quantidade de páginas da sentença.

 “São mais de 200 páginas, que tentam contar uma história, para justificar uma sentença, que não tem justificativa. 

Isso é uma aberração jurídica sem precedentes”, disse ele.

Durante três horas, os advogados de acusação, Daniel Soares e Diego Cazé, e os de defesa, Jeová Campos e Luiz Moreira, se revezaram na exposição dos fatos que balizaram suas teses. 

Enquanto a acusação insistia que não há necessidade de prova documental quando há fortes indícios de que o imóvel objeto do processo pertence a Lula, a exemplo de ligações telefônicas grampeadas, da delação do empresário dono da OAS, etc, a defesa sustentou que não há provas documentais que comprovem a titularidade da posse.

O julgamento teve como corpo de jurados o Doutor em Direito pela Universidade Federal da Paraíba, André Gomes de Sousa Alves, a defensora pública, Diana Freitas de Andrade, o advogado criminalista, Félix Araújo Filho, a Especialista em Direito Civil e Processual Civil, Francisca Lopes Duarte, o promotor, Rogério Lucas de Oliveira, a Doutora em Direito pela Universidade de Coimbra, Maria Luiza Alencar e a advogada, Rubasmate dos Santos, que decidiram, por unanimidade, pela retirada das acusações contra o ex-presidente por falta de provas e embasamento do processo. 

O Júri foi conduzido pela juíza Maria Coeli Nobre, que ao final leu e assinou a sentença absolvendo o réu.

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